sexta-feira, abril 10, 2026

Política & Agro

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Soja encerra dia e mês em alta em Chicago


De acordo com informações da TF Agroeconômica, os contratos de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram o dia e o acumulado do mês em alta. O contrato de janeiro, referência para a safra brasileira, registrou valorização de 1,65%, ou 16,25 cents/bushel, cotado a $998,25. Já o contrato de março subiu 1,89%, ou 18,75 cents/bushel, fechando a $1010,50. Nos derivados, o farelo de soja para janeiro apresentou alta de 1,65%, cotado a $307,6/ton curta, enquanto o óleo de soja para o mesmo mês avançou 0,15%, encerrando em $39,78/libra-peso.  

A movimentação positiva dos preços reflete, em parte, o cenário global de oferta e demanda, bem como fatores climáticos e geopolíticos que influenciam o mercado de commodities. Apesar do avanço nos preços internacionais, a desvalorização do Real frente ao dólar americano tem potencializado os desafios para o mercado brasileiro.  

Segundo a consultoria Elos Ayta, o Real registrou o pior desempenho entre as economias do G20 e 27 divisas analisadas em 2024. A moeda brasileira sofreu uma desvalorização de 21,82% no índice Ptax Venda do Banco Central, enquanto no dólar comercial a queda foi de 19,15%. Esse cenário posiciona o Real como a terceira moeda mais desvalorizada globalmente, superando inclusive o peso argentino (-21,70%) e o rublo russo.  

A forte depreciação cambial, além de impactar os custos de importação e exportação, também tem efeitos sobre o poder de compra e a inflação interna, trazendo complexidade adicional para o agronegócio brasileiro, que depende tanto de insumos importados quanto da competitividade de seus produtos no mercado internacional.

 





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Venda o máximo que puder



Diante desse panorama, a recomendação da TF Agroeconômica é clara



O cenário indica uma tendência de baixa para os preços da soja em 2025
O cenário indica uma tendência de baixa para os preços da soja em 2025 – Foto: USDA

Os preços da soja no Brasil encerraram o ano em queda, conforme análise da TF Agroeconômica, mesmo com o impulso do óleo de soja, que registrou alta significativa de 32,16%, sustentada pela forte demanda para biocombustível. No entanto, a pressão veio dos preços do farelo, que caíram 10,20% devido à demanda mais fraca. Nos últimos 45 dias, o mercado também foi impactado pelas estimativas otimistas de produção brasileira para a safra 2025/26, com projeções superiores a 170 milhões de toneladas, em contraste com previsões mais conservadoras do USDA e da CONAB.

O cenário indica uma tendência de baixa para os preços da soja em 2025, tanto no mercado interno quanto no externo. O aumento significativo da disponibilidade brasileira, aliado a uma oferta mundial robusta, reforça essa perspectiva. Apesar disso, os efeitos do fenômeno climático La Niña sobre as lavouras argentinas podem reduzir ligeiramente essa oferta global.

Diante desse panorama, a recomendação da TF Agroeconômica é clara: produtores devem priorizar a venda de seus estoques o mais rápido possível para evitar perdas diante da provável queda nos preços. O mercado segue atento às condições climáticas e à dinâmica global de oferta e demanda para ajustar suas estratégias. “Com isto, nossa projeção de preços para 2025 é de baixa, tanto no mercado interno, quanto no mercado externo, diante do aumento da disponibilidade brasileira (e mundial). Eventualmente, esta disponibilidade mundial poderá sofrer uma pequena retração com os efeitos de La Niña sobre as lavouras argentinas, mas nossa recomendação é: venda o máximo que você puder antes que os preços caiam”, conclui.





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Milho fecha em alta na CBOT



O desempenho do complexo Milho & Carnes em 2024 foi considerado excepcional



O desempenho do complexo Milho & Carnes em 2024 foi considerado excepcional
O desempenho do complexo Milho & Carnes em 2024 foi considerado excepcional – Foto: Pixabay

Segundo a TF Agroeconômica, o mercado de milho encerrou o dia e o acumulado do mês com valorização na Bolsa de Chicago (CBOT). A cotação de março, referência para a safra de verão brasileira, subiu 1,38%, ou 6,25 cents/bushel, fechando a US$ 458,50. Já a cotação de maio teve alta de 1,25%, ou 5,75 cents/bushel, encerrando o pregão a US$ 465,75. Os dados refletem a estabilidade do mercado diante de uma crescente demanda global e um cenário favorável para exportações.  

O desempenho do complexo Milho & Carnes em 2024 foi considerado excepcional, destacando o Brasil como protagonista global. Ao transformar milho, comercializado a US$ 185 por tonelada, em carnes, vendidas a US$ 2.000 por tonelada, e em etanol, o país ampliou significativamente sua rentabilidade. Essa estratégia impulsionou a geração de empregos, aumentou a arrecadação de impostos estaduais e consolidou o Brasil como fornecedor indispensável para mais de 187 países. Essa posição estratégica fortalece o agronegócio brasileiro e gera impactos positivos de longo prazo na economia nacional.  

Embora os resultados sejam impressionantes, especialistas apontam que o setor ainda possui grande potencial de crescimento. O aumento da produção de carnes e etanol, a partir do milho, pode melhorar ainda mais as condições econômicas de diversos estados, promovendo desenvolvimento regional e ganhos sociais. A expansão dessas áreas representa uma oportunidade para o Brasil ampliar sua competitividade global e consolidar sua liderança no mercado internacional.  

O milho, portanto, reafirma sua importância estratégica, sendo peça-chave na geração de renda e emprego, além de contribuir para o avanço socioeconômico do país. As perspectivas para 2024 indicam que, com investimentos adequados, o Brasil pode ocupar um espaço ainda maior no mercado global.  

 





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Mercado de trigo fecha em alta em Chicago



Esse desempenho contrasta com o mercado de soja



No mercado interno, o trigo mostrou desempenho expressivo ao longo de 2024
No mercado interno, o trigo mostrou desempenho expressivo ao longo de 2024 – Foto: Agrolink

De acordo com dados divulgados pela TF Agroeconômica, o mercado de trigo encerrou o último dia útil com alta nos contratos futuros em Chicago, além de fechar o acumulado de 2024 em patamares superiores ao ano anterior. O contrato de março do trigo brando SRW de Chicago, relevante para produtores e exportadores brasileiros, subiu 0,59%, fechando a $551,50 por bushel. O contrato de maio registrou alta de 0,63%, cotado a $562,50. Na Euronext de Paris, o trigo para moagem também apresentou elevação de 1,28%, encerrando a 237,25 euros por tonelada.  

No mercado interno, o trigo mostrou desempenho expressivo ao longo de 2024. Os preços no Rio Grande do Sul avançaram 2,48%, enquanto no Paraná, a valorização foi ainda maior, atingindo 10,66%. O farelo de trigo destacou-se como o produto com maior variação nominal, registrando alta de 26,31% no ano, ocupando o terceiro lugar entre os produtos agrícolas acompanhados pela TF Agroeconômica.  

Esse desempenho contrasta com o mercado de soja, que encerrou 2024 com uma queda de 2,41% nos preços em relação ao final de 2023. A resiliência do trigo, especialmente no mercado interno, reflete uma combinação de fatores como demanda por subprodutos, variações cambiais e condições climáticas favoráveis para a safra no Brasil.  

O fechamento em alta no mercado internacional, somado ao fortalecimento dos preços no mercado doméstico, evidencia a competitividade do trigo brasileiro em um cenário de desafios econômicos globais e locais. Os dados ressaltam a importância de monitorar de perto as cotações para estratégias de comercialização em 2025.

 





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Real encerra 2024 com desvalorização histórica



Eleição de Trump influenciou o dólar



Além dos fatores externos, a desvalorização do real também foi impulsionada por questões domésticas
Além dos fatores externos, a desvalorização do real também foi impulsionada por questões domésticas – Foto: Pixabay

O câmbio brasileiro vivenciou um ano de alta volatilidade e encerrou 2024 com uma desvalorização de 21,82% em relação ao dólar Ptax, a taxa de referência para contratos denominados em real em bolsas de mercadorias no exterior. Esse desempenho coloca o real como a moeda mais desvalorizada entre 27 economias analisadas pela consultoria Elos Ayta. Trata-se do pior resultado para a moeda brasileira desde 2020 e da terceira maior queda nominal desde 2010, superado apenas pelos anos de 2015 (-31,98%) e 2020 (-22,44%).  

Nesse contexto, o analista da Elos Ayta, Einar Riverno, destaca que esse desempenho reflete os desafios econômicos enfrentados pelo Brasil em um contexto global adverso e com incertezas internas. Em âmbito internacional, a vitória de Donald Trump nas eleições para a presidência dos Estados Unidos gerou expectativas de políticas protecionistas, o que fortaleceu a economia norte-americana, a inflação no país e, consequentemente, o dólar, que é sua moeda.  

Além dos fatores externos, a desvalorização do real também foi impulsionada por questões domésticas. O pacote fiscal anunciado pelo governo no final de 2024 gerou preocupações entre investidores, provocando um êxodo de capitais e pressionando ainda mais a moeda brasileira. Riverno afirma que, para 2025, a recuperação do real dependerá de reformas estruturais que atraiam investimentos, além de um ambiente externo mais favorável. É essencial que o governo sinalize seu compromisso com a disciplina fiscal e adote medidas concretas para conter a inflação e promover o crescimento sustentável.





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Nova lei regula uso de bioinsumos na Bahia



Lei dos bioinsumos fortalece a agricultura sustentável




Foto: Canva

A agricultura baiana deu um importante passo em direção à sustentabilidade com a sanção da Lei nº 15.070/2024, de autoria do senador Jaques Wagner. A nova legislação regulamenta e estimula o uso de bioinsumos na produção agropecuária, aquícola e florestal, consolidando práticas mais limpas, eficientes e alinhadas às demandas globais por sustentabilidade, conforme a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri BA).

Os bioinsumos abrangem produtos e tecnologias de origem natural voltados para o crescimento e desenvolvimento de plantas, animais e microrganismos. A medida visa aumentar a fertilidade do solo, promover a proteção ambiental e reduzir a dependência de insumos químicos sintéticos, como agrotóxicos e fertilizantes convencionais.

Segundo dados da Seagri BA, a legislação fortalece a execução do Plano Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica da Bahia, promovendo sistemas agrícolas mais resilientes e alinhados aos ecossistemas locais. Além disso, busca valorizar o conhecimento tradicional e minimizar os impactos ambientais.

Entre os principais pontos da nova lei, destacam-se:

  • Produção descentralizada: pequenos produtores, cooperativas e comunidades tradicionais poderão produzir bioinsumos para uso próprio.
  • Incentivos financeiros: acesso a crédito facilitado e programas de apoio econômico para quem adotar bioinsumos em seus sistemas produtivos.
  • Pesquisa e inovação: fomento à criação de novas tecnologias de bioinsumos para impulsionar a bioeconomia e valorizar a sociobiodiversidade.

De acordo com a Seagri, a nova lei é vista como estratégica para ampliar a presença da Bahia em mercados internacionais exigentes, como o europeu, que priorizam produtos com alta rastreabilidade ambiental e padrões sustentáveis. A legislação também está alinhada ao Plano ABC+ Bahia, voltado para práticas agrícolas de baixo carbono, consolidando o estado como referência em inovação agrícola e sustentabilidade.

A Secretaria da Agricultura da Bahia já trabalha em estratégias para ampliar a adoção da nova lei. A pasta planeja parcerias com instituições de pesquisa, além de programas de capacitação técnica voltados aos produtores.





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Europa enfrenta seca, impactando cultivos de inverno



Temperaturas acima da média desafiam lavouras de inverno




Foto: Pixabay

O boletim semanal Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na última quinta-feira (26) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), revelou que o clima na Europa durante o período de monitoramento foi marcado por chuvas generalizadas e temperaturas acima da média, mas a seca de curto prazo continua preocupando produtores na Espanha e em partes da Hungria.

De acordo com os últimos dados climáticos, a maior parte do continente registrou volumes de chuva entre 5 e 40 mm por semana, abrangendo regiões da Inglaterra e França até o leste europeu. No entanto, a escassez de chuvas desde novembro reduziu a umidade do solo na Espanha, comprometendo a emergência e o estabelecimento de culturas de inverno.

A situação também é crítica no sudoeste da Hungria (Transdanúbia), onde a seca extrema permanece localizada. Desde 1º de outubro, a região acumulou apenas 34% do volume de chuvas esperado, tornando este o período mais seco dos últimos 30 anos.

Outro destaque foi o aumento das temperaturas, que ficaram 2 a 7°C acima do normal na maior parte do centro, norte e leste da Europa. Apenas a porção sudoeste do continente registrou valores próximos à média histórica.

A ausência de cobertura de neve nas principais áreas de cultivo de inverno levanta preocupações sobre a exposição das lavouras, embora as mínimas tenham permanecido acima dos níveis que causariam danos por congelamento ou morte de plantas.

Produtores europeus monitoram de perto o impacto dessas condições climáticas, especialmente nas culturas de grãos. A falta de umidade na Espanha e na Hungria pode comprometer o rendimento das lavouras de inverno, enquanto as temperaturas elevadas trazem incertezas sobre a resistência das plantações frente ao inverno que se aproxima, conforme os dados do USDA.





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Produção de trigo no Canadá registra estabilidade



A produção de farinha de trigo, no entanto, recuou em novembro



A produção de farinha de trigo, no entanto, recuou em novembro
A produção de farinha de trigo, no entanto, recuou em novembro – Foto: Pixabay

A moagem de trigo no Canadá apresentou estabilidade em novembro de 2024, com 293.281 toneladas processadas, conforme relatório do Statistics Canada divulgado em 24 de dezembro. Esse volume manteve-se inalterado em relação a outubro, mas representou uma queda de 2,6% em comparação a novembro de 2023, quando foram moídas 301.000 toneladas. Em contrapartida, houve um aumento de 13% em relação a setembro. No acumulado de dezembro de 2023 a novembro de 2024, a média mensal de moagem foi de 274.167 toneladas, com os volumes de outubro e novembro marcando os maiores totais desde novembro de 2023.  

A produção de farinha de trigo, no entanto, recuou em novembro. Foram produzidas 215.925 toneladas, 4% a menos do que as 225.000 toneladas de outubro e 4% abaixo do registrado em novembro de 2023. Apesar disso, houve um aumento de 10% em relação ao volume produzido em setembro. A média mensal de produção de farinha de trigo no período de 12 meses foi de 205.583 toneladas. Ainda segundo o relatório, a produção de ração atingiu 63.000 toneladas em novembro, apresentando leve queda em relação a outubro e 6% inferior às 67.000 toneladas do mesmo mês em 2023.  

O Ministério da Agricultura e Agroalimentação do Canadá (AAFC), em sua atualização de 19 de dezembro das Perspectivas para as Principais Culturas de Campo, estimou a produção total de trigo no ciclo 2024-25 em 34.958.000 toneladas. Esse volume representa um aumento de 6% em comparação ao período 2023-24 e um ligeiro avanço em relação a 2022-23. O destaque foi o trigo durum, cuja produção foi estimada em 5.870.000 toneladas, 44% superior ao ano anterior. Apesar de uma revisão de 3% para baixo em relação à estimativa de setembro, a produção de durum permanece 20% acima da média histórica, configurando-se como a sexta maior já registrada no país.  





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Chuvas regulares favorecem safra de feijão


A safra de feijão segue com desenvolvimento positivo no Rio Grande do Sul. O avanço no plantio e as boas condições climáticas garantem perspectivas favoráveis em diferentes regiões do estado, conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (26)

Na região de Caxias do Sul, a semeadura nos Campos de Cima da Serra continua em ritmo acelerado e deve ser finalizada até o primeiro decêndio de janeiro. As lavouras recém-semeadas estão na fase de emergência, beneficiadas por temperaturas e umidade adequadas, favorecendo o desenvolvimento inicial das plantas.

Segundo a Emater/RS, já na região de Ijuí, 60% das lavouras estão em maturação, com potencial produtivo mantido em níveis elevados. Os tratos culturais foram finalizados e começou a aplicação de dessecantes para uniformizar a maturação e otimizar a colheita. Os rendimentos obtidos até o momento estão em linha com as expectativas da safra.

Na região de Pelotas, a semeadura atingiu 81% da área prevista e foi concluída em cidades como Tavares, São Lourenço do Sul, Piratini, Pelotas e Morro Redondo. Atualmente, 46% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, 32% em florescimento e 22% em enchimento de grãos. As chuvas regulares e a umidade do solo têm assegurado o crescimento saudável das plantas, sem relatos de problemas fitossanitários.

Em Soledade, parte das lavouras já está em maturação e colheita, enquanto outras áreas seguem em enchimento de grãos. As produtividades variam entre 900 e 1.500 kg/ha, com a maioria das lavouras apresentando rendimentos próximos à média superior. Apesar dessa variação, os grãos colhidos apresentam qualidade e peso satisfatórios, reflexo das condições climáticas favoráveis durante o ciclo.

No total, 5% das lavouras estão em florescimento, 35% em enchimento de grãos, 40% em maturação e 20% já colhidas. As condições climáticas e o manejo eficiente das lavouras indicam perspectivas promissoras para a safra, reforçando a importância do feijão na produção agrícola do estado, de acordo informativo.





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Desafios superados pelo agro em 2024



O Brasil também se destacou no mercado global



Em paralelo aos desafios climáticos, 2024 também foi um ano de avanços no campo da sustentabilidade
Em paralelo aos desafios climáticos, 2024 também foi um ano de avanços no campo da sustentabilidade – Foto: USDA

O ano de 2024 foi marcado por uma combinação de desafios e avanços significativos para o agronegócio brasileiro. De acordo com Jacques Dieu, Gestor de Estratégias de Vendas e Marketing, o setor enfrentou dificuldades como as enchentes históricas que afetaram o Rio Grande do Sul, resultando em prejuízos expressivos para a produção agrícola, principalmente de arroz

No entanto, esses eventos também reforçaram a importância de investir em infraestrutura resiliente, capaz de mitigar os impactos de fenômenos climáticos extremos. Mesmo diante das adversidades, o agronegócio brasileiro mostrou uma notável capacidade de adaptação, mantendo-se como um pilar essencial da economia nacional.

Em paralelo aos desafios climáticos, 2024 também foi um ano de avanços no campo da sustentabilidade. A regulamentação dos bioinsumos ganhou destaque, alinhando-se às tendências globais que buscam uma agricultura menos dependente de produtos químicos. Além disso, o Plano Safra, ao promover práticas agrícolas mais eficientes e sustentáveis, reafirmou o compromisso do setor com a preservação ambiental, sem comprometer a produtividade. Essas iniciativas sustentáveis fortaleceram a imagem do Brasil no cenário internacional, mostrando seu compromisso com uma produção agrícola mais verde e eficiente.

O Brasil também se destacou no mercado global, com a abertura de novos mercados na Ásia e a consolidação de sua liderança no Paraguai. Esse fortalecimento das parcerias comerciais internacionais contribuiu para ampliar a posição do país como um dos maiores exportadores agrícolas do mundo, atendendo à crescente demanda global por alimentos. Com essas ações, o agronegócio brasileiro garantiu sua relevância no cenário mundial.

 





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