segunda-feira, abril 6, 2026

Política & Agro

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Produtores de práticas sustentáveis terão redução de juros



Nesta quarta-feira (13), foi publicada a Portaria Interministerial Mapa/MF




Foto: Divulgação

Nesta quarta-feira (13), foi publicada a Portaria Interministerial Mapa/MF nº 22 no Diário Oficial da União (DOU), que reconhece diversas instituições certificadoras e organismos de avaliação dentro dos Programas de Produção Integrada (PI Brasil) e Boas Práticas Agrícolas (BPA). Segundo informações do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), essa medida visa incentivar a adoção de práticas agrícolas mais sustentáveis no setor agropecuário.

Com o reconhecimento, médios e grandes produtores rurais que adotarem essas práticas terão acesso a uma redução de 0,5 ponto percentual na taxa de juros de custeio. Essa vantagem foi implementada pela Resolução nº 5.152 do Conselho Monetário Nacional (CMN), publicada em 2 de julho de 2024, com o objetivo de impulsionar a sustentabilidade no setor.

A medida estabelece que, a partir de agora, as instituições financeiras devem validar as informações dos produtores na Plataforma AgroBrasil + Sustentável. As etapas para validação podem ser acessadas na página do Serpro. O Mapa também destacou que, para garantir o cumprimento das normas e critérios dos programas, as instituições certificadoras e os Organismos Participativos de Avaliação da Conformidade Orgânica (Opacs) são responsáveis pela verificação e atualização dos dados.

No total, um Instituto foi reconhecido no Programa de Produção Integrada (PI Brasil) e sete programas no de Boas Práticas Agrícolas (BPA). Já no âmbito da produção orgânica, 11 instituições certificadoras foram habilitadas para emitir os certificados aos produtores. Este avanço tem como objetivo aumentar a competitividade e a sustentabilidade do setor agrícola brasileiro, além de fomentar um ambiente mais responsável e ecológico para os produtores rurais.





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o papel da agricultura na descarbonização global


A agricultura é frequentemente apontada como uma das principais fontes de emissão de gases de efeito estufa. No entanto, o setor também desempenha um papel essencial na captura e remoção desses gases, especialmente por meio do manejo do solo e do uso de biocombustíveis. Em entrevista ao Agrolink, o engenheiro agrônomo João Pedro Dias destacou como boas práticas agrícolas podem transformar o produtor rural em um agente ativo na descarbonização.

Agricultura regenerativa e sequestro de carbono

Segundo Dias, a agricultura brasileira é um modelo global de sustentabilidade. “Hoje, os produtores não usam mais grade e arado como antes. A adoção do plantio direto permite que, logo após a colheita de uma cultura, como a soja, outra seja plantada, como o milho”, explica. Ele ressalta que muitos agricultores combinam milho com espécies forrageiras, como braquiárias, para manter o solo coberto, aumentando a fixação de carbono.

“As plantas capturam carbono da atmosfera por meio da fotossíntese e o armazenam na matéria orgânica do solo. Se aplicarmos boas práticas, como aumentar a matéria orgânica na superfície e fortalecer o sistema radicular, potencializamos esse processo”, explica o agrônomo. Segundo ele, cada 1% de aumento na matéria orgânica do solo pode fixar 10 toneladas de carbono por hectare e reduzir 26 toneladas de CO2 da atmosfera.

Pecuária e emissão de metano

A pecuária também é frequentemente criticada por suas emissões de metano, mas João Pedro Dias destaca que avanços técnicos podem reduzir esse impacto. “No Brasil, já temos sistemas de produção de carne de carbono neutro, onde medimos as emissões de metano dos animais e o carbono fixado no solo”, afirma. Além disso, ele ressalta o papel dos besouros rola-bosta na incorporação de esterco ao solo, acelerando a fixação de carbono e melhorando a fertilidade.

Falta de investimentos na agricultura sustentável

Apesar dos benefícios ambientais, Dias alerta para a escassez de investimentos no setor. “Apenas 4% dos recursos globais destinados às mudanças climáticas vão para a agricultura. Isso é um erro, pois o setor tem um dos maiores potenciais de sequestro de carbono”, argumenta. Ele compara o custo do armazenamento industrial de carbono, cerca de 200 dólares por tonelada, com a agricultura, onde o processo ocorre naturalmente.

Biocombustíveis como solução sustentável

Outro ponto abordado por Dias é a contribuição da agricultura na produção de biocombustíveis. “Hoje, podemos produzir diesel verde a partir de óleos vegetais e gorduras animais, querosene verde para a aviação e etanol de cana-de-açúcar ou milho”, detalha. Ele destaca que práticas como o cultivo consorciado de milho e braquiárias podem elevar a matéria orgânica do solo, favorecendo a microbiota e garantindo sustentabilidade a longo prazo.

Importância da pesquisa e medição das emissões

Para que a agricultura brasileira tenha reconhecimento global como solução climática, Dias enfatiza a necessidade de pesquisas específicas. “As tabelas usadas na Europa e nos EUA não refletem a realidade tropical brasileira. Nosso solo tem vida ativa o ano todo e precisa de protocolos específicos”, explica. Ele destaca que é essencial medir corretamente as emissões de metano dos bovinos e o carbono fixado no solo para demonstrar o real potencial da agricultura nacional na mitigação das mudanças climáticas.





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Preços do trigo variam com pouca demanda externa


A demanda por trigo no Brasil segue influenciada por fatores regionais, com os moinhos do Rio Grande do Sul avançando na cobertura de abril, pressionando os preços. Segundo a TF Agroeconômica, o estado ainda possui cerca de 1,15 milhão de toneladas disponíveis, o que mantém uma certa estabilidade no mercado local. As indicações de compradores para trigo comum estão em R$ 1.300,00 por tonelada no interior, com preços de trigos mais fortes chegando a R$ 1.350,00. Para exportação, os compradores ajustam posições conforme as nomeações de navios, com preços entre R$ 1.280,00 e R$ 1.350,00 por tonelada no interior. A cotação da pedra em Panambi segue estável em R$ 65,00 a saca.

Em Santa Catarina, os preços do trigo dependem do desempenho das vendas de farinha, que seguem fracas. As ofertas do Rio Grande do Sul estão em torno de R$ 1.300,00/t FOB, enquanto os preços no leste catarinense chegam a R$ 1.600,00/t com impostos e frete. A demanda por farelo também caiu, pressionando os preços para R$ 1.100,00 a tonelada ensacada. Algumas cooperativas optam por segurar estoques na expectativa de preços melhores. Os preços da pedra se mantiveram estáveis pela quarta semana consecutiva, exceto em Joaçaba, onde subiram para R$ 74,33 a saca.

No Paraná, os preços do trigo estão 0,33% mais altos, segundo o CEPEA. O valor mais frequente para entrega em março e pagamento em abril é de R$ 1.450,00 CIF para moinhos na região centro-sul. Alguns negócios foram fechados a R$ 1.400,00 FOB por necessidade de espaço para soja e milho. No norte e oeste do estado, compradores pagam entre R$ 1.450 e R$ 1.470 por tonelada, com entregas previstas para março. O trigo importado da Argentina, comprado no ano passado, está sendo ofertado a US$ 270/t no porto, enquanto o paraguaio chega ao oeste do estado a R$ 1.450,00 CIF. A média de preços da pedra recuou 0,08% na semana, para R$ 72,85, reduzindo a margem de lucro dos triticultores para 6,07%.

 





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Ibovespa recua e caminha para 4ª queda semanal seguida


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SÃO PAULO (Reuters) – O Ibovespa caía nesta sexta-feira, a caminho de registrar seu quarto declínio semanal consecutivo, ainda sob o pessimismo do mercado com o quadro fiscal da economia brasileira e os juros altos, e com uma agenda doméstica vazia sem fornecer gatilhos relevantes que ancorassem o índice.

Por volta de 11h10, o Ibovespa, índice de referência do mercado acionário brasileiro, recuava 0,61%, a 119.396,06 pontos, tendo marcado 119.330,34 pontos na mínima e 120.355,51 pontos na máxima da sessão até o momento.

O volume financeiro somava 2,28 bilhões de reais no pregão.

Para o analista-chefe da Planner Investimentos, Mario Mariante, a expectativa é de uma percepção mais clara da tendência do indicador a partir da próxima semana. “Mas seguimos sem otimismo para o mercado no curto prazo, mesmo com preços relativamente descontados em boas empresas”, afirmou.

Estrategistas da XP adotaram uma visão neutra para as ações brasileiras neste ano, com os riscos de revisões de lucro para baixo, devido aos juros mais elevados, ofuscando os preços descontados das ações.

“Ciclos de alta de juros historicamente são negativos para a Bolsa brasileira”, disseram os especialistas, liderados por Fernando Ferreira, em relatório a clientes.

A equipe reduziu a estimativa de valor justo do Ibovespa para o final de 2025 de 150 mil para 145 mil pontos, de modo a levar em consideração o cenário de juros mais elevados.

Segundo Mariante, da Planner, o cenário político adverso e o sentimento de que não haverá mudanças nesse sentido no curto prazo devem manter os investidores aversos ao risco e voltados para a renda fixa, sem apostar numa recuperação da bolsa.

Nos Estados Unidos, os futuros acionários indicavam uma abertura positiva para as bolsas, com investidores atentos aos próximos dados econômicos e se preparando para possíveis mudanças na política sob o novo governo de Donald Trump.

DESTAQUES

– PETROBRAS PN caía 0,41%, apesar da recuperação nos preços do petróleo no exterior, onde o barril de Brent ganhava 0,22%. A estatal informou na véspera que elevou em aproximadamente 7% o preço médio do querosene de aviação (QAV) que será vendido a distribuidoras em janeiro, em praças como Guarulhos (SP), Betim (MG) e Duque de Caxias (RJ).

– VALE ON perdia 1,01%, tendo como pano de fundo a baixa dos contratos futuros do minério de ferro na China, com alguns traders liquidando posições compradas devido à demanda fraca depois que a maioria das siderúrgicas da China concluiu o reabastecimento de matérias-primas antes do feriado. O contrato mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China encerrou as negociações do dia com queda de 2,18%, a 764 iuanes (104,66 dólares) a tonelada.

– ITAÚ UNIBANCO PN perdia 0,56%, BRADESCO PN cedia 0,56%, SANTANDER BRASIL UNIT tinha em baixa de 0,67% e BANCO DO BRASIL ON recuava 0,46%.

– ENEVA ON subia 4,82%, após forte queda na véspera em meio à divulgação de regras pelo Ministério de Minas e Energia para a realização de um leilão de energia, algumas das quais impediriam a Eneva de tentar recontratar certas usinas. Analistas do BTG Pactual consideraram a reação desproporcional e disseram que há uma oportunidade de negociação muito assimétrica sobre o papel.

imétrica sobre o papel.





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Soja valoriza, milho sofre ajuste e trigo se recupera



O milho opera em baixa na CBOT



Já o trigo se recupera após quatro dias de perdas
Já o trigo se recupera após quatro dias de perdas – Foto: Agrolink

Os preços da soja estão sendo negociados em leve alta na Bolsa de Chicago (CBOT), com o contrato para março cotado a US$ 1.028,75 por bushel (+1,0), segundo a TF Agroeconômica. O movimento reflete expectativas de cortes na produção argentina, enquanto a nova safra brasileira pressiona os limites de alta. Nos EUA, a desaceleração das exportações segue como um fator de cautela, podendo ser agravada pela possível escalada tarifária proposta por Donald Trump. No Brasil, a soja recuou 0,75% no dia, para R$ 131,64/sc (Cepea), mas acumula alta de 2,05% no mês.  

O milho opera em baixa na CBOT, com o contrato para março a US$ 489,0 por bushel (-1,25), impactado por uma realização de lucros e pelo novo impasse tarifário entre os EUA, México e Canadá. Por outro lado, os preços encontram suporte no atraso da semeadura da safrinha brasileira e no bom desempenho das exportações americanas. No Brasil, o milho subiu 1,33% no dia e acumula alta de 5,35% no mês, com a cotação Cepea em R$ 79,00/sc.  

Já o trigo se recupera após quatro dias de perdas, avançando US$ 5,0 na CBOT, com o contrato para março a US$ 579,25 por bushel. A alta decorre de compras estratégicas por investidores e das promessas de Donald Trump para aliviar tensões no Mar Negro, após conversas com os presidentes da Rússia e da Ucrânia. Além disso, as exportações russas e ucranianas desaceleram devido à redução dos estoques internos e ao risco de perdas por frio intenso. No Brasil, o trigo segue estável, com a cotação Cepea no Paraná em R$ 1.430,96 e no Rio Grande do Sul em R$ 1.318,67.  

 





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Trator compacto facilita operação e amplia uso no campo e na cidade



Agricultura e jardinagem: trator versátil ganha espaço em diferentes setores




Foto: Agrolink

A facilidade de operação e a versatilidade no uso são os principais destaques do novo trator J25, lançado durante o Show Rural. Com 25 cavalos de potência e transmissão hidrostática, o modelo se posiciona como uma alternativa acessível tanto para pequenos produtores rurais quanto para atividades urbanas, como jardinagem e manutenção de condomínios.

Segundo Felippe Vieira, diretor comercial da LS Tractor, o crescimento da demanda por tratores menores e mais fáceis de operar impulsionou o lançamento. “Esse trator vem crescendo muito em volume de vendas nos últimos anos. Ele foi pensado para atender o produtor de hortifruti e jardinagem, que demanda um equipamento mais compacto e versátil”, explica.

Além do público tradicional da agricultura, o modelo também se destaca por ser mais intuitivo, podendo atrair novos operadores. “Como ele tem transmissão hidrostática, funciona de forma similar a um carro automático. Basta um pedal para frente, outro para trás e uma alavanca de velocidade. Isso facilita para quem nunca teve contato com tratores, incluindo o público feminino”, afirma Vieira.

Outro diferencial do equipamento é sua aplicabilidade fora do campo. Vieira destaca que a demanda por tratores em condomínios e áreas de jardinagem tem crescido no Brasil. “Hoje, esses locais utilizam outros tipos de equipamentos. Esse trator, por contar com uma roçadeira interna, pode executar serviços de manutenção de grandes jardins de forma eficiente”, comenta.

A proposta do modelo é oferecer mais acessibilidade para quem está adquirindo o primeiro trator agrícola. “É um produto com valor acessível e muito fácil de operar. Qualquer pessoa pode aprender a manuseá-lo em poucas horas”, garante Vieira.

O lançamento reforça a tendência do setor de mecanização agrícola em buscar soluções mais intuitivas, que facilitem a entrada de novos perfis de operadores no campo e ampliem o uso de tratores em diferentes cenários.





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Coopavel premia os melhores avicultores de 2024



A cerimônia foi realizada no Espaço Impulso


Foto: Canva

O setor de Fomento Avícola da Coopavel fez na terça-feira (11), durante a 37ª edição do Show Rural, a entrega de premiação aos melhores colocados da avicultura de 2024 – integrados da cooperativa. A cerimônia, com a participação de autoridades, técnicos e criadores, foi realizada no Espaço Impulso. O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, e o ex-governador do Paraná, Orlando Pessuti, participaram das entregas das premiações.

O gerente do Centro Tecnológico da Avicultura (CTA), Eduardo Leffer, explica que a classificação leva em conta o melhor índice de conversão alimentar, que é calculado pela quantidade de quilos de ração que o frango come para produzir um quilo de carne, um quilo de peso vivo. 

Os premiados foram: como melhores produtores ficaram Altevir Ferneda, Guaraniaçu, com 1,452; em segundo Genésio Gregolon, de Campo Bonito, com 1,453.  Em terceiro Arlindo Ferneda, de Guaraniaçu, com uma conversão de 1,476. 

Dilvo Grolli refletiu sobre os avanços obtidos ao longo dos anos. Mencionou a ausência desse índice de conversão e controle rigoroso da produção quando iniciou a criação de aves. Orlando Pessuti reforçou a linha de raciocínio de Dilvo. “Há 50 anos levávamos 60 dias para terminar um frango e hoje a gente chega aqui e vê essas conversões maravilhosas através da ciência, das nossas universidades e de nossas cooperativas. Fico muito feliz em saber que fazemos parte dessa história. Isso é um exemplo para mudar o mundo”, frisou.





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Degustação de carnes agrada visitantes do Show Rural



A 37ª edição proporciona experiências nas mais diversas áreas


Foto: Pixabay

No Salão Tecnológico da Pecuária, os visitantes do Show Rural podem desfrutar de uma degustação especial de carnes de aves, peixes e suínos, e saborear produtos exclusivos da Coopavel. A 37ª edição proporciona experiências nas mais diversas áreas, seja em soluções tecnológicas, mas também produtos que satisfazem o paladar do consumidor. 

Basta visitar o estande da cooperativa para participar dessa experiência gastronômica gratuitamente. “Temos cortes temperados, panceta, sobre paleta, linguicinhas, o joelho cozido e defumado. Temos aqui também o filé de tilápia feito em iscas. O tempero que a utilizamos é o mais natural possível, livre de condimentos fortes, então o público come e não sai com aquele gosto forte do temperado”, relata o coordenador industrial do Frisuínos, Vinicius Noraldino Borborema. 

A degustação inclui também a coxinha da asa, petisco, sassami, frango a passarinho e outros cortes temperados. Esse mesmo produto é o que o cliente vai achar na área de venda do supermercado. Todos os produtos da linha foram desenvolvidos para serem diferenciais. A média de degustações diárias varia de 8 mil a 12 mil degustações, mas estima-se que até o término do evento sejam entregues 100 mil pratinhos com os deliciosos produtos da Coopavel. 

A agricultora de Quedas do Iguaçu, Ivani Goldani (72), foi uma das inúmeras visitantes de todas as idades que degustou e aprovou os petiscos servidos. “Nossa, está uma delícia, tudo ótimo, nota 10. Gostei de fazer a degustação, é bom para conhecer os sabores. São produtos de primeira qualidade”, elogiou. 

Os pratinhos são servidos todos os dias entre 9h e 11h da manhã e das 14h às 16h. Esse é o terceiro ano que o frigorífico da Coopavel está presente na feira oportunizando essa experiência aos visitantes. O objetivo é tornar cada vez mais conhecidos os produtos da cooperativa. 





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Show Rural 2025 bate recorde de público nos primeiros dias



Show Rural conta com a participação de 600 expositores nacionais e internacionais




Foto: Divulgação

A 37ª edição do Show Rural Coopavel, realizada em Cascavel (PR), registrou um novo recorde de público. Na quarta-feira (12), o evento recebeu 112.498 visitantes, superando a marca anterior de 109.091, alcançada na mesma data da edição de 2024.

O crescimento na visitação também foi notável nos dias anteriores. Na terça-feira (11), o público chegou a 84.086 pessoas, um novo recorde para o segundo dia do evento, ultrapassando os 83.280 visitantes da edição passada. Já na segunda-feira (10), primeiro dia do Show Rural 2025, 56.510 pessoas passaram pelo parque, superando os 55.356 da abertura de 2024.

Nos três primeiros dias, o evento já atraiu 253.498 visitantes, 5.771 a mais que no mesmo período do ano passado, quando o total foi de 247.727 pessoas. A expectativa é que os números sigam crescendo até o encerramento do evento, na sexta-feira (14).

Com o tema “Nossa natureza fala mais alto”, o Show Rural 2025 conta com a participação de 600 expositores nacionais e internacionais. A entrada e o estacionamento são gratuitos, garantindo amplo acesso ao público interessado nas inovações do agronegócio.





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comercialização do milho supera safra anterior



Comercialização do milho avança, mas preço cai




Foto: Divulgação

No Mato Grosso, a comercialização de milho avançou na safra 2023/24, atingindo 96,62% da produção total, conforme dados divulgados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) em 10 de fevereiro. O percentual representa um avanço de 2,96 pontos percentuais em relação a dezembro de 2024.

Segundo a análise semanal do Imea, crescimento nas vendas foi impulsionado pela necessidade dos produtores de liberar espaço nos armazéns, já que o preço do milho apresentou queda de 4,45% no último mês, fechando em média a R$ 55,97 por saca. Ainda assim, os negócios desta safra estão 8,30 pontos percentuais à frente do registrado no mesmo período da safra passada.

Para a safra 2024/25, os negócios alcançaram 32,16%, um avanço de 5,50 pontos percentuais ante dezembro de 2024. Esse aumento foi influenciado pela valorização de 1,75% no preço do cereal, que atingiu R$ 46,42 por saca, cobrindo os custos operacionais da produção no estado.

Apesar do avanço, o ritmo de comercialização da safra 2024/25 ainda está 12,81 pontos percentuais atrás da média das últimas cinco safras, evidenciando uma cautela maior do mercado em relação ao futuro dos preços e da demanda pelo grão.





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