quinta-feira, abril 16, 2026

Política & Agro

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Cinco países aderem a fundo para conservação de florestas tropicais


O Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF – Tropical Forest Finance Facility, em inglês) recebeu a adesão da Alemanha, Colômbia, Emirados Árabes Unidos, Malásia e Noruega durante a 16ª Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade (COP16), em Cali. Os países se comprometeram a contribuir com o mecanismo financeiro que vai compensar financeiramente a conservação dos ecossistemas.

A confirmação dos países veio nesta segunda-feira (28), durante a apresentação do fundo pela ministra brasileira do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.

“O TFFF oferece incentivos financeiros inovadores em grande escala para que os países em desenvolvimento conservem suas florestas tropicais úmidas, pagando anualmente um valor fixo por hectare de floresta conservada ou restaurada”, disse a ministra. 

Além de simplificar o cálculo da área conservada por hectare e não por captura de carbono, como é feito nos financiamentos climáticos, o fundo simplifica a forma de monitoramento com verificação por imagens de satélite, respeitando os critérios pré-definidos em cada país.

Os aportes serão proporcionais às áreas protegidas e terão origem em recursos aplicados pelos países desenvolvidos. Também haverá a possibilidade do pagamento de recursos adicionais por programas nacionais de prevenção e combate ao desmatamento, promoção de bioeconomia e a garantias de direitos aos povos indígenas e comunidades locais que conservam florestas tropicais.

A ministra de Meio Ambiente da Colômbia, Susana Mohammad, considerou o instrumento financeiro “um caminho para colocar valor na natureza sem fazer dela uma commodity”.

De acordo com Marina Silva, o fundo será uma ferramenta de enfrentamento tanto à crise da biodiversidade, quanto à crise climática. “O TTFF promove a convergência entre as convenções, contribuindo ao mesmo tempo para as metas de Kunming-Montreal da Convenção de Biodiversidade e as metas do Acordo de Paris, mas sem estar diretamente vinculado a essas convenções”, destacou.

A proposta que partiu de um debate na Cúpula da Amazônia, realizada em Belém, no Pará, em agosto de 2023, já havia sido lançada em dezembro pelo governo brasileiro, durante a 28ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28), nos Emirados Árabes Unidos. 





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Agro brasileiro deve crescer 15,5% em área plantada até 2034


A produção agropecuária brasileira está projetada para crescer de forma consistente nos próximos dez anos, segundo o estudo Projeções do Agronegócio 2023/2024 a 2033/2034, divulgado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com apoio da Embrapa. A expansão abrange tanto as culturas de grãos — como soja, milho de inverno, arroz, feijão e trigo — quanto as culturas perenes, como café, cacau e frutas.

O levantamento prevê que a área plantada aumentará 15,5%, atingindo 92,2 milhões de hectares em 2034. A produtividade será um dos principais impulsionadores do crescimento. O diretor de Análise Econômica e Políticas Públicas do Mapa, Silvio Farnese, destaca que a ampliação será alavancada pelo Programa de Recuperação de Áreas Degradadas, que oferece linhas de crédito para regeneração de terras com baixa produtividade.

A soja continuará sendo o carro-chefe da produção agrícola, com previsão de atingir 199,4 milhões de toneladas, um aumento de 52 milhões de toneladas. O milho, especialmente o de safra de inverno, terá uma alta de 32,3%, chegando a 153,1 milhões de toneladas. A prática de plantio em sucessão com a soja se consolidará como estratégica para maximizar a produção.

Além disso, o arroz deve crescer 20,3% na área plantada, atingindo 13,7 milhões de toneladas, permitindo atender à demanda doméstica e garantir exportações de até 1,3 milhão de toneladas. O trigo e o feijão também devem apresentar forte expansão, com aumentos de 18,4% e 38,1% nas respectivas áreas de cultivo.

O aumento na produção de grãos também vai impactar diretamente a produção de proteínas animais. A demanda por milho e farelo de soja — essenciais para a nutrição animal — garantirá o crescimento da oferta de carne. A produção de aves deve aumentar 28,4%, enquanto a de suínos e bovinos crescerá 27,5% e 10,2%, respectivamente.

Segundo o Mapa, a projeção é que o Brasil exporte 24,7 milhões de toneladas de proteínas até 2034, fortalecendo sua posição como um dos maiores fornecedores globais de carne. Esse desempenho será impulsionado por novos acordos comerciais e pela ampliação de mercados internacionais já consolidados.

O café ganhará destaque entre as culturas perenes, com produção prevista de 72 milhões de sacas — um aumento de 31,9%. O consumo interno subirá para 27 milhões de sacas, enquanto as exportações alcançarão 45 milhões de sacas, consolidando a liderança brasileira no mercado global. O estudo do Mapa indica que o crescimento do setor será amparado por estratégias sustentáveis e avanços tecnológicos, promovendo o equilíbrio entre produtividade e preservação ambiental. 





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Minério de ferro despenca em Dalian com menor otimismo quanto a estímulos da…


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CINGAPURA (Reuters) – Os preços dos contratos futuros de minério de ferro na bolsa de Dalian despencaram nesta quarta-feira, já que a ausência de novas medidas fiscais da China após o amplo pacote de estímulos divulgado decepcionou os investidores e fez com que desaparecesse o frenesi do mercado.

O contrato de janeiro do minério de ferro mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China encerrou a sessão do dia com queda de 3,6%, a 777,5 iuanes (110,12 dólares) a tonelada, depois de cair mais de 4% no início das negociações.

O minério de ferro de referência para novembro na Bolsa de Cingapura, no entanto, subiu 0,2%, para 105,2 dólares a tonelada.

Os contratos futuros de metais caíram depois que Pequim deixou de apresentar medidas significativas de estímulo para impulsionar o crescimento econômico, disseram os analistas do ANZ em nota.

A expectativa era de que uma coletiva de imprensa realizada pelo planejador econômico da China trouxesse detalhes sobre as medidas de estímulo fiscal que o Politburo havia solicitado. Mas, em vez disso, foram reiterados os planos para impulsionar o investimento, disse o ANZ.

“Os preços recuaram devido às expectativas claramente exageradas em relação ao estímulo chinês”, disseram os analistas do Westpac.

A China disse na terça-feira que estava “totalmente confiante” que atingiria sua meta de crescimento para o ano inteiro, mas não introduziu medidas fiscais mais fortes, decepcionando os investidores que haviam apostado em mais apoio político para colocar a economia de volta nos trilhos.

O mercado precisa ver sinais de recuperação chinesa sustentável e crescimento econômico antes que o complexo de metais industriais possa obter ganhos de longo prazo, disse o ING.

(Reportagem de Gabrielle Ng)

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Citros em Foco de Avaré (SP) aborda reguladores de crescimento



Citros em Foco de Avaré (SP) reuniu aproximadamente 120 citricultores


Foto: Fundecitrus

O Citros em Foco de Avaré (SP) reuniu aproximadamente 120 citricultores e profissionais do setor. Além de palestras sobre o manejo do greening, os presentes também acompanharam uma explicação sobre os resultados de estudos com reguladores de crescimento e palestra ministrada pelo pós-doutorando no Fundecitrus Eduardo Gorayeb.

Na ocasião, Eduardo falou sobre a etapa preliminar dos estudos com reguladores. “Sobre os estudos que realizamos no ano de 2023 nós tivemos bons resultados com relação à retenção de frutos, principalmente com o uso do 2,4-D e da giberelina, com alguns casos de retenção de mais de 50% dos frutos, além disso, teremos pela frente outros desafios com relação à qualidade dos frutos”, explica.

Ele também afirma que esses primeiros resultados foram fundamentais para o planejamento dos estudos que já estão acontecendo no ano de 2024. “Esse experimento deu uma ideia muito boa para um bom planejamento do que estamos fazendo agora, pois estamos trabalhando com doses melhores, e ajustamos a época de aplicação, o que pode nos trazer resultados melhores”, ressalta





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Índice CEPEA/CNA reflete preços do feijão



Por outro lado, o feijão nota 9/10, peneira 12, apresentou uma tendência de alta



No que diz respeito ao feijão-preto na Metade Sul do Paraná, observou-se um leve recuo nos preços
No que diz respeito ao feijão-preto na Metade Sul do Paraná, observou-se um leve recuo nos preços – Foto: Canva

O Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE) anunciou que o novo índice de preços do feijão CEPEA/CNA teve um desempenho positivo em seu primeiro dia de publicação, refletindo de maneira eficaz as referências de preços em diversas regiões do Brasil. Com o intuito de esclarecer dúvidas sobre a metodologia utilizada para a formação do índice, o IBRAFE planeja lançar um vídeo explicativo, abordando como são coletados e analisados os dados de preços.

No que diz respeito ao feijão-preto na Metade Sul do Paraná, observou-se um leve recuo nos preços, conforme apurado junto aos produtores locais, que têm notado essa tendência em suas vendas. No entanto, comerciantes de feijões com notas entre 8 e 8,5 relataram uma reação positiva em regiões como o Leste de Goiás, Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso, e o Noroeste de Minas Gerais, onde as demandas têm se mantido aquecidas. Em Belo Horizonte, os preços caíram 0,89%, um movimento que reflete as flutuações típicas de preços que ocorrem nas sextas-feiras, especialmente em grandes centros de comercialização, onde as oscilações são mais acentuadas devido à dinâmica do mercado e ao volume de transações.

Por outro lado, o feijão nota 9/10, peneira 12, apresentou uma tendência de alta. O índice captou aumentos nos preços na cidade de São Paulo, onde empacotadores pagaram uma média de R$ 280,14 por tonelada CIF armazém. No Noroeste de Minas, também houve um aumento de 3,31%, resultando em um preço médio de R$ 242,27. Essas variações de preços evidenciam como o novo índice pode servir como uma ferramenta importante para produtores e comerciantes, contribuindo para decisões mais informadas no mercado de feijão.

 





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Pesquisador dos EUA visita o Fundecitrus e conhece mais sobre a citricultura brasileira



O Fundecitrus recebeu, na semana passada, a vista do pesquisador Fernando Alferez


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus recebeu, na semana passada, a vista do pesquisador Fernando Alferez, do Centro de Pesquisa e Educação do Sudoeste da Flórida (SWFREC), da Universidade da Flórida. Acompanhado de pesquisadores do Fundecitrus e da Embrapa Mandioca e Fruticultura, Alferez conheceu, pela primeira vez, pomares e experimentos em algumas regiões do parque citrícola, os trabalhos desenvolvidos e a estrutura dos laboratórios da instituição em Araraquara (SP). Também em passagem pelo Brasil, o coordenador de projetos do Citrus Reserch and Development Foundation (CRDF) e pesquisador, Jim Graham, integrou o grupo de visitas técnicas por algumas propriedades. 

Alferez tem destaque em trabalhos de melhorias de práticas horticulturais para o combate ao greening, com destaque para a utilização de cobertura individuais para a proteção de plantas jovens e o uso do regulador vegetal brassinosteroides. Para ele, a colaboração entre Brasil e EUA é muito importante para a geração de conhecimento sobre o manejo da doença. “Na Flórida, quando falamos em citros, nosso principal problema é o greening. Por esse motivo, é muito importante essa colaboração internacional já que estamos falando sobre uma doença que é muito complexa. Fiquei realmente muito impressionado com o que está sendo feito aqui no Brasil, os pesquisadores brasileiros e a indústria estão fazendo um trabalho muito importante para controlar a doença” diz.

O pesquisador do Fundecitrus Franklin Behlau também ressaltou a parcerias entre os países na busca por uma solução eficiente e sustentável de combate ao greening. “Foi uma visita bastante importante para o fortalecimento dessa parceria histórica entre o Fundecitrus e a Universidade da Flórida. Temos colaboração com diversos pesquisadores e isso é muito importante para os avanços das pesquisas e de novos estudos. Nosso manejo do greening e do psilídeo tem sido referência internacional e isso reforça a qualidade do trabalho que vem sendo desempenhado pelo citricultor brasileiro”, explica.

Alferez participou, ainda, de seminário direcionado aos estudantes da ExpertCitrus, especialização em fitossanidade dos citros. Na palestra ministrada para os alunos, “Brassinosteroides para mitigação do greening: desenvolver a adoção de soluções viáveis ??para ajudar os citricultores em um cenário endêmico provocado pelo greenig”, o pesquisador apresentou os resultados dos seus estudos.





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FDC Repórter – Mapeamento da citricultura



3ª edição do FDC Repórter fala sobre o mapeamento


Foto: Fundecitrus

 

A 3ª edição do FDC Repórter fala sobre o mapeamento, também conhecido como censo da citricultura. O objetivo desse trabalho, realizado em todo o cinturão citrícola e em regiões de expansão, é estimar o número de plantas produtivas e não produtivas de laranjeiras no cinturão citrícola. Confira mais detalhes na reportagem.





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Como o brasileiro percebe o glúten?



Esses debates mostram a necessidade de uma comunicação eficaz da indústria



Esses debates mostram a necessidade de uma comunicação eficaz da indústria
Esses debates mostram a necessidade de uma comunicação eficaz da indústria – Foto: Pixabay

A percepção sobre o glúten entre os brasileiros e sua abordagem na mídia foram temas centrais do painel “O trigo e a Mídia”, ocorrido durante o Congresso Internacional da Indústria do trigo, promovido pela Associação Brasileira da Indústria do trigo (Abitrigo) em Foz do Iguaçu (PR). Um levantamento da Buzzmonitor monitorou o termo “glúten” nas redes sociais e sites de informação entre abril e outubro de 2024, revelando o contexto de discussão e a predominância de visões positivas ou negativas. 

Erick Garcia, gerente de Negócios da Buzzmonitor, apresentou os resultados, enfatizando a relevância de entender como o glúten é discutido digitalmente. Ele apontou que 46,6% das publicações sobre o tema têm uma perspectiva positiva, enquanto 31,4% são negativas e 22% neutras. O público feminino foi o mais engajado, representando 63,5% das interações. Para a indústria do trigo, compreender essas dinâmicas é vital, pois as percepções públicas podem influenciar diretamente a aceitação e as vendas de produtos à base de trigo.

Rogério Tondo, presidente do Conselho Deliberativo da Abitrigo, destacou que, excluindo pessoas celíacas ou com problemas médicos, a maioria da população pode consumir derivados de trigo normalmente. O pesquisador Gilberto Igrejas reforçou que o trigo é um alimento nutritivo, alertando sobre os riscos de dietas sem glúten adotadas sem necessidade médica, que podem levar a deficiências nutricionais. Vanderli Marchiori, vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrição em Saúde Mental, acrescentou que a saúde é resultado de um conjunto de decisões e não da exclusão de carboidratos.

Esses debates mostram a necessidade de uma comunicação eficaz da indústria, promovendo informações corretas para combater a desinformação e atender à demanda crescente por produtos saudáveis.

 





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Firme demanda e retração na oferta elevam preço da soja



Valorização da soja no mercado brasileiro ganhou força




Foto: United Soybean Board

A valorização da soja no mercado brasileiro ganhou força ao longo da última semana, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A alta nos preços reflete a firme demanda por parte das indústrias esmagadoras, ao mesmo tempo que os sojicultores mantêm uma postura cautelosa, reduzindo a oferta no mercado spot nacional.

Os pesquisadores do Cepea destacam que essa retração dos produtores está diretamente relacionada ao foco nas operações de campo para a safra 2024/25, cujas atividades vêm apresentando um ritmo mais lento do que em anos anteriores. A hesitação dos agricultores em negociar grandes volumes neste momento contribui para a pressão nos preços.

Como resultado, os Indicadores ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá e CEPEA/ESALQ – Paraná alcançaram os maiores níveis nominais de 2024, consolidando a valorização da oleaginosa no mercado interno. A movimentação sugere que, enquanto a demanda por matéria-prima segue intensa, o avanço das atividades agrícolas pode determinar a dinâmica dos preços nas próximas semanas.

Essa tendência reforça a expectativa de que o desempenho da colheita da safra 2024/25 será decisivo para regular a oferta e atender às necessidades da indústria, especialmente diante da forte demanda por farelo e óleo de soja, produtos estratégicos no mercado doméstico e para exportação.





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A transformação do varejo na era digital



“Não dá mais para usar as mesmas formas do passado”



"Não dá mais para usar as mesmas formas do passado"
“Não dá mais para usar as mesmas formas do passado” – Foto: Pixabay

Na era digital atual, os padrões de consumo estão passando por uma transformação radical, especialmente no setor de varejo. Para sobreviver, as empresas precisam entender essas mudanças, que vão muito além das vendas online. Edison Tamascia, presidente da Febrafar e da Farmarcas, enfatiza a evolução nos modelos de relacionamento entre varejistas e consumidores como crucial para o sucesso dos negócios. “Não dá mais para usar as mesmas formas do passado”, afirma.

Segundo Tamascia, a indústria passou de um modelo relacional tradicional, que focava no atendimento direto e personalizado, para um modelo transacional centrado em preços e promoções. Hoje, estamos na era do modelo relacional digitalizado, onde a personalização por meio da tecnologia é essencial. Essa nova interação com o consumidor deve ser profundamente personalizada e avançada. “A abordagem superficial já não é mais suficiente”, destaca.

A diversidade geracional também marca esse novo cenário, com consumidores de diferentes faixas etárias apresentando comportamentos distintos. A Geração Silenciosa valoriza a estabilidade e prefere lojas físicas, enquanto a Geração Z faz a maioria de suas compras online, priorizando personalização e inclusão.

Tamascia alerta que é fundamental investir em tecnologia e adotar estratégias diferenciadas para manter a relevância no mercado. A adaptação ao modelo Omnichannel, que integra diversos canais de atendimento, é necessária. Para empresas independentes, a união em redes associativistas pode ser uma alternativa viável para enfrentar os desafios da nova realidade. Assim, entender a jornada do consumidor e enfatizar a digitalização será essencial para a prosperidade do varejo.

 





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