terça-feira, abril 7, 2026

Política & Agro

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Produção de arroz no Brasil deve crescer 14% em 2025, mas La Niña segue como alerta



Ddesafios climáticos ainda persistem no Rio Grande do Sul




Foto: USDA

A semeadura de arroz no Brasil está na fase final, com 94% da área total plantada até 5 de janeiro, segundo dados divulgados pelo Itaú BBA, com base em informações da Conab. O Rio Grande do Sul, principal estado produtor, alcançou 98% da área prevista, de acordo com o Instituto Rio Grandense do arroz (Irga). No entanto, a Região Central do estado registrou um avanço menor, com 85% da área semeada, reflexo das enchentes de maio e das chuvas subsequentes. Em Santa Catarina, o plantio já foi concluído, e as condições climáticas no Sul têm sido favoráveis para o desenvolvimento da cultura.

A Conab projeta que a produção brasileira de arroz em 2025 chegará a 12,1 milhões de toneladas em casca, um aumento de 14% em comparação à safra anterior. Este crescimento é atribuído à melhoria na produtividade e à expansão da área plantada. Apesar disso, especialistas alertam para os riscos associados ao fenômeno climático La Niña, que ainda pode impactar os resultados finais da safra.

Mercosul em alta

No restante do Mercosul, as perspectivas também são otimistas. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estima que o bloco produzirá 10,9 milhões de toneladas de arroz beneficiado, o equivalente a 16,0 milhões de toneladas em casca. Este volume representa o maior nível de produção desde a safra 2014/15.

Para o Brasil, o USDA projeta uma produção de 8,0 milhões de toneladas de arroz beneficiado, ou 11,8 milhões de toneladas em casca, um pouco abaixo das estimativas da Conab. Segundo a análise do Itaú BBA, a oferta significativa de arroz no Mercosul deve manter a pressão sobre os preços em 2025, especialmente no mercado internacional.

 

 





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Como identificar os danos da larva arame?



Os insetos adultos são besouros com comprimento variando de 6 a 19 mm




Foto: Arquivo Agrolink

Segundo dados do artigo do engenheiro-agrônomo publicado no Blog Aegro, a larva arame é uma praga para diversas culturas agrícolas, como milho, trigo, arroz e batata. Pertencente à família Elateridae, especialmente aos gêneros Conoderus spp. e Melanotus spp., ela é conhecida pelo impacto negativo nas lavouras e pelo seu ciclo de vida, que começa com ovos depositados no solo pelas fêmeas durante o verão.

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Os insetos adultos são besouros com comprimento variando de 6 a 19 mm, corpo alongado e coloração marrom-avermelhada ou escura. Já as larvas, que atingem até 2 cm de comprimento, apresentam corpo cilíndrico, fino e rígido, com coloração inicial esbranquiçada, tornando-se marrom-amarelada à medida que se desenvolvem.

A fase larval é a mais prejudicial, pois as larvas vivem no solo, alimentando-se de raízes e sementes germinantes. Os maiores danos são registrados no início da primavera, especialmente em sistemas de integração lavoura-pastagem. Os sintomas incluem atrofia de plantas, que podem adquirir tons roxos ou escuros, além de fileiras com plantas subdesenvolvidas ou mortas. Esses danos podem ser diretos, causando redução do crescimento ou morte da planta, ou indiretos, facilitando a entrada de patógenos nos ferimentos causados pelas larvas.





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La Niña pode impactar a produção de soja no Oeste de SC



Estiagem leve afeta soja, mas milho segue com boa colheita




Foto: Pixabay

De acordo com informações do Observatório Agro Catarinense, os Meteorologistas da Epagri/Ciram e da Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil (SDC) divulgaram uma nota conjunta sobre a ocorrência do fenômeno La Niña, que se caracteriza pelo resfriamento da água na região equatorial do Oceano Pacífico. A manifestação climática pode provocar chuvas irregulares e acumulados abaixo da média, especialmente no Grande Oeste catarinense. Embora o La Niña previsto seja de fraca intensidade e curta duração, a nota alerta para seus impactos potenciais no clima durante o verão e início do outono.

A estiagem leve observada desde dezembro no Oeste catarinense já afeta lavouras de soja segunda safra, segundo Haroldo Tavares Elias, analista de socioeconomia da Epagri/Cepa. Ele destaca que o déficit hídrico prejudica o desenvolvimento das culturas e recomenda que agricultores acompanhem as previsões climáticas para os próximos 15 dias, buscando otimizar a semeadura. “Ainda estamos dentro da janela ideal de semeadura, que, em decorrência da falta de chuva, pode sofrer atraso e reduzir o potencial produtivo da cultura”, afirma Haroldo.  Já o milho, cuja produção está em estágio avançado, foi pouco afetado pela estiagem, apresentando produtividade satisfatória.

O resfriamento no Oceano Pacífico, monitorado pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA), mostra temperaturas 0,7°C abaixo da média em dezembro, alcançando o limiar necessário para caracterizar o La Niña. Entretanto, para a consolidação do fenômeno, será necessário que essas condições persistam nos próximos meses.

Modelos climáticos indicam que o resfriamento deve continuar até abril, mas retornará à normalidade logo em seguida. No entanto, a intensidade e a duração do fenômeno ainda são incertas.

Dados do Índice Integrado de Secas, do Cemaden, apontam que o Oeste e o Planalto Sul catarinense enfrentaram seca fraca a moderada em dezembro, resultado das chuvas irregulares registradas no segundo semestre de 2024.





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preço do quilo cai, mas exportações sobem



Volume exportado representa um crescimento de 25,5%




Foto: Kadijah Suleiman

Segundo dados do Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) na última quinta-feira (16), o Brasil exportou 2,87 milhões de toneladas de carne bovina em 2024, gerando uma receita de 12,8 bilhões de dólares. O volume exportado representa um crescimento de 25,5% em relação a 2023, marcando um ano de recordes para o setor.

O preço médio pago por quilo de carne bovina foi de US$ 4,46, abaixo dos US$ 4,60 registrados no ano anterior. Esse aumento no volume de exportações foi impulsionado pelo alto número de abates, especialmente na primeira metade de 2024, quando os produtores enfrentaram dificuldades devido às más condições das pastagens, forçando-os a entregar mais animais aos abatedouros para evitar perdas.

Em novembro, com a demanda externa ainda robusta e uma oferta maior de preços mais altos para os produtores, o Brasil observou os maiores preços dos últimos anos, impulsionados pela desvalorização do real, a pior desde o início da pandemia de Covid-19.

Apesar do crescimento nas exportações, os preços internos da carne bovina continuam a impactar negativamente o poder de compra da população. No atacado paranaense, os preços dos cortes dianteiro e traseiro de carne bovina subiram 45% e 29%, respectivamente, no comparativo entre dezembro de 2023 e dezembro de 2024.





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Falta de chuvas compromete plantio de soja


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (16), o plantio de soja na região da Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul está praticamente paralisado há cerca de duas semanas, devido à falta de chuvas. Embora o plantio esteja próximo da conclusão, os produtores enfrentam um risco crescente de atraso na semeadura, especialmente nas áreas sem irrigação, o que pode comprometer o potencial produtivo da soja safrinha.

A falta de umidade afetou especialmente as lavouras pós-milho e também as plantadas no final de dezembro, que estão com o estande comprometido, necessitando de replante. Em Quaraí, as lavouras apresentam sintomas de murcha, especialmente nas áreas mais recentes, com sistema radicular ainda pouco desenvolvido. As perdas na região são estimadas em 10%.

Em Maçambará, 70% das lavouras estão em fase de desenvolvimento vegetativo, com perdas estimadas em 5%, que podem aumentar devido à falta de chuvas, que já duram 50 dias em algumas localidades.

A situação é semelhante em São Gabriel, onde há 136 mil hectares plantados. A condição das lavouras é variável, com áreas em bom desenvolvimento e outras que apresentam falhas de germinação devido à falta de umidade e altas temperaturas.

Na Campanha Gaúcha, os produtores aguardam chuvas para concluir o plantio e realizar o replante em algumas áreas com estande reduzido. Em Hulha Negra, alguns produtores optaram por plantar em solo seco, acreditando nas previsões de chuvas a partir de 16 de janeiro.

Em Dom Pedrito, de 160 mil hectares, 97% já foram plantados, e 20% das lavouras estão em fase de floração. Contudo, a falta de chuvas desde o início de dezembro tem restringido os manejos, limitados a aplicações de herbicidas.

Em Bagé e municípios próximos, houve o ataque de lagarta-rosca, que reduziu o estande das plantas. A pulverização de inseticidas tem sido a principal medida de controle, especialmente durante a noite, quando a praga permanece no solo.

No entanto, em Caxias do Sul, o clima favorável tem promovido o bom crescimento das plantas, sem registros de doenças e com pragas controladas. Já em Erechim, cerca de 30% das áreas estão em fase de formação de vagens, com problemas de germinação em algumas lavouras, que exigiram replantio.

Em Erval Grande, Itatiba do Sul, Floriano Peixoto e Entre Rios do Sul, a escassez de chuvas resultou em sintomas de estiagem nas lavouras, com redução nas expectativas de produtividade. Cerca de 10 mil hectares deverão ser plantados na safrinha pós-milho.





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Empresa reforça legalidade em disputa sobre arresto de milho



“A retomada do arresto reafirma que a AMAGGI vem agindo com o respeito à lei”



O caso envolve a execução de um penhor agrícola vinculado a uma Cédula de Produto Rural (CPR)
O caso envolve a execução de um penhor agrícola vinculado a uma Cédula de Produto Rural (CPR) – Foto: USDA

A Amaggi esclareceu, em nota divulgada no dia 15 de janeiro de 2025, que o arresto de milho objeto da disputa judicial com a Ramax Exportação e Importação foi retomado por decisão da Quarta Vara Cível de Cuiabá. A empresa destacou que a medida reafirma a atuação em conformidade com a lei.

“A retomada do arresto reafirma que a Amaggi vem agindo com o respeito à lei, às ordens judiciais e defendendo de maneira regular seu direito sobre o milho, bem como que o Poder Judiciário Mato-grossense vem garantindo a segurança jurídica ao agronegócio”, disse.

O caso envolve a execução de um penhor agrícola vinculado a uma Cédula de Produto Rural (CPR) emitida por um produtor rural, com o registro formalizado em cartório. A Amaggi salientou que o penhor agrícola é um instrumento jurídico amplamente utilizado no agronegócio para garantir transações, sendo público e oponível contra terceiros. A empresa apontou que compradores de produtos agrícolas têm a responsabilidade de realizar a devida diligência antes da aquisição, verificando a existência de ônus sobre a mercadoria, como o penhor.

“No caso em questão, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso foi assertivo ao determinar que eventual boa-fé da empresa Ramax não se sobrepõe ao penhor agrícola devidamente registrado em favor da Amaggi. Ademais, o caso vem sendo discutido desde a safra de milho de 2024, sendo que desde o início da disputa o juízo da Quarta Vara Cível de Cuiabá já havia determinado que a Ramax mantivesse a quantidade de milho armazenada e à disposição. Eventuais prejuízos alegados pela Ramax devem ser por ela gerenciados e reclamados diretamente junto ao produtor que vendeu o milho de forma indevida”, indica.

Tenha mais informações sobre o caso clicando aqui.

 





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Escolha da soja deve considerar resistência a herbicidas


A soja, principal cultura agrícola do Brasil, exige decisões estratégicas para garantir alta produtividade e rentabilidade. A escolha da cultivar, uma das mais importantes, deve considerar resistência a herbicidas, doenças e pragas, além de adaptação ao solo, clima e ciclo da planta. Segundo Gustavo Zimmer, consultor da TMG – Tropical Melhoramento & Genética, o avanço das biotecnologias oferece aos agricultores mais opções, mas exige análise detalhada.  

Zimmer destaca que a adoção inicial de cultivares resistentes ao glifosato priorizou o manejo simples, mas a produtividade tornou-se o principal critério ao longo do tempo. Ele também alerta sobre a rotação de culturas, já que plantas voluntárias podem surgir em cultivos subsequentes, como no algodão, exigindo ajustes no manejo.  

“No início, por exemplo, a introdução de cultivares de soja resistentes ao glifosato levou muitos produtores a priorizarem a facilidade de manejo, mesmo que isso não garantisse a máxima produtividade. No entanto, com o tempo, o foco mudou e o desempenho produtivo se tornou fator determinante na decisão de quais variedades utilizar”, diz.

Fatores como solo e clima são determinantes. A Conab projeta para 2023/2024 uma produção de 147,6 milhões de toneladas de soja, queda de 4,5% em relação ao ciclo anterior, devido a enchentes no Rio Grande do Sul. Cultivares adaptadas a solos e condições regionais podem mitigar perdas. Altitude e pluviosidade também influenciam o desempenho das plantas.  

Além disso, a escolha do ciclo da planta deve considerar a sucessão de culturas. Variedades de ciclo curto são ideais para garantir a janela de plantio do algodão, mas podem ser mais vulneráveis a adversidades. Por fim, a resistência a doenças como ferrugem asiática e nematoides é crucial, especialmente em áreas infestadas, reforçando a importância do suporte técnico especializado.

 





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Semeadura de algodão avança: Veja por estado


A semeadura de algodão para a safra 2024/25 avançou 3 pontos percentuais entre os dias 6 e 12 de janeiro de 2025, de acordo com dados compilados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgados pela SLC Sementes. No período, 42,5% das áreas estavam em estádio de emergência, 55,5% em desenvolvimento vegetativo e 1,9% em floração, refletindo o progresso do ciclo produtivo nas regiões monitoradas.  

Sete estados, responsáveis por 98% da área cultivada de algodão no Brasil, foram analisados. No Maranhão, a semeadura avançou de 68% em 13 de dezembro para 72% até 12 de janeiro. No Piauí, a evolução foi mais expressiva, passando de 83% em dezembro para 100% na segunda semana de janeiro. Na Bahia, os índices oscilaram, caindo de 78% em dezembro para 64,8% no início de janeiro, mas recuperando para 72% na última atualização.  

No Mato Grosso, principal estado produtor, o avanço foi lento, saindo de 20,3% em dezembro para 18,5% até 12 de janeiro, após um recuo inicial. Em Mato Grosso do Sul, a semeadura foi concluída em dezembro, mas apresentou variações em janeiro, retornando a 100%. Goiás e Minas Gerais também enfrentaram oscilações: Goiás passou de 85% em dezembro para 78% em janeiro, enquanto Minas Gerais, que estava em 80% em dezembro, reduziu para 60% no início de janeiro, impactado por condições climáticas adversas.  

A média de semeadura nos sete estados ficou em 36,9% até 13 de dezembro, caindo para 30,5% em 5 de janeiro e subindo para 33,5% em 12 de janeiro. O ritmo variado reflete diferenças climáticas e logísticas entre as regiões, evidenciando os desafios enfrentados pelos produtores para garantir o plantio dentro da janela ideal.





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Preços sobem no mercado do frango; ave no atacado paulista tem elevação de 1,85%


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Preços em alta encerraram a sexta-feira (3) para o mercado do frango. Informações do Cepea dão conta de que o período de festas de fim de ano aqueceu a demanda pela proteína e, consequentemente, intensificou a busca de frigoríficos por novos lotes de animal vivo. 

De acordo com a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo ficou estável, custando, em média, R$ 5,60/kg, enquanto o frango no atacado subiu 1,85%, custando, em média, R$ 8,25/kg.

No caso do animal vivo, o preço não mudou no Paraná, cotado a R$ 4,60/kg, assim como em Santa Catarina, com valor de R$ 4,56/kg.

Conforme informações do Cepea/Esalq,Vivo, referentes à quinta-feira (2), a ave congelada teve leve alta de 0,60%, chegando a R$ 8,42/kg, enquanto o frango resfriado subiu 0,48%, fechando em R$ 8,34/kg.
 

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Fonte:

Notícias Agrícolas





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Tecnologia e sustentabilidade na Festa do Tomate



A Casa do Adubo, parte do grupo Nutrien, marcará presença



A Casa do Adubo, parte do grupo Nutrien, marcará presença
A Casa do Adubo, parte do grupo Nutrien, marcará presença – Foto: Pixabay

A 38ª edição da Festa do Tomate acontecerá de 24 a 26 de janeiro em Alto Caxixe, Venda Nova do Imigrante (ES), no Centro de Eventos Zaudino Gagno, conhecido como “Tomatão”. Este evento é um dos mais importantes do agronegócio capixaba, destacando a relevância da cultura do tomate para a economia local. A festa contará com uma programação variada, incluindo shows, concursos, premiações e uma feira de negócios, reunindo grandes marcas do setor agrícola.

O foco deste ano será o cultivo sustentável e produtivo do tomate, tema abordado em estandes e palestras. Durante o evento, os visitantes poderão conhecer inovações tecnológicas que buscam aumentar a produtividade e a rentabilidade da cultura do tomate, beneficiando especialmente os agricultores da região.

A Casa do Adubo, parte do grupo Nutrien, marcará presença na feira com um portfólio diversificado de soluções para o setor agrícola. A empresa apresentará tecnologias biológicas e tradicionais em fertilizantes, defensivos e outros insumos, buscando contribuir para a produtividade dos produtores de tomate. Durante o evento, sua equipe técnica estará disponível para fornecer orientações personalizadas, com foco em soluções que ajudem a melhorar a rentabilidade dos cultivos.

André Ceotto, gerente de vendas da filial Casa do Adubo no Ceasa capixaba, ressalta que a participação na Festa do Tomate é uma excelente oportunidade para se conectar diretamente com os produtores e entender suas necessidades. Ele destaca que as soluções apresentadas são voltadas para a sustentabilidade e o crescimento do setor agrícola capixaba. “A Festa do Tomate é uma oportunidade estratégica para nos conectarmos com os produtores, entender suas necessidades e oferecer soluções que combinam inovação, eficiência e sustentabilidade”, acrescenta Ceotto.

 





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