domingo, março 29, 2026

Política & Agro

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Embrapa lança duas novas cultivares de algodão



A BRS 700FL B3RF foi desenvolvida com foco na excelência da fibra



A BRS 700FL B3RF foi desenvolvida com foco na excelência da fibra
A BRS 700FL B3RF foi desenvolvida com foco na excelência da fibra – Foto: USDA

A Embrapa, em parceria com a empresa Lyntera, acaba de lançar duas novas cultivares de algodão transgênico: BRS 700FL B3RF e BRS 800 B3RF. Ambas contam com a tecnologia Bollgard 3 RRFlex, que protege contra as principais lagartas da cultura e permite o uso do herbicida glifosato. Enquanto a primeira variedade foca em fibras de alta qualidade para atender o mercado de roupas premium, a segunda aposta na resistência a doenças e pragas, oferecendo maior sustentabilidade ao cultivo.

A BRS 700FL B3RF foi desenvolvida com foco na excelência da fibra, com comprimento médio de 33,5 mm, resistência de 32,8 gf/tex e micronaire de 3,7. Seu desempenho se aproxima do algodão dos tipos egípcio e pima, tradicionalmente importados para a produção de tecidos finos. Com produtividade média de 4.524 kg/ha e rendimento de fibra de 38%, é indicada para cultivos em regiões do Cerrado e da Caatinga, como Bahia, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Ceará. Segundo o pesquisador Camilo Morello, trata-se de um avanço inédito em qualidade de fibra no Brasil com plantas do tipo Upland.

Já a BRS 800 B3RF se destaca pela alta resistência à ramulária, bacteriose, doença azul e ao nematoide de galhas, praga que compromete até 37% das áreas de cultivo na Bahia. Com ciclo precoce e produtividade média de 5.000 kg/ha, é ideal para segunda safra e cultivos sob pivô, comuns em estados como Mato Grosso e Goiás. De acordo com o pesquisador Nelson Suassuna, essa cultivar contribui para reduzir aplicações de defensivos e manter a viabilidade em áreas afetadas.

As novas variedades chegam em um momento estratégico, quando o Brasil busca reduzir a importação de fibras especiais e ampliar a sustentabilidade na cotonicultura. A comercialização das sementes será feita pela Lyntera.

 





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Safrinha 24/25 deve ser uma das melhores



“A análise baseada em modelos de satélite”



“A análise baseada em modelos de satélite"
“A análise baseada em modelos de satélite” – Foto: Pixabay

Segundo Marcos Rubin, CEO e fundador da Veeries, em publicação nas redes sociais, as visitas a campo no oeste do Paraná e no sul do Mato Grosso do Sul confirmam o que os satélites já vinham indicando: a safrinha 24/25 caminha para ser uma das melhores dos últimos anos nessas regiões.

A empresa, especializada em análises agrícolas, baseia sua metodologia em modelos de satélite, que definem os locais de visita, os pontos de observação e as hipóteses a serem testadas. A ida a campo serve como reforço às análises remotas, permitindo à Veeries entregar inteligência com rapidez e precisão.

Um diferencial citado por Rubin é o uso de recortes semanais de plantio para estimar a produtividade das lavouras, proporcionando uma visão mais detalhada do potencial de cada área conforme o calendário de semeadura. Essa abordagem tem mostrado bons resultados nas análises mais recentes.

“A análise baseada em modelos de satélite é a espinha dorsal da nossa metodologia. É ela que define onde ir, o que observar e quais hipóteses validar. As visitas a campo complementam e reforçam nossas análises – uma combinação que nos permite entregar inteligência com precisão e velocidade”, indica.

Apesar da irregularidade do clima em parte do ciclo, a condição geral das lavouras é considerada muito boa. Enquanto algumas áreas apresentam desenvolvimento excelente, outras mostram um desempenho um pouco abaixo. Ainda assim, a expectativa para a produção de milho é bastante positiva.

“No registro, encontramos duas realidades diferentes no campo: por um lado, lavouras em excelentes condições. Por outro lado, algumas regiões mostram uma condição um pouco inferior. O resultado da safrinha no PR e MS? Até poderia ser melhor, se não fosse a irregularidade do clima durante parte do ciclo – mas, mesmo assim, será muito boa”, conclui.

 





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Milho silagem registra produtividade elevada



Santa Rosa inicia colheita de milho safrinha




Foto: Pixabay

A colheita de milho silagem no Rio Grande do Sul alcançou 94% da área, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (8). Segundo o levantamento, 3% das lavouras estão em início de maturação fisiológica e 3% em enchimento de grãos. Os produtores que optaram pelo plantio escalonado registraram rendimentos até 50% superiores em lavouras mais tardias, quando comparadas às semeadas entre novembro e dezembro.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Campanha, a colheita das lavouras semeadas a partir da segunda quinzena de janeiro está próxima da conclusão. “O tempo seco, com quatro semanas consecutivas sem chuvas, favoreceu o acesso às lavouras em terras baixas e coxilhas, sem causar seca prematura nas folhas basais”, informou a Emater. Equipes de colheita com máquinas autopropelidas, que estavam em Aceguá, agora operam em Hulha Negra, em lavouras de maior porte. Produtores relataram produtividades elevadas, com silagens contendo alta proporção de grãos e rendimentos de massa seca próximos a 40 toneladas por hectare, chegando a 50 t/ha nas áreas de melhor manejo. Algumas lavouras em várzeas foram ensiladas de forma antecipada devido à previsão de chuvas intensas, que poderiam dificultar o tráfego de máquinas e comprometer o ponto de corte.

Na região de Frederico Westphalen, a colheita foi encerrada nos 7 mil hectares cultivados na safrinha. Apesar do estresse hídrico no início do ciclo, a recomposição da umidade durante as fases reprodutivas permitiu à cultura alcançar o potencial produtivo estimado. Já em Santa Rosa, a colheita de milho safrinha para silagem começou, apresentando boa qualidade e rendimento entre 35 e 45 toneladas por hectare.





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Boi gordo tem preço estável em São Paulo



Escalas de abate chegam a 11 dias em SP




Foto: Divulgação

O mercado do boi gordo em São Paulo manteve-se estável nesta sexta-feira (9), segundo o informativo “Tem Boi na Linha”, divulgado pela Scot Consultoria. De acordo com o boletim, “com parte da indústria frigorífica já abastecida, fora das compras e a demanda por carne bovina tendo sido atendida pela oferta, os preços em São Paulo mantiveram-se estáveis”. A consultoria destacou, no entanto, que havia receio de queda nos preços após o Dia das Mães, o que levou os compradores a evitarem alongar suas escalas de abate, que estavam, em média, previstas para 11 dias.

No Mato Grosso, o cenário foi de pressão sobre os preços, com alta oferta de bovinos na maioria das regiões pecuárias. Na região Norte, a cotação do boi gordo recuou R$2,00 por arroba, enquanto a vaca e a novilha registraram queda de R$3,00 por arroba. No Sudoeste, a queda foi de R$2,00 para o boi gordo, R$7,00 para a vaca e R$11,00 para a novilha. Em Cuiabá, a cotação do boi gordo caiu R$2,00 por arroba; a vaca e a novilha tiveram retração de R$7,00 e R$4,00, respectivamente. A região Sudeste do estado manteve os preços estáveis para todas as categorias.

No Noroeste do Paraná, os preços também permaneceram estáveis, com escalas de abate médias para sete dias.





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colheita chega ao fim com queda na qualidade


A colheita de arroz no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (8). Na região administrativa de Bagé, na Fronteira Oeste, o município de São Borja registrou acamamento de plantas em alguns talhões, devido a ventos intensos durante o período de maturação. Em Quaraí, os 11.336 hectares cultivados já foram colhidos, com produtividade média estimada em 9.000 quilos por hectare. A qualidade industrial das cargas entregues nesta etapa final apresentou queda, com percentual de grãos inteiros entre 55% e 58%, abaixo do padrão ideal. Em Alegrete, Maçambará, Rosário do Sul e Santa Margarida do Sul, a colheita também foi finalizada.

Na região de Pelotas, 96% da área implantada já foi colhida. As lavouras remanescentes, localizadas principalmente em Turuçu, São José do Norte, Santa Vitória do Palmar, Rio Grande, Pinheiro Machado, Pelotas, Jaguarão, Canguçu e Arroio Grande, encontram-se em estágio de maturação completa e prontas para a colheita.

Em Santa Maria, a colheita também está perto do fim. Em Cachoeira do Sul, município com maior área cultivada, 98% das lavouras foram colhidas. Nos municípios de Cacequi e arredores, os trabalhos já foram concluídos. Segundo o informativo, os rendimentos têm se mantido dentro das expectativas iniciais, apesar de relatos pontuais de redução na produtividade em algumas áreas.

Na região de Soledade, o tempo estável permitiu o avanço da colheita, que chegou a 99%. Restam apenas áreas pontuais com semeadura tardia, correspondendo a 1% da área, atualmente em maturação e prontas para a colheita.

O preço médio da saca de 50 quilos de arroz no Estado registrou queda de 0,56% em relação à semana anterior, passando de R$ 76,49 para R$ 76,06, conforme levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.





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Uva Lumiar reduz 50% dos custos com mão de obra no campo



Embrapa lança uva sem semente que reduz custos




Foto: Divulgação

A Embrapa lançou no mercado a BRS 54 Lumiar, uma nova cultivar de uva branca sem semente que promete reduzir em 50% os custos com mão de obra no manejo dos cachos no Semiárido brasileiro. O manejo dos cachos representa cerca de 40% do custo total da mão de obra na produção de uvas de mesa.

A nova cultivar busca solucionar dois desafios do setor: a alta demanda de mão de obra para o manejo e a escassez de opções de uvas brancas sem sementes. A Embrapa afirma que a Lumiar “oferece potencial para impulsionar o segmento no País”.

Além da economia no campo, a Lumiar apresenta atributos sensoriais como bagas grandes e elípticas, textura crocante e macia, alto teor de açúcares, ausência de adstringência na película e acidez equilibrada ao final da maturação.

A BRS 54 Lumiar integra o portfólio de uvas de mesa sem sementes do programa de melhoramento genético “Uvas do Brasil”, coordenado pela Embrapa, para cultivo na região do Vale do Submédio São Francisco.

Segundo a Embrapa, “as cultivares estrangeiras de uvas sem sementes demandam, no mínimo, 50% a mais de mão de obra para a realização dessa prática” e geram outros custos aos produtores, como o pagamento de royalties por quilo de fruta vendida. Já as cultivares nacionais da Embrapa exigem apenas o pagamento pelas mudas, sem a cobrança dessas taxas.

João Dimas Garcia Maia, um dos pesquisadores da Embrapa responsável pelo desenvolvimento da nova cultivar, explicou que, “além de atender às exigências do mercado consumidor, que está cada vez mais exigente na escolha das frutas, uma nova cultivar de uva de mesa deve apresentar outras características determinantes”. Segundo ele, entre essas características estão “produtividade, tolerância ou resistência a doenças, presença de novos sabores e redução da necessidade de mão de obra para o manejo dos cachos”.

A Embrapa informa que, desconsiderando a pós-colheita, o custo da mão de obra na produção de uvas de mesa das cultivares tradicionais corresponde a cerca de 35% do custo total.





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Mandioca atinge 50% da colheita em São José do Hortêncio



A safra tem sido considerada normal em termos de produtividade




Foto: Canva

A colheita da mandioca atingiu 50% da área total em São José do Hortêncio, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (08). Na região administrativa de Lajeado, os trabalhos de limpeza das áreas seguem em andamento. A safra tem sido considerada normal em termos de produtividade, sem registro de problemas fitossanitários relevantes.

Em Cruzeiro do Sul, a cultura está em plena colheita, com produtividade média de 14 toneladas por hectare, valor considerado normal para o município. De acordo com a Emater, “no geral, a cultura apresenta boa sanidade e rendimento”. O preço médio recebido pelo produtor é de R$ 20,00 por caixa de 22 quilos.

Na região administrativa de Santa Rosa, os cultivos encontram-se na fase de acúmulo de reservas, mas vêm sendo afetados pela irregularidade das chuvas. A mandioca com casca está sendo comercializada entre R$ 3,00 e R$ 4,00 por quilo, enquanto a mandioca descascada e embalada varia de R$ 5,00 a R$ 7,00 por quilo. Alguns produtores realizaram o controle de sugadores, principalmente mosca-branca.

A Emater informou que no dia 30 de abril foi realizado um dia de campo em São Paulo das Missões, com a presença de cerca de 100 pessoas.





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Equipamentos para pastagem aumentam eficiência no campo



A mecanização das pastagens também tem impacto sobre a sustentabilidade


Foto: Canva

Os equipamentos voltados para o manejo de pastagens vêm garantindo maior eficiência e economia de tempo para os agricultores. De acordo com técnicos do setor, o uso de máquinas específicas para corte, manejo e distribuição de pasto permite reduzir significativamente o tempo dedicado às atividades diárias no campo.

Segundo estudos internos, a produtividade no manejo de pastagens mecanizadas pode superar em até 40% os resultados obtidos com métodos manuais. Além de economizar tempo, os equipamentos contribuem para uma maior uniformidade do pasto e melhor aproveitamento da área.

Enquanto o manejo manual demanda, em média, 8 horas de trabalho por hectare, o uso de equipamentos adequados reduz esse tempo para cerca de 5 horas. Essa diferença reflete diretamente nos custos operacionais e na disponibilidade da mão de obra para outras atividades da propriedade.

Os produtores que adotaram as tecnologias destacam ainda a durabilidade e a versatilidade dos equipamentos. O investimento inicial é compensado pela redução de gastos ao longo das safras e pela maior eficiência nas operações.

A mecanização das pastagens também tem impacto sobre a sustentabilidade, ao permitir um melhor controle da altura do pasto e evitar o subpastoreio ou superpastejo, práticas que comprometem a qualidade da área ao longo do tempo.





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Itaú BBA: Estiagem pode se repetir e comprometer floradas na safra de café…


Condições climáticas desfavoráveis podem afetar o desenvolvimento vegetativo das lavouras e impactar a produção

Após um período de chuvas bem distribuídas em dezembro e janeiro, as principais regiões produtoras de café do Brasil enfrentaram precipitações irregulares e temperaturas elevadas em fevereiro e na primeira quinzena de março. Esse quadro pode afetar o enchimento dos grãos da safra atual, provocar escaldadura em folhas e frutos e comprometer o desenvolvimento das lavouras para o próximo ciclo.

“Em 2024, as chuvas nas regiões de arábica e conilon cessaram já em março, seguidas de até sete meses de seca, com retorno efetivo das precipitações apenas em outubro. A grande questão agora é saber se esse padrão se repetirá ou se a estiagem será mais curta, o que será determinante para a condição das lavouras na primavera, período das floradas”, explica Cesar de Castro Alves, gerente da Consultoria Agro do Itaú BBA.

A projeção do banco para a safra 2025/26 indica uma queda de 10% na produção de café arábica, que deve recuar de 45,4 milhões para aproximadamente 41 milhões de sacas. Já o café robusta deve crescer 12%, atingindo um recorde de 23,5 milhões de sacas. Com isso, a produção total do Brasil deve alcançar 64,4 milhões de sacas, um recuo de 3% em relação ao ciclo anterior.

No cenário global, esse resultado pode apertar o balanço entre oferta e demanda. Atualmente, a safra 2024/25 apresenta um superávit de 6,8 milhões de sacas, mas a projeção para 2025/26 aponta para um possível déficit de 400 mil sacas, considerando que a produção dos demais países se mantenha estável.

Outro fator de incerteza é o consumo global. O crescimento de 3% estimado pelo USDA para 2024/25 pode não se repetir diante do impacto do repasse de preços ao consumidor final. Caso a demanda desacelere, o déficit projetado pode se transformar em um leve superávit de 3 milhões de sacas, ainda abaixo do excedente registrado no ciclo atual.

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Leite em pó sobe 2,51% no mercado goiano



Preços dos lácteos goianos fecham abril estáveis




Foto: Pixabay

Foi publicado nesta segunda-feira (5), no site da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o Boletim de Mercado do Setor Lácteo Goiano, elaborado pela Câmara Técnica e de Conciliação da Cadeia Láctea de Goiás. A edição de abril de 2025 aponta estabilidade nos preços médios da cesta de derivados, resultado de ajustes pontuais entre os produtos analisados.

Segundo o boletim, o leite em pó integral apresentou o maior crescimento do mês, com alta de 2,51%. O leite condensado também teve valorização, de 0,65%. “A recuperação de preços nesses itens indica uma retomada gradual da demanda e reforça a importância do monitoramento contínuo realizado pela Câmara Técnica”, informou o documento.

Em contrapartida, alguns produtos registraram queda. O creme a granel teve recuo de 3,38%, o queijo muçarela caiu 2,58% e o leite UHT integral registrou baixa de 0,58%. Mesmo com essas variações, a média geral da cesta permaneceu estável.

A Câmara Técnica avalia que o equilíbrio entre produção, indústria e consumo foi mantido no mês. O boletim destaca que o acompanhamento regular dos indicadores de mercado segue essencial para orientar os agentes da cadeia produtiva.





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