quinta-feira, abril 16, 2026

Política & Agro

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Chuvas impulsionam o plantio de soja e outras culturas de verão no Brasil



Chuvas beneficiam culturas de verão no Sul e interrompem colheita de trigo




Foto: Divulgação

Segundo os dados do Weekly Weather and Crop Bulletin divulgado nesta terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o início contínuo das chuvas sazonais tem melhorado as condições para a soja e outras culturas de verão em grande parte do Brasil. As precipitações, variando entre 10 e 100 mm, cobriram áreas anteriormente secas na região Centro-Oeste, especialmente em Goiás e partes vizinhas do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. No entanto, em regiões como o oeste da Bahia e outras áreas produtivas do Nordeste, as chuvas permaneceram esparsas, com volumes inferiores a 25 mm.

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Apesar da recuperação parcial das chuvas, as temperaturas altas, com máximas próximas a 40 °C, mantiveram elevadas as taxas de evaporação em áreas mais quentes do Norte do país. Mesmo com essas adversidades climáticas, o governo do Mato Grosso informou que o plantio da soja avançou para 56% até 25 de outubro, um salto de 31 pontos percentuais em relação à semana anterior, ficando apenas seis pontos atrás da média dos últimos cinco anos.

No Sul do país, as chuvas, variando entre 10 e 50 mm, e pontualmente mais intensas, favoreceram o desenvolvimento das culturas de verão, como a cana-de-açúcar, mas também causaram interrupções localizadas na colheita do trigo. O calor, com máximas na faixa dos 30 °C, manteve o crescimento acelerado das lavouras em estágio inicial.

No Paraná, o governo estadual informou que a colheita de trigo atingiu 87% até 21 de outubro. O plantio do milho de primeira safra e da soja no estado avançou para 95% e 62%, respectivamente. No Rio Grande do Sul, até 24 de outubro, o plantio de milho e soja chegou a 68% e 3%, respectivamente, enquanto a colheita do trigo foi concluída em 29%.





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Clima beneficia cinturão do milho na África do Sul



Chuvas intensas em KwaZulu-Natal e Rio Orange beneficiam cana-de-açúcar




Foto: Canva

Segundo o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as chuvas moderadas a intensas que atingiram a África do Sul recentemente trouxeram uma melhoria na umidade do solo, favorecendo as safras de verão que dependem das chuvas. As precipitações variaram entre 25 e 100 mm em áreas como Mpumalanga, estendendo-se para o sul até a Costa Indiana e avançando a oeste pelo Cabo Oriental.

Em Mpumalanga, onde o plantio das safras de verão já estava em andamento, as chuvas foram especialmente benéficas. As regiões ocidentais e centrais do cinturão do milho, abrangendo o Noroeste, Estado Livre e Gauteng, também receberam volumes consideráveis de precipitações, chegando localmente a 25 mm. Embora as chuvas tenham chegado cedo em algumas áreas mais a oeste, a umidade acumulada ajudará a preparar os campos para o início do plantio, previsto para novembro e dezembro, período tradicional para essas lavouras.

Em KwaZulu-Natal, foram registradas as maiores precipitações da temporada até o momento, alcançando localmente 100 mm. Essas chuvas têm grande importância para o desenvolvimento da cana-de-açúcar. Já na região oeste, precipitações acima de 25 mm ocorreram nas bacias hidrográficas superiores do Rio Orange, o que eventualmente beneficiará as safras irrigadas de verão, especialmente milho e algodão, em áreas mais baixas do rio.

As temperaturas médias nas principais regiões de cultivo de milho mantiveram-se dentro de 1°C da média histórica, com máximas diurnas variando de 20°C em Mpumalanga a 30°C em áreas mais ao norte e oeste.





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Setor lácteo prevê 2025 positivo, mas com desafios


O setor lácteo brasileiro projeta um 2025 positivo, mas com alguns desafios para a manutenção da rentabilidade da atividade no médio prazo. A projeção alicerçada em estudos capitaneados pela Embrapa Gado de Leite foi debatida na manhã desta terça-feira (29/10) entre lideranças do setor industrial e dos produtores gaúchos durante reunião mensal do Conseleite, na sede do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat/RS), em Porto Alegre (RS). 

Em uma apresentação densa e repleta de reflexões que dialogam com a realidade do Rio Grande do Sul, o economista e pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Glauco Carvalho, alertou que a estabilidade dos preços do leite vem sendo mantida por um crescimento econômico projetado em 3% do PIB para 2024, sustentado pela expansão do crédito, consumo das famílias e gastos do governo. No entanto, um arrojo maior nos investimentos é necessário para sustentar o desenvolvimento no longo prazo, alerta Carvalho. No setor lácteo, há ameaças reais no horizonte, entre elas, está a falta de competitividade do leite brasileiro frente aos importados, que seguem ingressando no Brasil a taxas crescentes. A apresentação do especialista foi viabilizada por meio de parceria entre o Conseleite, Sindilat/RS e a Fecoagro.

Com produção estagnada, o mercado brasileiro torna-se um prato cheio para a produção externa. De janeiro a setembro de 2024, a importação de lácteos cresceu 6%. Um cenário motivado apenas por questões de mercado uma vez que, enquanto o preço do leite em pó no Brasil é de R$ 27,87, o importado chega ao Brasil a R$ 20,28. “A importação tende a seguir elevada, pois o produto importado está mais competitivo. A medida do governo para limitar a importação tirou o laticínio da jogada, mas as compras seguem via tradings e varejistas”, disse citando também a abertura de um nicho de companhias que vêm operando no porcionamento de produtos para redistribuição no mercado interno. “O que preocupa é que nossa produção está perdendo participação no abastecimento doméstico”, alertou.

O segredo para o equilíbrio está em tornar a produção nacional mais competitiva, reduzindo custos de produção. Um modelo que, segundo o presidente do Sindilat/RS, Guiherme Portella, já foi exitoso ao fundamentar a expansão do setor avícola brasileiro. “Com base na redução de custos por quilo, se conseguiu elevar o consumo interno, expandir produção e, só então, achar o caminho das exportações”, comparou. Segundo ele, a tendência deve estar atrelada à valorização do produtor eficiente, independentemente do tamanho e produção mensal. 

Outra potencialidade indicada pelo pesquisador da Embrapa é a exploração de nichos de maior valor agregado e que trabalhem o consumo dentro da fatia populacional que o Brasil dispõe hoje, com boa parte da população mais velha. Com o baixo crescimento demográfico e com a renda relativamente estagnada na última década, o caminho é explorar potencialidade e funcionalidades, criando demandas em novas faixas de idade e renda. “Aqui temos o papel da inovação e a possibilidade de trabalhar itens diferentes para rendas diferentes. É importante explorar nichos de mercado e inovar, para melhorar as vendas”. 

Segundo ele, a rentabilidade das operações com produtos como leite UHT e queijo muçarela vem reduzindo no tempo, sendo necessários importantes ganhos de eficiência na indústria para manter rentabilidade, citando características intrínsecas do mercado lácteo que o colocam nessa situação, como alta pulverização industrial, baixo poder de negociação e achatamento de margens no setor.

Riscos do clima

Glauco Carvalho apresentou dados que confirmam o impacto dos episódios climáticos na produção brasileira. Segundo ele, as enchentes no Rio Grande do Sul promoveram um declínio imediato de 750 mil litros/dia na bacia leiteira gaúcha no mês de maio. O impacto foi continuado e, apesar do patamar de produção ter se recuperado, verifica-se, no campo, uma difícil retomada. O principal motivo é a falta de comida abundante para acelerar a produção das vacas, o que indica que a coleta a pleno só deve ocorrer em um novo ciclo de produção de forragens.

Os impactos climáticos na produção não se limitaram ao RS. De acordo com dados da Embrapa, no mês de setembro, houve aumentos de até 3°C na temperatura em um cinturão que cruza o Brasil de Sul e Norte. “Isso teve muito impacto na produção nos últimos meses”, salientou o especialista, sinalizando que a situação deve se normalizar no próximo trimestre com temperaturas e precipitações mais próximas da média histórica.  





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Venda de flores pode aumentar até 7% para o Dia de Finados



Dia de Finados representa 3% do total anual de vendas do setor




Foto: Seane Lennon

O Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor) projeta um aumento de 6% a 7% nas vendas de flores durante o Dia de Finados deste ano, em comparação com a mesma data de 2023. O principal fator por trás desse crescimento é a expectativa de um menor número de viagens, já que o feriado ocorre em um sábado, sem possibilidade de emenda dos dias de folga, o que deve aumentar as visitas aos cemitérios. Finados, que representa 3% do total anual de vendas do setor.

Segundo o diretor do Ibraflor, Renato Opitz, embora as novas gerações não visitem os cemitérios com a mesma frequência que seus pais e avós, as homenagens aos entes queridos continuam sendo feitas de outras formas. Muitos optam por colocar flores em jardins, locais frequentados pelos falecidos, ou em ambientes domésticos, como ao lado de porta-retratos e quadros, em uma maneira mais íntima de relembrar os entes queridos.

Essa mudança no comportamento dos consumidores está impulsionando transformações no mercado de floricultura, que precisa se adaptar às novas demandas e formas de celebração. Ainda assim, o Dia de Finados mantém sua relevância, movimentando a produção e o comércio de flores em todo o país, conforme apontou o Ibraflor.

Renato Opitz ressalta que há uma boa oferta de produtos, com crisântemos, kalanchoes e calandivas permanecendo entre as flores mais procuradas para a data. No entanto, ele destaca o aumento na demanda por rosas em vaso neste ano.





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Preço ao produtor se mantém em alta em setembro



Valorização do leite cru em setembro se explica pela maior competição dos laticínios


Foto: Divulgação

Como esperado pelos agentes do setor, o preço do leite captado em setembro seguiu em alta. A pesquisa do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostra que, em setembro, a “Média Brasil” fechou a R$ 2,8657/litro, 3,3% acima da do mês anterior e 33,8% maior que a registrada em setembro/23, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de setembro). Apesar de o preço do leite pago ao produtor acumular avanço real de 36,4% desde o início de 2024, a média de janeiro a setembro deste ano (de R$ 2,58/litro) é 4,7% inferior à do mesmo período de 2023.

A valorização do leite cru em setembro se explica pela maior competição dos laticínios e cooperativas na compra de matéria-prima – num contexto em que a oferta vinha crescendo de forma lenta, devido ao clima mais seco (sobretudo no Sudeste e Centro-Oeste) e aos estoques de lácteos em volumes abaixo do normal.





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Semeadura eficiente para a safra 2024/25



A tecnologia é o caminho



Para aumentar a rentabilidade sem expandir a área plantada, os produtores devem adotar tecnologias
Para aumentar a rentabilidade sem expandir a área plantada, os produtores devem adotar tecnologias – Foto: Agrolink

Os extremos climáticos no Brasil impõem desafios significativos aos agricultores na safra 2024/25. Enquanto no Centro-Oeste a semeadura da soja enfrenta atrasos devido à estiagem, no Sul, chuvas excessivas limitam o plantio, especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Além disso, fatores políticos, como a eleição nos Estados Unidos, podem influenciar os preços das commodities brasileiras. Dauto Pivetta Carpes, engenheiro agrônomo da FertiSystem, projeta que os preços da saca de soja devem ficar entre R$ 100 e R$ 140, afastando o cenário de valorização observado entre 2020 e 2022.

Para aumentar a rentabilidade sem expandir a área plantada, os produtores devem adotar tecnologias que minimizem os impactos climáticos e de mercado. O plantio é uma etapa crítica, e a precisão é essencial. Carpes destaca que as sementes modernas têm alto potencial produtivo, mas isso só se concretiza em condições adequadas. A mecanização deve ser eficiente, e a FertiSystem investe em soluções inovadoras, como sistemas de acionamento de dosadores de sementes com motores elétricos.

Esses sistemas permitem o desligamento linha a linha, evitando a sobreposição de sementes, o que reduz custos e melhora a produtividade. Sensores de sementes também desempenham um papel crucial, monitorando a semeadura e alertando os operadores sobre falhas, evitando replantios desnecessários.

Com uma abordagem focada na precisão e na tecnologia, a FertiSystem, fundada em 2002 e presente em 95% das indústrias de máquinas agrícolas do Brasil, tem se destacado em promover eficiência e produtividade no campo.





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Uso de bioinsumos cresce, mas desafios persistem



Os próprios produtores identificam o custo elevado



Os próprios produtores identificam o custo elevado
Os próprios produtores identificam o custo elevado – Foto: Divulgação

Uma pesquisa da Fiesp com 514 produtores agropecuários de todas as regiões do Brasil revela que 66% deles utilizam produtos biológicos, com 74% dos agricultores e 38% dos pecuaristas adotando essa tecnologia. Entre os usuários, 45% aplicam bioinsumos em toda a área cultivada, indicando uma crescente aceitação no setor agrícola.

Nesse contexto, o Monitor de Tendências do Agronegócio Brasileiro aponta que, apesar da difusão dos bioinsumos, sua adoção em larga escala ainda enfrenta desafios significativos. Os próprios produtores identificam o custo elevado, a dificuldade de aplicação e problemas de armazenamento como as principais barreiras para uma maior utilização. Esses obstáculos podem impactar a viabilidade econômica e operacional da adoção de práticas mais sustentáveis.

De acordo com os dados, cerca de 31% dos produtores não utilizam bioinsumos, sendo 59% deles pecuaristas e 24% agricultores. Os motivos incluem a falta de informação, a percepção de eficácia variável e o alto preço dos produtos. Esta lacuna informativa destaca a necessidade de iniciativas que promovam a conscientização sobre os benefícios dos bioinsumos, além de melhorias na acessibilidade.

A pesquisa também revela que qualidade, preço e marca são os fatores mais considerados na hora da compra. Com isso, é fundamental investir em educação e em estratégias que incentivem a adoção de bioinsumos, visando não apenas a produtividade, mas também a sustentabilidade do agronegócio brasileiro. Superar esses entraves pode resultar em um impacto positivo significativo para o setor.





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Novas cultivares de feijão são desenvolvidas para regiões de clima quente



Embrapa lança novas cultivares de feijão-de-metro




Foto: Canva

A Embrapa Amazônia Oriental lançou um edital para a aquisição de sementes genéticas das novas variedades de feijão-de-metro, BRS Lauré (vagem roxa) e BRS Raíra (vagem verde-oliva). O edital é voltado para produtores de sementes e viveiristas que estejam inscritos no Registro Nacional de Sementes e Mudas (Renasem). Os interessados devem enviar a documentação necessária para o e-mail [email protected] até as 17h do dia 8 de novembro de 2024.

De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as variedades BRS Lauré e BRS Raíra foram desenvolvidas para o plantio no estado do Pará, mas também apresentam potencial para outras regiões de clima quente. Ambas possuem uma arquitetura de planta que facilita o cultivo em tutores (espaldeiras), além de alta produtividade e qualidade de vagens. O edital oferece um total de 42 lotes de sementes genéticas das duas cultivares para propagação, comercialização e/ou beneficiamento. Cada lote de 500 gramas de sementes custa R$ 250,00. Após a compra, os produtores de sementes ou viveiristas tornam-se licenciados pela Embrapa para multiplicar e comercializar o material, sem custos adicionais de royalties após a assinatura do contrato.

O feijão-de-metro é uma subespécie do feijão-caupi (Vigna unguiculata), conhecido por suas longas vagens consumidas cruas ou cozidas, principalmente em saladas. A cultivar BRS Lauré se destaca como a primeira variedade de vagens roxo-avermelhadas desenvolvida para o mercado do Norte do Brasil. Nos testes de campo, a BRS Lauré apresentou produtividade média de 11,6 toneladas de vagens frescas por hectare, superando os 7,6 t/ha de uma cultivar comercial e os 8,6 t/ha de uma variedade crioula tradicionalmente cultivada, conforme o informado pela Embrapa.

De acordo com a Embrapa, a variedade BRS Raíra, por sua vez, é caracterizada por vagens na cor verde-oliva mais claras do que as variedades tradicionais. Em testes de campo, a cultivar obteve produtividade superior a 10 t/ha, enquanto os materiais tradicionais alcançaram médias de 7 t/ha (cultivar comercial) e 8,6 t/ha (variedade crioula).

Ambas as variedades demonstraram desempenho produtivo superior em períodos secos e chuvosos, além de boa tolerância ao estresse hídrico e altas temperaturas.





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cotação do “boi China” subiu em São Paulo



No Rio Grande do Sul, a cotação do boi gordo também apresentou elevação




Foto: Canva

De acordo com a análise do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria, a  cotação do “boi China” registrou uma alta de R$ 2,00/@ no estado de São Paulo. Apesar da valorização, o impacto nas demais categorias foi limitado, já que alguns frigoríficos ainda não estão ativos nas compras. O cenário nas praças paulistas é marcado por oferta reduzida e escalas de abate menores, com negócios ocorrendo acima da referência média.

No Rio Grande do Sul, a cotação do boi gordo também apresentou elevação, impulsionada pela baixa oferta e forte demanda. Os frigoríficos enfrentam dificuldades para formar suas escalas, que atualmente estão em média em cinco dias. Na região Oeste, o preço do boi gordo subiu R$ 0,10/kg, enquanto a cotação das novilhas aumentou R$ 0,05/kg. O preço da vaca, por sua vez, permaneceu estável. Em Pelotas, a situação é similar, com o boi gordo também apresentando um incremento de R$ 0,10/kg e as fêmeas mantendo seus preços inalterados.

No Espírito Santo, a oferta continua escassa e as escalas de abate estão curtas. O mercado interno sente o reflexo do aumento nos preços, que está dificultando as vendas de carne. Neste cenário, os preços permanecem estáveis, exceto para as novilhas, cuja cotação subiu R$ 5,00/@. Em Santa Catarina, a baixa oferta e a queda no consumo resultaram em uma estabilidade nos preços, que não sofreram alterações nas últimas semanas, conforme apontou o informativo.





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Açúcar inicia semana em baixa nas bolsas internacionais


De acordo com as informações divulgadas pela União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros do açúcar iniciaram a semana em baixa nas bolsas internacionais. Na segunda-feira (28), todos os lotes do açúcar bruto listados na ICE Futures de Nova York apresentaram desvalorização. O vencimento para março de 2025 foi contratado a 21,96 centavos de dólar por libra-peso, representando uma queda de 18 pontos, ou 0,8%, em relação à sessão anterior. A tela de maio de 2025 recuou 14 pontos, fechando a 20,31 centavos/lb, enquanto os demais contratos caíram entre 8 e 13 pontos.

Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco também encerrou o dia em queda. O lote para dezembro de 2024 foi negociado a US$ 560,20 por tonelada, com um recuo de 6 dólares, ou 1,1%, comparado à sessão anterior. A tela para março de 2025 caiu 6,40 dólares, fechando a US$ 568,40 por tonelada, com os demais contratos apresentando recuos que variaram entre 2,80 e 5,30 dólares, conforme apontou a Udop.

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De acordo com as informações divulgadas pela Udop, no mercado interno, o açúcar cristal registrou baixa nas cotações, conforme medido pelo Indicador Cepea/Esalq da USP. A saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 157,58, uma desvalorização de 0,43% em comparação aos R$ 158,26 praticados na sexta-feira. Por outro lado, o etanol hidratado continua sua trajetória de valorização, fechando em alta pelo quinto dia consecutivo, de acordo com o Indicador Diário Paulínia. O biocombustível foi negociado a R$ 2.708,00 por metro cúbico, em comparação aos R$ 2.703,50 do dia anterior, representando uma valorização de 0,17%.





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