terça-feira, abril 7, 2026

Política & Agro

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SC registra queda no preço do milho em janeiro


De acordo com os dados da edição de janeiro do Boletim Agropecuário produzido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) divulgado pelo Observatório Agro Catarinense, o preço médio do milho pago ao produtor em Santa Catarina registrou queda de 1,79% em dezembro em relação ao mês anterior. Nos primeiros 20 dias de janeiro de 2025, a cotação estadual manteve uma leve retração, divergindo da alta esperada no mercado internacional para março, segundo a Bolsa de Chicago.

Nos últimos seis anos, os preços apresentaram variações significativas. Em 2024, os valores ficaram acima apenas dos registrados em 2019 e 2023 (após maio), mas abaixo dos níveis de 2020, 2021 e 2022 – períodos impactados por fatores como a pandemia de Covid-19 e a guerra entre Rússia e Ucrânia.

Apesar da instabilidade, o cenário para 2025 indica possibilidade de recuperação dos preços, impulsionado pela demanda externa e sinais positivos no mercado futuro.

A área de cultivo da primeira safra foi reduzida em 11,3%, reflexo dos altos custos de produção, insegurança causada pela cigarrinha e os baixos preços de 2024. No entanto, espera-se um aumento na produtividade de aproximadamente 25%, alcançando 8.594 kg/ha.

As condições das lavouras seguem favoráveis, apesar do calor e das chuvas irregulares. Em algumas regiões, como Curitibanos, Campos Novos e Lages, chuvas adicionais poderiam maximizar a produtividade.

Com a menor safra estadual em 2024, Santa Catarina importou 472 mil toneladas de milho, um aumento de 25% em relação ao ano anterior. O Paraguai segue como principal fornecedor devido ao menor custo de frete em comparação ao Centro-Oeste brasileiro.

O déficit de milho no estado chegou a 5,01 milhões de toneladas em 2023 e deve superar 6 milhões em 2024, suprido em grande parte por importações interestaduais, especialmente do Mato Grosso do Sul, Paraná e Goiás. Com expectativas de alta nos preços e maior produtividade, 2025 pode trazer um cenário mais equilibrado para os produtores catarinenses.





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Carinata desponta como alternativa ao biodiesel e etanol



Aviação busca soluções sustentáveis com a carinata




Foto: Divulgação

A brassica carinata está ganhando espaço como uma alternativa sustentável para a produção de combustível de aviação (SAF – Sustainable Aviation Fuel). A cultura, que já registra expansão nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, teve um crescimento expressivo na safrinha de 2024, especialmente na região Centro-Sul do Mato Grosso do Sul.

Segundo o doutor em agronomia José Ubirajara Garcia Fontoura, a carinata surge como uma opção viável para o período outono-inverno, ocupando áreas antes ociosas e trazendo novas oportunidades aos produtores. Além disso, o alto teor de óleo do grão a torna uma matéria-prima promissora para biocombustíveis, contribuindo para a neutralização das emissões de gases de efeito estufa (GEE) na aviação.

A adoção de biocombustíveis sustentáveis pode trazer transformações na cadeia de produção agrícola e energética do Brasil. Fontoura destaca que há uma demanda crescente por novas culturas que possam ser incorporadas aos sistemas de rotação, garantindo sustentabilidade econômica, ambiental e social. “A agricultura precisa de novas alternativas para incluir no rol de opções. Há necessidade de aperfeiçoar os sistemas de rotação de culturas”, explica Fontoura.

Apesar do avanço da carinata, as pesquisas ainda estão em estágio inicial. O foco atual está na viabilidade da cultura, adaptação a diferentes regiões e integração aos sistemas agrícolas. O Instituto MS AGRO, instituição privada, já conduz testes preliminares e acompanha áreas experimentais no Mato Grosso do Sul.

De acordo com Fontoura, a possibilidade da brassica carinata substituir ou complementar o uso de biocombustíveis como etanol e biodiesel ainda exige estudos mais aprofundados. Segundo Fontoura, será essencial a participação da indústria automotiva e de aviação para avaliar a viabilidade técnica e econômica dessa transição. Com investimentos em pesquisa e infraestrutura, a carinata pode consolidar-se como uma alternativa viável e sustentável para o setor de biocombustíveis, trazendo impactos positivos para a agricultura e a aviação no Brasil.





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Falta de chuvas afeta produção de girassol



Colheita do girassol segue avançando no Rio Grande do Sul




Foto: Divulgação

A colheita do girassol segue avançando no Rio Grande do Sul, mas a produtividade média está abaixo do esperado. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (30), 76% das lavouras já foram colhidas, enquanto 23% estão em maturação e apenas 1% segue na fase de enchimento de grãos.

Na região administrativa de Santa Rosa, a produtividade média alcançou 1.722 kg/ha, um resultado inferior às projeções iniciais. De acordo com a Emater/RS-Ascar, a falta de chuvas durante o enchimento de grãos comprometeu o desenvolvimento dos aquênios, impactando diretamente na produção.

O preço pago ao produtor pelo saco de 60 kg de girassol está em R$ 118,00, conforme apontam os dados da Emater. A oscilação dos preços e a baixa produtividade reforçam o desafio dos agricultores gaúchos diante das condições climáticas adversas.

Com a conclusão da colheita se aproximando, o setor segue monitorando os impactos da estiagem e buscando estratégias para minimizar perdas e garantir a sustentabilidade da cultura no estado.





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produção de vinhos cresce, mas qualidade varia


A colheita de uvas iniciou em diferentes regiões do Rio Grande do Sul com variações nos preços e condições climáticas que impactaram a qualidade da fruta. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (23), a produção da uva tem avançado em municípios como Bagé, Quaraí, Santa Margarida do Sul, Caxias do Sul e Frederico Westphalen.

Em Bagé, no assentamento de Hulha Negra, a colheita começou e a comercialização foi iniciada em 14 de janeiro. As famílias da região têm se revezado para manter a oferta constante em pontos de venda, inclusive em Bagé, Hulha Negra e nas margens da BR 153. A uva Niágara Rosada está sendo vendida por R$ 8,00/kg, enquanto as variedades Isabel e Bordô, mais indicadas para sucos e vinhos, também são comercializadas. Parte da produção será vendida para a prefeitura, que destinará os recursos ao PNAE, além de supermercados das cidades vizinhas. O clima seco e ensolarado contribuiu para a excelente qualidade da fruta, que apresenta alta concentração de açúcar.

Em Quaraí, 20% da área cultivada com uvas de 75 hectares foi colhida, com predominância de variedades brancas para vinhos finos. As demais áreas estão na fase de maturação. Em Santa Margarida do Sul, 22 hectares de parreirais estão em fase de maturação e início de colheita, mas uma quebra de 40% na safra é esperada devido à falta de umidade desde meados de dezembro, o que resultou em cachos menores e desidratados.

Na Serra Gaúcha, em Caxias do Sul, as condições climáticas têm favorecido a maturação das uvas, com o surgimento de míldio em folhas mais novas devido às breves pancadas de chuva. A safra está avançando, especialmente da cultivar Bordô, que apresenta ótima coloração e teor de açúcar. A estimativa é que serão colhidas 860 mil toneladas em 40 mil hectares cultivados, representando um aumento de 55% em relação à safra anterior. Contudo, os preços das uvas de mesa diminuíram, com a Niágara Rosada sendo comercializada por cerca de R$ 4,50/kg e as uvas finas variando entre R$ 7,00 e R$ 10,00/kg.

Em Frederico Westphalen, a comercialização da Niágara Rosada está ocorrendo entre R$ 3,00 e R$ 5,00/kg, com 60% da colheita concluída. Já a variedade Bordô está sendo vendida de R$ 2,20 a R$ 2,40/kg, com 70% da produção colhida.





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Brasil terá aumento na área de café, mas produtividade cai


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou nesta terça-feira (28) as primeiras estimativas para a safra 2025 de café no Brasil, com variações tanto na área cultivada quanto na produtividade. Para o café arábica, a previsão é de um crescimento de 0,7% na área total, que deverá alcançar 1,84 milhão de hectares. No entanto, a área em produção sofreu uma redução de 1,6%, totalizando 1,48 milhão de hectares, enquanto a área em formação teve um crescimento significativo de 11,7%, chegando a 351,4 mil hectares.

O café arábica representa 82% da área total de cafeicultura no Brasil, com Minas Gerais liderando a produção com 1,38 milhão de hectares, correspondente a 75% da área ocupada por arábica no país. São Paulo é o segundo maior produtor de café arábica, com 198,3 mil hectares, o que corresponde a 10,8% do total.

Para o café conilon, a área estimada para a safra 2025 deverá ser de 409,7 mil hectares, com uma redução de 0,5% em relação à safra anterior. A área de produção de café conilon está prevista em 369,7 mil hectares, com redução de 0,7%, enquanto a área em formação deve crescer 2,4%, totalizando 40 mil hectares. O Espírito Santo continua sendo o maior produtor de café conilon, com 286,7 mil hectares, seguido pela Bahia, com 48,5 mil hectares, e Rondônia, com 46,3 mil hectares.

Em relação à produtividade, a previsão nacional para o café é de 28 sacas por hectare, representando uma queda de 3% em relação à safra passada. O café arábica deve ter uma produtividade de 23,4 sacas por hectare, o que implica uma redução de 11% sobre a safra de 2024. Já a produtividade do café conilon deve alcançar 46,3 sacas por hectare, um aumento de 18,1% em comparação ao ano anterior.





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desafios na colheita e impacto das enchentes em 2024



Emater projeta safra de figo afetada por enchentes em 2024




Foto: Pixabay

A Emater/RS-Ascar divulgou na última quinta-feira (23) o Informativo Conjuntural sobre a safra de figo 2024/2025, que apresenta expectativas mistas para a cultura. Na região de Caxias do Sul, os produtores enfrentam uma colheita menor em comparação aos valores históricos devido aos danos causados pela enchente de abril e maio de 2024, que afetou alguns figueirais. Apesar disso, a área de cultivo permanece estável, com os produtores seguindo o processo habitual de renovação dos pomares.

O ciclo da cultura segue normalmente, sem grandes antecipações ou atrasos nas colheitas. No Vale do Rio Caí, a colheita começou em meados de dezembro e segue em andamento. Já em Caxias do Sul, Nova Petrópolis e Gramado, a colheita iniciou nas primeiras áreas por volta de meados de janeiro. De maneira geral, a qualidade dos frutos tem sido considerada satisfatória.

Os preços recebidos pelos produtores variam conforme o tipo de comercialização: a fruta madura destinada a grandes indústrias é comercializada por cerca de R$ 3,50/kg, enquanto a destinada ao consumo de mesa tem valores que variam entre R$ 9,00 e R$ 15,00/kg. Alguns agricultores, que vendem diretamente aos consumidores em pequenas quantidades, praticam preços entre R$ 6,00 e R$ 9,00/kg.

Na região de Santa Rosa, a falta de umidade está afetando a maturação dos frutos, que estão ocorrendo de forma precoce. Esse fenômeno pode impactar a qualidade e o tempo de colheita, exigindo atenção especial dos produtores.





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Nova gestão Trump provoca reações do mercado de açúcar



Ainda assim, o cenário para o açúcar continua equilibrado



Os preços do açúcar, que começaram a semana em baixa, registraram uma recuperação
Os preços do açúcar, que começaram a semana em baixa, registraram uma recuperação – Foto: Pixabay

Segundo Lívea Coda, coordenadora de Inteligência de Mercado da Hedgepoint, a postura mais branda de Donald Trump em relação às tarifas comerciais tem causado impactos significativos na economia global, incluindo uma queda de 1,7% no índice do dólar. Essa desvalorização do dólar tem favorecido as moedas emergentes, incluindo o real brasileiro (BRL), que se valorizou devido à entrada de capital estrangeiro e às prioridades econômicas de 2025 apresentadas pelo governo federal. Esse movimento está refletindo diretamente nas negociações de commodities, como o açúcar.

Os preços do açúcar, que começaram a semana em baixa, registraram uma recuperação devido a fatores técnicos e ao fortalecimento do Real, fechando em 19 c/lb na sexta-feira, 24. Esse aumento foi impulsionado pela expectativa de uma demanda aquecida para o Ramadã e pela oferta limitada de açúcar no Brasil até a safra 2025/2026, que ajudaram a sustentar os preços no curto prazo. Entretanto, a previsão para o longo prazo indica que o mercado de açúcar ainda segue uma tendência baixista, com a expectativa de um excesso de oferta devido às boas condições climáticas que favorecem o desenvolvimento da safra brasileira de açúcar para 2025/2026.

Ainda assim, o cenário para o açúcar continua equilibrado no primeiro trimestre de 2025, com uma demanda projetada por motivos sazonais, mas o excesso de oferta no futuro próximo pode resultar em pressões sobre os preços, especialmente se o clima continuar favorável ao Brasil, maior produtor mundial da commodity. A postura de Trump e suas políticas comerciais terão um papel importante na definição dos fluxos comerciais e dos preços das commodities nos próximos meses.

 





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A cada ano se usa mais defensivos agrícolas



Mato Grosso e Rondônia lideram entre os estados que mais utilizaram defensivos



Os defensivos foram amplamente utilizados em herbicidas (45%)
Os defensivos foram amplamente utilizados em herbicidas (45%) – Foto: Divulgação

Dados da AgroReceita Receituário Agronômico Inteligente mostram que, entre janeiro e setembro de 2024, o Brasil registrou um aumento de 10,9% nas áreas tratadas com defensivos agrícolas, ultrapassando a marca de 1 bilhão de hectares. Essa expansão foi impulsionada, principalmente, pelos cultivos de soja (35%), milho (27%) e algodão (12%), que enfrentaram desafios no controle de doenças agrícolas, plantas daninhas e pragas como cigarrinha-do-milho, mosca-branca, lagartas e bicudo-do-algodoeiro.  

Os defensivos foram amplamente utilizados em herbicidas (45%), seguidos por inseticidas (26%), fungicidas (20%), tratamentos de sementes (1%) e outros produtos (9%). Apesar do aumento em áreas tratadas, o mercado totalizou US$ 11 bilhões em vendas, registrando uma queda de 4,7% em relação ao mesmo período de 2023. O recuo pode ser atribuído a fatores como oscilações cambiais, maior competitividade nos preços e a adoção de práticas mais eficientes que reduziram o volume necessário de aplicação.  

Mato Grosso e Rondônia lideram entre os estados que mais utilizaram defensivos, concentrando 29% do mercado, seguidos por São Paulo e Minas Gerais, que juntos somam 19%. O cenário destaca a importância dos defensivos no manejo de pragas e na preservação da produtividade agrícola, ao mesmo tempo que reflete desafios econômicos para o setor.  

Para os profissionais que desejam prescrever defensivos de forma prática e segura, a AgroReceita disponibiliza uma plataforma com um banco de dados atualizado das bulas dos produtos registrados pelo Ministério da Agricultura. A ferramenta facilita a escolha do defensivo ideal para cada cultura, alvo ou problema, otimizando o processo de decisão no campo.  

 





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volatilidade e oferta restrita pressionam preços



A comercialização da safra 2024/25 está acima da média histórica



“Os preços dos grãos brasileiros subiram no mercado internacional devido à maior demanda e oferta restrita"
“Os preços dos grãos brasileiros subiram no mercado internacional devido à maior demanda e oferta restrita” – Foto: Divulgação

Os preços do café seguem voláteis devido a fatores macroeconômicos e preocupações com a oferta restrita, especialmente no Brasil, conforme análise de Laleska Moda, da Hedgepoint. Na segunda-feira (27), o contrato de arábica para março de 2025 voltou a se aproximar de 350 c/lb, refletindo essa instabilidade no mercado futuro. A incerteza econômica global e as condições de oferta continuam influenciando os movimentos de preços.  

A comercialização da safra 2024/25 está acima da média histórica, o que limita a disponibilidade de grãos brasileiros até a próxima temporada. Além disso, os estoques globais seguem baixos, e a oferta restrita em outras regiões tem elevado os diferenciais pagos pelo café brasileiro. Esse cenário reforça a percepção de um mercado mais apertado, sustentando os preços em patamares elevados.  

Tanto o arábica quanto o robusta enfrentam restrições na oferta, mas o arábica tem registrado ganhos mais expressivos, ampliando a arbitragem entre as variedades. Essa valorização pode estimular um aumento na demanda pelo robusta como alternativa mais acessível ao arábica nos próximos meses, à medida que compradores buscam otimizar custos.  

“Os preços dos grãos brasileiros subiram no mercado internacional devido à maior demanda e oferta restrita. Diferenciais de preços do arábica e conilon estão acima da média de 5 anos. O conilon teve um aumento significativo na última semana, influenciado pela redução da oferta vietnamita. Entretanto, o spread entre arábica e conilon no Brasil atingiu níveis elevados desde o fim de 2024, refletindo a alta mais expressiva do arábica em função das preocupações com oferta limitada”, avalia Laleska.

 





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Nova variedade de brócolis reforça liderança do Brasil



“O Centurion demora muito mais para passar do ponto”



A aposta em novas variedades como o Centurion reforça a posição do Brasil como maior produtor de brócolis
A aposta em novas variedades como o Centurion reforça a posição do Brasil como maior produtor de brócolis – Foto: Pixabay

A variedade híbrida Centurion, da linha TSV Sementes, tem chamado a atenção dos produtores de brócolis pelo alto desempenho em durabilidade e resistência. Segundo Silvio Nakagawa, especialista da Agristar do Brasil, o Centurion mantém a qualidade por mais tempo, mesmo após transporte e armazenamento. 

Além disso, apresenta floretes finos e escuros, favorecendo a aparência e a conservação no mercado fresco. O consultor Antonio Carlos Rothmann destaca ainda sua resistência a doenças como míldio e mancha de alternaria, além da capacidade de permanecer em câmaras frias por mais de 20 dias sem perda de qualidade.

“O Centurion é resistente a doenças como míldio e mancha de alternaria, além de suportar o armazenamento em câmaras frias por mais de 20 dias sem perda de qualidade. Isso garante segurança ao mercado fresco, que hoje é o principal fornecedor de brócolis de cabeça para todo o Brasil”, destaca Rothmann.

A aposta em novas variedades como o Centurion reforça a posição do Brasil como maior produtor de brócolis da América do Sul, respondendo por 48% da produção total. Segundo a Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (ABCSEM), o país produz mais de 290 mil toneladas anuais, movimentando cerca de R$ 1,2 bilhão no varejo. As principais regiões produtoras incluem a Serra Gaúcha, Grande Curitiba, o Cinturão Verde de Santa Catarina, além do Sul de Minas Gerais e São Paulo.

Segundo o especialista em Brássicas e Folhosas da Agristar do Brasil a variedade apresenta uma combinação de floretes finos e bem escuros que favorece sua durabilidade. “O Centurion demora muito mais para passar do ponto. O produtor pode embalar o brócolis, enviá-lo para outras regiões e, mesmo após o transporte e exposição na gôndola, ele mantém a qualidade por muito mais tempo”, explica.

 





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