terça-feira, abril 7, 2026

Política & Agro

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Soja e milho em baixa no mercado


A soja abriu em leve baixa na CBOT, com os contratos de março sendo negociados a US$ 1054,50, uma queda de US$ 1,50, segundo informações da TF Agroeconômica. No Brasil, o preço médio reportado pelo CEPEA foi de R$ 133,52, com uma diminuição diária de 0,68% e mensal de 4,22%. As preocupações com o clima na América do Sul continuam a influenciar o mercado, com a Argentina enfrentando déficit de umidade e o Brasil lidando com excesso de umidade no centro-norte, atrasando a colheita. 

Para o milho, a CBOT também registrou uma leve queda para os contratos de março, a US$ 483,75, uma redução de US$ 0,50. No Brasil, os preços na B3 caíram 1,93% para R$ 76,06, enquanto o CEPEA reportou um aumento de 0,11% no dia e de 1,94% no mês, fechando em R$ 74,10. A entrada de grãos no mercado físico dos EUA pressiona os preços para baixo, mas a demora na semeadura da safrinha no Brasil e o clima adverso na Argentina puxam os preços para cima.

O trigo apresentou quedas leves nos contratos de março na CBOT, negociando a US$ 552,25, uma queda de US$ 1,75. No Brasil, o CEPEA registrou altas tanto no Paraná quanto no Rio Grande do Sul, com aumentos diários de 0,18% e 0,78%, respectivamente, e mensais de 1,48% e 2,16%. A tomada de lucros após as recentes altas, juntamente com a desvalorização do dólar e possíveis danos causados pelo frio nas Grandes Planícies dos EUA, são os principais fatores a serem observados. O mercado agrícola continua a ser influenciado por um mix de fatores climáticos e geopolíticos, com a nova administração de Donald Trump adicionando camadas de incerteza ao cenário.

 





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Embarques de milho brasileiro registraram queda de 29%



Milho brasileiro perde competitividade, mas vendas para África dobram




Foto: Divulgação

Os embarques de milho brasileiro registraram queda de 29% em 2024 em relação ao ano anterior, reflexo de uma menor demanda asiática, especialmente da Coreia do Sul, China e Japão. Segundo informações do Itaú BBA, o volume exportado ao longo do ano totalizou 40 milhões de toneladas, resultado influenciado pelos preços do cereal brasileiro, que ficaram acima da paridade de exportação em boa parte do período, tornando o milho americano mais competitivo.

Apesar da retração no mercado asiático, os embarques para o continente africano dobraram, com destaque para o Egito, que se consolidou como o principal destino do milho brasileiro, adquirindo 14% do volume exportado. Esse número representa um aumento expressivo de 240% em relação ao ano anterior.

O relatório do Itaú BBA também revela uma queda de 16% nos preços do milho, que ficaram em média a USD 202,6 por tonelada, refletindo os desafios enfrentados pelo setor em 2024.

 





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Plantio preciso para uma safrinha produtiva



A semente é muito importante



Essas descobertas reforçam a necessidade de investir em máquinas e tecnologias
Essas descobertas reforçam a necessidade de investir em máquinas e tecnologias – Foto: Divulgação

A safrinha de milho de 2025 traz grandes oportunidades para o setor agrícola, mas também ressalta a importância de investir no essencial: a qualidade do plantio. Segundo Leonardo Plixo, Coordenador de Marketing de Produto Plantadeiras e Tecnologia da Massey Ferguson, esse é o ponto de partida para alcançar altos níveis de produtividade e eficiência no campo.

De acordo com um estudo publicado no Journal of Agricultural Science, a uniformidade no espaçamento entre sementes pode aumentar a produtividade em até 10%, evitando competição desnecessária entre plantas e promovendo o desenvolvimento uniforme da lavoura. Além disso, a profundidade adequada de plantio desempenha um papel crucial na germinação das sementes e no estabelecimento inicial da planta, como destacado por pesquisas da American Society of Agronomy.

Essas descobertas reforçam a necessidade de investir em máquinas e tecnologias que garantam um espaçamento regular e uniforme, precisão na profundidade de plantio e a redução de falhas e sobreposições. Esses fatores impactam positivamente o stand final da lavoura, ajudando a potencializar os resultados da safra.

No campo, onde cada detalhe importa, adaptar as soluções às realidades do produtor é essencial. Seja em operações de pequeno, médio ou grande porte, equipamentos que priorizem eficiência e qualidade são fundamentais para superar os desafios da safra e garantir um futuro promissor para a produção de milho. “No campo, onde cada detalhe importa, investir em plantio de qualidade é garantir um futuro promissor para a produção”, comenta.

 





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Região Norte lidera inadimplência no agro; Sul tem melhor desempenho


De acordo com um levantamento da Serasa Experian, 7,7% da população rural brasileira estava inadimplente no terceiro trimestre de 2024, considerando dívidas vencidas há mais de 180 dias e contraídas junto a empresas relacionadas às principais atividades do agronegócio. Em comparação ao segundo trimestre do mesmo ano, houve um aumento de 0,3 pontos percentuais na taxa.

Para Marcelo Pimenta, head de agronegócio da Serasa Experian, o quadro ainda é considerado estável, mesmo diante de adversidades como acesso ao crédito limitado, rolagem de dívidas, preços das commodities e impactos climáticos. “Apesar do leve aumento, o fato de a maioria dos proprietários rurais se manter adimplente é um reflexo positivo, considerando os desafios enfrentados no campo”, destacou.

Pequenos produtores lideram adimplência no setor

O estudo revelou que os pequenos proprietários rurais apresentam o menor índice de inadimplência, com 6,9%. Na sequência estão os produtores de médio porte (7,4%) e aqueles sem registro de cadastro rural – como arrendatários e participantes de grupos familiares – com 9,9%. Já os grandes proprietários registraram a maior taxa, atingindo 10,2%.

Região Norte Agro tem maior índice de inadimplência

Entre as regiões analisadas, a “Norte Agro” – que inclui o Norte do Brasil (com exceção de Rondônia e Tocantins) e parte do Maranhão – liderou a inadimplência no terceiro trimestre de 2024, com um índice de 11,1%. Em contraste, a região Sul se destacou com o menor percentual de inadimplentes, marcando apenas 5%.

Proprietários experientes têm maior estabilidade financeira

O levantamento apontou que a idade dos proprietários rurais influencia na capacidade de honrar dívidas. Os mais experientes registraram os menores índices de inadimplência, enquanto aqueles com idades entre 18 e 29 anos formaram a parcela mais inadimplente da população rural.

Setores do agronegócio apresentam otimismo na inadimplência

Dentre os setores onde as dívidas foram contraídas, as instituições financeiras tiveram maior participação, com 6,8% de inadimplentes. Por outro lado, setores diretamente ligados ao agronegócio, como agroindústrias, serviços de apoio, e revendas de insumos e máquinas, apresentaram taxas baixíssimas, de 0,2% e 0,1%, respectivamente.

“Os dados mostram que a cadeia agro permanece resiliente em termos de inadimplência. Se, no geral, 7,7% dos proprietários rurais estão inadimplentes, em setores diretamente relacionados ao agronegócio, os percentuais são ainda menores, o que reforça a solidez do setor”, concluiu Marcelo Pimenta.





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os fatores que impactam a aplicação de fertilizantes



A agricultura moderna é uma ciência integrada que exige precisão em cada etapa




Foto: Divulgação

A agricultura moderna é uma ciência integrada que exige precisão em cada etapa. Desde o plantio até a colheita, o sucesso de uma lavoura depende, entre outros fatores, das condições climáticas, que têm impacto direto na eficácia de operações como a aplicação foliar de fertilizantes. Ignorar essas variáveis pode significar desperdício de insumos, prejuízos financeiros e danos ambientais.

A aplicação de fertilizantes foliares, que representa até 30% dos custos totais de uma lavoura, depende de fatores como temperatura, umidade relativa do ar, direção e velocidade do vento, além de chuvas e estresse hídrico. Por exemplo, altas temperaturas e baixa umidade podem acelerar a evaporação das gotas, diminuindo sua capacidade de atingir o alvo e aumentando o risco de deriva – o movimento do produto fora da área pretendida.

Outro fenômeno climático que deve ser lembrado é a inversão térmica, quando o ar mais quente sobe e carrega as gotas pulverizadas para longe das plantas. Nessas situações, aplicações realizadas em condições inadequadas podem perder eficiência e causar impactos indesejados em áreas adjacentes, como lavouras vizinhas ou reservas ambientais.

A tecnologia tem avançado para mitigar esses problemas, com equipamentos mais sofisticados e formulações que oferecem maior flexibilidade. Entretanto, a estratégia ainda começa com o planejamento. Estar atento a parâmetros climáticos antes de iniciar a pulverização é essencial para maximizar os resultados.

Boas práticas para pulverização eficiente

Prefira gotas maiores, que são menos influenciadas pelo vento e têm maior precisão.

Mantenha a pulverização em condições climáticas ideais, com ventos entre 2 e 7 km/h e umidade relativa entre 60% e 95%.

Evite operações noturnas, quando as inversões térmicas são mais intensas.

Planeje a aplicação em horários com menor risco de chuvas logo após o processo.





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Custo total do milho sobe 3,83% na safra 24/25



Custo do milho alta tecnologia aumenta no Mato Grosso




Foto: Divulgação

O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) consolidou os dados de custo de produção do milho alta tecnologia da safra 2024/25 em Mato Grosso, destacando uma elevação no Custo Total, que alcançou R$ 6.094,19 por hectare, um aumento de 3,83% em relação à safra anterior.

Apesar do aumento no custo total, o custeio da safra apresentou redução de 1,46%, sendo consolidado em R$ 3.236,64 por hectare. Essa queda foi atribuída à redução de 11,61% nos preços de fertilizantes e corretivos em comparação com o ciclo 2023/24.

Para cobrir as despesas do custeio, o produtor modal precisará alcançar uma produtividade mínima de 79,45 sacas por hectare, considerando o preço médio de R$ 40,74 por saca. Esse rendimento é ligeiramente superior ao da safra anterior, com um aumento de 0,45%, devido à queda de 1,90% no preço médio do milho no ciclo atual.

Com base na produtividade média das últimas três safras (111,72 sacas por hectare), o produtor modal teria condições de cobrir as despesas do custeio, mesmo diante da necessidade de um rendimento maior para compensar a queda no preço do milho.





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Os pilares da produtividade no feijão: radiação, água e manejo



A colheita do feijão varia conforme o tamanho da área cultivada




Foto: Canva

A cultura do feijão, essencial para a alimentação dos brasileiros e para o agronegócio nacional, demanda práticas bem estruturadas para alcançar alta produtividade. Segundo dados divulgados pelo Blog Aegro, a produção nacional do grão chegou a 3,13 milhões de toneladas na última década, considerando as três safras anuais.

O blog destaca que as épocas de plantio variam conforme a região e as condições climáticas, com períodos ideais de semeadura distribuídos entre as estações das águas (setembro a novembro), seca (janeiro a março) e outono-inverno (maio a julho). A escolha do período deve levar em conta o ciclo curto do feijão e as peculiaridades locais, como temperatura, precipitação e solo.

Para o preparo adequado do solo, o Aegro recomenda técnicas como a calagem, adubação com nitrogênio, fósforo e potássio, além da análise química periódica do terreno. O plantio direto na palha também é enfatizado como uma prática que conserva o solo, reduz a erosão e melhora a retenção de água, especialmente em áreas vulneráveis a chuvas intensas.

Outro ponto abordado é o impacto do clima na produtividade. Temperaturas ideais entre 18 °C e 24 °C são cruciais para o desenvolvimento das plantas, enquanto extremos acima de 30 °C ou abaixo de 12 °C podem atrasar a germinação e causar abortamento de flores e vagens. Além disso, chuvas devem ser bem distribuídas durante o ciclo da planta, com volumes entre 300 mm e 400 mm sendo considerados ideais.

A colheita do feijão, por sua vez, varia conforme o tamanho da área cultivada, podendo ser manual, semimecanizada ou mecanizada. O momento ideal é logo após a maturidade fisiológica das plantas, cerca de 80 a 100 dias após a germinação, quando as vagens adquirem a cor de palha.





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Manejo eficaz no final do ciclo da soja garante produtividade



Como proteger sua colheita e garantir grãos com qualidade




Foto: Pixabay

Com a soja próxima ao estágio de maturação, o manejo eficiente de plantas daninhas e pragas é essencial para evitar perdas de produtividade e preservar a qualidade dos grãos. No fim do ciclo, a competição das daninhas por nutrientes, água e luz pode comprometer o rendimento da lavoura e prejudicar a eficiência da colheita.

Além disso, pragas como percevejos continuam a ameaçar a cultura, causando danos diretos aos grãos, afetando sua qualidade e peso. Sem o controle adequado, esses fatores podem dificultar o plantio da próxima safra, além de aumentar a presença de impurezas e a umidade dos grãos colhidos. “Um manejo inadequado no final do ciclo pode não apenas impactar o rendimento e a qualidade da soja, mas também prejudicar a safra subsequente. Quando não controladas corretamente, as plantas daninhas são muito problemáticas para a rotação de culturas, enquanto o controle incorreto de pragas, como os percevejos, pode levar a uma pressão muito maior na safra seguinte de milho safrinha, por exemplo. Por isso, é essencial que o produtor adote práticas corretas de manejo neste estágio para garantir tanto a produtividade atual quanto a sustentabilidade das lavouras no futuro”, alerta Fábio Lemos, engenheiro agrônomo e gerente de culturas e portfólio da FMC, empresa de ciências para agricultura.

Ao adotar práticas adequadas e produtos específicos para o manejo no final do ciclo, o sojicultor assegura uma colheita de alta qualidade e um campo preparado para a próxima safra. O Aurora® 400 EC, herbicida de dessecação da FMC, atua contra plantas daninhas como corda-de-viola e trapoeraba, uniformizando a umidade das plantas e permitindo a colheita antecipada com maior eficiência. Já o inseticida o Hero®, voltado para o controle de percevejos, protege os grãos e diminui a pressão de pragas na safra subsequente, como milho safrinha ou algodão. Com um intervalo de apenas três dias entre aplicação e colheita, o produto proporciona flexibilidade ao produtor.





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Como o dólar vai se comportar?



Na quarta-feira, a moeda americana fechou o dia a 5,9463 reais



Entretanto, prever se o dólar vai continuar nesse patamar é um desafio considerável para qualquer economista
Entretanto, prever se o dólar vai continuar nesse patamar é um desafio considerável para qualquer economista – Foto: Pixabay

De acordo com a análise da Casa de Análise de Mercado Levante, a taxa de câmbio entre o real e o dólar é um espelho das expectativas dos investidores e da confiança no cenário econômico brasileiro. O Brasil, não sendo um emissor de dólares, depende de exportações e do investimento externo para obter a moeda norte-americana. Quando esse otimismo diminui, há uma tendência de aumento da procura por dólares, elevando sua cotação em reais devido à simples dinâmica de oferta e demanda.

Na quarta-feira, a moeda americana fechou o dia a 5,9463 reais, representando uma queda de 1,4%. Este foi o menor valor desde novembro de 2024, marcando também o primeiro fechamento abaixo de 6 reais desde 11 de dezembro do ano passado. A taxa de câmbio havia ultrapassado os 6,20 reais no início do ano, mas agora apresenta uma trajetória descendente, abaixo do que muitos consideram um “nível psicológico” importante.

Entretanto, prever se o dólar vai continuar nesse patamar é um desafio considerável para qualquer economista. A taxa de câmbio é influenciada por uma miríade de fatores: desde as políticas internas brasileiras, como a busca por equilíbrio fiscal e credibilidade governamental, até as decisões do Federal Reserve dos EUA e as políticas comerciais de Donald Trump. 

Trump, até o momento, tem administrado uma abordagem mais cautelosa em relação a tarifas comerciais do que prometeu durante sua campanha, potencialmente facilitando o comércio internacional para o Brasil. No entanto, a economia global é imprevisível e as expectativas do mercado podem mudar rapidamente. Mesmo com a recente queda do dólar, nada garante que isso será uma tendência duradoura.

 





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Safra de 2025 promete recuperação com clima favorável e exportações em alta



Produção de grãos ganha impulso




Foto: United Soybean Board

As projeções para 2025 indicam uma recuperação robusta no setor agrícola brasileiro, segundo dados do Itaú BBA. Com um clima mais favorável ao desenvolvimento das culturas de verão, a produção de grãos ganha impulso, enquanto a logística de exportação será testada diante do aumento esperado nos embarques, especialmente de soja e milho.

Os embarques de soja, que devem ganhar força a partir de março, têm potencial para superar os volumes registrados em 2024, fortalecidos pela competitividade trazida por um dólar mais forte. No caso do milho, o cenário dependerá da safra de inverno e da dinâmica dos preços locais, atualmente distantes da paridade de exportação.

No segmento de carnes, a competitividade brasileira e desafios sanitários globais, como a gripe aviária e a febre aftosa na Alemanha, favorecem um possível recorde de exportações. Entretanto, a produção doméstica de carne bovina pode registrar uma leve retração devido ao ciclo de retenção de fêmeas. O setor ainda enfrenta incertezas relacionadas à China, que avalia a imposição de tarifas de importação.

Para o café, a próxima safra de arábica deve ser menor, o que deve reduzir o volume exportado no segundo semestre. No entanto, o café robusta segue como destaque, com expectativa de safra maior e novos aumentos de exportações.

No algodão, a previsão de manutenção de uma grande produção nacional reforça o otimismo, apesar da necessidade de diversificar mercados diante do menor apetite chinês. Já no setor sucroenergético, o açúcar deve registrar aumento nos embarques no segundo semestre, enquanto o etanol deve apresentar um leve crescimento anual, impulsionado por uma base de comparação mais baixa.





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