quinta-feira, abril 16, 2026

Política & Agro

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IBPecan pede redução de impostos em reunião da Câmara Setorial da Noz Pecã


Uma proposta de redução no ICMS para a cadeia produtiva da noz pecã foi apresentada em reunião da Câmara Setorial da Noz Pecã, pelo Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan). Também foi encaminhado para debate, o pedido de padronização por parte do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para uniformização da pecan, com base nos padrões norte-americanos.

O presidente do IBPecan, Eduardo Basso, explicou que, quanto ao ICMS, o ideal é que fosse zerado, até para dar fôlego aos produtores e indústrias que sofreram severas perdas após o evento climático que assolou o Rio Grande do Sul. Contudo, a redução para 4%, conforme foi feito para a olivicultura, já satisfaz a cadeia. “Eu acho que é um bom exemplo para nós, já seria uma arrancada. E se a Câmara estiver de acordo, então essa é uma proposta objetiva. Daqui a 15 dias, se entendermos que os 4% é um caminho para nós, só iremos esperar a aprovação. Enquanto isso, esse documento que foi elaborado, que tem o estudo sobre o ICMS, também pode ser avaliado por todos no encaminhamento (à Secretaria Estadual da Fazenda), mas que seja uma proposta objetiva. Acredito que a redução para 4% já responde em grande parte o benefício que estamos buscando”, ponderou o presidente.

O instituto também apresentou, na reunião, solicitação quanto ao encaminhamento junto ao Ministério da Agricultura para uma padronização da pecan. A justificativa são as exigências de mercados internacionais e até mesmo o atendimento à crescente demanda por produtos de melhor qualidade pelo mercado interno. “Nós temos que começar a fazer com que esses padrões sejam conhecidos por todos. E na medida que conseguirmos essa disciplina, vamos poder organizar a qualidade, mesmo tendo pequenos produtores, e aqueles que, para a indústria, podem entregar nozes mal conservadas, mal secas, não atendendo a essas normas, a própria indústria tem dificuldade de dialogar com as pessoas. Então isso tem que ser conhecido e a forma que eu vejo de lentamente de melhorar o padrão internacional e nacional de qualidade”, disse Eduardo Basso. Ele lembrou que o México utiliza um sistema de pagamento que remunera melhor quem atinge determinado padrão de qualidade e que o mesmo pode ser aplicado no Brasil.

Ao final da reunião, que também elegeu Carlos Scheibe como novo coordenador e Demian Costa como subcoordenador por um período de dois anos, houve o encaminhamento das propostas debatidas. A Câmara Setorial deu prazo de 15 dias para as manifestações de produtores e indústria para depois disso elaborarem os documentos que serão encaminhados à Secretaria da Fazenda, para tratar do ICMS e ao Mapa, referente à padronização da pecan.





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Fórum de IA aborda inovação sustentável em Goiás



“Discutir a sustentabilidade energética na inteligência artificial é essencial”



“Discutir a sustentabilidade energética na inteligência artificial é essencial"
“Discutir a sustentabilidade energética na inteligência artificial é essencial” – Foto: Divulgação

A Campus Party Goiás (CPGoiás4), entre 27 de novembro e 1º de dezembro, receberá o primeiro Fórum do Marco Regulatório de Inteligência Artificial, abordando temas urgentes como sustentabilidade energética, educação e inovação. Em parceria com o Governo de Goiás, o fórum discutirá a importância de equilibrar a transformação digital com a preservação ambiental, reunindo especialistas para traçar diretrizes que integrem IA e sustentabilidade.

No dia 29, debates sobre o impacto da IA na geração e consumo de energia destacarão o painel “O Brasil pode ser protagonista no desenvolvimento de energias renováveis?”, com Ronaldo Lemos, Adriano da Rocha Lima e Igor Marchesini. Segundo Francesco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party, é essencial buscar soluções que equilibrem inovação e preservação dos recursos naturais, pensando no futuro da tecnologia e do planeta.

O evento terá ainda oficinas na Sala do Futuro da IA, com o Cappra Institute e o ITS Rio, que trarão discussões sobre o desenvolvimento ético da IA. Em 30 de novembro, o painel “Inteligência Artificial na Educação” debaterá o impacto da IA no ensino, com a professora Débora Garofalo e representantes da educação em Goiás, explorando como a tecnologia pode transformar o aprendizado e a avaliação dos estudantes.

“Discutir a sustentabilidade energética na inteligência artificial é essencial para o futuro da tecnologia e do planeta. À medida que as aplicações de IA se expandem, o consumo de energia cresce na mesma proporção. É nosso dever buscar soluções que equilibrem inovação e preservação dos recursos naturais. No Fórum do Marco Regulatório de IA na Campus Party Goiás, queremos não só entender esses desafios, mas também traçar caminhos para um desenvolvimento mais consciente e sustentável da IA”, explica Francesco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party.

 





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Inseticida amplia controle de pragas no setor sucroenergético



“A extensão da bula de Porcel fortalece o já robusto portfólio da companhia”



 Ele explicou ainda que o Porcel age na fase larval da broca
Ele explicou ainda que o Porcel age na fase larval da broca – Foto: Canva

O inseticida Porcel, da Albaugh, ampliou seu registro para incluir o combate à broca-da-cana (Diatraea saccharalis), além da cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata). A broca-da-cana é considerada uma das principais pragas da cana-de-açúcar, causando quebra dos colmos e permitindo a entrada de fungos que reduzem o rendimento da matéria-prima.

Nesse contexto, Nelson Azevedo, diretor de marketing da Albaugh, destaca que a extensão da bula fortalece o portfólio da empresa e amplia o espectro de controle de pragas importantes para a cana. Ele explicou ainda que o Porcel age na fase larval da broca, impedindo o desenvolvimento das pragas e reduzindo a postura de ovos e a fertilidade das fêmeas. O inseticida também se destaca pela carência de 30 dias, comparado aos 210 dias de outros produtos.

Com formulação mais amigável ao meio ambiente, o inseticida Porcel pode ser aplicado de forma terrestre ou aérea, proporcionando flexibilidade e economia de tempo aos produtores. A Albaugh, fundada em 1979, é uma empresa global com presença no Brasil e em diversos países, garantindo a qualidade e o fornecimento de soluções para o agronegócio.

“A extensão da bula de Porcel fortalece o já robusto portfólio da companhia e confere ao inseticida a condição de amplo espectro sobre pragas relevantes da cana-de-açúcar. Conta com registro para aplicação terrestre e aérea, devido à sua composição mais amigável, seletiva a polinizadores, Cotesia flavipes e outros inimigos naturais importantes de pragas da cana-de-açúcar”, conclui o diretor Azevedo.

 





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Empresas brasileiras estão presentes em feira internacional


A EIMA 2024, uma das maiores feiras de tecnologia agrícola do mundo, está acontecendo  em Bolonha, na Itália. O evento, considerado uma vitrine global para inovações no setor agro, contará com a participação de sete empresas brasileiras apoiadas pelo projeto Brazil Machinery Solutions (BMS). 

Esta iniciativa, fruto de uma parceria entre a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), visa fortalecer a imagem internacional das indústrias brasileiras e expandir suas oportunidades no competitivo mercado europeu.

Na EIMA 2024, empresas brasileiras como Globus, IBS Comex, Indústrias Colombo, J.Assy, Magnojet, São José Industrial e Vence Tudo apresentarão seus produtos para mais de 300 mil visitantes de 80 países, com o objetivo de fortalecer a imagem internacional e ampliar negócios na Europa. A EIMA, segunda maior feira agro da Europa, ocorrerá em Bolonha, com 1.700 expositores de 42 países e mais de 60 mil modelos de máquinas e equipamentos em exposição.

“A participação das fabricantes brasileiras de máquinas e equipamentos na EIMA 2024 reforça o papel fundamental que o Brasil desempenha no cenário global da tecnologia agrícola. A EIMA, uma das principais vitrines mundiais para as inovações no setor, oferece uma plataforma estratégica para que nossas empresas possam apresentar suas soluções avançadas, promovendo o desenvolvimento da cadeia produtiva agrícola”, comenta Paulo Guerra, Gerente de Relações Institucionais e Promoção Comercial da ABIMAQ.

A presença brasileira neste evento internacional destaca a competitividade e a capacidade de inovação das nossas indústrias, além de fortalecer parcerias globais e abrir novas oportunidades de negócios em mercados-chave como a Itália, o norte do continente africano e o leste europeu”, conclui.

 





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Imea mantém estimativa de produção em 45,54 milhões de toneladas



Área destinada ao cultivo do milho está estimada em 6,79 milhões de hc




Foto: Divulgação

A segunda estimativa de safra do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), indica a manutenção das projeções para a área plantada e produção de milho em Mato Grosso para o ciclo 2024/25. De acordo com o levantamento, a área destinada ao cultivo do milho está estimada em 6,79 milhões de hectares, refletindo as incertezas climáticas que impactaram a semeadura da soja e devem postergar sua colheita.

Atrasos na semeadura da soja estão entre os fatores que levaram o Imea a manter suas estimativas. Com a colheita da soja sendo adiada, espera-se que uma menor área de milho seja semeada dentro do período ideal, o que pode afetar o rendimento. Mesmo com a alta recente nos preços do milho, o Instituto destacou que as margens continuam apertadas para os produtores. Em algumas regiões, os preços futuros ainda não são suficientes para cobrir o custo operacional efetivo, o que gera apreensão no setor.

No que se refere à produtividade, o Imea manteve a projeção em 111,74 sacas por hectare. As condições climáticas, a possível incidência de pragas e doenças, além dos investimentos necessários em sementes e adubação, são apontados como fatores que podem impactar o rendimento final da safra. Diante desse cenário, a estimativa de produção de milho para Mato Grosso segue estável, com projeção de 45,54 milhões de toneladas para o ciclo.





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a parceria estratégica entre Farmfront e Metzer na EIMA 2024



Acordo prevê o compartilhamento das respectivas redes de distribuição


Foto: Divulgação

No primeiro dia do evento em Bolonha, foi assinado um importante acordo de colaboração entre duas empresas especializadas na criação de sistemas de irrigação. O acordo prevê o compartilhamento das respectivas redes de distribuição para oferecer ao mercado uma linha completa de soluções tecnológicas.

O Grupo Farmfront, que reúne alguns dos principais fabricantes de motobombas, sistemas de pivô e enroladores de mangueira, e a empresa israelense Metzer, especializada no desenvolvimento de tecnologias avançadas de irrigação, assinaram hoje um acordo de colaboração comercial que reúne suas respectivas experiências industriais e redes de distribuição, para oferecer uma linha completa de produtos. O acordo entre o grupo industrial com sede em Milão e a empresa israelense – ambos presentes na EIMA International no pavilhão Hydrotech – foi assinado no dia de abertura da exposição em Bolonha, justamente para selar uma parceria estratégica, que os próprios fabricantes definem como pioneira. “O acordo prevê que Farmfront e Metzer compartilhem suas redes de distribuição para oferecer aos operadores do setor uma gama completa de produtos, desde sistemas de pivô até sistemas de gotejamento, que – como disse o CEO da Farmfront, Daniel Neves – podem satisfazer cada necessidade de cultivo, em todos os modelos de agricultura”. “É a primeira vez que uma empresa israelense e uma europeia no setor de irrigação criam uma cooperação comercial tão forte que, em comparação com outras iniciativas desse tipo, apresenta características absolutamente novas. Nosso objetivo – acrescentou Israel Cohen, CEO da Metzer – é oferecer aos clientes a solução tecnológica mais adequada, entre as incluídas em nosso “portfólio” comum de sistemas de irrigação, independentemente de ser uma tecnologia Metzer ou Farmfront”.

A parceria assinada na EIMA permitirá que a marca israelense fortaleça sua posição no mercado europeu e que o Grupo Farmfront amplie sua presença nos mercados da América Latina e da Ásia Central.


 





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Preço da passagem aérea caiu 14,7% em setembro, diz Anac


O preço médio do bilhete aéreo em voos nacionais teve redução de 14,7% em setembro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, sendo comercializado por R$ 666,01. De acordo com o Ministério de Portos e Aeroportos, a diminuição da tarifa foi influenciada pela redução de 11,4% no valor médio do litro do querosene de aviação.

Segundo dados disponibilizados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), 46,4% dos bilhetes comercializados em setembro deste ano tiveram preço abaixo de R$ 500. No mesmo período do ano passado, o indicador estava em 37,4%.

As passagens comercializadas a menos de R$ 300 somaram 20,3% neste ano e as tarifas acima de R$ 1,5 mil representaram 6,8% do total.

De acordo com o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, além da redução no preço do querosene de aviação, o aumento da oferta de voos e o crescimento de assentos ofertados justificam a queda na tarifa. “O resultado também é fruto do plano de universalização do transporte aéreo que lançamos juntos com as companhias brasileiras. Estamos trabalhando para tornar as tarifas ainda mais acessíveis. Estamos no caminho certo”, disse.

Todas as regiões brasileiras tiveram redução no valor médio da tarifa aérea. A Região Norte registrou o maior percentual de queda no indicador, com 22%, seguida pelo Centro-Oeste (18,2%), Sudeste (16,7%), Nordeste (9,4%) e Sul (8,6%). O resultado leva em consideração o preço médio praticado no valor de origem do voo. 

Houve redução real no preço do bilhete em 23 estados e no Distrito Federal. Com média de R$ 589,33, o Mato Grosso do Sul foi a localidade com o menor valor praticado em setembro, seguido por Rio de Janeiro (R$ 590,74) e Minas Gerais (R$ 597,52).





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Tendências globais de equipamentos agrícolas na EIMA 2024



Em 2023, as exportações globais de tratores totalizaram US$ 23 bilhões



A produção global de máquinas agrícolas alcançou um pico de US$ 210 bilhões em 2021
A produção global de máquinas agrícolas alcançou um pico de US$ 210 bilhões em 2021 – Foto: Pixabay

Durante a EIMA 2024, a Agrievolution, coalizão de 13 associações globais, apresentou as principais tendências do setor de equipamentos agrícolas e produção. O Secretário-Geral Charlie O’Brien e o Presidente Ignacio Ruiz destacaram o crescimento regional diversificado na produção de culturas, que impulsiona a mecanização, mas também apontaram as flutuações na demanda por equipamentos, afetada pela instabilidade econômica, com altas taxas de juros e inflação. 

Entre as tendências globais de longo prazo, o número de estabelecimentos e funcionários no setor de máquinas agrícolas aumentou entre 2011 e 2021, especialmente na Ásia, enquanto a Europa viu uma queda. A produção global de máquinas agrícolas alcançou um pico de US$ 210 bilhões em 2021, com US$ 80 bilhões em exportações, com a Europa permanecendo um ator-chave no mercado. Em 2023, as exportações globais de tratores totalizaram US$ 23 bilhões, com um potencial de crescimento de 37%. Outros equipamentos, como semeadoras, colheitadeiras e pulverizadores, também mostraram grande potencial de expansão.

A situação regional foi abordada, com destaque para a recuperação da agricultura na Argentina após a seca de 2023, com aumentos significativos nas vendas de tratores e pulverizadores em agosto. Contudo, o mercado argentino enfrenta incertezas políticas. Na China, a demanda por tratores grandes está em declínio, refletindo preços baixos dos grãos e menor poder de compra. Já na França, a escassez de cereais causou uma queda nas vendas de equipamentos, com uma previsão de redução de 15% em 2024, com uma leve recuperação em 2025. 

Nos Estados Unidos, a queda na renda líquida das fazendas e o estoque de equipamentos usados estão impactando negativamente o mercado, com uma previsão de queda nas vendas. As perspectivas globais para o setor de máquinas agrícolas permanecem mistas, com algumas regiões em recuperação e outras enfrentando desafios contínuos.

 





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Feira mundial de máquinas acontece em Bolonha


A 46ª edição da Exposição Internacional de Máquinas Agrícolas (EIMA) começou em Bolonha, reunindo mais de 1.750 indústrias, com cerca de 700 expositores internacionais de 50 países. O evento, organizado em 14 setores e cinco mostras temáticas, que são “Componentes”, “Digital”, “Energia”, “Verde” e “Hidrotech” e destaca tecnologias inovadoras que tornam a agricultura mais eficiente e sustentável, promovendo avanços em máquinas, veículos e sistemas digitais de ponta. 

Simona Rapastella, Diretora Geral da FederUnacoma, afirmou que a EIMA traz soluções tecnológicas para enfrentar desafios globais, como o crescimento populacional, mudanças climáticas e proteção da biodiversidade. Ela ressaltou que a feira se tornou um espaço de inovação agrícola que busca aliar produtividade à preservação ambiental, oferecendo tecnologias agro-mecânicas avançadas.

“Crescimento populacional, mudanças climáticas, emissões poluentes, bem-estar animal e proteção da biodiversidade são questões cruciais para o futuro do Planeta e só podem ser enfrentadas com tecnologias agro-mecânicas de nova geração”, comenta.

A exposição inclui mais de 60.000 modelos de veículos e equipamentos que ocupam todos os pavilhões e áreas externas do centro de exposições de Bolonha, com demonstrações ao vivo. Neste ano, o evento enfatiza o uso de Inteligência Artificial, Big Data e robótica, permitindo o monitoramento climático, controle de territórios e melhoria na gestão de cadeias agroindustriais.

Rapastella conclui que a mecanização moderna não só atende às necessidades ambientais, mas também integra a agricultura em um sistema colaborativo que envolve consumidores, instituições e o setor educacional, consolidando a EIMA como uma verdadeira “Fábrica de Inovação”.

“A mecanização moderna permite, assim, que as empresas permaneçam competitivas e acompanhem as necessidades ecológicas do Planeta e permite que a agricultura seja incluída em um macro-sistema que envolve todos, desde consumidores até instituições, e até o mundo escolar e de formação”, conclui.

 





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Mercado de leite desacelera, mas cenário segue positivo



Mercado de leite e derivados apresentou comportamento distinto ao longo do mês




Foto: Pixabay

O mercado de leite e derivados apresentou comportamento distinto ao longo do mês de outubro. O leite UHT foi o derivado mais afetado, com maior pressão de vendas na indústria. Para o consumidor final, a alta de preços do UHT em 12 meses foi de12,9%, enfraquecendo a demanda. Queijo muçarela também desacelerou de preços, ainda que em ritmo inferior.

O mercado de leite em pó fracionado seguiu mais firme, já que vários laticínios reduziram sua participação no mix de fabricação, em função da concorrência com o produto importado. Naturalmente, com o retorno do período chuvoso e crescimento da safra, os preços tendem a desacelerar nos próximos meses.

As sinalizações dos Conseleites para o pagamento do leite entregue em outubro indicaram movimentos distintos, com alta no RS e em SC e recuo no PR e MG. Apesar deste movimento contraditório, as cotações mostraram enfraquecimento na comparação com os indicadores do mês anterior. 





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