sexta-feira, abril 3, 2026

Política & Agro

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Conab prevê safra recorde de algodão em 2025



Brasil mantém liderança na exportação global de algodão




Foto: Pixabay

O 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), apontou que o Brasil deve alcançar um volume recorde de 3,8 milhões de toneladas de algodão em pluma, um crescimento de 3,3% em relação à safra anterior. O aumento é impulsionado pela expansão de 5,1% na área plantada, que chegou a 2,04 milhões de hectares. Apesar do avanço, a produtividade média deve recuar 1,7%, ficando em 1,87 tonelada por hectare.

O país segue como o maior exportador mundial da fibra, posição garantida pela demanda crescente da Ásia. “O algodão brasileiro é muito bem-quisto no mundo. Devido ao preço e à qualidade apresentada, tem se mantido bastante competitivo e é vendido para vários países”, informou a Conab. A previsão é que as exportações cresçam 7,1% nesta safra, totalizando 2,97 milhões de toneladas.

No mercado interno, a expectativa é de um aumento no consumo de 2,16%, atingindo 710 mil toneladas em 2025. O setor se mostra otimista diante do crescimento econômico e da queda do desemprego no país, fatores que impulsionam a demanda por produtos têxteis.

Mesmo com o avanço das exportações e o crescimento do consumo doméstico, o estoque final de algodão deve aumentar 5,96% em relação à safra anterior, chegando a 2,5 milhões de toneladas. O volume recorde da safra e os estoques de passagem elevados contribuem para esse cenário.





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Dólar recua 0,90% e fecha semana em queda no Brasil



Dólar recua e fecha semana em queda no Brasil


Foto: Pixabay

De acordo com dados da InfoMoney, dólar encerrou a sessão desta sexta-feira (15) em queda no Brasil, refletindo o apetite global dos investidores por ativos de maior risco. A moeda norte-americana à vista recuou 0,90%, cotada a R$ 5,7451, atingindo o menor valor desde 26 de fevereiro, quando fechou a R$ 5,7450. No acumulado da semana, a desvalorização foi de 0,76%.

No mercado futuro, o contrato do dólar para abril, atualmente o mais negociado na B3, caiu 1,01%, sendo cotado a R$ 5,7640 por volta das 17h05.

A movimentação do câmbio acompanha um cenário global de maior otimismo, em que os investidores buscam ativos mais arriscados, reduzindo a demanda pela moeda norte-americana.

No mercado de câmbio comercial, o dólar foi negociado a R$ 5,745 tanto para compra quanto para venda. Já no segmento turismo, a moeda foi comprada por R$ 5,808 e vendida a R$ 5,988.





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Expodireto Cotrijal encerra 25ª edição com saldo positivo


A 25ª edição da Expodireto Cotrijal chegou ao fim nesta sexta-feira (14) em Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul, consolidando-se como um dos principais eventos do agronegócio da América Latina. Durante cinco dias, a feira reuniu 610 expositores em uma área de 131 hectares, além de representantes e delegações de mais de 80 países. O evento atraiu um grande público, que buscou inovações e alternativas para a produção diante dos desafios climáticos.

O presidente da Expodireto Cotrijal, Nei César Manica, destacou a importância da feira para o setor. “Estamos muito felizes porque com todo o planejamento que realizamos antes da feira, preparando o parque, acomodando todos os expositores e organizando a programação, ocorreu tudo normalmente e nos surpreendeu o público presente em grande número. Toda a inovação, tecnologia e oportunidades que aconteceram aqui trazem um resultado muito positivo para que o produtor, mais uma vez, com todas as frustrações que o Rio Grande do Sul vem passando, possa buscar alternativas para conseguir se sustentar e permanecer na propriedade”, celebra Manica.

Os fóruns, painéis e debates promovidos ao longo da semana foram um dos destaques desta edição, abordando os desafios e oportunidades do agronegócio. O vice-presidente da Cotrijal, Enio Schroeder, ressaltou o impacto do evento. “Foram cinco dias muito intensos aqui no parque, com uma grande visitação e uma feira fantástica, superando todas as demais edições. Mesmo em um momento difícil, em que temos um fator climático muito severo, tivemos uma visitação muito grande de produtores. Os expositores fizeram o seu melhor e, com certeza, em termos de qualidade, conteúdo, maquinário, informações e demonstrações, tivemos a melhor feira já realizada”, comenta Schroeder.

Além das exposições, a feira contou com diversas atividades, incluindo ações de sensibilização ambiental no Espaço da Natureza, apresentações de especialistas na área de Produção Vegetal da Cotrijal e a exibição de animais na área de Produção Animal. A Arena Agrodigital apresentou novas tecnologias para o setor, entre elas o lançamento de uma plataforma inédita para digitalização da assistência técnica na pecuária leiteira, que será adotada pela Cotrijal.

O último dia do evento reuniu milhares de pessoas, especialmente produtores rurais, para acompanhar a Audiência Pública do Senado Federal sobre a securitização para o agronegócio. Manica enfatizou a relevância do debate. “O Rio Grande do Sul precisa voltar a ter potencial de crescimento, por isso precisamos deste apoio. Hoje foi realizada uma grande audiência pública para buscarmos novamente a securitização para que os produtores possam ter condições de pagar seus débitos e permanecer na propriedade, trazendo renda e tranquilidade para o setor produtivo”, completa.

A Cotrijal já planeja a próxima edição do evento, com ampliação da área da feira para atender a demanda de novas empresas interessadas em participar. Para isso, será necessária a realocação do trecho da RS-142, que passa em frente ao local. As mudanças estruturais visam garantir que a Expodireto Cotrijal continue apresentando soluções para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro.





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Mapa estabelece novas regras para controle da mosca-da-carambola



Comercialização de frutas segue restrita em áreas afetadas




Foto: Divulgação

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou nesta sexta-feira (14) a Portaria nº 776/2025, que define novos procedimentos para vigilância, contenção, supressão e erradicação da praga quarentenária Bactrocera carambolae, conhecida como mosca-da-carambola. A atualização da legislação busca reforçar a segurança fitossanitária do país e ampliar a participação dos estados e dos produtores no controle da praga.

Nos últimos anos, os focos da mosca-da-carambola se concentraram principalmente em áreas urbanas e periurbanas, deixando de afetar diretamente os cultivos comerciais. No entanto, estados onde a praga está presente continuam impedidos de comercializar frutos hospedeiros para outras regiões, o que tem desestimulado a cadeia produtiva na cooperação com os órgãos de defesa vegetal.

Com as novas diretrizes, o controle será intensificado nas áreas afetadas para reduzir o risco de dispersão para outras regiões. A portaria determina ações obrigatórias para inspeção, controle e erradicação da praga, incluindo o uso de armadilhas e tratamentos fitossanitários. Também define as responsabilidades dos órgãos fiscalizadores e prevê sanções para o descumprimento das normas. As medidas, contudo, não terão aplicação imediata, pois ainda dependem de aprovação prévia do Mapa.

A Bactrocera carambolae é uma mosca-das-frutas da família Tephritidae, classificada como praga quarentenária presente no Brasil. Os adultos medem entre 7 e 8 mm, possuem tórax negro e abdome amarelado com listras negras em formato de “T”. As fêmeas depositam ovos sob a casca dos frutos, e as larvas se alimentam da polpa, causando perdas na produção. Originária do Sudeste Asiático, a praga foi detectada no Brasil em 1996, no Amapá, e afeta culturas como carambola, goiaba e manga.

Atualmente, a mosca-da-carambola está presente nos estados do Amapá, Roraima e Pará. Por ser considerada uma praga quarentenária, sua ocorrência é oficialmente monitorada para evitar a disseminação e os impactos econômicos na produção de frutas.





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Alimentos importados terão imposto zerado para evitar alta de preços


O Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex), órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), aprovou nesta quinta-feira (13) a redução a zero das tarifas de importação para 11 produtos alimentícios. A decisão foi tomada em reunião extraordinária e faz parte das medidas anunciadas no último dia 6 de março pelo vice-presidente e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin, em conjunto com os ministérios da Fazenda, da Agricultura e Pecuária, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e a Casa Civil.

A medida, que entra em vigor nesta sexta-feira (14), tem como objetivo ampliar a oferta de alimentos no mercado interno e conter a alta dos preços. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva orientou o governo a adotar iniciativas para reduzir o custo da alimentação, especialmente para as famílias de baixa renda, que destinam até 40% do orçamento à compra de alimentos.

Durante a reunião, presidida pelo secretário-executivo do MDIC, Márcio Elias Rosa, o comitê avaliou que a redução das tarifas pode facilitar a importação dos produtos selecionados a preços mais baixos, minimizando o risco de desabastecimento e garantindo maior acesso da população a itens essenciais da cesta básica. Além disso, a iniciativa busca contribuir para o controle da inflação ao ampliar a oferta de produtos no país.

O Gecex considerou que a flexibilização tarifária pode mitigar os impactos de oscilações de oferta e demanda causadas por fatores climáticos, geopolíticos e cambiais, além de favorecer a segurança alimentar e o poder de compra dos consumidores. A redução temporária das alíquotas foi classificada como uma medida emergencial e seletiva, voltada a produtos críticos para o abastecimento.

A decisão incluiu a isenção do Imposto de Importação para carnes bovinas desossadas congeladas, café torrado e em grão, milho, massas, biscoitos, azeite de oliva, óleo de girassol, açúcar, sardinha enlatada e óleo de palma. No caso da sardinha, a alíquota zero valerá para uma cota de 7,5 mil toneladas. O comitê também decidiu ampliar a cota do óleo de palma de 60 mil para 150 mil toneladas pelo período de 12 meses, mantendo a tarifa zerada.

O governo sinalizou que a medida será acompanhada por outras ações estruturantes para preservar a sustentabilidade da cadeia produtiva nacional, garantindo o equilíbrio entre o incentivo à importação e a proteção da produção interna.

A decisão incluiu redução do Imposto de Importação seguintes produtos:

NCM 0202.30.00 – carnes desossadas de bovinos, congeladas (passou de 10,8% a 0%)

NCM 0901.21.00 – café torrado, não descafeinado (exceto café acondicionado em capsulas) (passou de 9% a 0%)

NCM 0901.11.10 – café não torrado, não descafeinado, em grão (passou de 9% a 0%)

NCM 1005.90.10 – milho em grão, exceto para semeadura (passou de 7,2% a 0%)

NCM 1902.19.00 – outras massas alimentícias, não cozidas, nem recheadas, nem preparadas de outro modo (passou de14,4% a 0%)

NCM 1905.90.20 – bolachas e biscoitos (passou de 16,2% a 0%)

NCM 1509.20.00 – azeite de oliva (oliveira) extravirgem (passou de 9% a 0%)

NCM 1512.11.10 – óleo de girassol, em bruto (passou de 9% a 0%)

NCM 1701.14.00 – outros açúcares de cana (passou de 14,4% a 0%)

NCM 1604.13.10 – preparações e conservas de sardinhas, inteiros ou em pedaços, exceto peixes picados, de 32% para 0%

Em relação à sardinha, o Gecex estabeleceu zerar a alíquota dentro de uma quota estabelecida de 7,5 mil toneladas.

O comitê também decidiu aumentar a quota do óleo de palma, do código NCM 1511.90.00, de 60 mil toneladas para 150 mil toneladas, pelo prazo de 12 meses, com a manutenção da alíquota do Imposto de Importação de 0%.





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Colheita do milho silagem atinge 80% da área cultivada



Chuvas favorecem grãos, mas estiagem reduz porte das plantas




Foto: Pixabay

A colheita do milho silagem no Rio Grande do Sul está em estágio avançado, com cerca de 80% da área cultivada já ensilada, segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (13). A maior ocorrência de chuvas desde o final de janeiro favoreceu a formação adequada de grãos, garantindo a qualidade da silagem. No entanto, a estiagem entre o final de dezembro e a primeira quinzena de janeiro comprometeu o porte das plantas em algumas lavouras, limitando a produtividade em massa verde.

A produtividade média da safra 2024/2025 foi reavaliada para 36.760 kg/ha, representando uma redução de 6,8% em relação aos 39.457 kg/ha estimados no plantio. Apesar da revisão para baixo, o volume ainda é 17,4% superior ao obtido na safra anterior, que registrou 31.323 kg/ha. A área efetivamente plantada nesta temporada é de 336.531 hectares.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, as lavouras semeadas no final de novembro estão sendo ensiladas. Ataques significativos de caturritas foram registrados, especialmente nas bordas das plantações. “O tempo seco tem favorecido a colheita, evitando problemas de compactação e rastros no solo”, aponta o relatório. As lavouras implantadas em dezembro seguem para o enchimento de grãos, com umidade do solo considerada adequada e sem necessidade de aplicações para controle de pragas ou doenças.

Na região de Santa Maria, os rendimentos ficaram abaixo do esperado, com uma média de 23.794 kg/ha. Em Restinga Sêca, lavouras semeadas tardiamente sofreram perdas de até 70%. Em Cachoeira do Sul e Santa Maria, no entanto, os resultados se aproximaram das previsões iniciais, atingindo 40 mil kg/ha de massa verde.

A colheita continua nas áreas restantes, com 10% das lavouras ainda em desenvolvimento vegetativo, provenientes da safrinha, e outros 10% entre as fases reprodutivas e o ponto ideal de corte. A expectativa é que a conclusão das atividades ocorra nas próximas semanas, consolidando os números finais da produção.





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Chuvas favorecem lavouras de algodão em Tocantins



A estimativa de aumento da área cultivada em relação à safra anterior está mantida




Foto: Divulgação

O 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta que cerca de 90% da área prevista para o cultivo de algodão em Tocantins já está semeada. A estimativa de aumento da área total em relação à safra anterior se mantém, impulsionada pelo avanço do plantio e pelo bom volume de chuvas.

Segundo o relatório, as condições climáticas têm favorecido o desenvolvimento das lavouras, que se encontram entre as fases vegetativa e reprodutiva, incluindo floração e formação de maçãs. “O volume de chuvas tem garantido um bom início de safra e permitido a realização dos tratos culturais necessários, como fertilização em cobertura e controle fitossanitário”, informa a Conab.

A cultura do algodão teve um incremento nesta temporada, com a expansão da área plantada tanto na primeira safra quanto no cultivo do safrinha, realizado após a colheita da soja. Na fase reprodutiva, os produtores intensificaram as aplicações semanais de defensivos para controle de pragas como o bicudo-do-algodoeiro e a mosca-branca.

A distribuição das chuvas, no entanto, variou entre as regiões do estado. No leste tocantinense, as precipitações acumuladas nos últimos quinze dias foram de 70 mm, enquanto em outras regiões os volumes oscilaram entre 90 mm e 120 mm.

Com o avanço do plantio e condições climáticas favoráveis na maior parte do estado, a expectativa é de uma safra positiva para o algodão em Tocantins.





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Irrigação por gotejamento impulsiona produtividade do café


A irrigação por gotejamento tem ganhado espaço na cafeicultura brasileira como alternativa para garantir produtividade e qualidade diante das incertezas climáticas. O especialista agronômico da Netafim, Murilo Tosta, explica que a alta nos preços do café tem incentivado os produtores a investirem na tecnologia. “Os preços em alta têm sido um grande incentivo para que os cafeicultores modernizem suas lavouras e adotem práticas mais eficientes. Com a irrigação, por exemplo, conseguimos garantir uma produção mais estável e de alta qualidade, independentemente das variações climáticas”, afirma.

O investimento na tecnologia pode se pagar entre dois e quatro anos, dependendo do manejo e das condições da propriedade. “Um produtor do Cerrado Mineiro, que aumentou sua produtividade de 25 sacas por hectare para 50 sacas e passou a vender como ‘café especial’, teve retorno financeiro em aproximadamente dois anos”, explica Tosta.

Além do impacto na produtividade, a irrigação por gotejamento traz maior previsibilidade à colheita, permitindo melhores negociações e reduzindo riscos climáticos. “O grande diferencial está na otimização da produção e na previsibilidade da colheita”, destaca o especialista. Com a adoção do sistema, a produtividade pode dobrar ou até triplicar. “Em áreas sem irrigação, a média varia entre 20 e 30 sacas por hectare. Com o gotejamento, esse número pode chegar a 50, 60 ou até 80 sacas”, acrescenta.

A tecnologia também contribui para a melhoria da qualidade do café. O gotejamento mantém a umidade do solo em níveis ideais, resultando em floradas homogêneas e maturação uniforme dos frutos. “Quando a planta recebe água e nutrientes na medida certa, há menor incidência de grãos verdes ou mal formados, o que melhora a qualidade da bebida e aumenta o percentual de grãos peneira alta”, explica Tosta.

O sistema ainda se destaca pela eficiência no uso da água, essencial para a sustentabilidade da cafeicultura. Em uma fazenda de Minas Gerais, a adoção do gotejamento reduziu significativamente o consumo de água, eliminou a erosão do solo e melhorou a saúde das plantas, reduzindo o uso de fertilizantes e defensivos. “A irrigação por gotejamento não só economiza água, mas também promove práticas agrícolas mais sustentáveis, preservando o solo, protegendo os recursos hídricos e reduzindo os impactos ambientais da cafeicultura”, afirma.

A tecnologia já é amplamente utilizada em regiões produtoras como Cerrado Mineiro, Sul de Minas, Espírito Santo e Oeste da Bahia. No Cerrado, a irrigação garante um suprimento hídrico contínuo, essencial para o pegamento da florada e o enchimento dos grãos. Já no Espírito Santo, onde predomina o café conilon, a irrigação é fundamental devido à alta demanda hídrica da cultura.

Diante das incertezas climáticas, o especialista reforça a importância da irrigação. “Hoje, a imprevisibilidade climática é uma das maiores ameaças à produtividade e à qualidade do café. O gotejamento permite um controle preciso da água e, para os produtores que já adotaram essa tecnologia, a mudança foi definitiva. Com os preços do café em alta, esta é a melhor hora para investir”, conclui.





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Safra de milho segue positiva no DF e em Goiás



A oferta da oleaginosa apresentou crescimento devido ao avanço da colheita




Foto: Agrolink

De acordo com o 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25 da Conab, a colheita do milho teve início em janeiro no Distrito Federal, com resultados considerados satisfatórios pelos produtores. De acordo com as análises do setor, o clima favoreceu o desenvolvimento das lavouras, e, nos períodos de seca, foi utilizada irrigação suplementar para aplicação de insumos e manutenção da umidade no solo.

Em Goiás, as lavouras de primeira safra estão na fase final do ciclo, entre o fim do enchimento de grãos e a maturação. Segundo especialistas, as condições climáticas ao longo do desenvolvimento da cultura foram determinantes para o bom desempenho da produção. “A sincronização da polinização com a absorção adequada de nutrientes e água contribuiu para o desenvolvimento das lavouras”, apontou a Conab.

A colheita das lavouras comerciais destinadas à produção de etanol de milho deve começar em março. Dados do setor indicam que, atualmente, 5% das plantações estão em floração, 54% em enchimento de grãos, 40% em maturação e menos de 1% já colhido. O regime de chuvas desde o início da semeadura tem sido considerado favorável para a cultura, especialmente no período de enchimento de grãos, quando a demanda hídrica é maior. “Esse cenário deve resultar em grãos mais pesados e produtividade acima das expectativas iniciais”, informou o levantamento..

Até o momento, não há registros de problemas fitossanitários nas lavouras.

A alta nos preços do milho também se manteve em fevereiro. Segundo análise Agromensal do Cepea, as cotações continuaram em elevação na maior parte das regiões acompanhadas pelo centro de pesquisas. Os aumentos estiveram atrelados à demanda elevada, enquanto vendedores reduziram a oferta, priorizando entregas de lotes negociados antecipadamente, principalmente de soja.

A oferta da oleaginosa apresentou crescimento devido ao avanço da colheita, influenciando a estratégia dos produtores de milho.





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Dólar fecha abaixo de R$ 5,80



Foto: Pixabay

O dólar comercial encerrou a sessão deta quinta-feira (13) com leve desvalorização de 0,19%, cotado a R$ 5,801 para compra e venda, de acordo com dados da InfoMoney. A moeda norte-americana acumula queda de 2,01% no mês de março.

No segmento futuro da B3, o dólar para liquidação em março registrou baixa de 0,09%, sendo negociado a R$ 5,8225 por volta das 17h08.

O desempenho do câmbio reflete o movimento de venda de dólares em patamares mais elevados, ao mesmo tempo em que o mercado reage a novas ameaças de tarifas comerciais por parte dos Estados Unidos. O movimento gerou volatilidade no mercado financeiro ao longo do dia.

O dólar turismo foi negociado a R$ 5,836 para compra e R$ 5,801 para venda. A cotação do comercial também registrou os mesmos valores para compra e venda, segundo dados divulgados pela InfoMoney.

A trajetória do dólar segue sendo influenciada por fatores externos e internos. No cenário internacional, as novas ameaças tarifárias dos Estados Unidos geraram cautela entre os investidores. Ao mesmo tempo, a maior oferta de moeda estrangeira no mercado brasileiro contribuiu para limitar a valorização da divisa norte-americana.





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