sexta-feira, abril 10, 2026

Política & Agro

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projeto beneficia 10 mil agricultores com renda e inclusão social



O programa iniciou sua operação em 2015




Foto: Sheila Flores

O Projeto Complementar Nossa Gente Paraná, na modalidade Renda Agricultor Familiar, aprovou em 2024 mais 677 projetos, totalizando 9.996 agricultores beneficiados. O programa, que visa a prevenção e a superação das condições de alta vulnerabilidade social, foi iniciado em 2015 e tem sido um importante instrumento de apoio a agricultores familiares em situação de risco no estado, conforme dados da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná.

Para a implementação do projeto, foram investidos aproximadamente R$ 28 milhões, provenientes do Tesouro do Estado, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Fundo Estadual de Combate à Pobreza (Fecop). Cada um dos agricultores recebe R$ 6 mil, divididos em duas parcelas. Em agosto deste ano, o valor foi reajustado em 100%, com a primeira parcela de R$ 4 mil sendo transferida após a assinatura do adesão e a apresentação de um projeto de estruturação da unidade produtiva familiar. Após a verificação do cumprimento das etapas e o avanço do projeto, a segunda parcela é liberada.

O programa atende principalmente agricultores familiares com renda mensal per capita igual ou inferior a meio salário mínimo, incluindo pescadores artesanais, quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais. A estimativa é que cerca de 110 mil famílias no Paraná se encaixem nesse perfil. Além do auxílio financeiro, os beneficiários recebem serviços de assistência técnica e extensão rural, contribuindo para a implementação de projetos de geração de renda e o acesso a políticas públicas de cidadania. Também jovens com mais de 18 anos que cursam colégio agrícola ou Casa Familiar Rural podem ser contemplados, com projetos próprios em áreas cedidas pelos pais.

Em 2019, o programa foi premiado com o Prêmio Sesi ODS por contribuir com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, e em 2022 conquistou o terceiro lugar no Prêmio Estratégia ODS Brasil.





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Produção de folhosas sofre impactos climáticos



Alta temperatura e pragas impactam cultivos no RS




Foto: Pixabay

Produtores de diversas regiões do Rio Grande do Sul continuam enfrentando desafios climáticos, conforme o mais recente Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS, na última quinta-feira (02). Em Uruguaiana, a produção de folhosas tem sido afetada por doenças fúngicas, que não são controladas mesmo com a aplicação regular de defensivos agrícolas. No entanto, a alta demanda levou a uma elevação no preço da alface, que atingiu a média de R$ 28,00 por dúzia, podendo chegar até R$ 30,00 em alguns estabelecimentos.

Em outras regiões, como Itaqui, a mandioca se desenvolve favoravelmente, graças às chuvas regulares e à boa luminosidade. As lavouras estão apresentando bom potencial e crescimento vigoroso. Em Ijuí, as olerícolas também têm se desenvolvido bem, beneficiadas pelo alto índice de insolação e irrigação, embora o clima seco tenha aumentado a incidência de pragas como mosca-branca, pulgão e tripes. A redução da semeadura e do transplantio visa evitar excesso de produto nos meses de janeiro e fevereiro, quando a demanda costuma cair.

Por outro lado, na região de Santa Rosa, o uso de irrigação não tem sido suficiente para manter os cultivos, especialmente os menos resistentes às condições climáticas extremas. Embora a baixa umidade do ar tenha ajudado a reduzir doenças nas olerícolas, ela tem aumentado o ataque de ácaros e tripes. A alface, por exemplo, foi comercializada por R$ 4,00 por unidade, enquanto o repolho foi vendido a R$ 5,00 por quilo. Em Pelotas, o clima favoreceu o desenvolvimento das olerícolas, e a safra de milho-verde e milho-doce iniciou-se com bons preços. A produção de tomate e pimentão também segue com boa qualidade, mas os preços não agradaram os produtores.





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Brasil bate recorde em exportação de carne bovina


Em 2024, o Brasil alcançou um recorde histórico nas exportações de carne bovina, com um total de 2,89 milhões de toneladas enviadas ao exterior, marcando um crescimento de mais de 26% em relação ao ano anterior. Esse volume gerou US$ 12,8 bilhões em receita, um aumento de 22% sobre 2023, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). O resultado consolidou o setor como um dos principais responsáveis pelo superávit da balança comercial brasileira, que somou US$ 74,6 bilhões em 2024.

A China se manteve como o maior destino da carne bovina brasileira, importando 1,33 milhão de toneladas, o que gerou US$ 6 bilhões. Outros mercados relevantes incluíram os Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos, União Europeia e Chile, todos com crescimentos expressivos nas exportações. No total, 157 países receberam carne bovina brasileira ao longo do ano, com destaque para a expansão das exportações para novos mercados, como a Argélia, México e Filipinas.

O presidente da Abiec, Roberto Perosa, destacou que o sucesso das exportações reflete um esforço conjunto entre o setor privado e o governo, por meio da iniciativa Brazilian Beef. Perosa também sinalizou boas perspectivas para 2025, com expectativa de novos recordes e a abertura de mercados promissores, como Japão, Vietnã, Turquia e Coreia do Sul.

“Foi um ano histórico para a indústria da carne bovina nacional, para o setor pecuário e para o Brasil. A contribuição decisiva para o saldo positivo da balança comercial é uma prova disso, e já vinha sendo esperada. Mesmo sendo ainda muito cedo para uma previsão, acredito que 2025 tem tudo para batermos o recorde em exportações e também em faturamento”, comemora o presidente da Abiec, Roberto Perosa.

“Nós temos mercados a serem abertos que representam grande fatia do mercado consumidor mundial de carne bovina, dentre eles o Japão, o Vietnã, a Turquia, e a Coreia do Sul. Alguns deles estão em diferentes estágios de negociação. Mas, juntamente com o governo brasileiro, com o Ministério da Agricultura, vamos batalhar para que este ano de 2025 seja o ano que nos dê a oportunidade de levar a carne brasileira a esses destinos”, conclui.

 





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Cuidados no manejo e colheita garantem qualidade do algodão



Qualidade do algodão é essencial para lucratividade no setor


Foto: Canva

A alta qualidade do algodão é um requisito fundamental para atender às exigências do mercado e garantir a lucratividade dos produtores. Segundo a engenheira agrônoma Evelise Martins da Silva, em artigo publicado no Blog da Aegro, o cuidado com o manejo da lavoura, a escolha de sementes tecnológicas, a adubação eficiente, os manejos fitossanitários e o uso de práticas sustentáveis, como o Manejo Integrado de Pragas (MIP), são elementos indispensáveis para atingir esses padrões.

Dado o alto investimento necessário para a produção de algodão, o planejamento detalhado e o monitoramento diário da lavoura são cruciais. Isso inclui o acompanhamento de pragas, doenças e o manejo correto em todas as etapas da produção, desde a semeadura até o transporte.

A fase de colheita tem impacto direto na qualidade da fibra do algodão. Para manter os padrões desejados, algumas práticas devem ser seguidas:

  • Realizar a colheita em condições climáticas secas;
  • Assegurar a secagem adequada do algodão;
  • Executar o processamento, descaroçamento, enfardamento e armazenamento em ambientes com controle de temperatura e umidade.

Além disso, é necessário evitar erros comuns durante a colheita mecanizada, como:

  • Uso de velocidade inadequada na colhedora;
  • Presença de plantas daninhas na área;
  • Altura das plantas fora do ideal (1 m a 1,3 m);
  • Erros na aplicação de desfolhantes e maturadores;
  • Ausência de sistema de contenção de incêndios.





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O Impacto do ESG nas empresas



Empresas brasileiras que fazem negócios no exterior precisam estar atentas



Empresas brasileiras que fazem negócios no exterior precisam estar atentas
Empresas brasileiras que fazem negócios no exterior precisam estar atentas – Foto: Pixabay

No cenário atual de negócios, as práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança) deixaram de ser uma preocupação exclusiva de grandes corporações de capital aberto e passaram a ser um componente essencial para empresas de todos os portes, incluindo as privadas no Brasil. Com a crescente cobrança de investidores, clientes e fornecedores, a adoção de práticas sustentáveis não é mais uma escolha, mas uma necessidade para garantir a competitividade e o sucesso no mercado.

Caio Pimenta, Gerente Sênior de ESG da RSM, destaca que, embora muitas empresas privadas no Brasil ainda vejam as práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança) como um tema restrito a grandes corporações, a realidade está mudando. O ESG se consolidou como um fator crucial para o sucesso empresarial, com investidores, clientes e fornecedores exigindo posturas mais sustentáveis.

Os órgãos reguladores no Brasil estão impondo requisitos de ESG que afetam todas as empresas, independentemente de seu porte. A pressão é especialmente forte em áreas como redução de emissões e transição para energia limpa. Empresas que não se alinharem a essas práticas podem perder negócios, especialmente com grandes parceiros que possuem metas de sustentabilidade.

Além disso, empresas brasileiras que fazem negócios no exterior precisam estar atentas a regulamentações internacionais, como a Diretiva de Relatórios de Sustentabilidade Corporativa da União Europeia. Fundos de investimento também estão cada vez mais interessados em empresas com boa governança em ESG, tornando essencial a adaptação a essas exigências para manter a competitividade.





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Dólar fecha em queda pelo segundo dia consecutivo



A desvalorização reflete o foco dos investidores nos dados econômicos dos EUA


Foto: Pixabay

O dólar comercial encerrou a sessão desta terça-feira (7) em queda de 0,12% frente ao real, cotado a R$ 6,104 na venda. Na véspera, quando a moeda a vista recuou 1,11%, encerrando a R$ 6,1143, de acordo com dados do InfoMoney.

Segundo o informado, a desvalorização reflete o foco dos investidores nos dados econômicos dos Estados Unidos, especialmente a pesquisa JOLTs, que mede as aberturas de vagas de trabalho, enquanto no mercado doméstico o destaque foram os números de preços ao produtor.

Durante o pregão, o dólar chegou a ser negociado a R$ 6,055 em seu patamar mais baixo. Já na B3, o contrato de dólar futuro com vencimento mais próximo registrou queda de 0,33%, encerrando a 6.121 pontos. No mercado de turismo, a cotação foi de R$ 6,187 na compra e R$ 6,367 na venda.

Dólar Comercial:

  • Compra: R$ 6,103
  • Venda: R$ 6,104

Dólar Turismo:

  • Compra: R$ 6,187
  • Venda: R$ 6,367





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doenças que ameaçam o café



Clima e doenças impactam a produção de café


Foto: Pixabay

As mudanças climáticas têm se tornado um desafio crescente para a produção de café, trazendo impactos significativos no ciclo produtivo da cultura. Segundo informações publicadas no Blog da Aegro, o aumento das temperaturas médias, a ocorrência de secas prolongadas e chuvas fora de época têm transformado a dinâmica das lavouras cafeeiras, alterando a produtividade e a viabilidade de cultivo em diversas regiões.

De acordo com informações divulgadas, tradicionalmente, regiões como Minas Gerais e São Paulo lideram a produção cafeeira no Brasil. No entanto, a elevação das temperaturas e o desequilíbrio hídrico têm dificultado a manutenção dos padrões de cultivo nessas áreas, ao passo que zonas menos tradicionais começam a despontar como alternativas viáveis.

Para mitigar os prejuízos, produtores estão apostando em tecnologias de irrigação, manejo de sombra e no cultivo de variedades mais resistentes às novas condições climáticas, estratégias que buscam assegurar a sustentabilidade da produção.

Além das questões climáticas, a produção de café enfrenta desafios fitossanitários recorrentes. Entre as principais doenças estão:

  • Ferrugem do café (Hemileia vastatrix): Afeta severamente a produtividade ao provocar a queda prematura das folhas;
  • Cercosporiose (Cercospora coffeicola): Danifica os frutos, comprometendo a qualidade dos grãos;
  • Podridão radicular: Agravada por solos encharcados, prejudica o sistema radicular da planta.


O manejo preventivo com variedades resistentes, monitoramento constante e práticas culturais adequadas são indispensáveis para conter os danos e garantir a qualidade do produto final.





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Dólar fecha com leve alta em sessão marcada por baixa liquidez e foco no…


Logotipo Reuters

Por Fernando Cardoso

SÃO PAULO (Reuters) -O dólar fechou em leve alta nesta sexta-feira, encerrando uma sessão em que a moeda norte-americana oscilou entre períodos de ganhos e perdas, à medida que os investidores digeriam os poucos dados e notícias do dia e operavam em meio à baixa liquidez no mercado, o que permite maior volatilidade.

O dólar à vista fechou em alta de 0,29%, a 6,183 reais na venda. Na semana, a divisa acumulou perda de quase 0,2%

Na B3, às 17h15, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,39%, a 6,213 reais na venda.

Devido a uma agenda econômica vazia no cenário doméstico, os investidores voltaram suas atenções para o exterior nesta sessão, onde fatores relacionados às duas maiores economias do mundo — Estados Unidos e China — movimentavam os mercados.

No início da sessão, o dólar avançou sobre o real, em linha com os ganhos sobre outras moedas emergentes, uma vez que agentes financeiros ponderavam se o recente esforço do governo chinês para impulsionar a economia poderia significar um iuan mais fraco, o que impacta o desempenho do real e de seus pares.

O iuan se aproximou da mínima de 14 meses ante o dólar nesta sexta, com investidores reagindo à notícias de que a China estaria disposta a afrouxar sua política monetária a fim de fornecer força à economia mesmo que isso significasse uma moeda local mais frágil.

Sob essa influência, o dólar atingiu a máxima do dia no Brasil, a 6,2005 reais (+0,57%), às 9h47.

Mais tarde, no entanto, o próprio banco central chinês afirmou em comunicado que a China reduzirá as taxas de juros em “um momento apropriado”, mas prometeu que estabilizará as expectativas do mercado de câmbio e manterá o iuan razoavelmente estável.

Como um iuan estável e o estímulo econômico na China, maior importador de matérias primas do planeta, são favoráveis para a economia de países emergentes, o real e seus pares reverteram as perdas na sessão e passaram a ganhar contra o dólar.

Em meio a esse movimento, a divisa dos EUA atingiu a mínima da sessão ante o real, a 6,1362 reais (-0,47%), às 10h29.

O dólar, no entanto, recuperou as perdas e passou a avançar novamente frente à moeda brasileira no início da tarde, após a divulgação econômica mais importante do dia, que reforçou a percepção de força da economia norte-americana e, consequentemente, de juros elevados no Federal Reserve.

A pesquisa PMI sobre a indústria dos EUA, divulgada pelo Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM), mostrou que o setor industrial do país apresentou em dezembro um resultado melhor do que o esperado em pesquisa da Reuters — 49,3 contra projeção de 48,4.

Após o resultado, operadores consolidaram suas apostas de que o Fed deve manter os juros inalterados na reunião deste mês. Custos de empréstimos mais altos nos EUA tendem a favorecer o dólar, pois tornam a moeda norte-americana mais atrativa diante do aumento dos rendimentos dos Treasuries.

O índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — caía 0,27%, a 108,920, depois de atingir a máxima de mais de dois anos na quinta-feira.

Analistas apontaram, entretanto, que a volatilidade da sessão também foi afetada pela baixa liquidez, que pode acentuar o efeito de alguns ajustes no mercado de câmbio.

“O calendário econômico global ficará mais interessante a partir da próxima semana. Até lá, os movimentos no câmbio serão guiados por pequenos ajustes, que podem gerar flutuações maiores devido à liquidez reduzida”, disse Eduardo Moutinho, analista de mercados do Ebury Bank.

Nas próximas semanas, o foco do mercado deve retornar para o principal fator determinante das cotações no fim de 2024: os receios com o cenário fiscal brasileiro.

Foi justamente na esteira das dúvidas dos investidores com o compromisso fiscal do governo que o dólar saltou quase 3% ante o real em dezembro e passou a operar acima do patamar de 6,00 reais permanentemente.

“Tem um histórico, acho que esse início de ano vai ser complicado… Haverá uma resistência em torno dos 6,35 (reais), mas acho que tem tudo para chegar nesse nível, tanto por questões internas quanto externas”, disse Thiago Avallone, especialista em câmbio da Manchester Investimentos.

(Edição de Pedro Fonseca e Alexandre Caverni)





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Cuidados essenciais para preservação da qualidade dos grãos



A qualidade após a colheita depende das etapas de limpeza, secagem e armazenamento


Foto: Seane Lennon

A qualidade do trigo após a colheita depende diretamente das etapas de limpeza, secagem e armazenamento. Conforme destacado em publicação no Blog da Aegro, práticas inadequadas nessas operações podem comprometer o valor comercial e a conservação dos grãos. A limpeza dos grãos é uma etapa crucial e geralmente melhora a qualidade do lote ao remover sujidades, grãos chochos e materiais estranhos, como pedras e restos culturais. Após essa etapa, a pré-limpeza com ar e peneiras prepara os grãos para a secagem, otimizando o processo subsequente.

Secagem com Ar Aquecido

Esse método é amplamente utilizado, mas exige atenção à temperatura do ar, que varia conforme o tipo de secador e o teor de água inicial dos grãos:

  • Temperatura recomendada: Até 60 ? para preservar a qualidade tecnológica.
  • Secadores estacionários: Temperaturas mais baixas (45 ? a 50 ?) evitam superaquecimento.
  • Secadores intermitentes: Podem operar com temperaturas próximas a 70 ?, pois os grãos não ficam expostos continuamente.
  • A secagem brusca pode causar fissuras, reduzindo a qualidade e o potencial de conservação.


Secagem com Ar Natural

Mais econômica, essa técnica utiliza silos-secadores sem aquecimento. Contudo, é indicada para regiões com clima seco, devido à maior demora no processo, que pode levar à deterioração dos grãos em áreas de alta umidade relativa.

Cuidados no Armazenamento

No armazenamento, dois fatores são críticos: o teor de água e a temperatura da massa de grãos.

Teor de água: Deve ser inferior a 13%.

Temperatura: Recomendada em torno de 18 ?.

O uso de termopares para monitoramento da temperatura e a aplicação de ventiladores para aeração são práticas essenciais para evitar a deterioração.





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Sanidade animal e pastagens garantem produção de leite



Os custos elevados de insumos também seguem como desafio em algumas regiões




Foto: Pixabay

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (02) traz um panorama detalhado sobre a bovinocultura de leite no Rio Grande do Sul. De acordo com o relatório, o tempo seco e as temperaturas amenas contribuíram positivamente para o manejo nas propriedades e a qualidade do pastejo, favorecendo a produção leiteira e a condição corporal dos animais.

Nas regiões administradas pela Emater, os cenários climáticos variaram, mas, de forma geral, proporcionaram boas condições para a atividade. Em Bagé, a disponibilidade hídrica nos açudes garantiu o bem-estar animal. Já em Santa Maria, as pastagens de verão estão em excelentes condições, assegurando boa oferta de forragem.

Em regiões como Caxias do Sul e Porto Alegre, os rebanhos apresentaram sanidade dentro da normalidade. A redução no uso de silagem de milho devido à disponibilidade de pastejo é um dos destaques na capital e arredores. Apesar do aumento da incidência de mosca-dos-chifres e carrapatos, os produtores têm adotado estratégias eficazes de controle. O problema foi relatado em várias regiões, mas sem impactos significativos na produção.

Nas regiões de Frederico Westphalen e Santa Rosa, foi registrada uma queda nos preços pagos pelo litro de leite, impactando diretamente as margens de lucro dos produtores. Os custos elevados de insumos também seguem como desafio. No entanto, em Pelotas, observou-se um aumento nos investimentos em pastagens perenes, buscando alternativas para manter a produtividade.

Produtores da região de Ijuí avaliam os resultados da utilização de silagens de cereais de inverno, como o trigo, que têm mostrado desempenho promissor. A adoção dessas estratégias visa melhorar a qualidade da produção e reduzir custos.





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