terça-feira, abril 7, 2026

Política & Agro

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live debate novas tecnologias na aeração



Programa Grão Seguro promove debates sobre aeração de grãos


Foto: Leonardo Gottems

O Programa Grão Seguro (PGS) inicia seu terceiro ano de transmissões ao vivo com foco em conteúdos especializados na área de pós-colheita de grãos. Hoje, nesta quarta-feira, 29 de janeiro, às 19h30 (horário de Brasília), o convidado será o professor André Goneli, da Universidade de Dourados, que apresentará o tema: “Aeração: A influência das novas tecnologias na tomada de decisão sobre aeração de grãos”.

O tema é de grande relevância para um país como o Brasil, onde diferenças climáticas regionais impactam diretamente a qualidade dos grãos armazenados. O programa busca oferecer informações técnicas que auxiliem na tomada de decisões para manutenção da qualidade da produção.

Com supervisão dos especialistas em armazenagem Irineu Lorini e Lincoln Hiroshi Miike, e apresentado por Heitor José Barbosa, o PGS conta com o apoio institucional da ABRAPÓS (Associação Brasileira de Pós-Colheita) e patrocínio de importantes empresas do setor agropecuário.

Desde sua criação, o programa tem como objetivo disseminar conhecimento de qualidade para os profissionais do setor, priorizando a curadoria criteriosa de convidados e temas. Com quase 3 mil inscritos no canal, o PGS já alcançou público em diferentes regiões do Brasil e até em outros países, fortalecendo seu papel como referência no setor.

Transmitido ao vivo pelo YouTube, o programa é uma oportunidade para se atualizar sobre as tendências e inovações da pós-colheita, promovendo a troca de experiências entre especialistas e profissionais do agro. (https://www.youtube.com/channel/UCSXPrBXjIbFdBavNsIDOU2w)





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impacto na qualidade e produtividade



Mosaico-dourado ameaça produção de feijão


Foto: Canva

Segundo o informado pela engenheira agrônoma Gressa Chinelato em artigo publicado no Blog da Aegro, o mosaico-dourado, causado pelo vírus BGMV (Bean Golden Mosaic Virus) e transmitido pela mosca-branca, é atualmente a principal virose que afeta o cultivo de feijão. A doença pode acarretar perdas significativas na produção, prejudicando tanto a quantidade quanto a qualidade do grão.

Os sintomas típicos do mosaico-dourado incluem mosaico amarelo intenso no limbo foliar, redução do crescimento das plantas, superbrotamento, má formação de vagens e grãos, além de encarquilhamento das folhas. Com a progressão da doença, a superfície foliar adquire uma coloração amarelada uniforme, enquanto as vagens apresentam deformações que comprometem o produto final.

Para mitigar os impactos, especialistas recomendam práticas de manejo como:

  • Adesão ao vazio sanitário para o feijoeiro, evitando a sobrevivência do vírus no campo;
  • Uso de inseticidas direcionados ao controle da mosca-branca, vetor da doença;
  • Plantio de variedades tolerantes ou resistentes ao vírus.

Medidas preventivas são essenciais para evitar a disseminação da virose e preservar a produtividade, especialmente em regiões de alta incidência.





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a origem do uso de adubos naturais



No Egito antigo, fertilizantes surgiram mais de cinco mil anos atrás




Foto: Canva

Desde os primórdios da agricultura, povos antigos observaram que algumas áreas apresentavam solos mais férteis, propiciando melhores condições para o cultivo. Mais de cinco mil anos atrás, no Egito Antigo, práticas rudimentares, como o uso de cinzas, dejetos de animais, resíduos vegetais e húmus dos rios, deram início à chamada Revolução Agrícola.

Povos nômades que passaram pela região perceberam a riqueza mineral e a disponibilidade de água nos solos próximos aos rios, marcando o começo do uso de nutrientes naturais, como o lodo fluvial, para adubação orgânica. Essa descoberta reduziu a necessidade de deslocamentos sazonais, estabelecendo as bases para a agricultura fixa.

O conceito moderno de fertilidade do solo surgiu em 1840, com o químico alemão Justus Von Liebig, que investigou quais nutrientes as plantas necessitam, como adquiri-los e como a agricultura pode suprir essas demandas. Suas pesquisas revolucionaram a compreensão da nutrição vegetal, dando origem ao desenvolvimento dos fertilizantes modernos.

Desde então, o avanço na produção e uso de fertilizantes tem transformado a capacidade de suprir nutrientes ao solo, aumentando a produtividade e a eficiência das práticas agrícolas.

“Hoje a crescente demanda por alimentos no mundo, impulsionada pelo aumento da população, é um desafio para a capacidade de produção agrícola. Nesse contexto, os fertilizantes se tornaram uma ferramenta indispensável para atender às necessidades globais de produção de alimentos. O papel desses produtos inclui nutrir as plantas, aumentar a produtividade das culturas, melhorar a qualidade do solo e garantir a segurança alimentar do planeta”, explica Luís Schiavo, CEO da Naval Fertilizantes.

Com informações da assessoria.*





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Obrigatoriedade da NFP-e começa em fevereiro para produtores rurais



90% dos produtores já utilizam nota eletrônica em SC




Foto: Divulgação

Segundo o divulgado pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina (SAR), a Nota Fiscal de Produtor Eletrônica (NFP-e) passará a ser obrigatória em todo o Brasil a partir de 3 de fevereiro de 2025 para produtores rurais com faturamento superior a R$ 360 mil em 2023 ou 2024. A regra, estabelecida pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), também será válida para operações interestaduais, independentemente do valor faturado.

Em Santa Catarina, levantamento da Secretaria de Estado da Fazenda (SEF/SC) revela que 90% dos produtores enquadrados na nova exigência já utilizam a NFP-e. Cerca de mil produtores catarinenses que ultrapassaram o teto de R$ 360 mil em faturamento anual ainda precisam se adaptar ao sistema eletrônico.

Para os agricultores e pecuaristas com faturamento abaixo desse valor, a obrigatoriedade será escalonada. Eles poderão continuar utilizando a nota fiscal em papel até 5 de janeiro de 2026. Além disso, há 171 mil produtores primários cadastrados no estado que não emitiram notas fiscais em 2024 e, por isso, não serão impactados neste momento.

O Confaz inicialmente previa a obrigatoriedade da NFP-e para julho de 2023. Após adiamentos sucessivos, a implementação foi prorrogada para 2024 e, agora, para 2025. A Secretaria de Fazenda de Santa Catarina está finalizando um decreto que oficializará a mudança no estado, assegurando que nenhum produtor será penalizado pelo uso da nota em papel até o início das novas regras.

A SEF/SC, em parceria com o Sistema Faesc/Senar, realizou 1,2 mil treinamentos em 2023, capacitando mais de 12 mil produtores para aderir ao sistema eletrônico. Unidades conveniadas em todo o estado seguem à disposição para orientar os produtores sobre a emissão da NFP-e e regularizar os cadastros.





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Exportações de carne bovina somam US$ 722 mi em janeiro



Preço da carne bovina cresce 11% nas exportações de 2025




Foto: Divulgação

De acordo com o boletim semanal divulgado pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (27), dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) apontam que, até a quarta semana de janeiro de 2025, o Brasil exportou 143,31 mil toneladas de carne bovina in natura. O volume gerou uma receita de US$ 722,01 milhões, com uma média diária de US$ 42,47 milhões.

A quantidade embarcada diariamente foi de 8,43 mil toneladas, um aumento de 2,12% em relação ao mesmo período de 2024. Além disso, o preço médio da tonelada alcançou US$ 5.037,88, representando um crescimento de 11,38% comparado ao valor médio registrado em janeiro do ano anterior.

O desempenho reflete a contínua demanda externa pela proteína bovina brasileira. Caso o ritmo das exportações seja mantido, o mês de janeiro de 2025 poderá se tornar o melhor da história para o setor, consolidando um novo recorde.





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Regiões sofrem com perdas de soja por falta de chuva



Bioinsumos ajudam soja a resistir à seca no RS




Foto: Pixabay

O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na última quinta-feira (23), revela os impactos da estiagem prolongada nas lavouras de soja do Rio Grande do Sul. A irregularidade e a escassez de chuvas têm comprometido o desenvolvimento das plantas em diversas regiões do estado, com perdas variando entre 20% e 50%.

 

  • Bagé e Fronteira Oeste: As chuvas esparsas e mal distribuídas levaram a perdas de até 40% em municípios como Santana do Livramento e Santa Margarida do Sul. Em Maçambará, a situação é crítica, com mais de 40 dias sem precipitações em solos arenosos, resultando na morte de plantas. Já em Manoel Viana, precipitações de até 100 mm aliviaram parcialmente o cenário, estabilizando a quebra em 35%.
  • Região da Campanha: Dom Pedrito concluiu o plantio de 165 mil hectares, com aumento de 3,13% na área prevista. Técnicas como o uso de bioinsumos têm reduzido os sintomas de estresse hídrico em algumas lavouras.
  • Caxias do Sul: As chuvas recentes beneficiaram o florescimento e o enchimento de grãos, sem registros significativos de fitossanidade.
  • Santa Maria e Santa Rosa: Estresse hídrico e dificuldades de fechamento de linhas comprometem o desenvolvimento fisiológico. Em áreas de solos rasos, perdas irreversíveis são registradas.
  • Soledade: Cerca de 45% das lavouras estão em florescimento e 10% em enchimento de grãos. A reposição de umidade é essencial para evitar perdas adicionais.


Em diversas regiões, produtores intensificaram o manejo de pragas e doenças, com foco na ferrugem-asiática e percevejos. Sistemas de irrigação, embora limitados, têm ajudado a mitigar os impactos.

O monitoramento contínuo e a previsão de chuvas mais regulares serão cruciais para evitar perdas adicionais, especialmente nas lavouras em fase de florescimento e enchimento de grãos.





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Maior feira de máquinas do mundo terá dias temáticos



“Os visitantes terão mais espaço e oportunidades para participar de discussões”



O formato permitirá uma participação mais eficiente, com expositores tendo tempo para apresentações personalizadas e contato direto com os grupos relevantes
O formato permitirá uma participação mais eficiente, com expositores tendo tempo para apresentações personalizadas e contato direto com os grupos relevantes – Foto: Canva

A Agritechnica 2025, maior feira mundial de máquinas agrícolas, acontecerá de 9 a 15 de novembro em Hannover, Alemanha. Sob o tema “Touch Smart Efficiency”, a feira será um ponto de encontro para discutir o futuro da agricultura, com foco em tecnologias digitais para aumentar eficiência, sustentabilidade e produtividade. A grande novidade deste ano será a introdução dos “dias temáticos”, com o slogan “7 dias – 7 temas”. 

Cada dia será dedicado a um grupo específico de visitantes, como concessionários, grandes produtores e jovens profissionais, promovendo uma troca mais direcionada entre expositores e público. “Isso resulta em um valor real para ambos os lados”, afirma Timo Zipf, Gerente de Projetos da Agritechnica. 

Os “Agribusiness Days”, nos dias 10 e 11 de novembro, serão voltados para concessionários e produtores, oferecendo eventos e informações exclusivas para esse público. O formato permitirá uma participação mais eficiente, com expositores tendo tempo para apresentações personalizadas e contato direto com os grupos relevantes. Além disso, outros dias temáticos como o “Innovation and Press Day” (9 de novembro) e o “International Farmers Day” (12 de novembro) também estarão na programação. A expectativa é que o evento atraia uma alta participação internacional, como indicam os níveis de inscrição de expositores.

“Os visitantes terão mais espaço e oportunidades para participar de discussões direcionadas sobre investimentos, o que significa que podem organizar o contato com os expositores de forma mais eficiente. Os expositores ganham mais tempo para oferecer apresentações personalizadas, focar profundamente nos grupos de clientes relevantes e manter e expandir contatos comerciais direcionados”, acrescenta Zipf.





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Crédito do BNDES auxilia recuperação pós enchente



O alagamento atingiu armazéns logísticos da Grano



O crédito será utilizado para cobrir despesas de capital de giro
O crédito será utilizado para cobrir despesas de capital de giro – Foto: Pixabay

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um crédito de R$ 24,4 milhões para a Grano Alimentos, empresa do setor de vegetais congelados, como parte do programa BNDES Emergencial para o Rio Grande do Sul. O recurso visa auxiliar na recuperação da empresa após os danos causados pela enchente de 2024, que inundou seu centro de recebimento e armazenagem de produtos em Esteio (RS). 

O alagamento atingiu armazéns logísticos da Grano, com água chegando a três metros de altura, o que resultou na interrupção do sistema de refrigeração por mais de 25 dias, prejudicando o estoque de vegetais como brócolis, ervilha, couve-flor e batata.

O crédito será utilizado para cobrir despesas de capital de giro, principalmente para a reposição dos produtos perdidos e do estoque, incluindo mudas de brócolis na colheita. Wilrobson Bassiano, diretor financeiro da Grano, destacou a importância do apoio: “O custo reduzido do capital viabiliza o aumento da produção e a continuidade das operações em um cenário desafiador no país.” A Grano também se beneficia de seu modelo de produção, que envolve a agricultura familiar, o que contribui para a geração de emprego e renda na região.

A ação integra o programa BNDES Emergencial para o Rio Grande do Sul, que visa mitigar os impactos climáticos e ajudar na recuperação econômica do estado. Já foram aprovados R$ 17,5 bilhões para capital de giro de empresas gaúchas e outros R$ 4,22 bilhões em garantias. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, ressaltou a importância da iniciativa para a economia local e a união entre indústria e agricultura.

 





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Chuva acima de 150 mm e calor predominam



Calor e instabilidade definem clima na última semana de janeiro




Foto: Divulgação

Entre os dias 27 de janeiro e 3 de fevereiro de 2025, o clima no país será caracterizado por chuvas intensas em diversas regiões e temperaturas elevadas, conforme aponta o modelo COSMO do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).

Precipitação: distribuição desigual pelo território

  • Norte: Pancadas de chuva influenciadas pelo calor e umidade devem resultar em acumulados acima de 50 mm, com volumes que podem ultrapassar 80 mm em pontos específicos, como o norte do Amazonas e o Amapá. Áreas de Roraima e noroeste do Pará terão volumes menores, abaixo de 20 mm.
  • Nordeste: Chuvas mais intensas no centro-oeste da região, incluindo Maranhão, Piauí e oeste da Bahia, com acumulados superiores a 50 mm. No litoral leste, volumes serão inferiores a 20 mm, enquanto no centro-leste da Bahia e interior de outros estados, os acumulados ficarão abaixo de 10 mm.
  • Centro-Oeste: Instabilidades trarão chuvas generalizadas, com volumes entre 30 e 60 mm. Pontos isolados em Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul poderão registrar acumulados acima de 150 mm.
  • Sudeste: Precipitações acima de 50 mm em São Paulo, sul de Minas Gerais e centro-sul do Rio de Janeiro. Pontos isolados podem ultrapassar 150 mm. Espírito Santo e nordeste de Minas Gerais terão volumes abaixo de 10 mm.
  • Sul: Chuvas intensas, com volumes acima de 50 mm na maior parte da região. Pontos do oeste do Paraná e norte do Rio Grande do Sul podem registrar acumulados superiores a 80 mm, enquanto o extremo sul gaúcho terá chuvas inferiores a 20 mm.


Temperaturas: calor predomina no país

Norte e Nordeste: Máximas variam entre 26°C e 36°C, podendo ultrapassar 38°C no interior do Nordeste.

Centro-Oeste: Temperaturas de 28°C a 36°C, com tendência de queda em Goiás e Mato Grosso para até 24°C.

Sudeste e Sul: Máximas entre 22°C e 34°C, com mínimas de 18°C a 26°C.

No dia 1º de fevereiro, o calor será mais intenso no Nordeste e Norte, com temperaturas acima de 38°C. Já o Centro-Oeste registrará máximas de até 38°C, especialmente no Mato Grosso do Sul.

As mínimas variarão entre 16°C e 26°C, com destaque para o Sul, Sudeste e áreas serranas que terão temperaturas mais amenas.

 





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Dólar cai pela sexta sessão seguida



Com impacto global, dólar encerra dia em leve baixa no país




Foto: Pixabay

Segundo dados do InfoMoney divulgados nesta segunda-feira (23), o dólar fechou quase estável no Brasil, refletindo a queda nos rendimentos dos Treasuries e o impacto global causado pela startup chinesa DeepSeek, que abalou o setor de inteligência artificial.

A moeda norte-americana à vista encerrou o dia com leve baixa de 0,09%, cotada a R$ 5,9128, menor valor desde 26 de novembro de 2024, quando atingiu R$ 5,8096. Este foi o sexto dia consecutivo de desvalorização do dólar frente ao real.

Apesar da recuperação esboçada pela manhã, a moeda acumulou uma baixa de 4,31% ao longo de janeiro, sinalizando o fortalecimento do real frente ao dólar em um cenário de ajustes globais no mercado financeiro.

Na B3, às 17h05, o dólar futuro com vencimento em fevereiro registrava leve alta de 0,02%, cotado a R$ 5,9185.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,912
  • Venda: R$ 5,912

Dólar turismo

  • Compra: R$ 5,943
  • Venda: R$ 6,123





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