quarta-feira, abril 15, 2026

Política & Agro

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Produção de trigo cresce 40% em Santa Catarina



Nos últimos seis anos, a produção catarinense de trigo avançou 180%




Foto: Canva

A produção de trigo de Santa Catarina na deve alcançar um crescimento de 40,8% na safra 2024/2025, com volume colhido passando de 307 mil toneladas para 433 mil toneladas. Esse avanço ocorreu mesmo com a redução da área plantada, que caiu de 137,5 mil hectares para 121,3 mil hectares, conforme dados da Epagri/Cepa. A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAR) tem investido na cadeia produtiva do trigo por meio de ações como a reativação da Câmara Setorial de Grãos e a implementação de programas de fomento.

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Segundo o informado pelo SAR, nos últimos seis anos, a produção catarinense de trigo avançou 180%, um crescimento bem superior à média nacional de 76%. O estado ocupa hoje o quinto lugar no ranking dos maiores produtores de trigo no Brasil, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), e contribui para uma safra nacional estimada em 7,5 milhões de toneladas. A demanda do Brasil, por sua vez, está entre 11 e 12 milhões de toneladas anuais.

O Governo Estadual, por meio da SAR e da Epagri, desenvolve programas para aumentar a produtividade e a qualidade das lavouras. O Programa Terra Boa, por exemplo, incentiva o cultivo de cereais de inverno e apoia produtores com a distribuição de calcário, o que contribui para a correção do solo e o aumento do potencial agrícola das propriedades rurais. Em outubro deste ano, a SAR reativou a Câmara Setorial de Grãos, que, em parceria com Epagri, Cidasc e entidades do setor, visa identificar oportunidades de desenvolvimento para os produtores e fomentar o crescimento da cadeia produtiva.





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Mercado do boi gordo registra altas consecutivas



Mercado na praça goiana mostra um cenário de valorização




Foto: Sheila Flores

O mercado do boi gordo segue com altas consecutivas nas cotações nas praças paulistas, com escalas de abate que variam entre quatro e 12 dias. O mercado na praça goiana também mostra um cenário de valorização em todas as categorias. O preço do boi gordo subiu R$8,00/@, enquanto a arroba da vaca teve aumento de R$5,00 e a novilha registrou alta de R$3,00/@.

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Na região Norte de Minas Gerais, o “boi China” foi o único a apresentar alta de preços, enquanto as demais categorias mantiveram os valores estáveis. As escalas de abate na região estão, em média, em sete dias.

De acordo com os primeiros resultados das Pesquisas Trimestrais da Pecuária, divulgadas pelo IBGE, o abate de bovinos no Brasil cresceu 14,8% no terceiro trimestre de 2024, em comparação com o mesmo período de 2023. Em relação ao segundo trimestre de 2024, o aumento foi de 3,7%. No total, foram abatidas 10,33 milhões de cabeças sob inspeção sanitária no período, com a produção de 2,74 milhões de toneladas de carcaças bovinas, o que representa um incremento de 14,3% em relação ao terceiro trimestre de 2023 e um aumento de 6,3% sobre o segundo trimestre de 2024.





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Mercado de açúcar fecha com cotações mista



No Brasil, o mercado interno registrou uma sequência de alta




Foto: Divulgação

De acordo com os dados da União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros do açúcar encerraram a terça-feira (12) de forma mista nas bolsas internacionais. O mercado registrou queda nos contratos de curto prazo, enquanto os contratos de longo prazo mostraram leve alta. A retração nos preços reflete a cautela do mercado diante do balanço da segunda quinzena de outubro, que apontou uma queda de 24,3% no volume de cana-de-açúcar processada em comparação ao mesmo período do ano passado, resultando em uma produção de 1,785 milhão de toneladas de açúcar.

Segundo a UDOP, na ICE Futures de Nova York, os quatro primeiros contratos futuros do açúcar bruto caíram. O contrato com vencimento em março de 2025 foi negociado a 21,35 centavos de dólar por libra-peso, com recuo de 1 ponto em relação ao dia anterior. As cotações para maio, julho e outubro de 2025 recuaram entre 1 e 3 pontos, enquanto os contratos de prazos mais longos subiram entre 1 e 2 pontos.

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Já na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco registrou queda nos seis primeiros contratos. O vencimento de dezembro de 2024 foi contratado a US$ 543,00 por tonelada, uma queda de US$ 8,80 em relação à véspera. O contrato para março de 2025 caiu US$ 4,40, sendo negociado a US$ 556,90 por tonelada. Os demais contratos oscilaram entre uma queda de US$ 3,40 e uma leve alta de 40 centavos de dólar.

No Brasil, o mercado interno registrou uma sequência de quatro dias de alta no preço do açúcar cristal. Segundo o Indicador Cepea/Esalq, da USP, a saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 167,53, um aumento de 0,46% em relação ao valor de R$ 166,76 registrado na segunda-feira, conforme divulgou a Udop.





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Governo firma pacto nacional sobre trabalho no meio rural



Brasil deu um passo para melhorar as condições de trabalho no setor rural




Foto: Divulgação

Nesta quarta-feira (13), o Brasil deu um passo para melhorar as condições de trabalho no setor rural. Em cerimônia realizada em Petrolina (PE), os ministros da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, e do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, assinaram o Termo de Adesão ao Pacto Nacional do Trabalho Decente no Meio Rural. O evento contou com a participação de representantes de toda a cadeia produtiva, incluindo empregadores, trabalhadores e membros do governo.

De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária, a adesão ao pacto reforça o compromisso do Brasil com o fortalecimento dos direitos trabalhistas e das práticas de sustentabilidade no campo, favorecendo a imagem do país no cenário internacional. Direitos humanos e sustentabilidade são fatores que impactam as relações comerciais, e o pacto representa um compromisso com práticas justas na produção agrícola.

O pacto estabelece diretrizes voltadas à promoção do trabalho decente e da conduta empresarial responsável. Entre os compromissos assumidos estão a formalização de vínculos empregatícios, o combate à discriminação e ao trabalho infantil, a igualdade de oportunidades, além da erradicação do trabalho análogo à escravidão. O pacto também incentiva o diálogo entre governo, empregadores e trabalhadores para construir um ambiente laboral mais justo e seguro.

Durante o evento, também foi anunciada a criação da Mesa Nacional de Diálogo da Fruticultura, um órgão vinculado ao pacto e voltado ao fortalecimento das relações de trabalho no setor da fruticultura. Com foco inicial em Pernambuco e Bahia, a mesa visa criar um ambiente de diálogo e promover boas práticas trabalhistas.

Segundo o Mapa, a proposta é construir soluções para as relações de trabalho na cadeia produtiva, buscando atender às demandas dos trabalhadores sem que benefícios como o Bolsa Família sejam perdidos. Essa abordagem valoriza o diálogo social e a negociação coletiva como ferramentas para melhorar as condições de trabalho no campo.





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Santa Catarina inicia entrega de 29,2 toneladas de alimentos



Os produtos foram adquiridos por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)




Foto: Pixabay

Agricultores familiares de Santa Catarina começaram, nesta semana, a entregar 29,2 toneladas de alimentos a pessoas em situação de insegurança alimentar no estado. Os produtos que incluem frutas, verduras, legumes e panificados foram adquiridos pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade de Compra com Doação Simultânea (CDS). A ação é financiada pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), e tem como objetivo apoiar pequenos produtores e beneficiar cerca de 1.100 pessoas em instituições sociais de Palhoça e Florianópolis, conforme o informado pela Conab.

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Segundo a Conab, a operação conta com a participação de 13 agricultores do município de Rio Fortuna, que além de fornecerem os alimentos, são responsáveis pela distribuição. Para esta ação, o governo investiu aproximadamente R$ 195 mil.

O Programa de Aquisição de Alimentos visa fortalecer a agricultura familiar, promovendo inclusão econômica e social por meio do incentivo à produção sustentável, processamento de alimentos e geração de renda. A iniciativa também busca valorizar os produtos da agricultura familiar e fomentar o consumo de alimentos saudáveis e regionais.





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Europa lidera mercado de biológicos agrícolas


A União Europeia (UE), junto aos Estados Unidos, lidera a revolução dos produtos biológicos agrícolas, influenciando o mercado global de biocontrole e bioestimulantes. Embora América Latina e Ásia-Pacífico estejam ganhando força, a UE permanece à frente em inovação. Richard Jones, da DunhamTrimmer, entrevistou Mark Trimmer e Manel Cervera, executivos da empresa, para entender o sucesso e os desafios enfrentados nesse mercado.

Segundo Cervera, a demanda europeia por produtos agrícolas com menos químicos impulsiona o biocontrole. Supermercados adotaram padrões rigorosos de resíduos em produtos frescos, em resposta às expectativas dos consumidores. Esses “padrões secundários” exigem limites de resíduos de pesticidas bem abaixo dos padrões regulamentares, favorecendo produtos de biocontrole que, em geral, não deixam resíduos. Além disso, políticas ambientais e de saúde pública na UE, que restringem o uso de pesticidas convencionais, também aumentam a procura por alternativas biológicas.

Para Trimmer, no entanto, o processo regulatório europeu é um obstáculo ao desenvolvimento de produtos microbianos. Diferente dos EUA, onde a EPA possui diretrizes específicas para biopesticidas, a UE adota um sistema regulatório voltado a produtos químicos. Isso torna o lançamento de novos produtos biológicos mais lento e complexo. Trimmer acredita que, caso a UE simplifique esse processo, o mercado de biocontrole poderá expandir-se significativamente.

Quanto ao segmento de bioestimulantes, Cervera destaca o potencial crescente para produtos que melhorem a eficiência do uso de nutrientes, atendendo às necessidades do mercado europeu por produtos de qualidade. Apesar dos desafios regulatórios, algumas empresas inovam com moléculas bioestimulantes específicas, visando maior eficácia e previsibilidade nos resultados. A UE já incluiu bioestimulantes em sua regulamentação de fertilizantes, um passo importante para o avanço desse mercado, embora desafios, como o risco de comoditização e replicabilidade dos resultados em culturas de grande escala, ainda existam.

Em conclusão, a UE tem um papel pioneiro no avanço dos produtos biológicos agrícolas, mas enfrenta desafios regulatórios que atrasam a inovação. A expectativa é de que, com ajustes na legislação, o setor possa crescer ainda mais, sobretudo nos segmentos de biocontrole e bioestimulantes, ampliando as alternativas sustentáveis para a agricultura na região.

 





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preço médio do milho registra alta



Preço médio impulsionou o crescimento nas vendas




Foto: Pixabay

Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), a comercialização do milho da safra 2023/24 atingiu 85,79% da produção até outubro de 2024 na Mato Grosso, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA). Este resultado indica um progresso de 6,60 pontos percentuais em comparação com setembro e um crescimento de 9,01 pontos percentuais em relação ao mesmo período da safra 2022/23. Mesmo com o avanço, as vendas ainda estão 3,12 pontos percentuais abaixo da média das cinco últimas safras.

A alta de 15,51% no preço médio impulsionou o crescimento nas vendas, que alcançou R$ 50,67 por saca no término de outubro.

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Em relação à safra 2024/25, as negociações chegaram a 20,87% da produção estimada em outubro, o que representa um avanço de 5,33 pontos percentuais sobre o mês anterior. Esse incremento foi favorecido pela valorização dos preços e pela necessidade dos produtores de garantir custos de insumos para o próximo ciclo. O preço médio do milho comercializado ficou em R$ 42,62 por saca, representando uma valorização de 4,03% em comparação a setembro.





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Países questionam subsídios da Índia ao trigo e arroz na OMC



Segundo as regras da OMC, a Índia deve limitar seus subsídios



Segundo as regras da OMC, a Índia deve limitar seus subsídios
Segundo as regras da OMC, a Índia deve limitar seus subsídios – Foto: Divulgação

Estados Unidos, Argentina, Austrália, Canadá e Ucrânia apresentaram uma contranotificação à Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre os subsídios da Índia para trigo e arroz. A medida, liderada pelos EUA, aponta a falta de transparência do governo indiano sobre o real nível de apoio dado a esses produtos.

Segundo as regras da OMC, a Índia deve limitar seus subsídios a 10% do valor total da produção agrícola. No entanto, a contranotificação, que cobre os anos de comercialização de 2021-22 e 2022-23, alega, com base nos dados do próprio governo indiano, que o país excedeu esse limite. Programas de apoio ao trigo incentivam a superprodução, desencorajando o cultivo de outras culturas e resultando em grandes estoques públicos. Eventualmente, o governo indiano libera esse excesso no mercado internacional, causando distorções e prejudicando agricultores de países exportadores.

Vince Peterson, presidente da US Wheat Associates, elogiou o trabalho dos EUA e dos outros países em evidenciar essa distorção comercial. Segundo ele, o governo indiano continua fora de conformidade e sua insistência nos níveis altos de subsídios impede avanços nas negociações agrícolas da OMC.

Os agricultores dos Estados Unidos entendem a importância de apoiar os produtores quando necessário. No entanto, a abordagem da Índia está incorreta, e é fundamental que eles honrem seus compromissos”, ressaltou.

Esta é a terceira contra-notificação dos EUA contra os subsídios indianos. A primeira foi em 2018 e a segunda, em 2023, teve apoio de Austrália, Canadá, Paraguai, Tailândia e Ucrânia. Segundo Bobby Hanks, da USA Rice, a pressão de outros países pode levar a um possível processo de resolução de disputas contra a Índia na OMC.

 





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Vice-chair do Fed diz que corte de juros tem como objetivo manter o mercado…


Logotipo Reuters

(Reuters) – O vice-chair do Federal Reserve, Philip Jefferson, disse na terça-feira que o corte de 50 pontos básicos na taxa de juros pelo banco central dos Estados Unidos no mês passado teve como objetivo manter o mercado de trabalho forte, mesmo que a inflação continue a diminuir.

“O Fomc ganhou mais confiança de que a inflação está se movendo de forma sustentável em direção à nossa meta de 2%”, disse Jefferson, referindo-se ao Comitê Federal de Mercado Aberto, do qual ele é membro.

“Para manter a força do mercado de trabalho, meus pares do Fomc e eu recalibramos nossa postura de política monetária no mês passado.”

O corte de 50 pontos-base nos juros na reunião de 17 e 18 de setembro do Fed foi maior do que muitos analistas esperavam. Em comentários preparados para evento do Davidson College, na Carolina do Norte, Jefferson explicou o raciocínio por trás da decisão praticamente nos mesmos termos em que o chair do Fed, Jerome Powell, o fez – como uma tentativa de manter a economia saudável, sem deixar de combater a inflação.

“A atividade econômica continua a crescer em um ritmo sólido. A inflação diminuiu substancialmente. O mercado de trabalho esfriou em relação ao seu estado anteriormente superaquecido”, disse Jefferson.

A inflação segundo a medida visada pelo Fed, a variação anual do índice PCE, foi de 2,2% em agosto, “muito mais próxima” da meta de 2% do Fed do que há dois anos, quando era de 6,5%, disse Jefferson.

“Espero que continuemos a progredir em direção a essa meta.”

Enquanto isso, o desemprego está em 4,1%, um aumento “limitado” em relação aos 3,8% de um ano atrás, disse Jefferson. No entanto, o crescimento do emprego diminuiu. “O esfriamento do mercado de trabalho é perceptível”, disse ele.

Em uma linguagem que ecoou o comunicado pós-reunião do Fed no mês passado, Jefferson disse que observará os dados, as perspectivas e o equilíbrio dos riscos ao considerar novos cortes nos juros.

“Minha abordagem para a formulação da política monetária é tomar decisões reunião a reunião”, disse Jefferson. “À medida que a economia evolui, continuarei a atualizar meu pensamento para melhor promover o emprego máximo e a estabilidade de preços.”

(Reportagem de Ann Saphir)





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Mercado de açúcar inicia semana em queda


De acordo com os dados da União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros do açúcar abriram a semana em queda nas bolsas internacionais, com investidores aguardando o balanço da safra da segunda quinzena de outubro. A União da Indústria de Cana-de-açúcar e Bioenergia (Unica) divulgará os dados ao final da manhã desta terça-feira, o que deve trazer mais clareza ao mercado sobre os impactos recentes no setor.

A estimativa da S&P Global Commodity Insights sugere uma possível queda de 28,3% na produção de açúcar durante o período, devido às chuvas intensas na região Centro-Sul do Brasil, responsável por mais de 90% da produção nacional.

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Segundo a UDOP, na ICE Futures, de Nova York, o contrato de açúcar bruto para março de 2025 encerrou o dia a 21,36 centavos de dólar por libra-peso, uma queda de 2,1% ou 46 pontos em relação ao fechamento anterior. O contrato para maio de 2025 recuou 44 pontos, cotado a 19,95 cts/lb, com demais contratos oscilando entre 21 e 42 pontos negativos. Já na ICE Futures Europe, de Londres, o açúcar branco também registrou queda em todos os contratos, com o lote de dezembro de 2024 cotado a US$ 551,80 por tonelada, recuo de 4,80 dólares (0,9%) frente aos valores de sexta-feira. O contrato para março de 2025 caiu 7,90 dólares, fechando a US$ 561,30.

Por outro lado, o mercado interno apresentou leve alta. O Indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal registrou uma valorização de 0,18% na segunda-feira (11), com a saca de 50 quilos negociada a R$ 166,76, acumulando alta de 1,81% em novembro, conforme divulgou a Udop.





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