quarta-feira, abril 8, 2026

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Marco para a estabilidade jurídica no agro



“O PL 4357/2023 não é apenas uma medida legislativa”



"O PL 4357/2023 não é apenas uma medida legislativa"
“O PL 4357/2023 não é apenas uma medida legislativa” – Foto: Agência Brasil

O Projeto de Lei 4357/2023, que propõe excluir o conceito de “função social da terra” como critério para desapropriação de propriedades produtivas, promete transformar o cenário jurídico e econômico do agronegócio no Brasil. Segundo Leandro Viegas, administrador, bacharel em Direito e CEO da Sell Agro, essa iniciativa representa um divisor de águas para o setor, garantindo maior segurança jurídica e estimulando investimentos no campo.  

Com a aprovação do regime de urgência para tramitação na Câmara dos Deputados, o projeto avança como resposta à necessidade de estabilidade no setor agropecuário, essencial para o desenvolvimento sustentável e a segurança alimentar. A medida elimina interpretações subjetivas sobre “função social”, protegendo propriedades produtivas e assegurando que elas não sejam vulneráveis a desapropriações arbitrárias, criando um ambiente mais confiável para produtores e investidores.  

O agronegócio brasileiro, responsável por aproximadamente 25% do PIB e 40% das exportações nacionais, é o motor da economia do país. Qualquer insegurança jurídica nesse setor pode comprometer empregos, renda e o abastecimento de alimentos. Para Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA), “proteger a terra produtiva é garantir que o Brasil continue alimentando o mundo, enquanto sustenta milhões de famílias que dependem direta ou indiretamente do agronegócio”.  

“O PL 4357/2023 não é apenas uma medida legislativa. É um sinal de que o Brasil valoriza quem trabalha, investe e produz. É a certeza de que o campo, mais uma vez, será o alicerce do crescimento nacional”, conclui Viegas.  





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produção cresce 13,2%, mas exportações devem cair



As importações permanecem estáveis




Foto: Divulgação

O quarto levantamento da safra de grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), projeta um crescimento de 13,2% na produção de arroz em relação à safra anterior, alcançando aproximadamente 12 milhões de toneladas. O aumento é atribuído principalmente à expansão da área plantada, estimulada pela excelente rentabilidade do setor, e às condições climáticas favoráveis nas principais regiões produtoras, marcadas por um cenário de La Niña moderado.

No entanto, o consumo nacional do grão foi ajustado para 10,5 milhões de toneladas na safra 2023/24, alinhando-se à média dos últimos cinco anos. O ritmo de comercialização também desacelerou, com uma redução de 6,4% em relação à safra 2022/23, segundo dados da Taxa de Cooperação e Defesa da Orizicultura (CDO).

Com os preços internos operando acima das paridades de exportação e a menor disponibilidade interna, as exportações de arroz brasileiro na safra 2023/24 devem recuar para 1,5 milhão de toneladas. Contudo, para 2024/25, a estimativa é de um aumento nas vendas externas, atingindo 2 milhões de toneladas, devido à recuperação produtiva e à expectativa de preços mais baixos.

As importações, por sua vez, permanecem estáveis em 1,4 milhão de toneladas para ambas as safras. Já os estoques de passagem, que refletem o volume remanescente ao final do ciclo, devem crescer, chegando a 1,3 milhão de toneladas ao término da safra 2024/25, em fevereiro de 2026.

Com a recuperação produtiva e o fortalecimento das exportações, o setor orizícola brasileiro segue promissor, mesmo diante dos desafios do consumo interno e do mercado global.





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Drones revolucionam aviação agrícola e impulsionam eficiência no campo


A tecnologia de drones está transformando o futuro da aviação agrícola, abrindo novas possibilidades para o setor e ampliando a eficiência no manejo das lavouras. Com sua capacidade de aplicação de insumos de forma precisa e em áreas de difícil acesso, os drones surgem como uma alternativa promissora aos aviões agrícolas tradicionais, especialmente em pequenas e médias propriedades.

Os drones agrícolas destacam-se pela versatilidade. Equipados com sensores e câmeras avançadas, eles permitem o mapeamento detalhado do solo, identificam focos de pragas e doenças e aplicam defensivos com precisão cirúrgica. Essa tecnologia não só reduz custos com insumos, mas também minimiza impactos ambientais, ao evitar a aplicação excessiva de produtos químicos.

Segundo dados de mercado, o uso de drones na agricultura vem crescendo exponencialmente nos últimos anos, impulsionado por inovações tecnológicas e pela busca por soluções mais sustentáveis. Empresas especializadas no desenvolvimento de drones agrícolas relatam um aumento expressivo na demanda, especialmente em culturas como soja, milho e café, onde a precisão e a agilidade são cruciais.

Embora os drones não substituam completamente os aviões agrícolas, que ainda são indispensáveis para grandes áreas de cultivo, eles se consolidam como uma ferramenta complementar, atendendo propriedades menores e oferecendo suporte em operações específicas. Além disso, sua operação demanda menor custo inicial e menor impacto ambiental, tornando-os acessíveis a um maior número de agricultores.

Apesar das vantagens, o setor ainda enfrenta desafios, como a regulamentação do uso de drones e a capacitação de operadores. No Brasil, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) regula o uso de aeronaves não tripuladas, exigindo treinamento específico e cumprimento de normas de segurança. Especialistas acreditam que, à medida que a tecnologia avance, esses desafios serão gradualmente superados.

Com perspectivas otimistas, o futuro da aviação agrícola passa pela integração de drones e aeronaves tripuladas, promovendo uma agricultura mais eficiente, sustentável e tecnológica. A inovação promete transformar a forma como os agricultores lidam com a produção, garantindo maior produtividade e conservação dos recursos naturais.





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Quais são as principais doenças da soja?



O manejo integrado continua sendo o pilar para o controle eficaz das doenças


Foto: Pixabay

Segundo informações divulgadas em artigo produzido pelo Blog da Aegro, a cultura da soja, fundamental para a agricultura brasileira, enfrenta o desafio de lidar com doenças causadas por fungos, bactérias e vírus, que podem afetar a produtividade, a qualidade dos grãos e até a sobrevivência das plantas. A seguir, um panorama das principais doenças que acometem a soja e as estratégias para seu controle:

1. Míldio (Peronospora manshurica)

  • Sintomas: Manchas amarelas ou acinzentadas nas folhas, com pó branco na face inferior.
  • Impacto: Compromete a fotossíntese, resultando em menor crescimento e produtividade.
  • Controle: Uso de cultivares resistentes e aplicação de fungicidas.

2. Ferrugem Asiática (Phakopsora pachyrhizi)

  • Sintomas: Manchas amarelas ou alaranjadas que evoluem para marrons.
  • Impacto: Redução severa no rendimento, especialmente sem controle precoce.
  • Controle: Rotação de culturas, fungicidas e variedades resistentes.

3. Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides)

  • Sintomas: Manchas escuras e necrosadas em folhas, vagens e caules.
  • Impacto: Afeta o crescimento e a qualidade dos grãos.
  • Controle: Fungicidas e cultivares resistentes.

4. Cercosporiose (Cercospora sojina)

  • Sintomas: Manchas marrons nas folhas com bordas amareladas.
  • Impacto: Redução da área fotossintética, prejudicando a produtividade.
  • Controle: Fungicidas e manejo adequado.

5. Podridão Radicular (Phytophthora sojae)

  • Sintomas: Murchamento e amarelecimento, especialmente em solos encharcados.
  • Impacto: Prejudica a absorção de água e nutrientes pelas raízes.
  • Controle: Tratamento de sementes e drenagem do solo.

6. Mofo Branco (Sclerotinia sclerotiorum)

  • Sintomas: Manchas brancas e felpudas em vagens e folhas, levando à necrose.
  • Impacto: Perda de produtividade e qualidade dos grãos.
  • Controle: Manejo de rotação de culturas e fungicidas.

7. Viroses (Ex.: Vírus do Mosaico da Soja)

  • Sintomas: Manchas em formato de mosaico que afetam o desenvolvimento da planta.
  • Impacto: Menor vigor e produtividade.
  • Controle: Controle de insetos vetores e uso de sementes certificadas.

8. Mancha-Alvo (Corynespora cassiicola)

  • Sintomas: Manchas circulares com bordas amareladas.
  • Impacto: Queda precoce de folhas e prejuízo na fotossíntese.
  • Controle: Fungicidas e monitoramento.

9. Bacteriose (Xanthomonas axonopodis pv. glycines)

  • Sintomas: Manchas necróticas com bordas amareladas em folhas e caules.
  • Impacto: Redução no vigor e na produtividade.
  • Controle: Sementes livres de patógenos e manejo adequado.

A adoção de boas práticas agrícolas, incluindo o monitoramento constante, rotação de culturas e uso de sementes certificadas, é essencial para manter a saúde da lavoura e garantir uma colheita produtiva. O manejo integrado, aliado a tecnologias modernas, continua sendo o pilar para o controle eficaz das doenças na soja.





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Quais são as principais pragas que ameaçam o trigo?


A cultura do trigo é uma das mais relevantes no cenário global, devido à sua importância como base na produção de alimentos. Com presença marcante em diversas regiões do mundo, esse cereal enfrenta desafios recorrentes causados por pragas que podem comprometer a produtividade e a qualidade da colheita.

De acordo com informações divulgadas pelo Blog da Aegro, as pragas que afetam o trigo variam conforme a localização da produção, mas podem ser agrupadas em duas categorias principais: pragas de campo e pragas de armazenamento. Entre os insetos que mais impactam a cultura estão pulgões, lagartas, percevejos, corós e gorgulhos. Conheça as principais ameaças e como elas interferem na triticultura:

Pulgões

Os pulgões são pequenos insetos que sugam a seiva da planta, resultando em perda de vigor, menor germinação das sementes, redução do número e peso dos grãos e até falhas nas espigas. As espécies mais comuns incluem:

  • Pulgão-do-colmo-do-trigo (Rhopalosiphum padi)
  • Pulgão-da-folha-do-trigo (Metopolophium dirhodum)
  • Pulgão-da-espiga-do-trigo (Sitobion avenae)
  • Pulgão-verde-dos-cereais (Schizaphis graminum)

Lagartas Desfolhadoras

As lagartas, especialmente da família Noctuidae, atacam desde as plântulas até as espigas, podendo causar danos se não controladas. As espécies mais frequentes são:

  • Lagarta-do-trigo (Pseudaletia adultera)
  • Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax)
  • Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda)

Percevejos

Os percevejos do gênero Dichelops, conhecidos como percevejos-barriga-verde, são pragas importantes na fase de emborrachamento do trigo. Eles causam redução no desenvolvimento das plantas e má formação das espigas. As espécies mais comuns incluem:

  • Dichelops furcatus
  • Dichelops melacanthus

Corós

Considerados as pragas de solo mais danosas, os corós se alojam a até 10 cm de profundidade e atacam sementes, raízes e plântulas. Eles são capazes de puxar as plantas para dentro do solo, causando perdas significativas. Entre as espécies, destacam-se:

  • Coró-das-pastagens (Diloboderus abderus)
  • Coró-do-trigo (Phyllophaga triticophaga)

Essas pragas podem estar presentes desde a implantação da lavoura até o armazenamento do grão. Para mitigar os danos, é essencial adotar práticas como:

  • Monitoramento constante das áreas cultivadas;
  • Uso de inseticidas específicos e manejo integrado de pragas;
  • Rotações de culturas e controle biológico com inimigos naturais.

Com a aplicação de estratégias de controle eficazes e manejo adequado, a produção de trigo pode ser mantida em níveis satisfatórios, assegurando o abastecimento e a qualidade do produto final.





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Como será o clima no Brasil em janeiro?


A previsão indica chuvas concentradas em grande parte das Regiões Norte, Nordeste e Sul do país

A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o mês de janeiro indica chuvas entre a média climatológica (tom cinza) e acima da média (tom azul) em grande parte das Regiões Norte, Sul e do leste e norte do Nordeste. No entanto, em algumas áreas dessas Regiões, como Rondônia, sudeste e norte do Pará, sul e norte do Tocantins, região central do Maranhão, oeste da Bahia e sul do Rio Grande do Sul, os acumulados poderão variar entre próximo e abaixo da média histórica, conforme representado pelos tons cinza e amarelo no mapa da Figura 1a.

Por outro lado, em São Paulo e áreas localizadas no centro-sul do Rio de Janeiro, os acumulados poderão ficar na normalidade ou acima da média (tons azuis), enquanto que Minas Gerais e Espirito Santo poderão registrar precipitação abaixo da média (tom amarelo).

Na Região Centro-Oeste, a previsão aponta para precipitação dentro da normalidade e acima da média em grande parte do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Porém, em Goiás e áreas no noroeste e sudeste do Mato Grosso do Sul, os volumes de chuva podem ficar abaixo da climatologia.

TEMPERATURA

Quanto às temperaturas, a previsão indica que deverão ser acima da média em grande parte do país (tons em amarelo e laranja no mapa da Figura 1b), com possibilidade de ocorrência de alguns dias de calor em excesso (tons em vermelho), principalmente no norte do país, onde as temperaturas médias do ar podem ultrapassar os 28ºC.

Em áreas pontuais do Amazonas, Amapá, sudoeste do Paraná, leste de Santa Catarina e sul do Rio Grande do Sul, são previstas temperaturas próximas ou ligeiramente abaixo da média (tons em cinza e azuis no mapa da Figura 1b), devido a ocorrência de dias consecutivos com chuva que podem amenizar a temperatura.

inmet clima janeiro 2025
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Califórnia em chamas marcam semana de extremos nos EUA


Nesta terça-feira (14), o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), trouxe um panorama das condições climáticas severas que atingiram os Estado Unidos na última semana. Desde incêndios devastadores no sul da Califórnia até tempestades de inverno que cobriram de neve grande parte do território americano, os eventos climáticos extremos deixaram um rastro de destruição.

Incêndios na Califórnia

Na noite de 7 para 8 de janeiro, os ventos de Santa Ana, com rajadas de até 100 mph (160 km/h), alimentaram incêndios mortais nos condados costeiros do sul da Califórnia, especialmente em Los Angeles. Os incêndios Palisades e Eaton consumiram juntos mais de 40.000 acres de terreno, incluindo áreas densamente povoadas. Além de destruir milhares de residências, empresas e outras construções, os incêndios resultaram em pelo menos duas dúzias de mortes. Avaliações completas dos danos ainda estão em andamento.

Tempestades de inverno e nevascas

Ao mesmo tempo, tempestades consecutivas varreram o centro e o leste dos Estados Unidos, trazendo neve, gelo e chuvas torrenciais. Em 11 de janeiro, 56% dos 48 estados mais ao sul estavam cobertos por neve, alcançando áreas como o nordeste do Texas e o norte da Geórgia.

Além das nevascas, a chuva congelante causou acúmulo de gelo, resultando em quedas de energia desde o sudeste do Missouri até o sul da Virgínia. Enquanto áreas próximas à Costa do Golfo experimentaram chuvas, grande parte do país enfrentou um clima seco e extremamente frio, com temperaturas até 10°F abaixo da média em amplas regiões.

Calor na Costa Oeste

Contraditoriamente, enquanto o centro e leste dos EUA enfrentavam temperaturas congelantes, o oeste registrou calor recorde. No dia 7 de janeiro, Santa Rosa e Merced, na Califórnia, alcançaram máximas de 72°F e 69°F, respectivamente. O calor também atingiu estados como Oregon, com Astoria marcando 60°F no dia 9.

Outros eventos climáticos

No Alasca, uma onda de calor elevou as temperaturas em mais de 20°F acima do normal, enquanto ventos fortes atingiram o estado com rajadas de até 66 mph. Já no Havaí, chuvas isoladas aliviaram parcialmente o clima seco, embora os índices ainda estejam abaixo da média em algumas regiões.





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PIX LIBERADO! Governo desiste de vigiar



Governo alegou que as fake news prejudicaram o projeto



Movimentações acima de R$ 5 mil seriam informadas à Receita Federal
Movimentações acima de R$ 5 mil seriam informadas à Receita Federal – Foto: Pixabay

Após forte repercussão negativa, o governo federal decidiu revogar a norma da Receita Federal que previa o monitoramento das movimentações financeiras, incluindo o Pix e outros meios de pagamento como o cartão de crédito. A decisão foi informada hoje pelo secretário da Receita Federal, Robison Barreirinhas, após uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira.

Barreirinhas explicou que distorções sobre o ato provocaram pânico na população e afirmou que a revogação visa corrigir esse impacto. “Nos últimos dias pessoas inescrupulosas distorceram um ato da Receita, causando pânico. Apesar de todo nosso trabalho, esse dano é continuado. Por isso, decidi revogar esse ato”, afirmou ele.

Também participaram no anúncio os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Jorge Messias (Advocacia-Geral da União). “A revogação do ato é para dar forca para uma medida provisória que irá reforçar os princípios tanto da não oneração do Pix, quanto das cláusulas de sigilo bancário”, indicou Haddad.

O ministro da Fazenda informou que o governo editará uma medida provisória (MP) para garantir que o Pix não seja taxado. “Nós não queremos contaminação de fake news para discutir o que está na lei. Quer discutir o texto de lei, vamos discutir. Mas inventar pretexto para querer mais uma vez manipular a opinião pública e deixar dúvida no ar enquanto tramita a medida provisória”, completou.

Recentemente, a Receita Federal anunciou que ampliaria a forma de fiscalização das transações envolvendo o Pix. A partir de 2025, transferências acima de R$ 5 mil para pessoas físicas e R$ 15 mil para pessoas jurídicas seriam informadas à Receita Federal por operadoras de cartões de crédito e instituições de pagamento, incluindo aplicativos e bancos digitais. 

 





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Cafés do Brasil registram faturamento de R$ 79,59 bilhões em 2024


O faturamento bruto dos café do Brasil atingiu um total de R$ 79,59 bilhões no ano-cafeeiro de 2024, segundo dados divulgados pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Esse valor reflete um crescimento expressivo de 50,8% em comparação aos R$ 52,76 bilhões registrados no ano anterior.

A receita foi composta por R$ 57,63 bilhões provenientes dos cafés da espécie Coffea arabica, correspondendo a 72,4% do total, e R$ 21,95 bilhões gerados pelos cafés da espécie Coffea canephora (robusta e conilon), que representaram 27,6% do faturamento.

Com base nos preços médios de dezembro de 2024, a SPA estima que o faturamento bruto do setor em 2025 pode alcançar R$ 108,12 bilhões. Se confirmada, essa cifra representará um aumento de 35,9% em relação a 2024 e mais que o dobro do valor arrecadado em 2023, indicando um crescimento de 104,93% em dois anos.

A produção de café nas cinco regiões do Brasil foi liderada pelo Sudeste, que respondeu por 86,1% do faturamento nacional, totalizando R$ 68,57 bilhões. Em segundo lugar, aparece o Nordeste, com R$ 5,62 bilhões (7,1% do total), seguido pelas regiões Norte (R$ 3,73 bilhões), Sul (R$ 969,70 milhões) e Centro-Oeste (R$ 682,64 milhões).

O faturamento bruto das lavouras no Brasil em 2024 alcançou R$ 847,10 bilhões. Dentro do ranking das principais culturas agrícolas, a soja liderou com R$ 300,87 bilhões (35,52% do total), seguida por milho (R$ 125,81 bilhões), cana-de-açúcar (R$ 121,45 bilhões), café (R$ 79,59 bilhões) e algodão (R$ 34,35 bilhões).

Os dados foram extraídos do estudo mensal do Valor Bruto da Produção (VBP), elaborado pela SPA/Mapa, e estão disponíveis no Observatório do Café, plataforma coordenada pela Embrapa Café e pelo Consórcio Pesquisa Café.





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práticas sustentáveis garantem alta produtividade



Manejo integrado é uma prática que prioriza o equilíbrio ambiental


Foto: Divulgação

Segundo informações divulgadas em artigo produzido pelo Blog da Aegro, o controle integrado de pragas, doenças e plantas daninhas é uma estratégia essencial para proteger o potencial produtivo da soja, promovendo sustentabilidade e eficiência econômica. Esse método combina abordagens biológicas, químicas, culturais e físicas, reduzindo a dependência de defensivos químicos e minimizando impactos ambientais, ao mesmo tempo em que preserva a rentabilidade da lavoura.

O manejo biológico destaca-se por utilizar organismos vivos no combate a pragas e doenças, promovendo um equilíbrio ecológico. Predadores naturais, como joaninhas e vespas parasitoides, auxiliam no controle de insetos nocivos, como pulgões. Além disso, o uso de microrganismos benéficos, incluindo fungos, bactérias e vírus, combate pragas específicas de maneira eficiente, diminuindo a necessidade de pesticidas.

Métodos Culturais: Rotação de culturas, uso de variedades resistentes e plantio em épocas adequadas ajudam a prevenir a disseminação de doenças e pragas.

Controle Químico: Deve ser usado de forma racional e orientada, com produtos registrados e em dosagens adequadas, evitando a resistência de pragas.

Barreiras Físicas: O uso de cercas, armadilhas e telas pode ser eficaz contra algumas espécies de insetos.

O manejo integrado é uma prática que prioriza o equilíbrio ambiental e a saúde do ecossistema agrícola, garantindo colheitas saudáveis e sustentáveis.

Pesquisas e inovações tecnológicas têm facilitado a aplicação dessas práticas. O manejo integrado de pragas é reconhecido por sua eficácia e por atender às exigências de consumidores que demandam produtos agrícolas mais sustentáveis.





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