segunda-feira, abril 13, 2026

Política & Agro

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Chances de La Niña diminuem



Prado enfatiza que é essencial continuar monitorando as condições climáticas



Nos últimos 30 dias, foram registradas chuvas regulares em grande parte do Brasi
Nos últimos 30 dias, foram registradas chuvas regulares em grande parte do Brasi – Foto: NOAA

Conforme análise de Antonio Prado G. B. Neto, CEO da Pirecal e palestrante, baseada na última publicação da NOAA (National Oceanic & Atmospheric Administration), as chances de ocorrência do fenômeno La Niña para o período de outubro a dezembro diminuíram. Os dados, apresentados em sua coluna Café com Prado, mostram que a probabilidade, que já chegou a 80%, agora é de 57%. Esse cenário aponta para uma menor influência desse evento climático na safra 2024/2025. 

Nos últimos 30 dias, foram registradas chuvas regulares em grande parte do Brasil. Embora o início das precipitações tenha ocorrido com atraso, Prado destaca que, após começarem, as chuvas se estabeleceram de forma consistente, contribuindo para o planejamento das próximas safras agrícolas. Esse comportamento climático beneficia principalmente as regiões agrícolas que dependem de umidade adequada para o desenvolvimento das culturas.  

Prado enfatiza que é essencial continuar monitorando as condições climáticas para ajustar as previsões da safra 2024/2025. A calibração constante, com base nas informações atualizadas, é fundamental para mitigar riscos e otimizar as operações no campo.  

Essa análise reforça a importância de observar os indicadores climáticos com atenção, especialmente em períodos críticos para a agricultura brasileira. A regularização das chuvas traz alívio ao setor, mas os sinais do enfraquecimento da La Niña continuarão sendo avaliados nos próximos meses.

“A cada mês a probabilidade de uma La Nina fica mais distante. As chances que ja chegaram a 80% hoje estão em 57% para ocorrer entre outubro a dezembro.  O que estamos vendo nos últimos 30 dias, são chuvas regulares em grande parte do Brasil. Apesar das chuvas chegarem um pouco mais atrasada do que de costume, mas depois que chegou ficou”, escreveu.





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Safra recorde de grãos desafia logística e fretes no Brasil



Apesar do aumento da produção, o setor enfrenta desafios




Foto: Arquivo Agrolink

O mercado de fretes e a logística de escoamento ganham destaque no agronegócio, impulsionados pelo crescimento da produção de grãos projetado para a safra 2024/25. A estimativa é de 322,53 milhões de toneladas, um aumento de 8,2% em relação à safra anterior, conforme o Boletim Logístico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado na sexta-feira (22).

O avanço nas semeaduras, beneficiado por condições climáticas favoráveis, fortalece as culturas de soja e milho. Entretanto, o transporte dessa produção até os mercados internacionais exige um sistema logístico eficiente. Nesse contexto, os portos brasileiros, em especial os do Arco Norte, assumem papel estratégico. Em outubro de 2024, os portos dessa região responderam por 35,1% das exportações de grãos, superando os 33,9% registrados no mesmo período de 2023.

Apesar do aumento da produção, o setor enfrenta desafios. Em outubro, as exportações de soja caíram 22,9% em relação ao mês anterior, enquanto o acumulado do ano registrou 94,2 milhões de toneladas exportadas. Já o milho enfrenta uma redução de 34,1% nas estimativas da safra 2023/24, o que pode impactar a demanda por fretes no curto prazo, mas aumenta a pressão sobre a infraestrutura logística.

Além dos grãos, o transporte de fertilizantes também exige atenção. Em outubro de 2024, os portos brasileiros importaram 4,9 milhões de toneladas de fertilizantes, um aumento de 5,9% em comparação ao mês anterior. Esse crescimento reforça a necessidade de um transporte eficiente para garantir o abastecimento do setor agropecuário.





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Garantia para crédito a produtores afetados pela enchente



A iniciativa faz parte do conjunto de ações do BB para apoiar a recuperação do estado



O uso do FGO foi viabilizado pelo aporte de R$ 600 milhões realizado pelo Governo Federal
O uso do FGO foi viabilizado pelo aporte de R$ 600 milhões realizado pelo Governo Federal – Foto: Pixabay

O Banco do Brasil (BB) lançou uma solução inédita ao disponibilizar o Fundo de Garantia de Operações (FGO) para cobrir até 100% das contratações das linhas Pronaf Mais Alimentos e Pronamp Investimento. A medida é voltada a produtores rurais do Rio Grande do Sul que sofreram perdas materiais nas enchentes de maio de 2024, em municípios com estado de calamidade ou emergência reconhecidos pelo Governo Federal, com base na Medida Provisória 1.216, na Lei 14.981 e portarias correlatas.  

A iniciativa faz parte do conjunto de ações do BB para apoiar a recuperação do estado, que incluem ajuda humanitária, prorrogação de dívidas e concessão de crédito emergencial. Até agora, foram liberados R$ 1,1 bilhão em empréstimos com subvenção federal, beneficiando mais de 9 mil agricultores familiares e médios produtores. Além disso, no Plano Safra 2023/24, o BB já desembolsou mais de R$ 11 bilhões no RS, abrangendo linhas voltadas à cadeia produtiva do agronegócio e ao financiamento de títulos.  

O uso do FGO foi viabilizado pelo aporte de R$ 600 milhões realizado pelo Governo Federal, o que facilita a constituição de garantias e amplia o acesso ao crédito para produtores que enfrentam dificuldades financeiras. A iniciativa já gerou resultados, com as primeiras operações contratadas e grande aceitação pelos clientes.  

Segundo Luiz Gustavo Braz Lage, vice-presidente de agronegócios e agricultura familiar do BB, “essa solução inovadora de crédito rural amparado no fundo garantidor, já tendo sido contratadas as primeiras operações nesta modalidade, gerando ótima receptividade e satisfação pelos clientes. O FGO impulsiona o crédito e a atuação do BB no âmbito das ações governamentais de apoio, atendendo as demandas dos produtores rurais para desenvolver os investimentos necessários para a continuidade das atividades e dos negócios”. Mais informações podem ser obtidas nas agências do BB no estado.  

 





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Wall Street fecha em alta, enquanto Dow Jones e S&P 500 atingem picos em uma…


Logotipo Reuters

Por Abigail Summerville

(Reuters) – Os principais índices de Wall Street fecharam em alta em negociações voláteis nesta quinta-feira, com os índices Dow Jones e S&P 500 atingindo os maiores níveis em uma semana.

De acordo com dados preliminares, o S&P 500 ganhou 0,53%, para 5.948,48 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq teve variação positiva de 0,04%, para 18.974,23 pontos. O Dow Jones subiu 1,06%, para 43.869,31 pontos.

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Umidade insuficiente do solo impacta plantio de soja



Preço médio da soja tem leve recuo no Rio Grande do Sul




Foto: Divulgação

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (21), o ritmo de semeadura da soja foi diretamente impactado pela umidade do solo no Rio Grande do Sul, que apresentou variações em decorrência da distribuição irregular das chuvas no Estado. Até o momento, a área semeada corresponde a 50% do total projetado, estimado em 6.811.344 hectares.

Em regiões onde o solo apresentou níveis insuficientes de umidade, o plantio foi suspenso temporariamente. Nas localidades que receberam chuvas leves, os trabalhos continuaram com poucas interrupções. As áreas semeadas até o início de novembro mostram germinação uniforme e desenvolvimento inicial satisfatório, enquanto as semeadas mais recentemente apresentam emergência irregular, dependendo de precipitações para estabilizar o crescimento das plantas.

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Nas áreas mais secas, sementes depositadas fora da profundidade ideal não completaram o processo de embebição, mas não apresentam sinais de deterioração. A reposição hídrica é crucial para garantir a germinação e o bom desenvolvimento das lavouras.

A aplicação de herbicidas para o manejo pré-plantio e pré-emergente foi limitada em algumas áreas devido a ventos constantes e à baixa umidade relativa do ar durante períodos do dia. Mesmo assim, os produtores mantêm a expectativa de atingir uma produtividade média estimada em 3.179 kg/ha.

No mercado, o preço médio da saca de 60 quilos de soja apresentou leve queda de 0,42% na última semana, passando de R$ 129,41 para R$ 128,87, conforme o levantamento semanal de preços realizado pela Emater/RS-Ascar.





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Competição com soja e falta de estrutura freiam plantio de pinus


O cultivo de Pinus no Rio Grande do Sul está em um momento crítico, com estagnação na implantação de novas áreas e tendência de redução, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (21) pela Emater/RS-Ascar. Na região de Passo Fundo, o setor opera com a madeira remanescente de estoques limitados, enquanto alguns bosques continuam sendo comercializados para empresas de Santa Catarina.

Na região de Santa Maria, a área plantada em 2022 foi estimada pelo IBGE em 9.400 hectares, principalmente concentrada nos municípios de Cachoeira do Sul, São Francisco de Assis e São Vicente do Sul. O uso da madeira, destinado principalmente à produção de tábuas, ripas e itens de construção civil, é mais restrito que o do eucalipto, e a ausência de um polo madeireiro estruturado dificulta o processamento adequado do Pinus.

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Enquanto a colheita das áreas plantadas avança, o ritmo de novos plantios não acompanha a demanda. Mesmo com o surgimento de medidas legais menos restritivas para o licenciamento de projetos de silvicultura, a concorrência por terras destinadas à cultura da soja é um dos principais entraves para a retomada do plantio em maior escala.

Os preços da madeira de Pinus variam de acordo com o local e o diâmetro das toras. Em Cachoeira do Sul, o Pinus em pé na floresta com diâmetro entre 7 e 40 cm é vendido a R$ 50,00/m³, enquanto toras maiores, acima de 40 cm, podem atingir R$ 350,00/m³. Em Jaguari, as toras de diâmetro acima de 30 cm alcançam R$ 250,00/m³ na floresta e R$ 400,00/m³ quando entregues no pátio do consumidor.

Em Santiago, a madeira com diâmetros a partir de 15 cm tem preços de R$ 200,00/m³, mas toras maiores, acima de 30 cm, podem ultrapassar R$ 300,00/m³.





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Mercado do boi gordo encerra semana com alta



Semana foi marcada por altas nas cotações




Foto: Canva

Segundo dados da análise do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria, a semana finaliza com altas nas cotações do mercado bovino, impulsionadas pela oferta enxuta e pela demanda aquecida, especialmente para o boi China e as categorias de fêmeas. De acordo com análises, o boi comum registrou um acréscimo de R$2,00/@, enquanto a novilha teve uma alta de R$3,00/@. Já a vaca gorda manteve os preços estáveis. As escalas de abate, em grande parte das indústrias, ganharam alívio devido ao feriado, garantindo programação média para uma semana.

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No Norte do Mato Grosso, os preços do boi permaneceram estáveis, mas as fêmeas apresentaram um movimento de alta significativo: R$5,00/@ para vacas e novilhas. Já na região Sudoeste, o boi gordo teve incremento de R$2,00/@, enquanto as cotações de fêmeas permaneceram inalteradas. Nas regiões de Cuiabá e Sudeste de Mato Grosso, os preços seguiram estáveis para todas as categorias.

No Rio Grande do Sul, na região de Pelotas, houve altas pontuais: o boi gordo subiu R$0,10/kg, enquanto a novilha registrou aumento de R$0,20/kg. Já a vaca gorda manteve estabilidade nos preços. Na região Oeste do estado, todas as categorias apresentaram aumento. Tanto o boi gordo quanto a novilha gorda subiram R$0,10/kg, enquanto a vaca gorda registrou alta de R$0,20/kg, conforme apontou o informativo.





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Colheita do milho supera expectativa nos EUA



Colheita está quase concluída na China




Foto: Pixabay

A edição de novembro do relatório de monitoramento via satélite do Global Crop Monitor (GEOGLAM) revelou um cenário misto para a safra global de milho, com resultados variando entre rendimentos excepcionais a perdas causadas por condições climáticas adversas.

Nos Estados Unidos, a colheita avança em ritmo acelerado, com resultados excelentes na maior parte do país, exceto em áreas menores na Costa Leste. No Canadá, a colheita está concluída, com rendimentos acima da média nas províncias de Manitoba e Ontário.

Já na União Europeia, o clima quente e seco comprometeu a safra nos países do sudeste, enquanto na Ucrânia e na Federação Russa, os rendimentos também ficaram abaixo da média devido às mesmas condições climáticas.

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Na China, a colheita está quase concluída com boas condições gerais, e na Índia, a safra Kharif avança sob cenário favorável. No México, as chuvas de outubro apoiam o desenvolvimento da safra primavera-verão, mas a seca precoce ainda preocupa os produtores.

No Brasil, a semeadura da safra primavera (estação menor) segue sob condições favoráveis, embora com uma redução na área total semeada em comparação ao ano anterior. Na Argentina, as chuvas de outubro beneficiaram o plantio da safra precoce, que avança em ritmo positivo.

Na África do Sul, a semeadura do milho está atrasada devido ao início tardio das chuvas, o que pode impactar o desenvolvimento inicial da safra, conforme dados do relatório.





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Contratos de milho em queda na B3


De acordo com a TF Agroeconômica, os principais contratos de milho na B3 encerraram a quinta-feira (21) em queda, refletindo o baixo ritmo de exportações. Este cenário vem trazendo alívio ao mercado interno, que já está finalizando as compras para o final de ano, com foco no milho da primeira safra. Enquanto isso, o dólar registrou alta, alcançando uma máxima de R$ 5,834 durante o dia e fechando a R$ 5,811, um aumento de 0,75%.  

Os pregões de milho na B3 vêm mostrando desvalorização consecutiva. No fechamento de quinta-feira, o contrato para novembro/24 caiu R$ 0,54 no dia, encerrando a R$ 72,38, acumulando queda semanal de R$ 1,80. O contrato de janeiro/25 fechou a R$ 73,35, com redução de R$ 0,48 no dia e R$ 1,26 na semana. Já o vencimento de março/25 registrou queda de R$ 0,27 no dia, fechando a R$ 71,95, acumulando perda de R$ 2,97 na semana.  

A alta do dólar, que poderia impulsionar as exportações, não foi suficiente para reverter o cenário de baixa nos contratos futuros. O ritmo lento das exportações reflete a falta de competitividade do milho brasileiro frente aos concorrentes no mercado internacional, enquanto o mercado doméstico segue confortável com os estoques disponíveis.  

Os contratos futuros de milho em Chicago encerraram esta quinta-feira (21) em baixa, seguindo a tendência observada na soja e no trigo. O vencimento para dezembro/24, referência para a safra de inverno, caiu 0,81%, ou 3,50 cents/bushel, fechando a US$ 426,75. Já o contrato de março/25 recuou 0,85%, ou 3,75 cents/bushel, terminando o dia a US$ 436,25.

O ritmo de colheita nos Estados Unidos, já concluído, aliado ao avanço do plantio na América Latina, tem pressionado os preços. Apesar de um aumento de 13,65% nas vendas semanais para exportação, segundo o USDA, o volume de 1.494.600 toneladas, embora robusto, ficou próximo ao piso das expectativas do mercado.

 





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Mercado de milho segue lento


O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul segue lento, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 73,00; Não-Me-Toque a R$ 74,00; Marau e Gaurama R$ 74;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 75,00 e Montenegro a R$ 77,00. Vendedores a partir de R$ 80,00 no FOB interior e R$ 82,00 CIF fábricas. Negócios pontuais em Palmeira das Missões e Erechim, onde 300 toneladas foram negociadas a R$ 75,00, e 500 toneladas rodaram a R$ 75,50, respectivamente, na entrega imediata”, comenta.

Em Santa Catarina, o produtor não vem à mesa de negócios e o milho diferido está praticamente finalizado. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 72,00 no interior e R$ 73,00/75,00 CIF fábricas. Negócios aR$ 75,00/76,00 no CIF meio oeste, em pelo menos 2 mil tons. Nas indicações, Chapecó a R$ 74,00; Campos Novos R$ 75,00; Rio do Sul a R$ 76,00; Videira R$ 73,00. Porto indicando R$ 67 outubro/R$ 69 novembro. Sem negócios neste retorno de feriado”, completa.

No Paraná as tradings miram em vencimentos mais longos e praticamente não trabalham mais o dez/24. “No porto, indicações a R$ 68,00 nov/69,00 dez.No norte, indicações a R$ 67,00 (+1,00); Cascavel a R$ 68,00; Campos Gerais R$ 69,00; Guarapuava a R$ 70,00; Londrina R$ 71,00 (+1,00). Preços balcão no sudoeste e oeste a R$ 58,00, e norte a R$ 57,00. Produtores com pedidas a partir de R$ 77,00 no norte e oeste; e R$ 79,00 Campos Gerais. Negócios ao oeste, onde se pagou R$ 73,00 FOB por 2 mil toneladas, retirada imediata e pagamento em 30 dias”, indica.

Enquanto isso, os negócios se arrastam no estado do Mato Grosso do Sul. “Em Maracaju, indicações de R$53,00 (+1,00);Dourados aR$ 54,00 (+R$1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios em ritmo lento, com produtores iniciando pedidas a R$ 58,00 no FOB, e indicações nos portos a partir de R$ 60,00”, conclui.

 





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