domingo, abril 12, 2026

Política & Agro

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“Acordo Mercosul e UE é marco histórico”, diz ABIEC



“Pelo alcance desta conquista, agradecemos os esforços continuados”



Segundo a entidade, o tratado reforça a complementaridade entre as produções das nações envolvidas
Segundo a entidade, o tratado reforça a complementaridade entre as produções das nações envolvidas – Foto: Pixabay

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) celebrou a concretização do Acordo de Livre Comércio entre a União Europeia e o Mercosul, após 25 anos de negociações. Em nota oficial, a entidade destacou que a formalização do tratado representa um marco diplomático histórico, com potencial para transformar de maneira duradoura as relações comerciais entre as duas regiões.  

A ABIEC, que integra o Foro Mercosul da Carne (FMC) junto a representantes das cadeias produtivas de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, tem defendido a oficialização do acordo há mais de duas décadas. A associação expressou gratidão aos esforços do Governo Brasileiro, do Itamaraty e das entidades governamentais e diplomáticas de todos os países do Mercosul para alcançar essa conquista.  

Segundo a entidade, o tratado reforça a complementaridade entre as produções das nações envolvidas. No caso do setor de carne bovina brasileiro, a ABIEC manifestou o desejo de ampliar parcerias com o setor europeu, sinalizando o alinhamento estratégico entre os dois mercados.  

Apesar de o acordo ainda não entrar em vigor imediatamente, a sua assinatura é considerada um avanço significativo para a integração econômica entre Mercosul e União Europeia. A ABIEC ressaltou que aguarda com expectativa os próximos desdobramentos do tratado e suas implicações para o comércio global.

“Pelo alcance desta conquista, agradecemos os esforços continuados do Governo Brasileiro e do Itamaraty, bem como das entidades governamentais e diplomáticas de todos os países do bloco. Importante salientar que o acordo visa a complementaridade da produção, entre as nações do Mercosul e da Europa. Em específico, o setor da carne bovina no Brasil reforça o seu desejo de parceria com o mesmo setor na Europa. Embora sua entrada em vigor não seja imediata, a assinatura do acordo já representa um avanço significativo”, diz a nota.

 





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Anemia ferropriva em suínos pode ser prevenida



“Nos leitões recém-nascidos, a quantidade de ferro disponível no colostro”



"Nos leitões recém-nascidos, a quantidade de ferro disponível no colostro"
“Nos leitões recém-nascidos, a quantidade de ferro disponível no colostro” – Foto: Embrapa – MORÉS, Nelson

A anemia ferropriva é uma condição comum em leitões recém-nascidos, especialmente em sistemas de produção intensiva, onde o acesso ao Ferro natural é limitado. De acordo com Marcella Vilhena, médica-veterinária e gerente de marketing da Syntec, o Ferro é essencial para a formação da hemoglobina, proteína que transporta oxigênio no sangue. A deficiência desse mineral pode causar fraqueza, palidez e baixo ganho de peso, comprometendo o crescimento e a saúde dos animais.

Nas primeiras semanas de vida, o colostro das matrizes fornece quantidades limitadas de ferro, insuficientes para as necessidades dos leitões. Por isso, a suplementação desse mineral logo após o nascimento é imprescindível. O ferro pode ser administrado por injeções ou suplementação na ração ou líquidos, garantindo não apenas a prevenção da anemia, mas também o fortalecimento do sistema imunológico e a melhoria na eficiência alimentar.

Além de prevenir problemas de saúde nos animais, a suplementação de ferro contribui para a produtividade e a rentabilidade das granjas, promovendo um melhor desempenho zootécnico. Para atender essa necessidade, a Syntec disponibiliza o Dosefer, um medicamento injetável que combina Ferro Elementar e Vitamina B12, indicado para tratar anemias causadas por déficit nutricional, doenças parasitárias e outras condições que afetam a saúde dos suínos.

“Nos leitões recém-nascidos, a quantidade de ferro disponível no colostro – que é o primeiro leite materno – é limitada, o que torna esses animais vulneráveis à deficiência. Em consequência, a falta desse nutriente pode causar a anemia ferropriva, que pode causar alguns sintomas característicos como fraqueza, palidez e baixo ganho de peso, prejudicando o bem-estar animal”, esclarece Marcella.

 





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mais do que um incômodo para cães e gatos



Esses insetos têm um ciclo de vida de cerca de quatro meses



Esses insetos têm um ciclo de vida de cerca de quatro meses
Esses insetos têm um ciclo de vida de cerca de quatro meses – Foto: Pixabay

As pulgas são um dos ectoparasitas mais desafiadores para tutores de cães e gatos, causando problemas que vão além da dermatite alérgica. Segundo a médica-veterinária Patrícia Guimarães, da Vetoquinol Saúde Animal, essas infestações podem prejudicar tanto a saúde dos pets quanto a de seus tutores, devido à capacidade das pulgas de transmitir parasitas intestinais, como o Dipylidium caninum, uma zoonose.  

Esses insetos têm um ciclo de vida de cerca de quatro meses, com apenas 5% das pulgas adultas no corpo do animal e 95% nas formas imaturas espalhadas pelo ambiente. Além disso, as pulgas podem detectar vibrações e calor para saltar sobre os animais, iniciando sua alimentação à base de sangue, que provoca coceira, vermelhidão e até fraqueza.  

Outro aspecto preocupante é o papel das pulgas como hospedeiras intermediárias de parasitas. Ao se coçar, o pet pode ingerir o inseto infectado, permitindo que vermes eclodam em seu intestino, gerando sintomas como cólicas, diarreia e perda de peso.  Para controle eficaz, produtos como a coleira Frontmax® são recomendados. Resistente e à prova d’água, ela oferece proteção contra pulgas, carrapatos e o vetor da leishmaniose por até oito meses, destacando-se como uma solução prática para tutores preocupados com o bem-estar dos pets.  

 “Pulgas Ctenocephalides spp. infectadas podem facilmente transmitir larvas de vermes, como o Dipylidium caninum para cães e gatos. No momento em que o animal se coça como reação instintiva às picadas, ele pode acabar ingerindo o inseto. Depois, o verme eclode no intestino delgado do novo hospedeiro, desenvolvendo quadros clínicos que variam entre assintomáticos à cólicas, diarreia com muco, desconforto e prurido na região anal, perda de peso, entre outros”, completa a especialista da Vetoquinol.

 





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Nutrição foliar aumenta produtividade em até 30%


Segundo o engenheiro agrônomo Bruno Neves, gerente de portfólio da Kimberlit Agrociência, os fertilizantes foliares estão se consolidando como uma ferramenta indispensável na agricultura moderna. A técnica, que complementa a nutrição radicular, destaca-se por sua eficiência em condições adversas, como estresse ambiental e baixa disponibilidade de nutrientes no solo.

De acordo com Neves, a aplicação de nutrientes via folhas permite respostas mais rápidas em comparação ao método convencional pelo solo. “Essa abordagem reduz perdas como lixiviação, volatilização e adsorção, otimizando a absorção pelas plantas, especialmente de micronutrientes”, afirma o especialista.

A evolução dos fertilizantes foliares vai além dos nutrientes básicos. Produtos modernos incluem substâncias biofisiológicas, como aminoácidos e reguladores vegetais, que ajudam as plantas a superar estresses abióticos, como seca e altas temperaturas. “Os aminoácidos livres de alta qualidade são fundamentais para melhorar a eficiência metabólica das plantas e promover maior produtividade”, explica Neves.

Além disso, a aplicação foliar é particularmente vantajosa em momentos críticos do ciclo de cultivo, como a floração e a frutificação. “Reguladores como auxinas e giberelinas desempenham papéis essenciais na divisão celular, no enraizamento e na arquitetura da planta, impactando diretamente na qualidade e no volume da colheita”, complementa.

Segundo estudos mencionados por Bruno Neves, a utilização de fertilizantes foliares pode elevar a produtividade em até 30%, dependendo da cultura e das condições ambientais. Essa eficiência agronômica também reduz o impacto ambiental, já que permite a aplicação de menores volumes de produtos, sem comprometer os resultados.

O engenheiro destaca que, apesar de ainda gerar dúvidas entre agricultores, a prática tem embasamento científico sólido e deve ser vista como parte de um manejo integrado eficiente. “A combinação de nutrientes essenciais com tecnologias avançadas permite que as plantas expressem todo seu potencial genético, promovendo maior produtividade e sustentabilidade”, conclui.





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Preços da soja sobem com câmbio elevado


A Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema) divulgou nesta quinta-feira (05) uma análise indicando que os preços da soja no Brasil subiram ligeiramente na última semana, impulsionados por um câmbio elevado, que ficou acima de R$ 6,00 por dólar em grande parte do período. A média gaúcha foi de R$ 129,33 por saco, com variações entre R$ 127,00 e R$ 129,00 nas principais praças do estado. No restante do país, os valores oscilaram entre R$ 126,50 e R$ 142,00 por saco.

A produção nacional de soja para a nova safra deve alcançar um volume histórico, estimado entre 166 e 171 milhões de toneladas, segundo consultorias e órgãos oficiais. Com isso, espera-se que as exportações para 2024/25 fiquem entre 103 e 107 milhões de toneladas, enquanto os estoques finais devem saltar de 2,1 milhões de toneladas, em 2023/24, para 6,1 milhões no próximo ano, mesmo com exportação recorde e demanda interna projetada em 60 milhões de toneladas.

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Segundo os dados do Ceema, no Rio Grande do Sul, a safra atual deve superar 21,6 milhões de toneladas, um aumento de 18,6% em relação à produção prejudicada do ciclo anterior, segundo a Emater. O plantio foi realizado em 6,8 milhões de hectares, com produtividade média esperada de 53 sacos por hectare, 13,2% a mais que na safra passada.

Já no Mato Grosso do Sul, as chuvas recentes permitiram o encerramento do plantio. A área semeada cresceu 6,8%, e a produtividade deve alcançar 51,7 sacos por hectare, o que resultará em uma produção final de 13,9 milhões de toneladas.

Com a colheita iniciando em janeiro no Norte e Centro-Oeste, o clima será decisivo para confirmar ou não o novo recorde de produção. Caso se confirme, é provável que os preços sofram pressão de baixa. Atualmente sustentados pelo câmbio elevado, os valores podem recuar para a faixa entre R$ 100,00 e R$ 125,00 por saco caso o dólar volte ao patamar de R$ 5,00.

Outro fator de incerteza para o mercado é o impacto político internacional, especialmente com a possível posse de Donald Trump nos Estados Unidos a partir de 20 de janeiro de 2024, o que pode influenciar as cotações globais.





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Rio Grande do Sul avança na semeadura de arroz


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (05) pela Emater/RS, a semeadura de arroz está próxima de ser concluída no Rio Grande do Sul, com 95% da área planejada já implantada. Apesar de atrasos em regiões como o Centro e os Vales, devido às torrentes de maio e precipitações recentes, as atividades seguem dentro do cronograma na maioria das áreas. A execução de manejos culturais, como aplicação de herbicidas e fertilizantes nitrogenados, também exigiu atenção dos rizicultores, o que retardou algumas operações de plantio.

As chuvas ao longo do período contribuíram para a saturação do solo, favorecendo a germinação e a emergência nas áreas plantadas e reduzindo a necessidade de irrigação suplementar. Segundo o Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA), a área total cultivada no estado deve atingir 948.356 hectares, com uma produtividade média estimada em 8.478 kg/ha pela Emater/RS-Ascar.

Na região da Fronteira Oeste, municípios como Alegrete e São Borja avançaram consideravelmente, atingindo 99% e 98% da área prevista, respectivamente. Em São Gabriel, a semeadura foi mantida inclusive no período noturno para aproveitar as condições climáticas favoráveis. Já na Campanha, os produtores encerraram as operações após as chuvas pontuais de novembro, cobrindo uma área de 58.892 hectares, conforme o informativo.

Segundo a Emater/RS, apesar do avanço, chuvas intensas em Dom Pedrito causaram danos em estruturas como taipas e canais de irrigação, além de comprometerem estradas internas. No entanto, as lavouras apresentam bom estande, beneficiadas pelas condições climáticas favoráveis.

Na região de Pelotas, 99% da área já foi plantada, restando operações em municípios como Tavares e Rio Grande. Santa Maria e Soledade reportaram índices de 80% e 98% de áreas semeadas, com boas condições de germinação e desenvolvimento.

Os preços do arroz apresentaram recuo na última semana. Segundo a Emater/RS-Ascar, a cotação média da saca de 60 quilos caiu 3,89%, passando de R$ 108,25 para R$ 104,04.





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Adubação eficiente e clima favorecem desenvolvimento das pastagens


Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (05) pela Emater/RS-Ascar, a oferta de forrageiras anuais e perenes de verão está excelente em grande parte do Rio Grande do Sul, segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (05) pela Emater/RS-Ascar. O desempenho é impulsionado pelas condições climáticas favoráveis, especialmente a umidade e as temperaturas amenas. Entretanto, algumas áreas ainda enfrentam dificuldades devido ao déficit hídrico decorrente de chuvas irregulares.

Em solos com boas condições, a adubação nitrogenada em cobertura tem sido realizada com maior frequência e em doses reduzidas, melhorando a eficiência dos fertilizantes. O campo nativo também apresentou recuperação, permitindo ajustes na lotação animal e favorecendo o desenvolvimento das pastagens de verão.

Na região administrativa de Bagé, produtores em Manoel Viana aproveitaram a umidade para aplicar fertilizantes nitrogenados e herbicidas, acelerando o preparo para pastejo. Em Alegrete, as forrageiras perenes, como aruana e zuri, apresentaram rebrote vigoroso, permitindo o início do pastejo.

Em Caxias do Sul, as condições climáticas, como solo úmido e insolação, favoreceram o desenvolvimento das pastagens anuais e perenes. Já em Erechim, as pastagens de inverno, em fase final, mostram menor desempenho, enquanto os campos nativos estão se beneficiando do aumento das temperaturas.

Na região de Frederico Westphalen, as pastagens de inverno deixaram de contribuir para a alimentação dos rebanhos. No entanto, as perenes de verão estão se desenvolvendo bem, mesmo com algumas áreas exigindo manejo contra plantas invasoras.

Em Passo Fundo, o campo nativo tem apresentado maior capacidade de brotação, embora a falta de umidade tenha prejudicado a germinação de pastagens anuais. Já na região de Pelotas, as pastagens perenes continuam a se recuperar, impulsionadas por condições climáticas favoráveis.

Na de Porto Alegre, o vento nordeste e o calor intenso causaram ressecamento do solo, dificultando o crescimento das pastagens. No entanto, chuvas recentes trouxeram alívio e devem estimular o plantio de pastagens.

As regiões de Santa Maria e Santa Rosa também se destacaram com chuvas recentes, que impulsionaram o rebrote do campo nativo e estimularam o uso de fertilizantes, incluindo adubação orgânica líquida em áreas próximas a chiqueiros.

Na de Soledade, o campo nativo e as pastagens perenes de verão apresentam recuperação, aumentando gradualmente a oferta de forragem.





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Chicago registra leve alta no milho enquanto exportações americanas crescem



Na Argentina, o cenário para a nova safra de milho é promissor




Foto: Canva

A análise semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), divulgada nesta quinta-feira (05), apontou estabilidade nas cotações do milho no mercado de Chicago. O fechamento registrou US$ 4,26 por bushel, contra US$ 4,23 na semana anterior, consolidando uma leve alta. A média de novembro ficou em US$ 4,24 por bushel, representando um aumento de 1,9% em relação a outubro, mas ainda inferior em 9,4% ao mesmo período do ano passado, quando o preço médio alcançou US$ 4,68.

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Os embarques de milho dos Estados Unidos somaram 935.859 toneladas na semana encerrada em 28 de novembro, um volume dentro das expectativas do mercado. Com isso, o acumulado no atual ano comercial alcançou 11,07 milhões de toneladas, superando em 16% o desempenho registrado no mesmo período do ano anterior.

Na Argentina, o cenário para a nova safra de milho é promissor. O plantio já atinge 41,3% da área total estimada, que corresponde a 6,3 milhões de hectares. As condições climáticas têm favorecido o avanço das operações no campo, indicando boas perspectivas para a produção, conforme informou a Ceema.





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Pêssego mantêm otimismo apesar de perdas por podridão-parda



Variedades tardias impulsionam colheita de pêssego




Foto: Pixabay

A safra de pêssegos na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Pelotas alcançou o pico com o início da colheita das cultivares tardias de dezembro, como Esmeralda, Jade e Maciel, que abrangem a maior parte das áreas cultivadas. Produtores esperam que essas variedades tenham um desempenho superior ao das precoces, cuja colheita já foi encerrada com resultados abaixo do ideal. A expectativa é superar a produção da última safra, conforme o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (05) pela Emater/RS.

Segundo  Programa Sistema de Alerta Mosca-das-Frutas indicou que a população da praga continua baixa, mas recomenda manter o monitoramento e a aplicação de iscas. Por outro lado, a podridão-parda segue como a principal causa de perdas nos pomares das variedades tardias, exigindo maior manejo por parte dos produtores.

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Na região de Passo Fundo, as variedades BRS Kampai, PS-2 e Eragil estão em colheita, com bom potencial produtivo e sanidade. Em Soledade, a colheita das variedades de ciclo médio prossegue, mas as chuvas intensificaram a incidência de podridão-parda e mosca-das-frutas, forçando os agricultores a reforçarem o manejo. Na região, o preço ao produtor varia de R$ 4,00 a R$ 4,50/kg, enquanto nas feiras os valores chegam a R$ 8,00 a R$ 10,00/kg.

Em Erechim, embora a colheita continue e os frutos apresentem boa qualidade, a produtividade ficou abaixo das expectativas. O quilo do pêssego na região é comercializado por R$ 5,00.





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atrasos no fornecimento de mudas preocupam produtores



Preço da banana se mantém estável




Foto: Canva

Segundo dados do Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (05) pela Emater/RS, na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Santa Rosa, a comercialização do banana segue com o preço médio de R$ 2,50 por quilo. No entanto, atrasos no fornecimento de mudas pelos viveiristas geraram insatisfação entre os produtores.

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Grande parte da produção de banana na região ainda é realizada de forma extrativista, sem a aplicação de práticas como o raleio de plantas.

A ausência dessa técnica tem levado à formação de grandes touceiras, causando excesso de cachos e frutos menores, o que impacta negativamente na qualidade e no rendimento comercial da fruta, conforme aponta o informativo.





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