sexta-feira, abril 17, 2026

Política & Agro

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Trigo gaúcho vai para ração


Em Santa Catarina, os moinhos continuam observando o progresso da colheita gaúcha




Em Santa Catarina, os moinhos continuam observando o progresso da colheita gaúcha
Em Santa Catarina, os moinhos continuam observando o progresso da colheita gaúcha – Foto: Agrolink

De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Rio Grande do Sul continua enfrentando desafios com a qualidade do produto colhido. A safra antiga, com 80 mil toneladas ainda disponíveis, não atrai mais compradores, e as atenções estão voltadas para a nova safra, cuja colheita foi retomada no último sábado. 

No entanto, o trigo colhido entre domingo e segunda-feira apresentou uma queda significativa no FN (Força de Glúten), embora alguns lotes ainda tenham atingido números superiores a FN200. Aproximadamente 35 mil toneladas de trigo de baixa qualidade foram direcionadas para ração, tanto para a indústria quanto para o porto.

Em Santa Catarina, os moinhos continuam observando o progresso da colheita gaúcha, mas mantêm suas compras no Paraná, onde os preços são mais atrativos, especialmente no Sudoeste, com valores em torno de R$ 1.400 FOB. Além disso, muitos moinhos catarinenses têm armazéns no Rio Grande do Sul, aguardando a colheita local. Apesar do abastecimento, os moinhos enfrentam dificuldades nas vendas de farinha, o que tem atrasado o fluxo de compras de grãos. Os preços pagos aos produtores de trigo em Santa Catarina variaram entre R$ 70,00 e R$ 77,00 por saca, dependendo da região.

No Paraná, o mercado de trigo manteve-se ativo e com preços estáveis, mesmo com o avanço da nova colheita. Negócios pontuais foram registrados no início da semana a R$ 1.450 FOB no Norte do estado, mas logo após os moinhos começaram a oferecer R$ 1.400. A chuva no Sul do estado traz preocupações quanto à qualidade da safra, enquanto no Rio Grande do Sul, negócios futuros para novembro já apontam valores de R$ 1.200 FOB.
 





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Oferta reduzida valoriza feijão-carioca


Em termos de comportamento do consumidor, há um cenário de incerteza




Já em Minas Gerais, o mercado de feijão mostra sinais de valorização para o produtor
Já em Minas Gerais, o mercado de feijão mostra sinais de valorização para o produtor – Foto: Ibrafe

Segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), os produtores de feijão-carioca no interior de São Paulo enfrentam desafios devido ao aumento das chuvas nesta semana. As condições climáticas adversas estão previstas para continuar, o que pode atrapalhar a colheita e afetar a qualidade dos grãos. Esse cenário tem gerado maior pressão sobre os preços, já que a oferta tende a diminuir com a colheita atrasada. Em resposta, muitos produtores elevaram suas ofertas, buscando aproveitar o momento de menor disponibilidade no mercado e assegurar margens mais atraentes.

Já em Minas Gerais, o mercado de feijão mostra sinais de valorização para o produtor, apesar do baixo volume de negócios registrados. De acordo com o IBRAFE, os preços subiram em média R$ 10 por saca para feijões com nota entre 8 e 8,5 e com baixa umidade. Esse aumento está diretamente ligado à redução da oferta local, o que beneficia os produtores da região que conseguem comercializar feijões de melhor qualidade. A expectativa é que esse movimento de alta se mantenha caso as condições de oferta não melhorem nas próximas semanas, pressionando ainda mais o mercado mineiro.

Em termos de comportamento do consumidor, há um cenário de incerteza. Com a alta dos preços, especialmente dos lotes de feijão-carioca de maior qualidade vindos de São Paulo, a demanda por feijões premium continua firme, mas é incerto se essa tendência se sustentará. A evolução do mercado nas próximas semanas será crucial para determinar a reação dos compradores e se os preços continuarão a subir ou se irão se estabilizar com o avanço da colheita e normalização das condições climáticas. Dessa forma, o comportamento da oferta e demanda será fundamental para definir a direção do mercado a curto prazo.
 





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Ascensão nas exportações de milho


Os dados históricos de exportação revelam a evolução do milho nos exportadores




Os dados indicam que, nos quatro anos seguintes, o Brasil conseguiu dobrar sua participação internacional
Os dados indicam que, nos quatro anos seguintes, o Brasil conseguiu dobrar sua participação internacional – Foto: Divulgação

José Carlos de Lima Júnior, sócio do Marketrat Group e cofundador da Harven Agribusiness school, destacou em suas análises a notável evolução do Brasil como exportador de milho. Segundo informações organizadas por Kevin Van Trump, CEO da Farmcon, os volumes exportados de milho por país foram monitorados desde a década de 1990, revelando uma transformação significativa na posição do Brasil no mercado global. Durante a década de 1990 e início de 2000, o Brasil nem aparecia no ranking de exportadores, enquanto na década de 2010 a 2020 já ocupava a segunda posição como produtor e exportador mundial do cereal.

Os dados indicam que, nos quatro anos seguintes, o Brasil conseguiu dobrar sua participação internacional na oferta de milho, superando os Estados Unidos, que haviam dominado o setor nas três décadas anteriores. Essa mudança representa não apenas um crescimento em volume, mas também uma alteração nas dinâmicas de mercado global. Nos anos de 2022 e 2023, o Brasil se consolidou com uma média de exportação anual significativa, desafiando a liderança histórica dos EUA.

Os dados históricos de exportação revelam a evolução do milho nos principais exportadores ao longo das décadas. Na média de 1990 a 1999, os Estados Unidos exportaram cerca de 45,54 milhões de toneladas métricas por ano, seguidos pela Argentina com 7,51 milhões e o Brasil com apenas 5,99 milhões. Já entre 2010 e 2020, os números mudaram drasticamente, com os Estados Unidos mantendo uma média de 46,65 milhões de toneladas, mas com o Brasil subindo para 25,76 milhões de toneladas, e a Argentina também aumentando sua participação para 23,19 milhões. Este crescimento contínuo e a posição emergente do Brasil ressaltam a importância do setor agrícola no desenvolvimento econômico do país e sua crescente influência no mercado internacional.





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Chuvas em excesso podem prejudicar o trigo


O excesso de água pode atrasar o ciclo de desenvolvimento





Foto: Divulgação

A escassez de chuvas pode causar prejuízos às lavouras de trigo, comprometendo todas as fases do ciclo produtivo. Sem umidade suficiente no solo, as sementes encontram dificuldades para germinar, e o crescimento vegetativo das plantas é limitado, afetando sua capacidade fotossintética. Contudo, o excesso de chuvas também representa um desafio para a produção de trigo, causando encharcamento do solo e prejudicando a oxigenação das raízes, o que limita a absorção de nutrientes e o crescimento das plantas. Além disso, a alta umidade favorece doenças fúngicas, como ferrugem e giberela, que comprometem a sanidade e a produtividade. O excesso de água pode atrasar o ciclo de desenvolvimento e dificultar a maturação, expondo a lavoura a riscos climáticos tardios, como geadas. Na colheita, solos saturados dificultam o uso de máquinas e aumentam o risco de perdas, além de favorecer a germinação de grãos na espiga, reduzindo a qualidade e o valor comercial. 

Há alguns meses se os triticultores enfrentavam o problema do baixo volume de chuvas, atualmente o excesso pode estar causando prejuizos nas lavouras do Paraná, que estão em fase final de ciclo. Vale lembrar que,  em 2023, o Paraná foi o maior estado produtor do cereal do Brasil e, neste ano, deve se configurar como segundo maior. Até o momento, a Seab/Deral aponta que 79% da área de trigo do Paraná já foi colhida.

Pesquisadores do Cepea indicam que a expectativa ainda é de que o restante das lavouras do estado apresente trigo de melhor qualidade, com rendimentos no campo superior ao do cereal que já foi colhido, mas as recentes chuvas já preocupam. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, produtores também estão atentos ao clima, e as atividades de campo estão no início – em ambos estados, a colheita soma apenas 1% da área.

 





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Recomendações para fixação do milho na B3


Por outro lado, os fatores de baixa incluem o rápido progresso da colheita nos EUA




Entre os fatores de alta, destaca-se no mercado internacional a importante venda de 1.623.060 toneladas de milho dos EUA para o México
Entre os fatores de alta, destaca-se no mercado internacional a importante venda de 1.623.060 toneladas de milho dos EUA para o México – Foto: Divulgação

De acordo com a TF Agroeconômica, os preços do milho ainda não cobrem integralmente os custos de produção da safra atual, que foram estimados pelo Deral-PR em R$ 73,60 por saca para produtores que alcançam 80 sacas por hectare. A análise da consultoria aponta que há mais fatores indicando queda do que alta nos preços e recomenda que os produtores aproveitem os valores futuros da B3 para os próximos meses, como os R$ 73,44 para janeiro, para fixar tanto a produção restante da última safra quanto a colheita futura, incluindo a safra de verão e a safrinha.

Entre os fatores de alta, destaca-se no mercado internacional a importante venda de 1.623.060 toneladas de milho dos EUA para o México, confirmada pelo USDA. Além disso, o relatório semanal das exportações dos EUA foi positivo, superando as expectativas. No Brasil, o aperto no suprimento da última safra e a alta demanda das indústrias também sustentam os preços.

Por outro lado, os fatores de baixa incluem o rápido progresso da colheita nos EUA, favorecido pelas condições climáticas secas, o que reduz a demanda por milho brasileiro e pressiona os preços internos. Além disso, a normalização das chuvas no Centro-Oeste brasileiro aumenta as chances de uma safrinha normal, o que poderia estabilizar ainda mais o mercado.

Com a colheita americana em ritmo acelerado e prêmios no Brasil zerados, a tendência é que os preços domésticos caiam no curto e médio prazos. Segundo a Conab, 80% da produção de milho na safra 2024/2025 dependerá da safrinha, o que torna o monitoramento das condições climáticas essencial para as próximas semanas.
 





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Pressão nas cotações da soja


Valorização do dólar frente ao Real limitou o movimento de baixa





Foto: Leonardo Gottems

A oferta global elevada e os altos estoques seguem pressionando os preços da soja no mercado spot brasileiro. De acordo com as informações que foram divulgadas pelo boletim informativo do Cepea, a valorização do dólar frente ao Real limitou o movimento de baixa. Essa dinâmica tem sido observada nas últimas semanas e reflete um desequilíbrio entre a produção e o consumo global, aumentando a disponibilidade do grão nos mercados. Segundo o boletim informativo do Cepea, a valorização do dólar em relação ao Real atuou como um fator compensatório, evitando uma queda mais acentuada nos preços domésticos. A moeda norte-americana mais forte favorece a competitividade da soja brasileira no mercado internacional, incentivando exportações, embora o impacto não tenha sido suficiente para reverter totalmente a pressão negativa nas cotações internas.

Ainda há influência do clima, o boletim informa que as chuvas irregulares acenderam alerta aos sojicultores nacionais, isto que estão recuando nas comercializações. Dados divulgados pelo USDA apontam produção mundial da oleaginosa na temporada 2024/25 em 428,9 milhões de toneladas, 8,6% superior às 394,7 milhões de toneladas colhidas na safra 2023/24.  Esse cenário adverso tem levado muitos produtores a adotarem uma postura mais cautelosa, reduzindo o ritmo das vendas e aguardando uma definição mais clara das condições climáticas. A incerteza quanto ao desenvolvimento da safra pode alterar as expectativas de oferta futura, o que aumenta a hesitação em negociar o produto no mercado spot.

Já em relação ao esmagamento global é projetado em 346,3 milhões de toneladas e as transações globais, em 181,5 milhões de toneladas, respectivos aumentos de 4,8% e de 2,6% frente à temporada anterior; o estoque mundial também pode ser recorde, previsto em 134,6 milhões de toneladas. As transações globais da oleaginosa devem atingir 181,5 milhões de toneladas, um avanço de 2,6% em comparação com o ciclo anterior. Como resultado, os estoques finais também devem atingir um patamar recorde, projetados em 134,6 milhões de toneladas, evidenciando um acúmulo significativo que poderá continuar impactando os preços e a dinâmica do mercado nos próximos meses.





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171 dias depois, Salgado Filho recebe primeiro voo comercial


Voo chegou ao aeroporto às 08h03





Foto: Fraport

Após passar cerca de 170 dias fechado devido aos estragos causados pelas enchentes de maio, às 08h03 desta segunda-feira (21.10), o primeiro voo comercial pousou no Aeroporto Salgado Filho de Porto Alegre.

O retorno será gradual, com 1.800 metros de pista reabertos inicialmente, permitindo a realização de 128 voos diários e 900 voos semanais. O volume representa cerca de 70% dos voos que ocorriam antes da enchente que forçou o fechamento do terminal em maio. Apesar da reabertura, os voos que vinham sendo operados temporariamente pela Base Aérea de Canoas não serão interrompidos de imediato. A transição completa para o Salgado Filho ocorrerá de forma gradual nos próximos três meses.

As operações domésticas ocorrerão entre 8h e 22h, com funcionamento parcial da infraestrutura até o dia 16 de dezembro, quando a pista será ampliada para 1.500 metros adicionais. 





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Milho sobe na B3: Confira


No mercado de milho, a Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) pega o rumo oposto a Chicago e fecha a semana com saldo positivo, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O milho na B3 tomou o rumo contrário do grão negociado em Chicago fechou o dia e semana com saldo positivo. Enquanto a CBOT desvalorizou -0,49% para a cotação de dezembro, a B3 subiu 0,42% para novembro”, comenta.

“A demanda interna pelo produto, principalmente o vindo da indústria de ração e de etanol, tem dado a sustentação para o contrato do milho no Brasil. Nesta sexta-feira a alta do dólar de 0,68% também fez diferença na composição dos preços do cereal”, completa a consultoria.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em preços em alta no dia. “O vencimento de novembro/24 foi de R$ 69,26, apresentando alta de R$ 0,29 no dia, alta de R$ 0,77 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 71,87, alta de R$ 0,06 no dia, baixa de R$ 0,15 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 73,56, alta de R$ 0,34, no dia e alta de R$ 0,21 na semana”, indica.

Em Chicago, o milho fechou em baixa apesar dos grandes volumes vendidos na semana. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em baixa de -0,49% ou $ -2,00 cents/bushel a $ 404,75 A cotação para março25, fechou em baixa de -0,53% ou $ -2,25 cents/bushel a $ 419,00”, informa.

“Com boa procura pelo grão americano esta semana, o milho forçou duas sessões positivas, em meio a forte pressão da colheita americana. O clima favorável para o avanço da coleta da volumosa safra americana de milho, que já se aproxima de 50%, é o principal fator de baixa no momento. A volta das chuvas no Brasil, ainda no tempo para o plantio do milho safrinha, é outro fator de baixa. No entanto as vendas extras anunciadas ao longo da semana e o relatório do USDA, apontando uma alta de 82,12% nas vendas para exportação no comparativo semanal, evitaram maiores quedas nas cotações do milho, como as que aconteceram com a soja e o trigo”, conclui.
 





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Como o milho encerrou a semana?


O mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul permanece congelado, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 69,00; Não-Me-Toque a R$ 69,00; Marau e Gaurama R$ 70;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 71,00 e Montenegro a R$ 72,00. Vendedores a partir de R$ 70,00 no FOB interior e R$ 72,00 CIF fábricas. Não ouvimos sobre negócios realizados no dia de hoje”, comenta.

Com altas no frango, frigoríficos se animam e saem às compras no oeste de Santa Catarina. “Produtores com pedidas a partir de R$ 72,00 FON interior, e em preços tributados, a partir de R$ 75,00, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 70,00 no interior e R$ 72,00/73,00 CIF fábricas. Negócios a R$ 704,00/75,00 no CIF meio oeste mais impostos, em pelo menos 10 mil tons. Ao oeste, ao menos 5 mil tons também foram relatadas por nossos correspondentes, entre preços de 74/75/75,50, a depender do prazo. Estima-se, entre rumores, que por aqui tenham rodado hoje 30 mil toneladas”, completa.

O Paraná viu preços de R$ 65,00 a saca CIF no norte do estado. “Mercado sem negócios. No porto, indicações a R$ 63,00 set/65,00 nov/64,00 dez. No norte, indicações a R$ 64,00 (+1,00); Cascavel a R$ 61,00; Campos Gerais R$ 69,00; Guarapuava a R$ 67,00; Londrina R$ 65,00 (+1,00). Preços balcão no sudoeste e oeste a R$ 54,00, e norte a R$ 57,00. Ao sudoeste, 3 mil tons saíram ao preço de R$ 57,00, na retirada imediata e pagamento em 30 dias, para uma fábrica de ração local”, indica.

O estado do Mato Grosso do Sul teve indicações entre R$ 52,00 a R$ 55,00. “Em Maracaju, indicações de R$53,00 (+1,00);Dourados aR$ 54,00 (+R$1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios em ritmo lento, com produtores iniciando pedidas a R$ 55,00 no FOB, e indicações nos portos a partir de R$ 70,00”, informa.
 





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Exportação de milho em alta demanda


Na China, o mercado de milho teve queda pelo quarto dia consecutivo




De acordo com a consultoria, no mercado argentino, o milho para entrega imediata foi cotado a 175 mil pesos por tonelada
De acordo com a consultoria, no mercado argentino, o milho para entrega imediata foi cotado a 175 mil pesos por tonelada – Foto: Freepik

Os prêmios de exportação de milho em Paranaguá registraram aumento na demanda, com compradores se mostrando ativos para entregas em dezembro e janeiro, conforme informa a TF Agroeconômica. No entanto, a oferta de vendedores segue escassa, evidenciando um desequilíbrio no mercado. Para novembro, os prêmios base para Paranaguá variaram de 127 SC a 140 SV, enquanto para dezembro e janeiro os valores foram de 108 SC e 95 SV, respectivamente. Já para julho/agosto, as cotações se mantiveram em 95 SV.

Na China, o mercado de milho teve queda pelo quarto dia consecutivo, com as cotações recuando 8 CNY/t para novembro e 5 CNY/t para janeiro. O amido de milho seguiu a mesma tendência, registrando baixa de 5 CNY/t em novembro e 8 CNY/t em janeiro. Em contrapartida, os preços dos ovos apresentaram alta de 63 CNY/500kg para outubro, mas caíram 2 CNY/500kg para novembro. No mercado de suínos, houve um recuo de 15 CNY/t para novembro, refletindo a tendência geral de queda nos preços de commodities.

De acordo com a consultoria, no mercado argentino, o milho para entrega imediata foi cotado a 175 mil pesos por tonelada, uma redução de 5 mil pesos em comparação à rodada anterior. Apesar dessa queda, há expectativa de melhora nos preços. Para entregas entre novembro e dezembro, os valores subiram 3 mil pesos, alcançando 178 mil pesos por tonelada. No mercado futuro, o MATBA registrou uma oscilação para US$ 186,00 por tonelada no porto para abril, uma leve queda em relação ao valor anterior de US$ 187,00. Em Chicago, as cotações fecharam em US$ 160,53 por tonelada.
 





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