segunda-feira, abril 13, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Tecnologia e EPIs: aliados na segurança



A topografia é um exemplo de área transformada por inovações tecnológicas



“Vale ressaltar que essa modernização não acaba com a necessidade do uso de equipamentos de proteção individual"
“Vale ressaltar que essa modernização não acaba com a necessidade do uso de equipamentos de proteção individual” – Foto: Divulgação

A modernização tecnológica nas últimas décadas trouxe avanços significativos, simplificando processos burocráticos, automatizando atividades e promovendo maior precisão e agilidade no trabalho. Além disso, a digitalização de informações e o uso de sistemas de segurança têm protegido dados de pessoas, empresas e instituições.

Para Rogério Neves, CEO da CPE Tecnologia, esses avanços também impactam a segurança dos profissionais. Ele destaca que funções antes arriscadas estão sendo automatizadas, reduzindo a exposição dos trabalhadores a situações perigosas. Dados do Ministério Público do Trabalho (MPT) e do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostram que, em 2023, houve 500 mil acidentes de trabalho no Brasil, número inferior aos 612,9 mil registrados em 2022, movimento que pode estar relacionado ao uso crescente de tecnologias.

A topografia é um exemplo de área transformada por inovações tecnológicas. Recursos modernos permitem análises de terrenos, mapeamentos precisos em 3D e monitoramento remoto, otimizando a eficiência e a segurança das operações. Segundo Neves, ferramentas como essas são essenciais para tomadas de decisão mais assertivas, além de fomentar a modernização de profissões por meio de capacitações.

“Vale ressaltar que essa modernização não acaba com a necessidade do uso de equipamentos de proteção individual, os chamados EPIs. Além disso, é importante que sejam promovidos treinamentos constantes para evitar situações de risco. A tecnologia, sem dúvida, tem contribuído muito, mas os cuidados devem permanecer sempre. Com a inteligência artificial, podemos esperar por novidades em breve, não apenas na topografia, mas em variadas atividades econômicas, o que é fundamental para o desenvolvimento de um país”, conclui;

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Pressão e recuperação no mercado de açúcar



A recuperação na produção de açúcar branco nessas regiões tem pressionado



Esses fatores têm pressionado o mercado
Esses fatores têm pressionado o mercado – Foto: Divulgação

De acordo com uma análise da Hedgepoint Global Markets, o mercado de açúcar tem apresentado uma movimentação significativa nos preços, influenciada por fatores macroeconômicos globais. A correção nos preços do açúcar bruto foi impulsionada por um dólar forte e um real enfraquecido, além de chuvas no Centro-Sul do Brasil e volumes de moagem maiores que o esperado, conforme dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA). 

Esses fatores têm pressionado o mercado, especialmente com o aumento da produção de açúcar branco na Europa, Tailândia e Índia, que tem enfraquecido a demanda por açúcar bruto, principalmente do Brasil. O aumento da oferta nessas regiões reduziu o prêmio do açúcar branco, impactando negativamente o açúcar bruto.

A recuperação na produção de açúcar branco nessas regiões tem pressionado a competitividade do açúcar brasileiro, que vê sua demanda enfraquecida por conta da maior oferta internacional. No entanto, houve uma leve recuperação nos preços ao final da semana, quando uma entrega reduzida de açúcar branco ajudou a sustentar os preços do açúcar bruto. Na primeira sessão desta semana, os preços do açúcar bruto apresentaram uma leve alta, demonstrando sinais de recuperação após a pressão negativa.

Apesar das flutuações, a análise aponta que as restrições na oferta de açúcar no Brasil, somadas ao cenário macroeconômico global, podem ajudar a sustentar os preços no futuro próximo. O comportamento do mercado continuará a depender da dinâmica entre a oferta e a demanda, com foco nos próximos meses, quando a escassez brasileira pode oferecer suporte ao mercado de açúcar.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Primeiro ciclo de relatórios de emissões de GEE começa



Os inventários devem seguir metodologias internacionalmente reconhecidas



Os inventários devem seguir metodologias internacionalmente reconhecidas
Os inventários devem seguir metodologias internacionalmente reconhecidas – Foto: Divulgação

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) anunciou nesta terça-feira (19) o primeiro ciclo de submissão de inventários de emissões de gases de efeito estufa (GEE) no Sistema de Inventário Nacional de Emissões (SIRENE) Organizacionais. O lançamento ocorreu durante a COP29, em Baku, no Azerbaijão, destacando a plataforma como um instrumento de transparência e visibilidade das iniciativas brasileiras de Mensuração, Relato e Verificação (MRV) das emissões de GEE.

Até 13 de dezembro, organizações de todos os portes e setores poderão submeter seus inventários de forma voluntária, com a expectativa de enriquecer os dados utilizados para a definição de políticas públicas estratégicas. “Esta plataforma é pública, gratuita e uma grande contribuição para o aprofundamento da nossa base de dados”, afirmou Andrea Latgé, secretária de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI.

Os inventários devem seguir metodologias internacionalmente reconhecidas, como o Programa Brasileiro GHG Protocol ou a ABNT NBR ISO 14064. Além disso, devem cobrir gases como CO2, metano (CH4) e óxido nitroso (N2O), conforme as diretrizes do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC). Todos os relatórios precisam ser verificados por uma auditoria independente para garantir a precisão dos dados.

Após a submissão, os inventários passarão por uma verificação documental pelo MCTI. Apenas os inventários validados estarão disponíveis na área pública da plataforma. Para enviar os relatórios, os usuários devem acessar o SIRENE Organizacionais via gov.br, podendo optar por preencher os dados online ou em excel. As informações só serão visíveis após a validação.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Queda generalizada no preço da soja


Os preços da soja do estado do Rio Grande do Sul iniciaram a semana em queda, segundo informações da TF Agroeconômica. “R$ 143,00 para entrega em novembro, e pagamento 29/11, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 135,50 Cruz Alta – Pagamento em 29/11. R$ 135,50 Passo Fundo – Pagamento em 29/11. R$ 135,00 Ijuí – Pagamento em 29/11. R$ 134,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 29/11. Preços de pedra, em Panambi, caíram para R$ 125,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Santa Catarina registrou preços com queda média de R$ 3 a R$ 4 no porto de São Francisco. “Os preços apresentados para a soja no porto de São Francisco 2025, R$ 132,00 fev – pagamento 28/03, R$ 132,50 mar- pagamento 30/04, R$ 133,50 abr – pagamento 30/05, R$ 136,50 mai – pagamento 30/06, R$ 138,00 jun – pagamento 30/07. O preço no porto foi de R$ 143,00, Chapecó a R$ 135,50”, completa.

Preços em queda no começo da semana no estado do Paraná. “No porto, em Paranaguá, a saca CIF, com entrega em novembro e pagamento em dezembro, chegou a R$ 150, e produtor vendeu pequenos lotes. No interior, nos Campos Gerais, o preço da soja caiu no spot, o que inibiu acordos. Em Guarapuava, a saca de soja no FOB recuou R$ 2 para R$ 138, enquanto em Paranaguá a cotação cedeu R$ 1,50 para R$ 144,50, no CIF. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 134,00”, indica.

Enquanto isso, o mercado está parado no estado. “Segundo a Conab, o plantio no estado está em 85% da área pretendida, ante 79% da semana anterior e 80% do ano anterior. A Companhia ainda indicou que “em MS, as precipitações favoreceram a recomposição da umidade no solo, promovendo o desenvolvimento.” O Mato Grasso do Sul, junto com o Paraná é o terceiro estado mais adiantado no plantio de acordo com os dados da Conab. Em Dourados, comprador indicava R$ 137 por saca FOB, sem acordos”, informa.

No Mato Grosso do Sul, o plantio foi finalizado. “Em Rondonópolis, a saca FOB, com embarque em novembro, pagamento em dezembro, fechou cotada em R$ 135, sem registro de negócios. Em Dourados, comprador indicava R$ 144 por saca FOB, sem acordos. Campo Verde: R$ 142,50, Lucas do Rio Verde: R$ 142,50. Nova Mutum: R$ 142,50. Primavera do Leste: R$ 141,50. Rondonópolis: R$ 141,50. Sorriso: R$ 143,00”, conclui.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Milho em queda na B3


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o dólar e os números de exportação pressionaram e os contratos de milho fecham a segunda-feira em recuo, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A volta do feriado marcou um dia de negócios lentos nas praças físicas em todo o país, e diante da pressão do dólar, que alcançou uma máxima de R$ 58,00, mas fechou em retração a R$ 5,736 (-0,74%); viu-se um recuo de até 1,07% nos contratos de milho”, comenta.

“Também exerceu pressão os números divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior: segundo o órgão, o Brasil exportou, até a segunda semana do mês, 2,75 milhões de toneladas de milho, ou seja, apenas 37,1% do total exportado no mesmo período do ano passado, quando se embarcou mais de 7,4 milhões de toneladas”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em baixa no dia. “O vencimento de novembro/24 foi de R$ 74,59 apresentando alta de R$ 0,41 no dia, alta de R$ 0,15 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 73,80, baixa de R$ 0,81 no dia, baixa de R$ 3,79 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 74,61, baixa de R$ 0,31 no dia e baixa de R$ 2,64 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou em alta com compras de oportunidade pelos fundos. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em alta de 1,24 % ou $ 5,25 cents/bushel a $ 429,25. A cotação para março25, fechou em alta de 1,03 % ou $ 4,50 cents/bushel a $ 439,75”, informa.

“As cotações seguiram a mesma lógica de sexta-feira, subindo em sintonia com os demais grãos por recompra de posições vendidas pelos Fundos de Investimentos, que aproveitam os preços mais baixos”, conclui.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do milho segue lento


No mercado de milho do Rio Grande do Sul, pontualmente, o norte fez compra por necessidade, mas o ritmo permanece lento, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 73,00; Não-Me-Toque a R$ 74,00; Marau e Gaurama R$ 74;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 75,00 e Montenegro a R$ 77,00. Vendedores a partir de R$ 80,00 no FOB interior e R$ 82,00 CIF fábricas. Negócios pontuais em Palmeira das Missões e Erechim, onde 300 toneladas foram negociadas a R$ 75,00, e 500 toneladas rodaram a R$ 75,50, respectivamente, na entrega imediata”, comenta.

Em Santa Catarina, o produtor não vem à mesa de negócios. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 72,00 no interior e R$ 73,00/75,00 CIF fábricas.Negócios a R$ 75,00/76,00 no CIF meio oeste, em pelo menos 2 mil tons. Nas indicações, Chapecó a R$ 74,00; Campos Novos R$ 75,00; Rio do Sul a R$ 76,00; Videira R$ 73,00. Porto indicando R$ 67 outubro/R$ 69 novembro. Sem negócios neste retorno de feriado”, completa.

No Paraná a ferrovia continua indicando bons preços, mas o produtor recua. “No porto, indicações a R$ 68,00 nov/69,00 dez. No norte, indicações a R$ 67,00 (+1,00); Cascavel a R$ 68,00; Campos Gerais R$ 69,00; Guarapuava a R$ 70,00; Londrina R$ 71,00 (+1,00). Preços balcão no sudoeste e oeste aR$58,00, e norte a R$ 57,00. Produtores com pedidas apartir de R$ 77,00 no norte e oeste; e R$ 79,00 Campos Gerais. Negócios ao oeste, onde se pagou R$ 73,00 FOB por 2 mil toneladas, retirada imediata e pagamento em 30 dias”, indica.

Enquanto isso, os negócios se arrastam no estado. “Em Maracaju, indicações de R$53,00 (+1,00);Dourados aR$ 54,00 (+R$1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios em ritmo lento, com produtores iniciando pedidas a R$ 58,00 no FOB, e indicações nos portos a partir de R$ 60,00”, conclui

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Compradores de milho focados em dezembro



Na Argentina, a cautela predominou



Na Argentina, a cautela predominou
Na Argentina, a cautela predominou – Foto: Nadia Borges

O mercado de milho no Brasil segue com compradores focados em cotações para dezembro, enquanto vendedores ajustam suas pedidas. Segundo a TF Agroeconômica, os prêmios em Paranaguá apresentaram os seguintes números: para novembro, o prêmio de venda ficou em 108 (sV), com compra indicada como “Z” e base Z4; para dezembro, o prêmio foi de 110 (-31), com compra registrada em “sC (127)” também na base Z4. Não houve registros de prêmios para os meses de janeiro, fevereiro, julho e agosto, mantendo o foco nas negociações para o final do ano.  

Na China, o mercado de milho fechou em alta, com acréscimos de 22 CNY/t para contratos de janeiro e 18 CNY/t para março. O amido de milho também subiu 18 CNY/t e 16 CNY/t para os mesmos períodos, respectivamente. No entanto, os ovos apresentaram quedas de 16 CNY/500kg em novembro e 41 CNY/500kg em dezembro. Já as cotações de suínos tiveram uma dinâmica mista, com baixa de 475 CNY/t para novembro, mas alta de 50 CNY/t para janeiro.  

Na Argentina, a cautela predominou, mesmo com a recuperação observada na Bolsa de Chicago. Ofertas de compra para mercadorias contratuais mantiveram-se entre estáveis e baixistas, com preços em torno de A$ 180 mil/t e fixações próximas de A$ 175 mil/t. O preço MATBA para abril oscilou para US$ 186,20, abaixo dos US$ 186,60 do dia anterior, enquanto Chicago registrou US$ 164,96.  

Os movimentos refletem o impacto de diversos fatores locais e internacionais, incluindo ajustes na demanda chinesa, flutuações nos prêmios brasileiros e a reação do mercado argentino frente às incertezas. O cenário destaca a necessidade de monitoramento constante pelos agentes envolvidos na cadeia do milho.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de trigo segue lento no RS, SC e PR


Segundo a TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Rio Grande do Sul permanece com poucas transações. Os vendedores pedem valores que não fecham a conta para os moinhos, que têm priorizado carregar os volumes negociados anteriormente. As cotações continuam em R$ 1.250,00 no Planalto, R$ 1.220,00 a R$ 1.240,00 na região Celeiro e R$ 1.200,00 nas Missões. Moinhos fora do estado enfrentam barreiras como o ICMS, baixas vendas e problemas de qualidade do trigo gaúcho, como baixo índice de força (W), baixa estabilidade e queda de número de queda (FN).  

Em Santa Catarina, a colheita está avançando, mas as compras de trigo no RS continuam. Os preços pagos aos triticultores variam entre R$ 74,00/saca em Canoinhas e São Miguel do Oeste, R$ 72,00 em Chapecó, e R$ 78,00 em Xanxerê. Os lotes colhidos são oferecidos aos moinhos entre R$ 85 e R$ 90/saca, com preços CIF entre R$ 1.416,95/t e R$ 1.500/t.  

No Paraná, a menor produção obriga o estado a adquirir trigo importado, com cotações para trigo paraguaio em US$ 265 (R$ 1.518) CIF no norte e trigo argentino a R$ 1.500 CIF no oeste. Os preços no moinho giram em torno de R$ 1.450,00, enquanto os vendedores pedem R$ 1.500,00 FOB. A qualidade do trigo gaúcho exige cautela nas compras, e o preço médio do estado, apurado pelo Deral, recuou para R$ 77,12/saca, deixando o lucro médio do produtor em 9,34%.  

Com desafios nos três estados, o mercado de trigo reflete as dificuldades da safra, desde preços pressionados até a qualidade irregular, afetando a dinâmica de vendas e as estratégias de comercialização dos produtores e compradores.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Avicultura gaúcha retoma mercados após superação de caso isolado de Newcastle



Produção avícola do Rio Grande do Sul está entre as três maiores do Brasil




Foto: Divulgação

Após o encerramento oficial do caso isolado de Newcastle registrado em julho deste ano no município de Anta Gorda, no Rio Grande do Sul, e a comunicação das autoridades sanitárias brasileiras à Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA), alguns países suspenderam as restrições aos produtos avícolas gaúchos. Entre os mercados que retomaram as operações estão Rússia, África do Sul e Peru, fortalecendo o comércio internacional do setor.

De acordo com informações divulgadas pela Organização Avícola do RS (Asgav/Sipargs), a rápida solução do caso foi resultado do empenho conjunto de autoridades federais, estaduais e do setor privado. “Toda a dedicação dos envolvidos e a interação entre setor produtivo e autoridades de defesa sanitária e inspeção foram determinantes para a erradicação da doença e para demonstrar ao mundo a eficácia do nosso sistema”, afirmou José Eduardo dos Santos, presidente executivo da entidade.

A produção avícola do Rio Grande do Sul está entre as três maiores do Brasil e mantém uma longa trajetória de exportações para diversos mercados internacionais, consolidando a credibilidade da sua cadeia produtiva. Segundo a Asgav, a atuação conjunta com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) foi essencial para atender às exigências sanitárias e garantir o controle do caso.

O uso de protocolos rigorosos, ferramentas tecnológicas e o mapeamento preciso da área afetada permitiram ações rápidas e eficazes por parte dos órgãos oficiais. Agora, com a retirada dos embargos de alguns países, o setor avícola gaúcho aguarda o fim das restrições ainda mantidas por mercados como China, México e Chile.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Agritechnica 2025: inscrições abertas para expositores



Uma das novidades é o conceito “7 dias – 7 temas”



Uma das novidades é o conceito "7 dias - 7 temas"
Uma das novidades é o conceito “7 dias – 7 temas” – Foto: Andav

A Agritechnica 2025, maior feira mundial de máquinas agrícolas, acontecerá de 9 a 15 de novembro em Hanover, Alemanha. Com o tema “Touch Smart Efficiency”, o evento, organizado pela DLG (Sociedade Alemã de Agricultura), destacará sistemas agrícolas inovadores que utilizam tecnologias digitais para aumentar eficiência, sustentabilidade e produtividade. As inscrições para expositores começaram em 18 de novembro, oferecendo espaços em áreas como robótica, startups e pesquisa científica.  

Uma das novidades é o conceito “7 dias – 7 temas”, que organiza as atividades da feira para diferentes públicos. O Digital Farm Center, apresentado pela FarmRobotix, será o ponto central de tecnologias como drones, automação e agricultura de precisão. Além disso, o Campus Científico apresentará pesquisas acadêmicas, enquanto o Dealer Centre será um espaço exclusivo para concessionários, ideal para networking e troca de ideias sobre novas tendências do mercado.  

A última edição da Agritechnica contou com 2.776 expositores de 52 países e atraiu mais de 473 mil visitantes de 149 nações. Reconhecida como referência no setor, a feira foi avaliada positivamente por 90% do público. A edição 2025 continuará promovendo soluções práticas e interativas, como o programa “Workshop Live”, com demonstrações ao vivo de manutenção e otimização de máquinas agrícolas.  

Empresas interessadas podem se inscrever pelo site oficial do evento, que também traz informações detalhadas sobre áreas como o Drive Experience, onde visitantes poderão testar tecnologias de propulsão alternativa. A Agritechnica 2025 promete ser uma oportunidade imperdível para inovação e avanços no agronegócio global.

 





Source link