quinta-feira, abril 16, 2026

Política & Agro

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mercado interno insuficiente pressiona preços da manga



Crise na produção de mangas no Vale do São Francisco se intensifica




Foto: Agrolink

A situação crítica na produção de mangas no Vale do São Francisco, particularmente na Bahia, é intensificada pela queda constante nos preços. Na semana passada, o quilo da manga Palmer foi vendido a R$ 0,90, enquanto o quilo da Tommy ficou em R$ 0,62, uma queda de até 30% em comparação à semana anterior, conforme as informações da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia (Seagri BA).

De acordo com os dados do Seagri BA, o principal razão para o cenário desfavorável é o excesso de oferta, agravado pela queda na demanda externa. Os Estados Unidos, o maior destino das exportações brasileiras de manga, reduziram as importações nos últimos meses devido a questões logísticas, incluindo greves nos portos americanos. Esse bloqueio no escoamento internacional fez com que o mercado doméstico absorvesse o excesso de produto, intensificando a pressão sobre os preços.

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Técnicos da Seagri avaliam que os valores devem permanecer baixos até o final do ano, uma vez que o mercado interno não tem demanda suficiente para equilibrar a oferta. A expectativa de recuperação depende do retorno gradual das exportações para os EUA, que pode ocorrer à medida que as operações portuárias se normalizem.

Para mitigar as perdas, produtores de manga no Vale do São Francisco vêm buscando alternativas como a redução de custos de produção, diversificação de cultivos e exploração de novos mercados consumidores. Essas ações visam garantir a sustentabilidade da produção no longo prazo, em um momento crítico para o setor, conforme os dados da Seagri.





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milho silagem projeta bom potencial produtivo



Produção de milho silagem avança no estado




Foto: Divulgação

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (31) pela Emater/RS, no Rio Grande do Sul, a produção de milho silagem segue com grande potencial para a safra 2024/2025, apoiada pela alta umidade do solo, boa disponibilidade de radiação solar e noites de temperaturas amenas. As condições climáticas têm sido ideais para o desenvolvimento das lavouras, com expectativa de rendimento médio de 40.397 kg/ha em uma área de cultivo de 357.311 hectares no estado.

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Os fortes ventos que atingiram o estado em 24 de outubro provocaram acamamento pontual das plantas, mas sem prejuízos significativos. Na região de Erechim, as lavouras de milho apresentam forte desenvolvimento após a aplicação de fertilizantes nitrogenados, e os produtores estão atentos ao controle da cigarrinha-do-milho, praga que tem causado danos nas lavouras de milho grão.

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Na região de Santa Maria, 80% das lavouras já foram semeadas, e estão, em sua maioria, na fase de desenvolvimento vegetativo, com algumas plantas já em floração. Em Soledade, as lavouras mais precoces estão passando do estágio vegetativo para a fase reprodutiva, conforme apontaram os dados da Emater/RS.





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Cotações de soja e milho: Análise da semana



Na B3, os preços de milho para o vencimento de novembro/24 também tiveram alta



Embora a demanda seja monitorada, a oferta é o fator que pode trazer movimentações significativas
Embora a demanda seja monitorada, a oferta é o fator que pode trazer movimentações significativas – Foto: Pixabay

Conforme informações da StoneX, as cotações da soja em Chicago encerraram a última semana com ganhos, com o contrato para novembro fechando a sexta-feira, dia 25, a 987,75 cents por bushel, registrando uma alta de 1,8%. Esse avanço foi impulsionado pela proximidade do vencimento do contrato de novembro e pelas negociações do spread SXSF. O mercado segue atento à colheita nos Estados Unidos e ao avanço do plantio no Brasil, agora favorecido pelo retorno das chuvas, o que limita as altas de preços por não haver novas informações relevantes nos fundamentos.

Embora a demanda seja monitorada, a oferta é o fator que pode trazer movimentações significativas, pois variações climáticas afetam diretamente a produção. Recentes preocupações com o clima seco no Brasil geraram um movimento de cobertura de posições vendidas por fundos especulativos, elevando os preços temporariamente. No entanto, esse efeito já se dissipou, e os agentes voltaram a adotar uma postura de baixa, dado o cenário atual.

No mercado de milho, os futuros valorizaram 2,6%, encerrando a semana a US¢415,25 por bushel, influenciados por fortes exportações dos EUA, com destaque para as compras do México. A produção de etanol americana também se manteve firme, conforme dados da EIA, contribuindo para o suporte dos preços. Há previsão de chuvas para estados produtores a partir do dia 30 de novembro, o que pode reduzir o ritmo acelerado da colheita e é um ponto de atenção.

Na B3, os preços de milho para o vencimento de novembro/24 também tiveram alta, fechando a semana a R$72,55 por saca. Embora o mercado interno não traga grandes novidades, as commodities brasileiras têm ganhado suporte com a valorização do dólar, que subiu 4,8% na semana passada. Essa alta no câmbio tende a melhorar a competitividade dos produtos brasileiros no mercado externo, trazendo um suporte adicional aos preços domésticos.

 





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Preço do feijão registrou queda de 7,76% no Rio Grande do Sul



Safra de feijão apresenta bom desenvolvimento




Foto: Pixabay

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (31) pela Emater/RS, no Rio Grande do Sul, o cultivo de feijão 1ª safra apresenta bom desenvolvimento graças às condições climáticas favoráveis. A combinação de solo com níveis adequados de umidade e alta incidência de radiação solar tem impulsionado a semeadura e o desenvolvimento das lavouras, favorecendo a formação de ramos laterais e o fechamento de entrelinhas, o que indica um alto potencial produtivo para a safra 2024/2025.

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Para a atual safra, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 28.896 hectares, com produtividade média estimada de 1.864 kg/ha. Na região de Ijuí, cerca de 87% das lavouras estão em fase de desenvolvimento vegetativo, enquanto 10% estão em florescimento e 3% em enchimento de grãos. A área plantada até o momento superou as expectativas e está sendo avaliada pelos técnicos da Emater. Na região de Pelotas, a semeadura atingiu 40% do total, e na de Santa Maria, 93% das áreas foram plantadas, com parte das lavouras em fase de maturação e algumas já colhidas.

De acordo com a Emater/RS, na região de Soledade, 95% da área de cultivo foi semeada, e 15% das lavouras já estão em fase de florescimento. A antracnose está sendo monitorada e controlada quando identificada, e as adubações nitrogenadas estão em andamento, aproveitando o clima favorável.

Apesar das boas condições de cultivo, o preço do feijão registrou queda de 7,76% em relação à semana anterior, com a saca de 60 kg passando de R$ 332,00 para R$ 306,25, segundo o levantamento da Emater/RS-Ascar.





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produção de tabaco avança com bom desenvolvimento



Instabilidade climática causou problemas em algumas regiões




Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (31) pela Emater/RS, O cultivo de tabaco avança com boas condições climáticas no Rio Grande do Sul, impulsionando a produção em diversas regiões do estado. Na região de Pelotas, os transplantes de mudas para as lavouras definitivas estão em andamento, com 92% da área da safra de verão já coberta. Chuvas recentes no estado causaram erosão e exigiram a readubação de alguns cultivos, aumentando os custos de produção.

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Segundo a Emater, em Santa Rosa, as plantações mostram bom desenvolvimento, com foco no controle de invasoras e pragas. No município de São Paulo das Missões, a cultura segue em boas condições, com expectativa de produtividade elevada, atingindo cerca de 2.300 kg/ha após secagem. Em Soledade, a colheita do terço inferior das folhas já iniciou e segue com boa qualidade. Já em Frederico Westphalen, o plantio foi encerrado, e as atividades de controle de pragas e desponte do tabaco prosseguem, com previsão de uma boa safra.

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Apesar do progresso nas lavouras, a instabilidade climática causou alguns problemas. Fortes ventos e granizo, por exemplo, afetaram pequenas áreas em São Francisco de Assis e Jaguari, com tombamento de plantas. Em Santa Maria, o prognóstico de produtividade é promissor, mas o excesso de umidade trouxe incidências de podridão olho-de-boi em lavouras situadas em áreas mais baixas, comprometendo a qualidade das folhas. Além disso, a indefinição das normas de comercialização preocupa produtores, que enfrentam uma conjuntura de aumento de custos, conforme os dados do Informativo Conjuntural.





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Enchentes devastam agricultura na Espanha


Segundo a Unión de Pequeños Agricultores y Ganaderos de Andalucía (UPA Andalucía), a recente depressão isolada em altos níveis (DANA) causou estragos significativos na agricultura da Espanha, especialmente em Andaluzia. Esse fenômeno resultou em danos consideráveis nos cultivos e nas infraestruturas rurais, como estradas e sistemas de irrigação. As províncias mais afetadas foram Almería, Málaga, Granada e Cádiz. Enquanto algumas áreas, como os olivares de Jaén e Córdoba, receberam importantes volumes de água, a região oriental de Almería enfrenta uma seca extrema, sem chuvas registradas.

Na parte ocidental da Andaluzia, as chuvas intensas geraram grandes prejuízos. Em Jerez de la Frontera, na província de Cádiz, foram registrados até 120 litros de água em 12 horas, resultando em inundações em diversas propriedades. Em Málaga, muitos cultivos e infraestruturas agrárias sofreram danos significativos, principalmente no Vale do Guadalhorce, Antequera e Axarquía. O cultivo mais afetado foi o de cítricos, o que complicou a colheita da azeitona que havia começado recentemente. Por outro lado, regiões como a Sierra Norte de Sevilha e partes de Córdoba, Jaén, Huelva e Granada tiveram chuvas benéficas.

A situação em Almería é alarmante. A tempestade de granizo, acompanhada de chuvas intensas e ventos fortes, causou danos devastadores, especialmente em estufas e cultivos. A avaliação inicial indica que os agricultores sofreram perdas superiores a 30 milhões de euros, principalmente em El Ejido, onde o granizo, com até 8 centímetros de diâmetro, destruiu completamente os plásticos das estufas. Isso resultou na perda de 11.300 hectares de cultivos, incluindo tomates, pimentões, abobrinhas e pepinos.

As enchentes repentinas severas resultaram na morte de pelo menos 158 pessoas, com equipes de emergência ainda em busca de dezenas de desaparecidos. Várias localidades no sul e leste da Espanha foram atingidas por até 300 mm de chuva em poucas horas na terça-feira (30), a pior precipitação em Valência em 28 anos, segundo a AEMET. 

 





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Consumo nos supermercados cresce 2,52% no acumulado do ano



Em setembro, houve alta de 0,95% em relação a igual mês de 2023


Foto: Pixabay

O consumo dos brasileiros nos supermercados acumula alta de 2,52% nos nove primeiros meses de 2024 em comparação a igual período do ano passado. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (31), são da Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Em setembro de 2024, o consumo teve elevação de 0,95% em relação ao mesmo mês do ano passado. Já em comparação a agosto de 2024, o consumo teve queda de 1,3%, influenciado pelo “efeito calendário”: agosto teve um dia a mais de final de semana e o Dia dos Pais, o que eleva o consumo.

De acordo com a Abras, em setembro, o consumo foi impulsionado pelos repasses do governo federal para o programa Bolsa Família (montante de R$ 14,14 bilhões para 20,71 milhões de beneficiários); a restituição do Imposto de Renda para Pessoa Física (R$ 1,03 bilhão para mais de 511 mil de contribuintes); e a liberação de R$ 2,7 bilhões de Requisições de Pequeno Valor (RPVs) para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Segundo a Abras, nos próximos meses, devem impulsionar o consumo o pagamento do décimo terceiro salário dos trabalhadores formais; os lotes residuais de restituição do Imposto de Renda; parcelas mensais do calendário do Bolsa Família e bimensais do Auxílio-Gás; e o resgate do montante de R$ 228,6 milhões em abono salarial referente ao PIS /Pasep para mais de 247 mil trabalhadores que ainda não sacaram o benefício.





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Atraso no plantio de soja em MT preocupa



Esse início seco da safra cria um ambiente propício à proliferação de pragas



Esse início seco da safra cria um ambiente propício à proliferação de pragas e doenças
Esse início seco da safra cria um ambiente propício à proliferação de pragas e doenças – Foto: Pixabay

O atraso no plantio de soja em Mato Grosso representa um desafio significativo, exigindo dos produtores planejamento cuidadoso e práticas de manejo adequadas. Segundo o boletim do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o plantio apresenta um atraso de 14,32 pontos percentuais em relação ao mesmo período da safra anterior e de 6,59 pontos na comparação com a média dos últimos cinco anos. A irregularidade das chuvas impediu o cumprimento do calendário da safra 2024/25, resultando em apenas 55,73% dos 12,66 milhões de hectares previstos semeados até meados de outubro, em comparação aos 65% do ano anterior.

Esse início seco da safra cria um ambiente propício à proliferação de pragas e doenças, devido às plantas debilitadas. A orientação de consultorias técnicas é fundamental nesse contexto. A Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso (Fundação MT) disponibiliza ferramentas para auxiliar na tomada de decisões. A Dra. Lucia Vivan, especialista em entomologia da Fundação, alerta que a seca pode acelerar a colonização da mosca branca, ocasionando danos em estágios iniciais da soja, como fumagina e queda de folhas.

Além disso, a falta de água provoca estresse nas plantas, tornando-as mais vulneráveis ao ataque de nematoides. Segundo a Dra. Tania Santos, especialista em nematologia da Fundação, a falta de conhecimento sobre a infestação pode agravar problemas, especialmente em anos de seca. Diagnosticar precocemente a presença desses parasitas é crucial para adotar estratégias eficazes, como o uso de cultivares resistentes e rotação de culturas. Essas medidas são essenciais para garantir a sustentabilidade da produção agrícola em Mato Grosso diante de condições climáticas adversas.





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Como está o avanço das colheitas de milho e soja nos EUA?



Colheita de milho alcança 81% nos EUA




Foto: Canva

De acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita de milho para a safra 2024 atingiu 81% da área total prevista até o final da semana. Esse índice é 13 pontos percentuais superior ao registrado no mesmo período do ano passado e 17 pontos à frente da média histórica dos últimos cinco anos.

Segundo o informativo, ao longo da semana, o avanço do milho foi considerável em 11 dos 18 estados monitorados, com um progresso de 12 pontos percentuais ou mais. Em 17 desses estados, a colheita está no mesmo ritmo ou acima da média histórica.

Já a colheita de soja alcançou 89% da área total até 27 de outubro, superando em sete pontos percentuais o índice do ano passado e em 11 pontos a média de cinco anos. O USDA aponta que o progresso da colheita de soja está acima da média histórica em todos os 18 estados avaliados.





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Desafios da irrigação agrícola no Brasil



O setor cafeeiro tem se destacado, com preços elevados



Os principais desafios incluem a liberação de crédito para investimentos
Os principais desafios incluem a liberação de crédito para investimentos – Foto: Divulgação

A irrigação é essencial para a produção agrícola e a segurança alimentar no Brasil, especialmente em um cenário de mudanças climáticas. Luiz Paulo Heimpel, da Netafim Brasil, destaca que o país ocupa a 6ª posição mundial em área irrigada, com 8,2 milhões de hectares, responsáveis por mais de 40% da produção global de alimentos.

O setor cafeeiro tem se destacado, com preços elevados incentivando investimentos em irrigação. Heimpel observa que “o café arábica e o robusta estão em uma situação muito boa”, beneficiando-se da irrigação, que pode aumentar a produtividade em até três vezes em relação às áreas de sequeiro. 

Por outro lado, a cana-de-açúcar enfrenta desafios devido a queimadas que afetaram 80 mil hectares em São Paulo. O investimento em irrigação e tecnologia é crucial para minimizar as perdas. Aproximadamente 35,5% da área irrigada no Brasil utiliza água de reuso, uma prática que contribui para a sustentabilidade da produção.

Na fruticultura, especialmente na laranja, há sinais de recuperação, com aumento de preços e novos investimentos. A irrigação tem potencial para gerar até três safras por ano, aumentando a oferta e a qualidade dos frutos.

Os principais desafios incluem a liberação de crédito para investimentos em irrigação e a infraestrutura deficitária em algumas regiões. Apesar disso, as perspectivas são positivas, com a Câmara Setorial de Irrigação prevendo um aumento de 4,2 milhões de hectares irrigados até 2040. A modernização e eficiência das técnicas de irrigação, como a localizada, indicam um futuro promissor para o setor.

 





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