terça-feira, abril 7, 2026

Política & Agro

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Grupo digitaliza propriedade no Piauí com redes privativas


A Fazenda Confiança, do Grupo Franciosi Agro, localizada em Baixa Grande do Ribeiro, no Piauí, está revolucionando sua gestão agrícola com o uso de tecnologia avançada. Em parceria com a Virtueyes IoT Solutions, a fazenda implementou redes privativas que conectam máquinas, equipamentos e colaboradores, superando o desafio histórico de acesso à internet na região.  

O Piauí, que registrou crescimento de 384% no valor da produção agrícola nos últimos oito anos, é um dos grandes destaques do agronegócio brasileiro, consolidando-se como potência no setor. Aproveitando esse potencial, o Grupo Franciosi, referência na produção de soja, milho e algodão, apostou na digitalização para ampliar sua eficiência e produtividade.  

“Vimos a importância da conectividade dentro da fazenda, principalmente para conectar os pivôs e demais equipamentos de telemetria da propriedade. Passamos a avaliar algumas tecnologias nesse sentido em busca de algo que cobrisse a fazenda com uma grande rede de Wi-Fi”, disse Marco Gracindo, Head de Tecnologia do Grupo Franciosi Agro, responsável pelas áreas de inovação, tecnologia e agricultura digital.

A solução desenvolvida pela Virtueyes utiliza conectividade M2M e IoT para cobrir os 12 mil hectares da propriedade, padronizando a comunicação e integrando as tecnologias existentes. Além de otimizar processos agrícolas, a iniciativa tem impacto social positivo, proporcionando conectividade aos colaboradores, que podem manter contato com suas famílias e acessar oportunidades de estudo.  

Atualmente, a implementação está em fase de validação e ajustes, com planos de expandir a tecnologia para outras áreas e fazendas do grupo. Segundo Marco Gracindo, Head de Tecnologia do Grupo Franciosi, o objetivo é garantir qualidade de sinal em toda a propriedade, reforçando o compromisso com inovação e sustentabilidade no agronegócio.  

 





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Final de mês afeta ritmo de negociações no boi gordo



Mercado de boi gordo encerra semana com preços estáveis




Foto: Sheila Flores

De acordo com o informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria, nesta sexta-feira (24), os preços do boi gordo permaneceram estáveis nesta semana no estado de São Paulo, seguindo o padrão típico para o período. As escalas de abate atendem, em média, uma semana, mas a proximidade do final do mês e o lento escoamento da carne impactaram o ritmo das negociações, dificultando a manutenção das ofertas de compra.

Além disso, a valorização do real frente ao dólar durante a semana pode pressionar as margens das indústrias exportadoras, um ponto de atenção para os próximos dias.

Mato Grosso do Sul: Assim como em São Paulo, as cotações fecharam a semana estáveis, de acordo com o monitoramento da Scot Consultoria.

Alagoas: O estado registrou queda de R$ 3,00/@ no preço do boi gordo, enquanto as fêmeas mantiveram preços estáveis. Não há referências para o “boi China” na região.





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Metagenômica no campo: A revolução sustentável



A plataforma GoSolos, desenvolvida pela GoGenetic Agro, lidera essa transformação



A plataforma GoSolos, desenvolvida pela GoGenetic Agro, lidera essa transformação
A plataforma GoSolos, desenvolvida pela GoGenetic Agro, lidera essa transformação – Foto: Pixabay

Nos dias 29 e 30 de janeiro, Goiânia (GO) será o cenário do X Encontro da Associação Brasileira dos Prestadores de Serviço de Agricultura de Precisão (ABPSAP). O evento, que comemora uma década de avanços no setor, reunirá empresas, cooperativas, pesquisadores e profissionais para compartilhar boas práticas e discutir inovações na agricultura de precisão. Essa abordagem integra tecnologia e gestão estratégica para aumentar a produtividade e reduzir os impactos ambientais, sendo fundamental para o desenvolvimento sustentável do agronegócio.  

Uma das atrações principais será a palestra da CEO da GoGenetic Agro, que apresentará como a metagenômica está transformando o manejo do solo. A tecnologia permite identificar e analisar o microbioma do solo por meio do DNA, trazendo novas perspectivas para a produção agrícola. A aplicação prática dessa ciência possibilita um melhor entendimento das condições do solo, promovendo intervenções mais precisas e eficientes que potencializam os resultados e minimizam desperdícios.  

A plataforma GoSolos, desenvolvida pela GoGenetic Agro, lidera essa transformação ao traduzir análises genéticas complexas em recomendações práticas para os produtores. A solução foca na identificação de patógenos, avaliação de microrganismos benéficos e monitoramento de alterações no solo, permitindo um manejo mais eficiente e sustentável.  

Com essa inovação, os agricultores têm acesso a ferramentas que otimizam a produtividade e reduzem custos, ao mesmo tempo em que promovem a sustentabilidade a longo prazo. A metagenômica representa uma nova era na agricultura, conectando ciência avançada com as necessidades práticas do campo.

 





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Ações europeias encerram semana reduzida por feriado em baixa


Logotipo Reuters

Por Sruthi Shankar e Shashwat Chauhan

(Reuters) – As ações europeias encerraram a semana encurtada por feriado em baixa nesta sexta-feira, com empresas de luxo e fabricantes de bebidas alcoólicas liderando perdas, embora o foco tenha permanecido nos dados econômicos para obter pistas sobre a trajetória da taxa de juros e possíveis mudanças nas políticas dos Estados Unidos sob a Presidência de Donald Trump.

O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em queda de 0,49%, a 508,19 pontos, nas negociações de baixa liquidez após o feriado de Ano Novo.

Setores expostos à China, como mineradoras, artigos de luxo e montadoras ficaram sob pressão, mesmo depois que uma autoridade de Pequim disse que o país aumentará drasticamente o financiamento de títulos ultralongos em 2025 para estimular o investimento empresarial e iniciativas de estímulo ao consumidor.

Investidores têm se preocupado com a economia da China e com a iminência de uma guerra comercial com os EUA antes da posse presidencial de Trump em 20 de janeiro.

A bolsa francesa, que abriga a maioria dos principais nomes de luxo da Europa, registrou sua maior queda em um único dia em mais de sete semanas.

Os mercados acionários dos EUA tiveram um bom desempenho em 2024, ajudados pelo otimismo em relação à inteligência artificial e aos cortes na taxa de juros do Federal Reserve, enquanto a Europa, em contrapartida, registrou apenas ganhos marginais.

O STOXX 600 também atingiu recordes no ano passado, embora as preocupações com a desaceleração da economia europeia, a turbulência política na Alemanha e na França e a ameaça de tarifas do governo Trump tenham limitados os ganhos.

“A incerteza na Europa piorou a situação e pode ajudar a explicar a diferença de avaliação em relação aos EUA”, escreveram economistas do Goldman Sachs em nota.

Eles recomendaram cautela em relação às empresas expostas a tarifas e disseram esperar que o mercado precifique uma medida de alívio fiscal alemão no futuro.

Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 0,44%, a 8.223,98 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 0,59%, a 19.906,08 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 1,51%, a 7.282,22 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,72%, a 34.127,62 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,22%, a 11.651,60 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 0,51%, a 6.444,69 pontos.





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Captura de psilídeo em armadilhas reduz 41% em 2024


A captura de psilídeos em armadilhas instaladas em diversas propriedades do cinturão citrícola do estado de São Paulo e Triângulo Sudoeste Mineiro apresentou queda de 41% em 2024 quando comparada com o mesmo de 2023. Os dados fazem parte do levantamento realizado quinzenalmente pelo Fundecitrus e disponibilizado na plataforma Alerta Psilídeo. De acordo com o sistema, a média de captura registrada em 2023 foi de 2,23 psilídeos por armadilha, contra 1,32, em 2024. Os dados do ano passado também são menores do que o registrado em 2022 (1,68).

A região de Casa Branca (SP) foi a que mais se destacou no cinturão, com uma queda de 76% nas capturas. Na sequência, aparece a região de Frutal (MG) com redução de 72% e, depois, as regiões paulistas de Bebedouro com 68%, Novo Horizonte com 64% e Araraquara com 57%. Itapetininga e Brotas são as únicas regiões que tiveram aumento de captura, com 19% e 9% respectivamente. De acordo com o engenheiro-agrônomo do Fundecitrus e coordenador do departamento de Transferência de Tecnologia, Ivaldo Sala, a queda de capturas reflete o bom trabalho que os citricultores e demais profissionais do setor vem desempenhando no manejo do inseto com o objetivo de mitigar a incidência do greening nos pomares e, ainda, a ocorrência de altas temperaturas associadas a longos períodos com falta de chuva, registrados no ano passado. Essa soma de fatores impactou a incidência do inseto, sua reprodução e dispersão.  

Manejo intensificado

Mesmo com a queda nas capturas, Sala reforça que o trabalho de manejo precisa ser intensificado diante da complexidade da doença e da capacidade destrutiva que ela representa para os pomares. “Essa redução é muito importante porque mostra, mais uma vez, que as diretrizes de manejo que sempre foram recomendadas pelo Fundecitrus se mostram eficazes. No entanto, precisamos, cada vez mais, fortalecer esse trabalho, sem deixar que erros ocorram principalmente em regiões de expansão na nossa citricultura”, diz.

O ano de 2023 apresentou o maior índice de captura de inseto desde que o Alerta Psilídeo começou a operar. As brotações, principal fonte de alimento do inseto, seguiram a mesma tendência de alta no período e chegaram a 17,20%. Em 2024, esse percentual foi 4% menor. “Ou seja, tivemos um cenário de brotações ao longo do ano passado com uma ligeira redução de incidência no comparativo com um ano com registros de índices altíssimos. Isso mostra que o controle do inseto, com frequência de pulverização correta, eliminação de plantas doentes e rotação dos modos de ação, fez toda a diferença para impactar na redução das capturas de psilídeo”, explica Sala. As novas armadilhas da área de expansão, nos estados de Mato Grosso do Sul e Minas Gerais se somam a outras 35 mil nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná, totalizando 267 municípios em 21 regiões monitoradas.





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Período do ano é de atenção à incidência do ácaro-da-falsa-ferrugem



Períodos de alta temperatura associados à umidade


Foto: Fundecitrus

Períodos de alta temperatura associados à umidade, comuns nessa época do ano, favorecem à ocorrência do ácaro-da-falsa-ferrugem em pomares de todas as variedades de citros. A doença é uma das principais da citricultura e deve estar no radar do manejo. A infestação nos pomares ocorre durante o ano todo, porém atinge as maiores populações entre os meses de dezembro a junho.

Nessas condições climáticas, o ácaro completa o ciclo biológico (ovo a adulto) em apenas sete dias, enquanto que, nos períodos de seca e baixas temperaturas, pode levar mais de 14 dias para completar o ciclo. O monitoramento das plantas é indispensável para o controle da praga para evitar os grandes prejuízos, pois o nível de dano econômico estimado em frutos de laranja é de 70 a 80 ácaros por cm2.  É recomendado uma frequência de inspeções entre 7 e 15 dias com lupa de bolso. O controle deve ser feito com acaricidas – e, além dos produtos químicos, o mercado também dispõe de produtos biológicos com boa performance no controle do ácaro-da-falsa-ferrugem. Existem alguns ingredientes ativos indicados para combater a praga, entretanto, os mais utilizados são os produtos à base de enxofre e abamectina.

Sintomas

A incidência desse ácaro ocorre principalmente em folhas, ramos e em frutos jovens, e sua disseminação é feita pelo vento. Nos frutos afetados, a praga provoca o aparecimento de manchas escuras de aspecto ferrugíneo na casca, que variam de intensidade de acordo com o nível de infestação. Nas folhas, o ácaro causa o aparecimento de manchas escuras de formato irregular principalmente nas bordas foliares, conhecidas como “mancha-graxa”. As infestações do ácaro reduzem a capacidade fotossintética da planta, que impacta diretamente na qualidade e na produtividade do pomar. Em laranjas, as cascas ficam mais espessas, fazendo com que eles percam o valor comercial tanto para consumo in natura como para indústria, pois causa danos às máquinas de extração.





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Estiagem prejudica milho-verde, mas há bons resultados



Colheita de milho-verde tem cenários distintos




Foto: Pixabay

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (23), a colheita do milho-verde tem apresentado diferentes cenários no Rio Grande do Sul.

Na região administrativa de Bagé, as lavouras implantadas em setembro alcançaram excelentes rendimentos. No entanto, as plantações feitas em outubro sofreram perdas devido à estiagem que impactou a fase de floração, prejudicando o desenvolvimento das espigas.

Já na região de Santa Rosa, as lavouras de milho-verde e milho-doce estão em plena colheita. Os produtores locais comercializam as espigas de milho-doce por R$ 1,50, enquanto as de milho-verde são vendidas a R$ 0,80 cada.





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Secretário de Agricultura e Abastecimento enaltece parceria com Fundecitrus



Piai iniciou sua fala abordando o greening e a complexidade do problema


Foto: Fundecitrus

O secretário de Agricultura e Abastecimento do Governo do Estado de São Paulo, Guilherme Piai, destacou a importância da parceria com o Fundecitrus no combate ao greening. A declaração foi feita durante sua participação no podcast Agro em Pauta, realizado pela revista Exame.

Piai iniciou sua fala abordando o greening e a complexidade do problema. Segundo ele, foi perceptível desde o início que ações precisariam ser tomadas. “Quando eu me tornei secretário, no primeiro dia, já tive uma reunião sobre o assunto [greening]. Foi quando entendi a complexidade e a dimensão do problema. […] Com humildade, proatividade e planejamento, São Paulo está indo muito bem nesse combate”, afirmou.

O secretário também relembrou as dificuldades enfrentadas pela Flórida, nos Estados Unidos, no enfrentamento ao greening, e destacou a relevância da parceria entre o Fundecitrus e outras instituições. “A Flórida perdeu essa guerra. Eles investiram dois bilhões de dólares, produziam 200 milhões de caixas por ano e hoje não produzem 15 […]. Aqui, estamos nessa parceria, com mérito para o Fundecitrus, Esalq e Fapesp, onde criaremos o maior centro do setor no mundo”, frisou.

Piai se referia ao Centro de Pesquisa Aplicada em Inovação e Sustentabilidade (CPA), que prevê investimento financeiro para os próximos cinco anos. “Vamos trazer os melhores pesquisadores, as mentes mais brilhantes, para vencer essa batalha. Vejo que São Paulo tem atuado muito bem em relação ao greening. Estamos trabalhando com planejamento, profissionalismo e eficácia, e esse centro de pesquisa tem tudo para trazer boas notícias para nós”, completou, antes de abordar outros temas da agricultura paulista.





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Fundecitrus Podcast – Porta-enxerto: variedades tolerantes à seca



Os desafios para manter uma boa produção de laranja são grandes


Foto: Fundecitrus

 

Os desafios para manter uma boa produção de laranja são grandes. Além de pragas e doenças, a mais desafiadora é o greening, fatores climáticos também devem ser levados em conta, por impactarem seriamente o resultado final. O episódio 52 do Fundecitrus Podcast aborda os estudos que vêm sendo realizados por meio de parceria com a Embrapa Mandioca e Fruticultura, Fundação Coopercitrus Credicitrus e Instituto Agronômico para o desenvolvimento de variedades de porta-enxertos resistentes aos períodos de seca. A conversa é com o pesquisador da Embrapa Eduardo Girardi e o engenheiro-agrônomo do Fundecitrus Olavo Bianchi.





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Soja e milho em baixa no mercado


A soja abriu em leve baixa na CBOT, com os contratos de março sendo negociados a US$ 1054,50, uma queda de US$ 1,50, segundo informações da TF Agroeconômica. No Brasil, o preço médio reportado pelo CEPEA foi de R$ 133,52, com uma diminuição diária de 0,68% e mensal de 4,22%. As preocupações com o clima na América do Sul continuam a influenciar o mercado, com a Argentina enfrentando déficit de umidade e o Brasil lidando com excesso de umidade no centro-norte, atrasando a colheita. 

Para o milho, a CBOT também registrou uma leve queda para os contratos de março, a US$ 483,75, uma redução de US$ 0,50. No Brasil, os preços na B3 caíram 1,93% para R$ 76,06, enquanto o CEPEA reportou um aumento de 0,11% no dia e de 1,94% no mês, fechando em R$ 74,10. A entrada de grãos no mercado físico dos EUA pressiona os preços para baixo, mas a demora na semeadura da safrinha no Brasil e o clima adverso na Argentina puxam os preços para cima.

O trigo apresentou quedas leves nos contratos de março na CBOT, negociando a US$ 552,25, uma queda de US$ 1,75. No Brasil, o CEPEA registrou altas tanto no Paraná quanto no Rio Grande do Sul, com aumentos diários de 0,18% e 0,78%, respectivamente, e mensais de 1,48% e 2,16%. A tomada de lucros após as recentes altas, juntamente com a desvalorização do dólar e possíveis danos causados pelo frio nas Grandes Planícies dos EUA, são os principais fatores a serem observados. O mercado agrícola continua a ser influenciado por um mix de fatores climáticos e geopolíticos, com a nova administração de Donald Trump adicionando camadas de incerteza ao cenário.

 





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