quarta-feira, abril 8, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Tecnologia e sustentabilidade na Festa do Tomate



A Casa do Adubo, parte do grupo Nutrien, marcará presença



A Casa do Adubo, parte do grupo Nutrien, marcará presença
A Casa do Adubo, parte do grupo Nutrien, marcará presença – Foto: Pixabay

A 38ª edição da Festa do Tomate acontecerá de 24 a 26 de janeiro em Alto Caxixe, Venda Nova do Imigrante (ES), no Centro de Eventos Zaudino Gagno, conhecido como “Tomatão”. Este evento é um dos mais importantes do agronegócio capixaba, destacando a relevância da cultura do tomate para a economia local. A festa contará com uma programação variada, incluindo shows, concursos, premiações e uma feira de negócios, reunindo grandes marcas do setor agrícola.

O foco deste ano será o cultivo sustentável e produtivo do tomate, tema abordado em estandes e palestras. Durante o evento, os visitantes poderão conhecer inovações tecnológicas que buscam aumentar a produtividade e a rentabilidade da cultura do tomate, beneficiando especialmente os agricultores da região.

A Casa do Adubo, parte do grupo Nutrien, marcará presença na feira com um portfólio diversificado de soluções para o setor agrícola. A empresa apresentará tecnologias biológicas e tradicionais em fertilizantes, defensivos e outros insumos, buscando contribuir para a produtividade dos produtores de tomate. Durante o evento, sua equipe técnica estará disponível para fornecer orientações personalizadas, com foco em soluções que ajudem a melhorar a rentabilidade dos cultivos.

André Ceotto, gerente de vendas da filial Casa do Adubo no Ceasa capixaba, ressalta que a participação na Festa do Tomate é uma excelente oportunidade para se conectar diretamente com os produtores e entender suas necessidades. Ele destaca que as soluções apresentadas são voltadas para a sustentabilidade e o crescimento do setor agrícola capixaba. “A Festa do Tomate é uma oportunidade estratégica para nos conectarmos com os produtores, entender suas necessidades e oferecer soluções que combinam inovação, eficiência e sustentabilidade”, acrescenta Ceotto.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Piauí receberá auxilio de 5,5 toneladas de alimentos



Conab antecipará entrega de alimentos no Piauí após chuvas”




Foto: Divulgação

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) participará das ações emergenciais do Governo Federal para apoiar as famílias desabrigadas pelas fortes chuvas que afetaram o Piauí nesta semana. A Conab antecipará a entrega de alimentos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) para as cozinhas comunitárias de Picos, além de priorizar o abastecimento de milho do Programa de Venda em Balcão (ProVB) nas unidades de Picos e Parnaíba.

As medidas foram definidas durante uma reunião na sede da Conab, realizada nesta quinta-feira (16), com a presença de representantes da Companhia, incluindo a diretora Administrativa, Financeira e de Fiscalização, Rosa Neide, o chefe de gabinete da presidência da Conab, Benhur Freitas, a superintendente de Abastecimento Social, Ana Rita da Costa Pinto, o gerente de Programação e Acompanhamento da Agricultura Familiar, Enio Carlos Moura de Souza, a assessora da Diretoria de Política Agrícola e Informações, Maria Kazé, e o superintendente do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) no Piauí, Alysson Pêgo.

As entregas começarão na próxima terça-feira (21). Os alimentos do PAA serão fornecidos por agricultores familiares da Cooperativa de Pequenos Produtores Rurais de Assunção do Piauí (COOPPRAS) e da Cooperativa Mista de Produção, Comercialização e Serviços do Campo (COCAMPO), e destinados às cozinhas Raízes do Brasil (ligada ao Movimento dos Pequenos Agricultores – MPA) e ao Centro Espírita São Francisco de Assis, com gestão da Cáritas.

A ação contemplará a entrega de 5.504 kg de alimentos (como arroz, feijão, carne caprina, farinha de mandioca e raiz de mandioca), atendendo cerca de 1.300 pessoas cadastradas. O investimento total nos projetos é de R$ 250.852,93, repassados pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

BNDES aprova R$ 52,3 bilhões para o agronegócio em 2024


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou, de janeiro a dezembro de 2024, R$ 52,3 bilhões em financiamentos para o setor agropecuário brasileiro, o que representa um aumento de 26% em relação aos R$ 41,5 bilhões aprovados no ano anterior e 92% a mais do que os R$ 27,2 bilhões registrados em 2022. Os recursos foram destinados a produtores rurais, cooperativas, agricultores familiares e agroindústrias, com foco em custeio e investimentos voltados à ampliação da produção, aquisição de máquinas, equipamentos, armazenagem e inovação.

Em 2024, o banco realizou 191.231 operações, aumento de 27,9% sobre as 149.430 operações de 2023 e 60% a mais que em 2022, quando foram realizadas 119.304 operações. O montante inclui operações feitas diretamente pelo BNDES e aquelas realizadas por meio de instituições financeiras credenciadas, abrangendo também os empréstimos dos Programas Agropecuários do Governo Federal (PAGFs), que oferecem juros mais baixos e recursos do Fundo Social.

Dos R$ 52,3 bilhões aprovados, R$ 38,2 bilhões foram destinados a 183.822 operações no âmbito dos PAGFs. Deste total, R$ 10,25 bilhões (57.001 operações) correspondem ao segundo semestre do Plano Safra 2023-2024 (janeiro a junho de 2024), e R$ 27,9 bilhões (126.821 operações) referem-se ao primeiro semestre do Plano Safra 2024-2025 (julho a dezembro de 2024). Além disso, R$ 7,9 bilhões foram liberados através de soluções próprias do BNDES, por meio de 7.328 operações da linha BNDES Crédito Rural.

Em Rio Grande do Sul, o BNDES aprovou R$ 5,9 bilhões em 3.523 operações por meio do programa BNDES Emergencial RS, voltado para mitigação e adaptação às mudanças climáticas e para a retomada das atividades econômicas no estado.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Brasil conquista mercado de feijão para Costa Rica”



Nova conquista marca a quarta abertura de mercado do Brasil em 2025




Foto: Divulgação

O governo brasileiro recebeu com satisfação o anúncio feito pelo governo da Costa Rica, que aceitou a certificação fitossanitária brasileira para a exportação de feijão comum (Phaseolus vulgaris) ao país centro-americano. Esse avanço abre novas oportunidades para o Brasil no mercado costarriquenho.

Em 2024, o Brasil exportou mais de US$ 272 milhões em produtos agropecuários para a Costa Rica, com destaque para cereais, farinhas, preparações, complexo soja e produtos florestais.

Essa nova conquista marca a quarta abertura de mercado do Brasil em 2025, totalizando 304 novas oportunidades de negócios em 64 destinos desde o início de 2023. A abertura de mercados é resultado de um esforço conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE), que vêm trabalhando para expandir as exportações brasileiras.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Governo atualiza zoneamento agrícola para cultivo de canola



Atualização visa proporcionar maior embasamento técnico para o cultivo da cultura




Foto: Pixabay

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou, nesta terça-feira (14), no Diário Oficial da União, a atualização do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) para a cultura da canola, que tem se expandido no Brasil. A atualização visa proporcionar maior embasamento técnico para o cultivo da cultura, especialmente nas regiões tropicais.

Em 2024, o Brasil cultivou 186.240 hectares de canola, com a principal zona de produção localizada no Rio Grande do Sul, seguida por Paraná, Mato Grosso, Santa Catarina e o Distrito Federal. Segundo Gilberto Cunha, agrometeorologista da Embrapa Trigo e coordenador do trabalho, o ZARC atualizado trará melhores condições para o avanço da cultura no país, proporcionando uma gestão mais eficiente dos riscos climáticos.

A canola é uma cultura de inverno que se destaca pela alta produtividade de óleo por hectare. A totalidade da produção de canola no Brasil é voltada para a produção de óleo comestível, além de ser utilizada para biocombustíveis e como farelo na alimentação animal. O óleo de canola é conhecido por seu elevado valor nutricional e pode ser utilizado para diversos fins industriais.

Com a atualização de 2024, o ZARC foi elaborado com base na nova sistemática de avaliação da disponibilidade de água nos solos, considerando seis classes em vez da tipificação anterior. A nova metodologia também inclui a análise de riscos de seca e geada para otimizar a produção e reduzir as perdas. A ferramenta contempla municípios e épocas ideais para a semeadura da canola, com a possibilidade de perdas de rendimento abaixo de 20%, 30% e 40%.

O ZARC para a canola pode ser consultado no aplicativo Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Agricultura Digital e disponível gratuitamente para iOS e Android, além de poder ser acessado pela plataforma Painel de Indicação de Riscos, no site do Ministério da Agricultura.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Brasil expande exportação de carnes para o Peru



Brasil autoriza novas plantas frigoríficas para o Peru




Foto: Pixabay

O governo peruano, por meio do Servicio Nacional de Sanidad Agraria (SENASA), autorizou, no dia 14 de janeiro, a exportação de produtos de nove novas plantas frigoríficas brasileiras para o país. A medida inclui plantas localizadas em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo, além de uma unidade no Rio Grande do Sul dedicada à carne de aves.

Desde janeiro de 2023, o Peru importa carne suína do estado do Acre, e com as novas habilitações, a exportação de carne suína será expandida para os estados mencionados, enquanto a carne de aves também passará a ser exportada a partir do Rio Grande do Sul.

Em 2024, o Brasil exportou mais de US$ 755 milhões em produtos agropecuários para o Peru, com destaque para a soja, fibras têxteis, frutas, nozes e lácteos. As exportações de carne para o país superaram US$ 141 milhões no ano anterior. Com as novas habilitações, espera-se um aumento significativo nas exportações de carne suína e de aves, beneficiando toda a cadeia produtiva brasileira.

Esses resultados refletem o trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Brasil deve exportar menos milho em 2024/25, aponta Conab


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou, em seu 4º levantamento da safra de grãos 2024/25, que o plantio da primeira safra de milho no Brasil alcançou 80,8% da área prevista até o fim de dezembro. Embora o cultivo continue nos estados do Maranhão, Piauí, Bahia e Pará, ele deverá ser concluído até meados de março. O clima tem favorecido o desenvolvimento da cultura, com chuvas frequentes intercaladas com períodos de sol nas principais regiões produtoras. Contudo, a Região Sul, especialmente no Rio Grande do Sul, tem registrado redução nas precipitações, o que vem causando deficit hídrico em algumas lavouras, prejudicando o potencial produtivo.

A área total para o plantio da primeira safra de milho em 2024/25 foi estimada em 3.717 mil hectares, 6,4% inferior ao ano passado, devido à baixa cotação do cereal no mercado, o que motivou os agricultores a diversificarem as opções de cultivo.

O plantio da segunda safra de milho começou no Mato Grosso e deve se intensificar entre o fim de janeiro e fevereiro, dependendo da colheita da soja. A previsão é que a área de plantio da segunda safra atinja 16.596,6 mil hectares, 1% maior do que no ciclo anterior, devido ao aumento de custos de produção e à cotação do milho.

A colheita da terceira safra já foi finalizada, com 643,3 mil hectares plantados e produção estimada de 2.480,3 mil toneladas.

Em termos de produção total, a Conab estima que a safra 2024/25 gerará 119,6 milhões de toneladas de milho, o que representa um aumento de 3,3% em relação à safra anterior. A previsão é que a produtividade aumente 3,8%, embora a área plantada total tenha uma redução de 0,4%.

No mercado interno, a demanda por milho deve aumentar em 3,3%, totalizando 86,4 milhões de toneladas consumidas no Brasil durante 2025. Já nas exportações, a Conab projeta uma redução no volume enviado ao exterior, com 38,5 milhões de toneladas esperadas para 2023/24, representando uma queda de 29,5% em relação ao ciclo anterior. Para 2024/25, espera-se uma leve redução nas exportações devido à maior demanda interna e à menor oferta do cereal para comercialização internacional.

Quanto aos estoques de milho, a previsão é que ao final da safra 2024/25, o Brasil termine com 3,4 milhões de toneladas armazenadas, um aumento de 40,8% em comparação à safra anterior.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Financiamento em baixa e inovação em alta



Outro ponto relevante da pesquisa é a adoção de novas tecnologias



Por fim, o estudo também revela que os agricultores planejam aumentar os investimentos em calcário (18%) e manter os investimentos em defensivos (79%)
Por fim, o estudo também revela que os agricultores planejam aumentar os investimentos em calcário (18%) e manter os investimentos em defensivos (79%) – Foto: Canva

Uma pesquisa recente realizada pela Fiesp com 514 produtores agropecuários de todo o Brasil revela que uma parcela significativa dos agricultores e pecuaristas não pretende buscar financiamento para a próxima safra. De acordo com o levantamento, 29% dos agricultores e 35% dos pecuaristas preferem utilizar recursos próprios em vez de recorrer a crédito. Entre os principais motivos para essa decisão estão os obstáculos na obtenção de financiamento, como as altas taxas de juros (apontadas por 54% dos entrevistados) e as exigências burocráticas e processos de aprovação lentos (mencionados por 23%).

O estudo também indica que a maioria dos produtores já recorreu a algum tipo de financiamento na última safra, com 69% dos agricultores e 52% dos pecuaristas buscando crédito, principalmente para a aquisição de insumos e equipamentos. Desses, 33% obtiveram recursos em bancos oficiais, 17% em bancos privados, 15% em revendas e 13% em cooperativas de crédito.

Outro ponto relevante da pesquisa é a adoção de novas tecnologias. O Monitor de Tendências do Agronegócio Brasileiro apontou que os custos iniciais elevados e o custo do crédito são os maiores desafios para os produtores ao investir em inovações. Entre os agricultores, a análise de dados e os bioinsumos estão entre as tecnologias mais adotadas, enquanto os pecuaristas têm investido principalmente em nutrição animal. Além disso, 58% dos produtores são considerados adotantes intermediários de tecnologia, enquanto 20% são pioneiros.

Por fim, o estudo também revela que os agricultores planejam aumentar os investimentos em calcário (18%) e manter os investimentos em defensivos (79%), ao mesmo tempo em que os pecuaristas tendem a investir na recuperação de pastagens (28%) e manter o gasto com concentrados (70%). A pesquisa foi encomendada pelo Departamento do Agronegócio da Fiesp à Kynetec Brasil e visa identificar tendências, necessidades e fornecer subsídios para o planejamento estratégico das agroindústrias.

 





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Diesel comum sobe 3,85% e tipo S-10 2,79% no acumulado de 2024, segundo…


Tipo comum do combustível fecha 2024 a preço médio de R$ 6,20; já o tipo S-10 encerra o ano a R$ 6,27

De acordo com a mais recente análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa, os preços médios dos dois tipos de diesel encerraram 2024 em alta no Brasil, com destaque para o comum, que registrou um aumento acumulado de 3,85% ao longo do ano. Já o tipo S-10 teve uma alta de 2,79% no mesmo período, Os combustíveis encerraram o ano com preços médios de R$ 6,20 e R$ 6,27, respectivamente.

“O diesel ficou mais caro ao longo do ano, impulsionado não só pelos reajustes de preço, como também pela recente valorização do dólar em relação ao real, intensificada nas últimas semanas de 2024. Ademais, fatores como a estrutura logística também exercem um papel importante no preço final encontrado pelo consumidor nos postos”, afirma Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, com uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações nos postos, trazendo uma média precisa, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: mais de 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

 

Já segue nosso Canal oficial no WhatsApp? Clique Aqui para receber em primeira mão as principais notícias do agronegócio

Fonte:

Assessoria de Imprensa





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Colheita de aveia cai 30,3% no Paraná


Segundo o 4º levantamento da safra de grãos 2024/25, apresentado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a colheita da aveia-branca no Brasil, chegou ao fim no Rio Grande do Sul no mês de dezembro. A operação teve início em setembro, atingindo 1% da área cultivada, e seguiu com um ritmo crescente até dezembro, quando 2% das áreas restantes foram colhidas. A produtividade variou consideravelmente devido a fatores como o pacote tecnológico adotado pelos produtores e os eventos climáticos, que impactaram diretamente a cultura.

A semeadura da aveia teve início em maio, com término apenas em julho, o que resultou em um longo período para o plantio. Esse atraso foi causado pelas constantes e volumosas precipitações durante o período. Além disso, o desenvolvimento da cultura foi influenciado pelo excesso de chuvas no início do ciclo, especialmente nas regiões Oeste, Alto Uruguai, Missões e Fronteira Oeste, além de episódios de geadas e falta de radiação solar. A fumaça das queimadas no Centro-Oeste também afetou o crescimento das plantas.

De setembro a outubro, as chuvas, com volumes superiores a 200 mm em algumas regiões, coincidiram com a maturação das lavouras no Oeste e o florescimento e enchimento de grãos nas regiões mais a leste, como Planalto Médio e Superior. Esse cenário resultou em uma produção de aveia de produtividade variável, com a maior parte das lavouras registrando índices entre 2.100 kg/ha e 3.000 kg/ha. A produtividade média da safra 2024 foi de 2.361 kg/ha, representando um aumento de 26% em relação à safra anterior, mas 8% inferior à de 2022, o que gerou descontentamento entre os produtores.

Em relação à área cultivada, houve um pequeno ajuste de 0,1% em comparação ao levantamento anterior, com um total de 356,8 mil hectares plantados com aveia.

Já no Paraná, a cultura foi totalmente colhida. As condições climáticas desfavoráveis, com temperaturas elevadas e falta de chuvas em momentos críticos, impactaram negativamente a safra, que apresentou uma redução de 30,3% em relação ao ciclo anterior. O clima quente e a ocorrência de duas geadas prejudicaram ainda mais a produção. A colheita paranaense foi destinada à indústria de alimentação humana (produção de flocos) e alimentação animal (ração), além de parte da produção ser destinada à semeadura para o próximo ciclo.





Source link