quarta-feira, abril 15, 2026

Política & Agro

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Goiás ajusta prazos de projeto para agroindústrias



O projeto tem o objetivo capacitar agroindústrias que produzem itens de origem animal




Foto: Divulgação

O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), anunciou a retificação do edital de chamamento público para o Projeto de Promoção da Melhoria da Qualidade das Agroindústrias do Estado. A alteração, publicada no Diário Oficial do Estado (DOEGO) na quinta-feira (14), estende o período de cadastramento e ajusta o cronograma de execução das atividades previstas.

Com a nova redação, o prazo para os empreendedores interessados preencherem o formulário padrão de cadastro foi ampliado para 30 dias, contados a partir de 4 de novembro de 2024, data de publicação do edital no DOEGO. Assim, as inscrições seguem abertas até o próximo dia 4 de dezembro de 2024, confome informado pela Seapa.

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De acordo com a Secretaria de Agricultura, a cronograma atualizado define que a classificação das agroindústrias de pequeno porte e o período para apresentação de recursos serão realizados ainda em dezembro. Já a aprovação dos empreendedores e o início da consultoria técnica estão programados para janeiro de 2025.

O projeto, que conta com a parceria do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), tem como objetivo capacitar agroindústrias que produzem itens de origem animal. A iniciativa busca estimular boas práticas de produção, oferecer treinamento técnico e promover o acesso a tecnologias adequadas, contribuindo para a melhoria da qualidade e competitividade dos produtos goianos no mercado.





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cana-de-Açúcar alcança aumento nos rendimentos



Cana ganha espaço na alimentação animal no RS




Foto: Canva

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (14), os produtores de cana-de-açúcar na região administrativa de Santa Rosa seguem com a colheita, especialmente para abastecer agroindústrias que produzem melado, açúcar mascavo e cachaça.

A área cultivada na região totaliza 2.234 hectares, com uma produtividade média inicial estimada em 55 toneladas por hectare (t/ha). No entanto, as variedades de ciclo médio em colheita estão registrando rendimentos superiores, entre 55 e 60 t/ha, refletindo a maturidade das plantas e o clima favorável.

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De acordo com o informativo,  rendimento na produção de melado e açúcar apresentou aumento, beneficiando diretamente as agroindústrias locais. Além disso, a cana tem sido vendida para alimentação animal, uso em mudas e para processamento industrial.

As áreas plantadas nesta safra continuam em bom desenvolvimento, impulsionando a expectativa de manter a qualidade da colheita nos próximos períodos. O preço médio recebido pelos produtores da região está em R$ 124,61 por tonelada, conforme os dados da Emater/RS.





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ajustes positivos no boi gordo e “boi China”



A pressão de alta nas praças pecuárias paulistas seguiu firme




Foto: Pixabay

A pressão de alta nas praças pecuárias paulistas seguiu firme nesta quarta-feira, com novos reajustes positivos para todas as categorias de bovinos. O valor da arroba do boi gordo subiu R$3,00, enquanto a vaca teve alta de R$5,00 e a novilha de R$10,00/@.

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A arroba do “boi China” também registrou elevação, com aumento de R$5,00/@. Apesar de negócios esporádicos apontarem valores de até R$350,00/@, essa cotação ainda não foi consolidada como nova referência de mercado.

Outras Regiões

  • Acre: Apesar de a oferta de bovinos ser limitada, os preços mantiveram-se estáveis na comparação diária.
  • Noroeste do Paraná: Após dois dias de alta na cotação do “boi China”, os preços se estabilizaram para machos e vacas, com a novilha registrando um aumento de R$3,00/@.
  • Alagoas: Em análise diária, os preços se mantiveram inalterados para todas as categorias. As escalas de abate ficaram na média para sete dias.






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Milho avança com baixa na produtividade dos EUA



No Brasil, a Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) registrou um movimento mais tímid



Esses movimentos destacam a sensibilidade do mercado de grãos
Esses movimentos destacam a sensibilidade do mercado de grãos – Foto: Sheila Flores

Segundo a StoneX, a semana foi de valorização para os futuros de milho, principalmente nos Estados Unidos. O mercado se beneficiou de fatores diversos, como o resultado das eleições americanas, decisões de política monetária do Federal Reserve e o Relatório de Oferta e Demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos EUA). Essas influências contribuíram para a alta de 3,5% no vencimento de março de 2025 na Bolsa de Chicago, que encerrou a semana cotado a US$444,25 por bushel.

Nesse cenário, o relatório afirma que um dos pontos centrais para a sustentação dos preços foi a revisão para baixo nas estimativas de produtividade da safra de milho dos EUA, em meio a uma demanda que segue em bom ritmo. O fortalecimento do dólar, após a vitória de Donald Trump, adicionou certa pressão às commodities norte-americanas, mas a expectativa de menor produção ajudou a compensar esse efeito, mantendo o milho em alta.

No Brasil, a Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) registrou um movimento mais tímido, já que o dólar forte também limitou os ganhos no mercado interno. Os contratos de milho para janeiro de 2025 encerraram a semana a R$76,82 por saca, registrando uma alta de apenas 0,1% no período, bem abaixo da valorização observada em Chicago.

Esses movimentos destacam a sensibilidade do mercado de grãos às variáveis internacionais, como a política monetária dos EUA e a relação entre oferta e demanda, que impactam diretamente a formação de preços e a competitividade das commodities agrícolas. As informações foram divulgadas no último relatório produzido pela StoneX.

 





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Óleos vegetais registram forte alta



A expectativa é de que a demanda pelo óleo de soja produzido nos Estados Unidos aumen



A expectativa é de que a demanda pelo óleo de soja produzido nos Estados Unidos aumente
A expectativa é de que a demanda pelo óleo de soja produzido nos Estados Unidos aumente – Foto: United Soybean Board

Segundo informações da StoneX, o mercado de óleos vegetais registrou uma valorização significativa na última semana, com o óleo de soja alcançando um aumento de 5,3%, encerrando o período a US¢ 48,8/lb. O movimento de alta teve início na quarta-feira (6), logo após a confirmação da reeleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos.

Com a vitória de Trump, surgem especulações sobre possíveis mudanças nas políticas de biocombustíveis, que no médio e longo prazo podem perder incentivos e ver o ritmo de crescimento afetado. Entretanto, no curto prazo, o maior receio é a adoção de uma postura protecionista, especialmente em relação à China.

A expectativa é de que a demanda pelo óleo de soja produzido nos Estados Unidos aumente no próximo ano, devido à perspectiva de medidas que favoreçam o consumo interno. A situação gerou reações no mercado, com traders avaliando o possível impacto dessas políticas sobre as exportações. Além disso, a atualização recente do USDA reforçou a tendência altista para o complexo de soja, influenciando tanto o mercado de óleos vegetais quanto o de soja em grão.

Essas incertezas e expectativas no mercado impulsionaram os preços, à medida que os investidores tentam antecipar as consequências das políticas do governo reeleito. As variações nas cotações indicam um cenário de volatilidade, com previsões de ajustes de oferta e demanda para o próximo ano, o que pode consolidar a posição dos óleos vegetais como ativos de interesse estratégico nos Estados Unidos.

Por fim, a conjuntura altista também reflete a busca por estratégias de valorização no setor de óleos vegetais, impulsionada por fatores políticos e econômicos que moldam o ambiente de negócios internacional.

 





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chuvas desiguais influenciam semeadura de soja


O Informativo Conjuntural, publicado nesta quinta-feira (14/11) pela Emater/RS-Ascar, revelou um avanço na semeadura da soja no Rio Grande do Sul, que subiu de 23% para 40% da área projetada. Em algumas regiões, especialmente no Noroeste e na Fronteira Oeste, a redução das chuvas no início de novembro reduziu a umidade do solo, dificultando o plantio seguro, especialmente após o dia 7 de novembro.

No Estado como um todo, o clima favoreceu o cultivo, com condições ideais para a semeadura mecânica, germinação e emergência das plantas. A preservação da cobertura de palha no solo tem sido um benefício adicional, promovendo uma deposição de sementes mais uniforme.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Na região de Bagé, na Fronteira Oeste, a ausência de chuvas e o aumento das temperaturas forçaram produtores a interromper ou desacelerar o plantio, enquanto algumas propriedades de maior porte seguiram o processo. Na região da Campanha, a baixa precipitação facilitou a entrada de maquinário e o replantio em áreas afetadas por chuvas anteriores.

Em Dom Pedrito, o plantio alcançou 35% da área estimada. Na região de Caxias do Sul, a semeadura avançou rapidamente, com germinação uniforme. Já em Erechim, 80% da área projetada foi plantada, com boa emergência e desenvolvimento vegetativo. A região de Frederico Westphalen registrou avanço, atingindo 40% da área.

Em Ijuí, a semeadura seguiu o ritmo das chuvas, alcançando 45% da área. Contudo, em localidades com menos precipitação, surgiram desafios no plantio devido à formação de torrões. Em Passo Fundo, 40% da área foi semeada, mas a diminuição das chuvas reduziu o teor de umidade e o ritmo de plantio.

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Na região de Santa Maria, a área semeada também se aproximou de 40%. Em Pelotas, chuvas nos dias 6 e 7 de novembro interromperam o plantio, que foi retomado em áreas com baixos volumes de precipitação. Em Santa Rosa, o plantio avançou 4%, alcançando 27% da área projetada, mas segue lento em áreas menores que aguardam chuvas para retomar o processo. Na região de Soledade, 45% da área projetada foi semeada antes de a umidade se tornar um obstáculo, mas, até o momento, o clima permanece favorável para o desenvolvimento das plantas.

Segundo a Emater/RS-Ascar, o valor médio da saca de 60 kg de soja registrou um leve aumento de 0,14% na última semana, passando de R$ 129,23 para R$ 129,41.





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Produção de trigo aponta queda de 36% no Paraná



Colheita de trigo está praticamente concluída




Foto: Seane Lennon

De acordo com o Boletim de Conjuntura Agropecuária, divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) nesta quinta-feira (14), a colheita de trigo está praticamente concluída no Paraná, restando apenas 2% da área a ser colhida. Esse percentual corresponde a aproximadamente 25 mil hectares dos 1,15 milhão de hectares plantados no estado em 2024. Com base na estimativa de safra de outubro, a produção deve atingir cerca de 2,3 milhões de toneladas, uma queda de 36% em relação às 3,8 milhões de toneladas colhidas em 2023.

Nas últimas semanas, os rendimentos médios se aproximaram do esperado, mas o volume colhido foi modesto, com avanço de apenas 3 pontos percentuais, passando de 95% para 98% da área. Esses resultados, embora positivos, não serão suficientes para reverter o cenário de perdas que impactou a safra de 2024.

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Com a queda na produção estadual, as importações de trigo pelo Paraná devem se manter em alta em 2025. Durante os meses de agosto e setembro de 2024, período de colheita no estado, foram importadas 194 mil toneladas de trigo — volume dez vezes maior que o registrado no mesmo período de 2023, que foi de 19,6 mil toneladas. A maior parte do trigo importado vem do Paraguai, seguido pela Argentina, que, desde 2018, têm suprido a demanda paranaense.

Além disso, o déficit de trigo no Paraná pode ser parcialmente atendido por outros estados, especialmente o Rio Grande do Sul, que já colheu mais da metade de sua safra, com resultados superiores aos do Paraná em volume e qualidade.





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Mercado do açúcar fecha em baixa


De acordo com os dados da União Nacional da Bioenergia (Udop), nesta quarta-feira (13), os contratos futuros de açúcar registraram quedas nas principais bolsas internacionais, influenciados pela alta do índice do dólar, segundo analistas consultados pela Reuters. O contrato de março/25 na ICE Futures de Nova York fechou em 21,17 centavos de dólar por libra-peso, queda de 18 pontos ou 0,8% em comparação ao dia anterior. Já o contrato de maio/25 caiu 20 pontos, sendo negociado a 19,73 centavos de dólar por libra-peso. Outros contratos tiveram quedas entre 10 e 16 pontos.

Segundo a UDOP, na bolsa ICE Futures Europe, em Londres, o contrato para dezembro/24 foi negociado a US$ 538,20 a tonelada, recuando US$ 4,80 em relação ao valor anterior. O contrato para março/25 registrou queda de US$ 7,60, fixando-se em US$ 549,30 a tonelada. Outras posições apresentaram recuos entre US$ 2,80 e US$ 5,70.

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No Brasil, as cotações do açúcar cristal também registraram queda, conforme dados do Indicador Cepea/Esalq da USP. A saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 167,19, ante R$ 167,53 do dia anterior, apresentando uma leve desvalorização de 0,20%.

Em contraste com o açúcar, o etanol hidratado manteve uma tendência de alta pelo sexto dia consecutivo, de acordo com o Indicador Diário Paulínia. Nesta quarta-feira, o biocombustível foi negociado pelas usinas a R$ 2.758,00 por metro cúbico, contra R$ 2.737,50 do dia anterior, representando uma valorização de 0,75%. No acumulado de novembro, o indicador já soma um aumento de 1,92%, conforme divulgou a Udop.





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Rússia diz que a colheita deste ano é de cerca de 85 milhões de toneladas de…


Logotipo Reuters

MOSCOU, 8 de outubro (Reuters) – A Rússia, maior exportadora mundial de trigo, colheu até agora cerca de 85 milhões de toneladas métricas de trigo e 120 milhões de toneladas de grãos em peso bruto de 90% da área semeada, disse a ministra da Agricultura, Oksana Lut, na terça-feira.

A Rússia previu oficialmente a colheita de grãos deste ano em 132 milhões de toneladas, uma queda de 11% em relação aos 148 milhões de toneladas em 2023 e uma queda de 16% em relação ao recorde de 158 milhões de toneladas em 2022.

No entanto, após o mau tempo, variando de geadas no início da primavera até seca e chuva, atingir muitas regiões produtoras de grãos, a previsão está definida para uma revisão para baixo. A consultoria IKAR prevê a colheita de grãos deste ano em 124,5 milhões de toneladas.

Em comentários postados no canal Telegram do ministério, Lut disse que a qualidade do grão colhido foi melhor do que no ano passado. O ministério previu até agora que a colheita de trigo ficará entre 94 e 86 milhões de toneladas.

A Rússia colheu 92,8 milhões de toneladas de trigo no ano passado e um recorde de 104,2 milhões de toneladas em 2022 em peso limpo. O ministério da agricultura disse que anunciará sua estimativa final para a colheita deste ano em 10 de outubro.

Reportagem de Olga Popova, redação de Gleb Bryanski; edição de Barbara Lewis

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Produtores de mandioca celebram bons resultados



Colheita e bons preços marcam a mandioca na região de Santa Rosa




Foto: Canva

O Informativo Conjuntural, divulgado nesta quinta-feira (14/11) pela Emater/RS-Ascar, relatou o encerramento do plantio de mandioca na região administrativa de Santa Rosa. As novas mudas apresentam excelente desenvolvimento vegetativo, com boa brotação e estande de plantas. No momento, os agricultores realizam o controle de plantas invasoras por meio de capina manual.

Os valores pagos aos produtores por 25 kg de mandioca estão em torno de R$ 120,00, enquanto o quilo da mandioca lavada e não descascada é vendido ao consumidor a R$ 5,40. A mandioca descascada, direcionada ao mercado varejista, custa R$ 6,00/kg, e nas feiras e vendas diretas, os preços variam de R$ 7,00 a R$ 9,00/kg.

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Na região de Soledade, o plantio da mandioca foi concluído nas áreas de baixa altitude, enquanto em áreas mais altas o processo ainda está em finalização. Nessa região, o cultivo é geralmente voltado ao consumo próprio, com parte do excedente destinada às feiras.

Em municípios como Venâncio Aires e Mato Leitão, algumas lavouras enfrentam problemas com bacterioses, que têm gerado falhas nas plantações, possivelmente ligadas à qualidade das manivas plantadas. Em Mato Leitão, a caixa de 22 kg é vendida a R$ 25,00.





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