quinta-feira, abril 16, 2026

Política & Agro

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The wait operation timed out





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   System.Data.SqlClient.SqlCommand.ExecuteReader(CommandBehavior behavior, String method) +3427
   Agrolink.Framework.Core.Dao.DataSourceDao.ExecutarDataSource(DataSourceConfigDTO dataSource, List`1 parametros) in C:\ProjetosAgrolink\AgrolinkFramework\Core\Agrolink.Framework.Core\Dao\DataSourceDao.cs:115
   Agrolink.Framework.ContentRouter.ContentRouterNeg.ObterByKey(String key, String gerenciadorCache, String userId) +1043
   Agrolink.Website.Controllers.SiteAgrolinkBaseController.SetarConteudoMetadado() in C:\ProjetosAgrolink\AgrolinkMVC\Agrolink.Website\Controllers\Base\SiteAgrolinkBaseController.cs:7735
   Agrolink.Website.Controllers.SiteAgrolinkBaseController.DetalheNivel1RouterSwitch() in C:\ProjetosAgrolink\AgrolinkMVC\Agrolink.Website\Controllers\Base\SiteAgrolinkBaseController.cs:4457
   lambda_method(Closure , ControllerBase , Object[] ) +87
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   System.Web.Mvc.Async.<>c__DisplayClass11_2.b__2() +396
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Açúcar atingem o menor patamar em um mês em Nova York


Segundo as informações divulgadas pela União Nacional da Bioenergia (UDOP), os contratos futuros de açúcar encerraram a terça-feira (22) com variações nas principais bolsas internacionais, marcando o segundo dia consecutivo de queda em Nova York, que atingiu seu menor patamar em um mês. A previsão de chuvas intensas no Centro-Sul do Brasil para a próxima semana foi um fator de pressão nos preços, uma vez que reduz as preocupações com a seca que afetava a região.

As precipitações esperadas para sexta-feira devem ajudar a reduzir as temperaturas e aumentar os níveis de umidade do solo, beneficiando a principal área produtora de açúcar do país. Isso trouxe expectativas mais otimistas para o desenvolvimento da safra, contribuindo para o movimento de baixa nas bolsas.

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De acordo com as informações divulgadas pela Udop, na ICE Futures de Nova York, o açúcar bruto teve leves oscilações. O contrato para março/25 registrou queda de 10 pontos, fechando a 21,73 centavos de dólar por libra-peso. Por outro lado, o contrato para maio/26 avançou 5 pontos, encerrando a 18,12 centavos de dólar por libra-peso.

Em Londres, o cenário foi misto. O contrato para dezembro/24 do açúcar branco recuou US$ 1,90, finalizando o dia a US$ 561,20 por tonelada. Já o contrato de outubro/25 subiu ligeiramente, com uma alta de US$ 0,50, alcançando US$ 529,60 por tonelada.

No mercado brasileiro, o açúcar cristal registrou uma leve valorização. De acordo com o Cepea/Esalq, as usinas negociaram a saca de 50 quilos por R$ 156,30, um reajuste de 0,53%. O etanol hidratado também apresentou um leve aumento de 0,26%, com o metro cúbico negociado a R$ 2.672,00, conforme o Indicador Diário de Paulínia.





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Inovação no setor de insumos agrícolas



Para enfrentar esse momento, a DigiFarmz sugere seis estratégias essenciais



 Entre suas inovações, está a plataforma DigiFarmz Linkage
Entre suas inovações, está a plataforma DigiFarmz Linkage – Foto: Divulgação

O setor de insumos agrícolas no Brasil enfrenta desafios significativos, evidenciados por recentes pedidos de recuperação judicial de grandes distribuidoras. O aumento do endividamento e margens de lucro cada vez mais apertadas indicam um cenário delicado, mas especialistas ressaltam que isso não configura uma crise estrutural no agronegócio. O momento exige adaptação, inovação e maior eficiência para atender às novas demandas do mercado. Alexandre Chequim, CEO da DigiFarmz, aponta que o setor está em uma fase crítica de transição, onde revendas precisam buscar profissionalização e transformação para sobreviver e crescer.

A DigiFarmz, com atuação no Brasil, América Latina e Estados Unidos, oferece soluções digitais que aumentam a produtividade e rentabilidade no campo. Entre suas inovações, está a plataforma DigiFarmz Linkage, que fortalece o relacionamento entre distribuidor e cliente. A ferramenta utiliza mais de duas décadas de pesquisa, analisando mais de 50 parâmetros de manejo agrícola, além de dados em tempo real sobre genética e clima, ajudando as revendas a tomar decisões estratégicas e personalizadas para cada lavoura.

Para enfrentar esse momento, a DigiFarmz sugere seis estratégias essenciais: diversificar o portfólio de produtos e serviços; estabelecer parcerias estratégicas para fortalecer a competitividade; adotar uma gestão de estoques eficiente, baseada em dados; investir em comunicação digital e manter um relacionamento próximo com os clientes; oferecer flexibilidade nas condições de pagamento e acesso a crédito; e, finalmente, adotar uma gestão inovadora, com foco em pessoas, processos e ferramentas. Chequim destaca que a inovação é o caminho para a sustentabilidade, e quem não buscar uma operação mais ágil e adaptada às necessidades dos produtores corre o risco de ficar para trás.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

clima favorece amadurecimento das culturas de verão



Chuvas no sudeste mexicano favorecem as safras de inverno




Foto: USDA

Segundo o Weekly Weather and Crop Bulletin divulgado na terça-feira (22) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o México registrou uma distribuição irregular das chuvas, com precipitações concentradas na Costa do Golfo, enquanto o clima seco prevaleceu nas porções central e ocidental do país.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

No sudeste, especialmente do sul de Veracruz até a Península de Yucatán, as chuvas mais intensas variaram de 25 a 100 mm, contribuindo para o aumento tardio dos níveis dos reservatórios, algo crucial para o desenvolvimento das safras de inverno. Regiões como o sul de Tamaulipas também foram beneficiadas, embora as precipitações tenham sido mais irregulares e leves em outras áreas costeiras.

Por outro lado, o clima seco se manteve nas principais áreas agrícolas centrais e no noroeste mexicano. No cinturão de milho do planalto sul, que vai de Jalisco a Puebla, as condições secas e as temperaturas elevadas, que alcançaram máximas diurnas nos 30 °C, favoreceram o amadurecimento das culturas de verão. No entanto, as bacias hidrográficas do noroeste enfrentaram grandes perdas por evaporação devido à falta de chuvas , com precipitações isoladas acima de 10 mm.





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Desafios da segurança alimentar na indústria da carne



O primeiro desafio é a segurança dos alimentos



O primeiro desafio é a segurança dos alimentos
O primeiro desafio é a segurança dos alimentos – Foto: Divulgação

A segurança alimentar tem se tornado uma tendência relevante no mercado, especialmente na indústria da carne, que enfrenta crescentes demandas por produtos seguros, acessíveis e livres de contaminantes. Esse cenário impulsiona investimentos em inovações e processos que garantem a inocuidade dos alimentos que chegam à mesa do consumidor.

Fábio Franco, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento na Adeste, destaca a importância da segurança alimentar, ressaltando que, além de proporcionar sabor e textura, o setor deve investir em soluções voltadas para a saudabilidade. Ele aponta três desafios cruciais para o processamento de proteína animal.

O primeiro desafio é a segurança dos alimentos, essencial para a conservação da carne. A inocuidade é agora uma questão de sobrevivência para as empresas do setor e ajuda a reduzir desperdícios, um problema significativo no contexto econômico atual. 

Em segundo lugar, a redução e eliminação do desperdício se torna vital em um mundo com escassez de alimentos e recursos limitados. O impacto ambiental causado pelo desperdício de insumos que poderiam ser aproveitados é um tema em crescente discussão. Franco enfatiza que essa questão está diretamente ligada à conservação dos produtos cárneos.

Por fim, o terceiro desafio diz respeito à regulação. Manter a frescura dos produtos em um ambiente regulatório rigoroso é essencial. Franco conclui afirmando que a Adeste investe continuamente em pesquisas e processos para aprimorar sua atuação neste mercado, que é dinâmico e apresenta uma demanda crescente por novas soluções e tecnologias.

 





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Ibovespa recua com Vale e Petrobras entre maiores pressões; Usiminas sobe


Logotipo Reuters

Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) – O Ibovespa recuava nesta quarta-feira, com Vale e Petrobras entre as maiores pressões de baixa seguindo o declínio do minério de ferro e do petróleo, enquanto Usiminas saltava 6% após “upgrade” do Morgan Stanley.

Por volta de 11h, o Ibovespa caía 0,9%, a 130.330,77 pontos. O volume financeiro somava 3,33 bilhões de reais.

Investidores continuam atentos à China, onde o governo divulgou que o Ministério das Finanças detalhará no sábado planos de estímulo fiscal para impulsionar a segunda maior economia do mundo, após anúncio na véspera decepcionar.

Há uma expectativa sobre quais medidas fiscais o governo chinês adotará e qual o tamanho delas, após o banco central do país e outros órgãos reguladores anunciarem, em setembro, as medidas de estímulo monetário mais agressivas desde a pandemia do Covid-19.

Ainda no exterior, a ata da última decisão de juros do Federal Reserve, quando a taxa foi reduzida em 0,5 ponto, também é destaque na agenda, principalmente após a primeira dissidência de um membro na diretoria em 19 anos.

No Brasil, o IBGE mostrou que o IPCA de setembro acelerou em relação a agosto, com alta de 0,44%, após variação negativa de 0,02% no mês anterior, mas ainda ficou ligeiramente abaixo das previsões (+0,46%), Em 12 meses, subiu 4,42%.

“O resultado de setembro confirma as principais expectativas para os números de inflação, alta de alimentação, repasse cambial dentro do padrão histórico e serviços em desaceleração gradual”, afirmaram economistas do Bradesco em nota a clientes.

“Esse movimento é importante por si só, mas especialmente em um momento em que o crescimento tem surpreendido para cima, com mercado de trabalho aquecido”, acrescentaram.

 

DESTAQUES

– VALE ON recuava 1,1%, seguindo os futuros do minério de ferro na China. O contrato mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China encerrou a sessão do dia com queda de 3,6%, ainda sob efeito da frustração de agentes financeiros com a ausência de novas medidas de estímulo para a segunda maior economia do mundo.

– PETROBRAS PN cedia 1,01%, com os preços do petróleo no exterior titubeando após forte queda na véspera. O barril de Brent era negociado com variação negativa de 1,89%, a 75,72 dólares.

– USIMINAS PNA disparava 6,81%, ajudada por relatório do Morgan Stanley elevando a recomendação dos papéis para “overweight”, com preço-alvo de 9,70 reais, um upside potencial de cerca de 60% ante o fechamento de terça-feira.

– ITAÚ UNIBANCO PN caía 0,82%, pesando negativamente também, enquanto BANCO DO BRASIL ON recuava 0,78%, BRADESCO PN mostrava declínio de 1,05% e SANTANDER BRASIL UNIT perdia 0,14%.

– CYRELA ON avançava 0,78%, após prévia operacional mostrar crescimento de 41% na vendas no terceiro trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior. Ainda no setor, MRV&CO ON subia 0,51%, também tendo no radar dados operacionais do período de julho a setembro, com expansão de 24% nas vendas no segmento de incorporação.

– ELETROBRAS ON perdia 0,98%, tendo no radar notícia de que a companhia assinou conversão dos contratos de compra e venda de energia (CCVEEs) em contratos de energia de reserva (CERs) de seis usinas termelétricas na Região Norte que está vendendo para a Âmbar Energia.

– MULTIPLAN ON caía 1,52%, sofrendo com o viés negativo generalizado, enquanto analistas também repercutem anúncio da companhia de que assinou um memorando de entendimentos para a venda de 25% de participação no JundiaíShopping, em São Paulo, por 251,4 milhões de reais.

– INTELBRAS ON, que não está no Ibovespa, cedia 1,45%, após divulgar que seu presidente, Altair Angelo Silvestri, deixará o cargo a partir de 31 de março do próximo ano. Ele será substituído por Henrique Fernandez, atual diretor superintendente de negócios da BU TIC, que assumirá a função a partir de 1º de abril de 2025.





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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita de amendoim, beterraba e girassol avança nos EUA


Ritmo de colheita de amendoim fica atrás de 2023





Foto: Canva

De acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (22) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita de amendoim, beterraba e girassol segue avançando, embora o progresso varie entre as culturas.

No caso do amendoim, 44% da área total plantada foi colhida até 20 de outubro, ficando sete pontos percentuais abaixo do ritmo do ano passado e 10 pontos atrás da média dos últimos cinco anos. A colheita avançou 11 pontos percentuais ou mais em todos os oito estados avaliados. Em relação à qualidade, 51% da área de amendoim foi classificada em boas a excelentes condições, uma queda de dois pontos em comparação com a semana anterior, mas ainda três pontos acima do mesmo período de 2023.

Segundo o boletim, em relação à beterraba, os produtores haviam colhido 71% da área plantada até 20 de outubro, um progresso cinco pontos à frente do mesmo período do ano passado e oito pontos à frente da média dos últimos cinco anos. A colheita de beterraba avançou 40 e 43 pontos percentuais, respectivamente, em Minnesota e Dakota do Norte

Quanto ao girassol, 30% da área total foi colhida, um avanço de sete pontos em relação ao mesmo período de 2023 e três pontos à frente da média de cinco anos. A colheita registrou um crescimento de 28 pontos percentuais no Colorado durante a última semana.





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Boi gordo e “boi China” registram alta em São Paulo


Preços da vaca e da novilha mantiveram estabilidade





Foto: Sheila Flores

De acordo com os dados do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria desta quarta-feira 23, com a oferta reduzida de gado, especialmente de novilhas, o mercado abriu o dia com alta na cotação do boi gordo em São Paulo, enquanto os preços da vaca e da novilha mantiveram estabilidade. Segundo análises do setor, os frigoríficos têm enfrentado dificuldades para formar escalas de abate, que, em média, estão curtas para seis dias, além de relatarem um escoamento mais lento da carne, o que é comum no final do mês.

Em São Paulo, o preço da arroba do boi gordo subiu R$ 2,00, enquanto as cotações da vaca e da novilha permaneceram inalteradas em relação ao dia anterior (22/10). Já o valor do “boi China” apresentou um aumento mais expressivo, subindo R$ 5,00 por arroba.

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Segundo o informativo, em Paragominas (PA), o mercado local continua registrando altas consecutivas nos preços. A arroba do boi gordo subiu R$ 5,00, enquanto o preço das fêmeas, após os ajustes de ontem, permaneceu estável.

Na região do oeste do Maranhão, o boi gordo também teve alta de R$ 5,00 na cotação da arroba, mas os preços das fêmeas não apresentaram variação.

Já no sul de Minas Gerais, a indústria frigorífica da região reportou estabilidade nos preços e nas escalas de abate. No entanto, há um aumento dos estoques de carne, o que reflete o período de final de mês.





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Olifeira impulsiona setor gastronômico


A 3ª Olifeira foi momento de negócios e muito sabor em Guaíba


Foto: Gabriel Corralero

A 3ª Olifeira foi momento de negócios e muito sabor em Guaíba. Participando pela primeira vez da feira, o empresário Gabriel Corralero, da Corralero Arte em Ferro, responsável pela gastronomia do evento, colheu novos clientes interessados na aquisição de parrillas. Nos quatro dias da feira, entre 17 e 20 de outubro, todo o menu, especialmente desenvolvido para explorar a versatilidade do azeite de oliva e as variedades de azeitonas produzidas no Rio Grande do Sul, foi preparado no modelo de parrilla móvel Gran Asador em aço inox.

Ao todo, mais de 1,5 mil pessoas saborearam o menu composto por entradas, prato feito e sobremesas, que encantou o público e estrelas como os cantores da dupla Marcos & Belutti. “Eles provaram nosso cardápio e adoraram”, destaca Corralero.  Entre os preparos, a provoleta da Olifeira, o bolo de azeite de oliva e o pudim Dos Leches foram os queridinhos do cardápio, assim como a carne de primeira. Segundo ele, houve grande aceitação do menu na brasa, o que sinaliza o potencial da região para uma opção gourmet. Entre os planos do empreender, está um restaurante temático em Guaíba (RS). “Ficamos muito felizes com a receptividade de todos que frequentaram o restaurante. Choveu elogios para o cardápio”, conta o empresário.





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Como está o desenvolvimento do trigo na Argentina?


Chuvas melhoram umidade do solo





Foto: Canva

De acordo com o Informe Agrometeorológico Semanal (AgroMet) publicado nesta 23 de outubro, o trigo completou a fase de crescimento vegetativo nas províncias de La Pampa e Buenos Aires. No noroeste de Buenos Aires, já há áreas em fase de floração, enquanto em Córdoba, Santa Fé e Entre Ríos, observa-se um progresso variado, com o cereal passando do fim da fase vegetativa para o início do enchimento dos grãos. Nas regiões do Chaco, Corrientes e Santiago del Estero, há áreas com o trigo em fase de maturação.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

As recentes chuvas em grande parte dessas áreas ajudaram a melhorar o teor de umidade do solo, beneficiando as lavouras em diferentes estágios de desenvolvimento. No entanto, o relatório alerta que o impacto das chuvas varia conforme o estado fenológico da cultura em cada região. As áreas mais afetadas pelo déficit hídrico incluem o oeste de Buenos Aires, La Pampa e o norte da região produtora de trigo.

Apesar das precipitações, a demanda por água está aumentando devido ao avanço dos estágios de desenvolvimento do trigo e ao aumento das temperaturas, típico dessa época do ano. Assim, novas chuvas seriam necessárias para garantir o bom desenvolvimento da cultura nas áreas mais vulneráveis, conforme os dados do informativo.





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