domingo, abril 12, 2026

Política & Agro

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Agroindústria registra alta em 2024



As perspectivas para o próximo trimestre são otimistas



As perspectivas para o próximo trimestre são otimistas
As perspectivas para o próximo trimestre são otimistas – Foto: Divulgação

De acordo com pesquisa do FGVAgro, o setor agroindustrial brasileiro apresentou um crescimento de 1,6% no volume de produção em setembro de 2024, na comparação com o mesmo mês de 2023. Esse desempenho foi impulsionado exclusivamente pelo segmento de Produtos Não-Alimentícios, que avançou 4,5% no período. Por outro lado, o segmento de Produtos Alimentícios e Bebidas teve uma queda de 0,7%, reflexo da redução na produção de alimentos de origem vegetal.  

As perspectivas para o próximo trimestre são otimistas, com o FGVAgro projetando uma expansão de 3,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Se essa estimativa se confirmar, a agroindústria deve encerrar 2024 com crescimento acumulado de 2,7% em comparação a 2023. Ambos os segmentos devem contribuir para esse desempenho positivo: Produtos Alimentícios e Bebidas com alta anual estimada de 2,9%, enquanto Produtos Não-Alimentícios devem crescer 2,5%.  

Entretanto, o estudo destaca que a taxa de câmbio é uma variável crítica no modelo de projeção e, devido à sua alta volatilidade, ainda há incertezas em relação ao fechamento do ano. Embora a previsão inicial seja de uma expansão de 2,7%, revisões futuras podem ajustar esse número para algo em torno de 2,5%. Mesmo com essa possível revisão, o crescimento projetado continua a indicar um ano positivo para a agroindústria, refletindo sua importância na economia brasileira.  

O desempenho do setor ressalta a resiliência e diversificação da agroindústria, que segue se destacando mesmo diante de desafios econômicos globais e oscilações cambiais. A combinação entre a força dos Produtos Não-Alimentícios e a recuperação projetada para o segmento de Produtos Alimentícios e Bebidas reforça o papel estratégico do setor no desenvolvimento do país.  

 





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chave do sucesso no agronegócio



Outro ponto vital é o gerenciamento de riscos



Outro ponto vital é o gerenciamento de riscos
Outro ponto vital é o gerenciamento de riscos – Foto: Pixabay

O agronegócio brasileiro foi responsável por 24% do PIB nacional em 2023, de acordo com o Cepea/Esalq/USP em parceria com a CNA. Esse desempenho destaca a importância do setor na geração de empregos, no equilíbrio da balança comercial e no abastecimento alimentar. Contudo, o sucesso dessa cadeia produtiva está diretamente ligado a uma logística eficiente. André Pimenta, CEO da Motz, transportadora digital que facilita o trabalho de caminhoneiros e embarcadores, reforça que investir em segurança e eficiência na cadeia de suprimentos é essencial para garantir crescimento sustentável.

Segundo o especialista, quatro pilares são indispensáveis para uma gestão logística eficaz. O primeiro é a eficiência na cadeia de suprimentos, que deve ser ágil e confiável, garantindo que a produção agrícola seja transportada sem grandes atrasos ou perdas. No agronegócio, a colaboração entre as empresas é crucial, pois a eficiência de cada uma impacta o resultado das demais, explica ele.

Outro ponto vital é o gerenciamento de riscos, especialmente em um país que depende fortemente de rodovias e portos para escoar a produção agrícola. Com uma safra de grãos projetada para 323,3 milhões de toneladas em 2024/2025, segundo a Embrapa, estratégias como escolha de modais adequados, uso de tecnologias de rastreamento e práticas logísticas qualificadas são essenciais para evitar prejuízos.

O treinamento da equipe também é fundamental. Dados da ABRALOG apontam que a capacitação contínua pode reduzir em até 25% os acidentes. Produtos como grãos e fertilizantes exigem cuidados específicos, e profissionais preparados garantem a integridade das cargas e a eficiência do transporte.

 





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produção de laranja e bergamota enfrenta baixa perspectiva



Excesso de chuvas reduz produção, mas manejo adequado projeta recuperação




Foto: Seane Lennon

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar, a região administrativa de Lajeado enfrenta os desafios da entressafra de laranja e bergamota. Em municípios como Pareci Novo, Bom Princípio e São José do Hortêncio, que juntos somam 1.320 hectares de bergamota, 658 hectares de laranja e 187 hectares de limão, a atenção está voltada para o manejo e a formação de frutos das próximas safras.

A safra de bergamota foi encerrada em municípios como Pareci Novo, onde os pomares agora passam por poda com desbaste interno, facilitando a entrada de luz solar e a ventilação, essenciais para a prevenção de doenças fúngicas. Em Bom Princípio, as variedades de laranja Valência e do Céu do Cedo registraram baixa perspectiva de produção devido à intensa floração na primavera, que resultou em baixo pegamento de frutos.

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Por outro lado, variedades como laranja de Umbigo e bergamota Ponkan, com floração mais tardia, apresentaram melhores resultados. Muitos produtores estão recorrendo à adubação foliar para estimular a brotação e melhorar a produtividade.

A produção de limão Tahiti ainda é baixa, mas os preços seguem em alta, favorecendo os produtores. As práticas de manejo, como o uso de fertilizantes químicos e cama aviária curtida, estão praticamente encerradas, enquanto o monitoramento dos pomares continua intensivo.

Apesar do temor de estiagem nos próximos meses, os produtores da região não demonstram preocupação significativa. Em São José do Hortêncio, as perdas nas variedades precoces de bergamota e laranja, causadas pelo excesso de chuvas durante a floração, foram parcialmente compensadas pelo aumento nos preços, que trouxe alívio financeiro aos agricultores.





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Oscilações climáticas marcarão o verão


O verão de 2025 não deverá repetir as ondas de calor intensas registradas no último verão, mas trará maior variação de temperatura e chuvas nas diversas regiões do país. A previsão é da Climatempo, que destaca a importância de empresas e órgãos públicos acompanharem as mudanças climáticas de curto prazo para planejar suas atividades.  

De acordo com Ana Clara Marques, meteorologista da Climatempo, o próximo verão terá picos de calor mais moderados e maior oscilação climática. “O próximo verão não será tão quente como o último, que bateu recordes de calor. Haverá alguns picos de temperaturas altas, mas depois elas diminuirão, com variações mais frequentes. As chuvas também terão maior oscilação e há a expectativa de longos períodos chuvosos ao longo do verão”, afirma Ana Clara Marques, meteorologista da Climatempo”, explica.  

Na Região Sudeste, espera-se um verão mais chuvoso e abafado, com menos dias ensolarados. No Sul, as chuvas serão irregulares, mas picos de calor nas capitais são previstos. No Norte, o verão terá chuvas regulares, beneficiando a navegabilidade dos rios após um ano crítico. Já no Nordeste, o início das chuvas será atrasado, mas ganhará intensidade no final da estação.  

No agronegócio, produtores de milho e soja do Centro-Oeste enfrentam um clima mais ameno, porém com períodos prolongados de invernadas que podem impactar o desenvolvimento das culturas. Ajustes no planejamento climático serão essenciais para mitigar riscos e aproveitar as oportunidades.  

“A previsão é de temperaturas mais amenas em relação ao último ano, e de menor probabilidade de que haja duas semanas, por exemplo, de temperaturas elevadas. O clima vai oscilar mais, embora, na média, deva manter o comportamento de verão”, avalia Ana Clara.

 





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Boi gordo abre a semana em alta



Boi gordo e “boi China” registram alta




Foto: Kadijah Suleiman

Segundo dados da análise do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria, o mercado de proteínas animais iniciou a semana com alta nas cotações do boi gordo e do “boi China”, reflexo de menor oferta e maior demanda. O preço do boi gordo subiu R$3,00/@, enquanto o “boi China” apresentou valorização de R$5,00/@. A cotação da vaca também registrou aumento de R$2,00/@. Por outro lado, o preço da novilha permaneceu estável.

Na região do Triângulo Mineiro, o movimento de alta foi semelhante, com acréscimos de R$3,00/@ no boi comum e R$5,00/@ na novilha. Já o “boi China” registrou aumento menor, de R$2,00/@.

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No mercado atacadista, a menor oferta de carne bovina com osso impulsionou as cotações. A carcaça do boi capão e do boi inteiro casados subiu 0,7%. O corte dianteiro 1×1 do boi capão teve aumento de 1,5%, enquanto a novilha casada registrou alta de 0,9%. Em contrapartida, o preço da vaca casada caiu 0,7%.

O mercado de carnes alternativas também registrou oscilações. A carcaça de suíno especial apresentou alta de 2,0%, enquanto a cotação do frango médio especial recuou 1,0%, conforme apontou o informativo.





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Mês de outubro tem queda no valor no valor das exportações, mas com maior volume, diz Farsul


A Farsul divulgou, nesta segunda-feira (25), os resultados das exportações gaúchas do mês de outubro. Na comparação com setembro de 2024, houve queda de 1,3% no valor das exportações, mas um aumento de 11% no volume.

Em comparação com o mesmo período do ano anterior, também houve queda, de 10% no valor total, de US$ 1,6 bilhão para US$ 1,5 bilhão. O volume exportado, entretanto, aumentou no agregado, passando de 2,4 milhão de toneladas em outubro de 2023 para 2,6 milhões de tonelada em julho de 2024, um aumento de 8%.

Em setembro, o estado do Rio Grande do Sul exportou um total de US$ 2,3 bilhões, sendo que o agro respondeu por US$ 1,5 bilhões deste montante, ou seja, 66%. Em volume, o agronegócio representou 91% do total exportado. As exportações do agro gaúcho, no acumulado de janeiro a outubro de 2024 totalizaram US$ 12,4 bilhões, valor 7,5% inferior ao exportado no mesmo período de 2023. Já no volume, o total exportado foi de 19,6 milhões de toneladas, aumento de 2% em relação ao mesmo período de 2023.

Os principais parceiros comerciais do estado no período foram a Ásia (sem o Oriente Médio), com US$ 934 milhões e 1,9 milhão de toneladas, e a Europa, que atingiu US$ 230 milhões, sendo US$ 186 milhões para a União Europeia. Em seguida temos o Oriente Médio com US$ 130 milhões, América do Sul com US$ 95 milhões, África com US$ 52 milhões, América do Norte com US$ 45 milhões, América Central e Caribe com US$ 32 milhões e Oceania com US$ 1,3 milhões.

Quanto aos países, a China aparece em primeiro lugar com US$ 742 milhões e participação de 48,8% no valor. Em segundo lugar temos o Irã com 3,5%, França com 3,2%, Bélgica com 2,5% e Estados Unidos com 2,4%.

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Colheita de soja avança nos EUA



Brasil expande área cultivada da soja




Foto: Divulgação

Segundo a análise de novembro do Global Crop Monitor (GEOGLAM), a colheita de soja avança em ritmo acelerado nas principais regiões produtoras do mundo, com destaque para os Estados Unidos e Brasil. Nos EUA, a colheita está próxima da conclusão e ocorre mais rapidamente que o habitual, impulsionada por condições climáticas excepcionais. O país deve atingir um recorde histórico nos rendimentos nacionais.

No Canadá, os resultados variam conforme a região: rendimentos acima da média foram registrados em Ontário e Manitoba, enquanto Saskatchewan apresentou números abaixo da média. Na China, a colheita está finalizando sob condições amplamente favoráveis.

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A Índia segue com a colheita em andamento, em condições climáticas favoráveis, e registra um aumento na área semeada em relação ao ano passado. Já na Ucrânia, rendimentos abaixo da média foram observados em áreas centrais, orientais e sulistas, devido ao clima quente e seco, embora a região oeste apresente melhores resultados.

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No Brasil, as chuvas regulares beneficiaram a semeadura nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste, acelerando as atividades. Contudo, no norte, o processo ainda está no início, com agricultores aguardando chuvas consistentes. A área total de plantio no país deve superar a da temporada passada, consolidando sua posição como um dos maiores produtores globais de soja.





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Potencial do milho silagem se mantém elevado no Rio Grande do Sul



As perdas estão concentradas em lavouras de sequeiro




Foto: Nadia Borges

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado na última quinta-feira (21) pela Emater/RS, o potencial produtivo do milho silagem segue elevado no Rio Grande do Sul, mesmo com o baixo índice de chuvas registrado em novembro. As perdas estão concentradas em lavouras de sequeiro, que enfrentaram períodos prolongados de estiagem. Atualmente, 65% das plantações estão em desenvolvimento vegetativo, enquanto 35% estão em fases reprodutivas.

Para a safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 357.311 hectares no estado, com uma produtividade média estimada de 39.457 kg/ha.

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Sobre o milho-verde, os produtores da região administrativa de Erechim se preparam para o início da colheita, previsto para o final de novembro. Já em Cruzeiro do Sul, na região de Lajeado, as primeiras áreas de milho-verde começaram a ser colhidas.

O rendimento inicial está alinhado às expectativas, com 40 mil espigas por hectare, equivalentes a 13 toneladas por hectare. Essas áreas, livres de pragas e doenças, não sofreram com estresse hídrico até o momento. A produção está sendo colhida em parcelas programadas, e os produtores estão recebendo R$ 0,60 por espiga nas primeiras remessas.





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exportações do agronegócio batem recorde em outubro


De acordo com dados divulgados pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri BA), as exportações do agronegócio da Bahia alcançaram um novo recorde em outubro de 2024, totalizando US$ 745 milhões. O valor representa um crescimento de 14,7% em comparação ao mesmo período de 2023, quando foram registrados US$ 635 milhões. O montante é o maior da série histórica para o mês, de acordo com dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

O complexo do cacau foi um dos motores do desempenho. Em outubro de 2023, o setor havia exportado US$ 19,8 milhões, mas em 2024, esse valor mais que dobrou, atingindo US$ 48,1 milhões, impulsionado pela valorização global das cotações da amêndoa, conforme informou a Secretaria de Agricultura.

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O café também se destacou, com um crescimento expressivo. As exportações passaram de US$ 15,4 milhões em outubro de 2023 para US$ 29,3 milhões no mesmo período deste ano, quase dobrando de valor.

Outros produtos como fibras, têxteis e o complexo soja também tiveram impacto positivo no recorde de exportações. O setor de produtos florestais, especialmente a celulose, registrou um salto, passando de US$ 101,9 milhões em outubro de 2023 para US$ 155 milhões no mesmo mês de 2024.

Os produtos agrícolas baianos chegaram a mais de 100 destinos internacionais, incluindo mercados estratégicos como China, Europa e Estados Unidos. Esse desempenho reforça a liderança da Bahia nas exportações do agronegócio no Nordeste, com um portfólio diversificado e de alta qualidade, segundo a Seagri BA.





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