segunda-feira, abril 13, 2026

Política & Agro

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cotação retorna aos níveis de maio, aponta Cepea



Resistência inicial dos vendedores foi superada pela pressão compradora




Foto: Arquivo Agrolink

Os preços do arroz em casca registraram a maior queda semanal desde junho, retornando aos níveis nominais observados em maio deste ano. Segundo dados do boletim mais recente do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a retração no mercado spot é devido a saída de compradores e a oferta de valores mais baixos por parte dos poucos que permaneceram ativos.

Segundo pesquisadores do Cepea, a resistência inicial dos vendedores foi superada pela pressão compradora, em um cenário de disputas acirradas no mercado. Outro fator que contribuiu para a desvalorização foi o avanço no cultivo da nova safra, combinado com o anúncio de leilões de opções de venda do governo federal, com preços inferiores aos atuais.

 





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Mercado spot do algodão aquece, mas preços recuam



Demanda tem sido impulsionada por compradores




Foto: USDA

O mercado de algodão em pluma iniciou a segunda quinzena de novembro com movimentação no mercado spot. Conforme dados divulgados pelo boletim informativo do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a demanda tem sido impulsionada por compradores que buscam atender necessidades imediatas ou reforçar os estoques para o final do ano. No entanto, as cotações seguem em queda, influenciadas principalmente pela desvalorização no mercado externo.

Já em relação so cenário de produção, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) projeta um novo recorde para a safra 2024/25, com 3,704 milhões de toneladas de algodão em pluma, um aumento de 0,1% em relação à temporada anterior.

Apesar do leve crescimento no consumo interno, pesquisadores do Cepea destacam que o excedente deverá ser destinado ao mercado externo, mantendo as exportações em níveis recordes.





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excesso de oferta reduz preços da batata e cebola



Cenoura e alho mantêm estabilidade




Foto: Pixabay

O mais recente levantamento de preços realizado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), entre 4 e 15 de novembro, trouxe um cenário misto para os valores das hortaliças no entreposto de Contagem da CeasaMinas. Entre as principais mudanças, destacam-se elevações nos preços de alguns produtos e quedas em outros, refletindo as dinâmicas de oferta e demanda no mercado.

Entre as hortaliças analisadas, apenas o alho e a cenoura mantiveram preços estáveis durante o período. Já a abóbora moranga, abobrinha italiana e o tomate registraram aumento nas cotações:

Tomate: A alta foi motivada pelo fim da temporada de inverno nas regiões produtoras, o que impactou negativamente a oferta. Quedas influenciadas por maior oferta

Por outro lado, hortaliças como batata, cebola, chuchu, pimentão e quiabo apresentaram queda nos preços. Os fatores principais foram o excesso de oferta e condições climáticas favoráveis:

Batata: As fortes chuvas recentes nas regiões produtoras aumentaram a quantidade disponível no mercado, somadas ao início da colheita no Sul do país.

Cebola: A queda é atribuída à maior oferta de produtos de alta qualidade, favorecida pelo clima seco durante o período de desenvolvimento da hortaliça.

Os dados analisados abrangem apenas o período até 14 de novembro, já que o feriado do dia 15 interrompeu a coleta de preços na CeasaMinas.





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Cenário positivo para o milho


Segundo a Análise do Especialista divulgada pela Grão Direto nesta segunda-feira (18), na última semana, a região Sul do Brasil teve condições climáticas favoráveis para o milho da primeira safra, com boa umidade no solo, permitindo o avanço do plantio. Apesar da pressão dos preços em Chicago, os valores domésticos do milho no Brasil apresentaram certa resistência. Isso ocorreu devido à desvalorização do real frente ao dólar, que oferece suporte aos preços internos, e ao ritmo lento da comercialização pelos produtores.

O desenvolvimento acelerado da safra brasileira de soja e a recente alta nos preços do milho estão levando o mercado a rever suas projeções para o plantio da segunda safra do cereal em 2024/25. Inicialmente, esperava-se uma redução na área plantada devido às cotações desvalorizadas, mas a recuperação nos preços pode reverter essa tendência, especialmente nas regiões sulistas.

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De acordo com a análise, as cotações do milho registraram disparadas no mercado disponível e uma boa recuperação no futuro, mudando o panorama que se desenhava há dois meses. Com a janela ideal de plantio prevista para grande parte do país e sem sinais de aumento expressivo nos custos de produção, as expectativas são de um bom desempenho em volume para a segunda safra do cereal.

De acordo com estimativas iniciais, a área plantada para a safra 2024/25 seria de 3,756 milhões de hectares, o que representaria uma redução de 5,2% em relação à safra anterior. Essa retração era atribuída às baixas cotações do milho, que levaram muitos agricultores a optarem por outras culturas mais rentáveis. Contudo, o recente aumento nos preços pode levar a uma ampliação da área plantada, sobretudo no Sul do país.

A demanda doméstica continua sendo o principal fator de sustentação dos preços no mercado físico. A valorização do boi gordo e os aumentos nos preços da carne suína e de aves são os grandes propulsores dessa tendência.

Apesar de uma breve queda nos preços na última semana, o cenário geral permanece positivo para o milho no Brasil, com expectativas de uma nova semana favorável ao cereal, conforme a análise da Grão Direto.





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Soja fecha em baixa em Chicago


As cotações da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram o dia em baixa nesta terça-feira, pressionadas pelo avanço do plantio no Brasil e pelas condições climáticas favoráveis em diversas regiões da América Latina. De acordo com o último relatório da Conab, o plantio da safra brasileira alcançou 73,8% da área planejada, superando os 65,4% registrados no mesmo período do ano passado.

Esse progresso representa uma mudança significativa, de atraso para adiantamento na semeadura, o que aumenta as expectativas de uma safra abundante. Além disso, a Abiove estimou um aumento de 9,4% no volume colhido para a temporada 2024/25, reforçando a pressão sobre os preços.  

O contrato de soja para novembro de 2024, referência para a safra brasileira, registrou queda de 1,11%, ou $ -11,25 cents por bushel, encerrando o dia a $ 998,50. Já o contrato para janeiro de 2025 recuou 1,03%, ou $ -10,50 cents por bushel, finalizando a $ 1008,50. No segmento de derivados, o farelo de soja para dezembro caiu 0,59%, ou $ -1,7 por tonelada curta, fechando a $ 288,6. O óleo de soja para o mesmo mês apresentou retração de 1,49%, ou $ -0,68 por libra-peso, encerrando a $ 44,84.  

A retração nos preços reflete o impacto direto das boas condições de plantio e do clima favorável nas regiões produtoras. O ritmo acelerado de semeadura no Brasil reduz incertezas no mercado, enquanto as perspectivas de aumento na produção consolidam uma oferta robusta para a próxima temporada. Além disso, a regularidade das chuvas em áreas estratégicas tem garantido condições ideais para o desenvolvimento das lavouras, contribuindo para a pressão negativa sobre as cotações.  

O mercado permanece atento à evolução da safra brasileira e à situação climática na América Latina, fatores cruciais para as tendências de preços da soja. Caso as condições climáticas continuem favoráveis e o ritmo de plantio se mantenha acelerado, é provável que as cotações sigam pressionadas nas próximas semanas.

 





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Mercado de soja no Brasil: Atualização por estados



No Mato Grosso do Sul, a umidade melhorou



Em Santa Catarina, o plantio avançou significativamente
Em Santa Catarina, o plantio avançou significativamente – Foto: Nadia Borges

De acordo com informações da TF Agroeconômica, o plantio e os preços da soja no Brasil apresentaram variações significativas nos estados produtores nesta semana. No Rio Grande do Sul, o ritmo de plantio voltou a desacelerar, com preços no porto fixados em R$ 143,00 para entrega e pagamento em 29 de novembro. No interior, os valores oscilaram entre R$ 134,00 em Santa Rosa e São Luiz e R$ 135,50 em Cruz Alta e Passo Fundo. Em Panambi, os preços pagos ao produtor recuaram para R$ 125,00 a saca.

Em Santa Catarina, o plantio avançou significativamente, com 55% da área prevista já semeada, segundo a Epagri. As lavouras estão em fase vegetativa, com 99% em boas condições, favorecidas pelas chuvas regulares. No porto, a soja foi negociada a R$ 143,00, enquanto em Chapecó o valor ficou em R$ 135,50. No Paraná, as chuvas irregulares mantiveram o mercado cauteloso. No Porto de Paranaguá, a soja CIF foi indicada a R$ 142,00, com entrega e pagamento em dezembro. No interior, Cascavel registrou R$ 138,00 para retirada imediata e Ponta Grossa apresentou preços balcão de R$ 134,00.

No Mato Grosso do Sul, a umidade melhorou e o estado é o quarto mais avançado no plantio de soja nesta temporada. Em Dourados, o preço FOB foi indicado a R$ 137,00, mas sem acordos concretizados. Já o Mato Grosso segue como destaque nacional, com o segundo plantio mais adiantado. Em Primavera do Leste, a saca FOB com embarque imediato recuou R$ 2, para R$ 142,00, com baixa disposição de venda. Outras praças apresentaram valores como R$ 143,50 em Lucas do Rio Verde e Nova Mutum e R$ 141,50 em Rondonópolis e Campo Verde.





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Milho misto na B3: Entenda



O contrato de janeiro/25 fechou a R$ 72,92



Apesar do otimismo com a demanda, as cotações dos principais contratos futuros na B3 recuaram
Apesar do otimismo com a demanda, as cotações dos principais contratos futuros na B3 recuaram – Foto: Divulgação

Conforme dados da TF Agroeconômica, os contratos futuros de milho na B3 apresentaram fechamento misto nesta terça-feira (19), refletindo o avanço acelerado do plantio no Brasil e sinais de firme demanda interna e externa. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o plantio da primeira safra de milho já alcançou 52,4%, superando os 49% registrados no mesmo período do ano passado. Esse progresso, aliado à grande demanda interna e preços nacionais acima de Chicago e outras origens, projeta um aumento no volume disponível do grão no país.  

Outro fator positivo foi a reversão do atraso no plantio da soja, que abriu espaço para uma janela adequada ao plantio do milho safrinha, garantindo boas perspectivas para o próximo ciclo. No mercado externo, a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) revisou para cima a estimativa de exportações brasileiras de milho em novembro, de 5,37 milhões para 5,57 milhões de toneladas, embora o volume ainda fique ligeiramente abaixo das 5,66 milhões de toneladas exportadas em outubro.  

Apesar do otimismo com a demanda, as cotações dos principais contratos futuros na B3 recuaram. O contrato de janeiro/25 fechou a R$ 72,92, com baixa de R$ 0,88 no dia e acumulando queda de R$ 3,82 na semana. Já o vencimento março/25 encerrou a R$ 73,83, com queda diária de R$ 0,78 e semanal de R$ 2,90. O contrato de maio/25 também recuou, fechando a R$ 72,22, registrando baixas de R$ 0,45 no dia e R$ 1,67 na semana.  

O cenário reflete uma combinação de fatores: o avanço no plantio e a expectativa de oferta maior no Brasil pressionaram os contratos mais curtos, enquanto a firmeza na demanda, tanto doméstica quanto internacional, aponta para um mercado ainda aquecido no médio prazo. 

 





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negociações variam entre os estados


Segundo informações da TF Agroeconômica, o plantio de milho no Rio Grande do Sul avançou apenas 1% na última semana. No mercado, os preços mantiveram-se estáveis: Santa Rosa com R$ 73,00 a saca; Não-Me-Toque, R$ 74,00; Marau e Gaurama também a R$ 74,00; Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 75,00, enquanto Montenegro apresentou o maior valor, R$ 77,00. Vendedores pedem valores mais altos, começando em R$ 80,00 no FOB interior e R$ 82,00 CIF fábricas. Negociações pontuais ocorreram em Palmeira das Missões e Erechim, com 300 toneladas a R$ 75,00 e 500 toneladas a R$ 75,50 para entrega imediata.  

Em Santa Catarina, os produtores ainda evitam fechar negócios, com pedidas pelo menos R$ 2,00 acima das ofertas. Compradores indicaram preços de R$ 72,00 no interior e R$ 73,00 a R$ 75,00 CIF fábricas, enquanto transações de até 2 mil toneladas foram realizadas a R$ 75,00/76,00 no CIF meio-oeste. Chapecó teve indicações de R$ 74,00; Campos Novos, R$ 75,00; Rio do Sul, R$ 76,00; e Videira, R$ 73,00. No porto, os valores ficaram em R$ 67 para outubro e R$ 69 para novembro, sem novos negócios após o feriado.  

No Paraná, o plantio está praticamente concluído, conforme a Conab e o Deral. O mercado local registrou maior movimentação no oeste do estado, com a saca FOB negociada a R$ 70,00 no mercado spot, para embarque imediato e pagamento em 30 dias.  

No Mato Grosso do Sul, o Valor Bruto de Produção (VBP) apresentou queda de 10%, refletindo a lentidão nas negociações. Em Maracaju, os preços foram de R$ 53,00 (+R$ 1,00), Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00), Naviraí a R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciaram ofertas FOB a R$ 52,00, concentrando pedidas em R$ 55,00 no interior e R$ 58,00 no FOB, com indicações nos portos a partir de R$ 60,00.

 





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Capacidade de moagem de trigo diminui lucratividade?



No Paraná, a moagem cresceu 48.141 toneladas em 2023



O crescimento no número de moinhos, no entanto, intensificou a competição
O crescimento no número de moinhos, no entanto, intensificou a competição – Foto: Canva

De acordo com informações da TF Agroeconômica e dados divulgados pela Epagri-SC com base em levantamentos da ABITRIGO, o Brasil registrou um aumento na capacidade instalada de moagem de trigo em 2023. O número de moinhos passou de 144 para 147, mas essa expansão pode estar reduzindo a rentabilidade do setor. Enquanto estados como o Paraná e o Rio Grande do Sul apresentaram aumento na capacidade instalada e no volume de moagem, regiões como o Norte e Nordeste tiveram quedas no processamento, reforçando a concentração da atividade em estados do Sul do país.  

No Paraná, a moagem cresceu 48.141 toneladas em 2023, apesar da redução de um moinho. Já o Rio Grande do Sul registrou um aumento significativo de 230.966 toneladas, com a abertura de seis novos moinhos. Em Santa Catarina, a moagem subiu 26.702 toneladas, mantendo os 13 moinhos existentes. No entanto, estados como São Paulo e as regiões Norte e Nordeste apresentaram queda no volume de moagem, com retrações de 28.422 toneladas e 85.900 toneladas, respectivamente. O Brasil, no total, alcançou uma variação positiva de 250.888 toneladas em 2023, totalizando 12.816.808 toneladas.  

O crescimento no número de moinhos, no entanto, intensificou a competição no mercado, pressionando margens de lucro. Segundo análise da TF Agroeconômica, os novos entrantes e os grandes players têm adotado uma estratégia de redução de preços para consolidar participação de mercado. Essa disputa agressiva, descrita como uma “guerra suicida”, beneficia os compradores com maior poder de barganha, mas ameaça a sustentabilidade do setor.  

Diante desse cenário, especialistas sugerem que os moinhos adotem uma abordagem colaborativa para evitar margens negativas, relembrando o exemplo do setor de café nos anos 1980-1990, que superou desafios semelhantes. A busca por uma solução coletiva poderia não apenas restaurar a saúde financeira do setor, mas também fortalecer sua competitividade no longo prazo.

 





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Tecnologia e EPIs: aliados na segurança



A topografia é um exemplo de área transformada por inovações tecnológicas



“Vale ressaltar que essa modernização não acaba com a necessidade do uso de equipamentos de proteção individual"
“Vale ressaltar que essa modernização não acaba com a necessidade do uso de equipamentos de proteção individual” – Foto: Divulgação

A modernização tecnológica nas últimas décadas trouxe avanços significativos, simplificando processos burocráticos, automatizando atividades e promovendo maior precisão e agilidade no trabalho. Além disso, a digitalização de informações e o uso de sistemas de segurança têm protegido dados de pessoas, empresas e instituições.

Para Rogério Neves, CEO da CPE Tecnologia, esses avanços também impactam a segurança dos profissionais. Ele destaca que funções antes arriscadas estão sendo automatizadas, reduzindo a exposição dos trabalhadores a situações perigosas. Dados do Ministério Público do Trabalho (MPT) e do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostram que, em 2023, houve 500 mil acidentes de trabalho no Brasil, número inferior aos 612,9 mil registrados em 2022, movimento que pode estar relacionado ao uso crescente de tecnologias.

A topografia é um exemplo de área transformada por inovações tecnológicas. Recursos modernos permitem análises de terrenos, mapeamentos precisos em 3D e monitoramento remoto, otimizando a eficiência e a segurança das operações. Segundo Neves, ferramentas como essas são essenciais para tomadas de decisão mais assertivas, além de fomentar a modernização de profissões por meio de capacitações.

“Vale ressaltar que essa modernização não acaba com a necessidade do uso de equipamentos de proteção individual, os chamados EPIs. Além disso, é importante que sejam promovidos treinamentos constantes para evitar situações de risco. A tecnologia, sem dúvida, tem contribuído muito, mas os cuidados devem permanecer sempre. Com a inteligência artificial, podemos esperar por novidades em breve, não apenas na topografia, mas em variadas atividades econômicas, o que é fundamental para o desenvolvimento de um país”, conclui;

 





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