domingo, março 29, 2026

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Soja encerrou a semana sem ritmo


No Rio Grande do Sul, a colheita da soja estava praticamente finalizada em 15 de maio de 2025, com cerca de 98% da área cultivada já colhida, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Indicações no porto, para entrega maio e pagamento 30/05 na casa de R$ 135,00, marcando manutenção. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 130,00(-1,51%) Cruz Alta – Pgto. 30/05 – para fábrica R$ 130,00(-1,51%) Passo Fundo – Pgto. 30/05 R$ 130,00(-1,51%) Ijuí – Pgto. 30/05 – para fábrica R$ 131,00 Santa Rosa / São Luiz – Pgto. meados de junho. Preços de pedra, em Panambi, caíram para R$ 120,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Em Santa Catarina, o mercado segue sem ritmo. A retração nos prêmios de exportação e a queda nas cotações internacionais mantêm o cenário travado, sem avanços relevantes nas negociações entre produtores e compradores. Os preços variaram entre R$ 125,00 e R$ 130,00 por saca no interior, com registros de R$ 131,42 no Oeste e R$ 132,52 no porto de São Francisco. Não houve atualizações sobre frete ou armazenamento durante o período analisado.

Limitações na armazenagem preocupam produtores no Paraná mesmo após colheita concluída. “Em Paranaguá, o preço chegou a R$ 126,90, marcando baixa de 7,31%. Em Cascavel, o preço foi 115,05(- 8,90%). Em Maringá, o preço foi de R$ 115,47(-8,89%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 114,24(-12,57%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$132,52. No balcão, preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 130,00”, completa.

A colheita da soja em Mato Grosso do Sul terminou em maio com bom desempenho, apesar de problemas climáticos pontuais como seca e calor. A produtividade média foi considerada positiva, refletindo manejo eficiente e resiliência dos produtores. Os preços variaram entre R$ 111,34 e R$ 115,74 nas principais praças do estado.

Nesse contexto, o Mato Grosso conclui colheita da soja com atenção voltada à comercialização e gargalos logísticos. “A combinação entre superprodução e infraestrutura deficiente impede que os ganhos no campo se traduzem plenamente em rentabilidade para o produtor. Campo Verde: R$ 114,59(+0,04%). Lucas do Rio Verde: R$ 122,51(+12,89%), Nova Mutum: R$ 106,47(-1,89%). Primavera do Leste: R$ 114,59(+0,04%). Rondonópolis: R$ 114,59(+0,04). Sorriso: 108,5”, conclui.

 





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Milho segue em queda: E agora?



Nem a demanda externa nem a interna têm sustentado os preços



Nem a demanda externa nem a interna têm sustentado os preços
Nem a demanda externa nem a interna têm sustentado os preços – Foto: Pixabay

Segundo análise da TF Agroeconômica, as cotações do milho continuam em queda acentuada, tanto no mercado físico (com recuo de 0,19% no dia e 8,99% no mês, de acordo com o CEPEA) quanto no mercado futuro da B3. Diante da ampla oferta atual de matéria-prima, a consultoria recomenda que produtores fixem os preços imediatamente, antes da intensificação da colheita em julho, período sazonalmente marcado por pressões de baixa. A TF destaca que já vem orientando essa estratégia há mais de dois meses, e quem seguiu a recomendação estaria obtendo um ganho de cerca de R\$ 14,00 por saca até o momento.

Entre os poucos fatores que podem limitar a queda, a consultoria aponta a valorização dos preços de proteínas animais no Brasil: o frango subiu 6,14% e o suíno 10,06% no ano, o que pode estancar a queda do milho ao elevar a demanda interna. No entanto, a elevação da safra brasileira de milho pela Conab — de 124,74 para 126,88 milhões de toneladas — segue pesando negativamente sobre os preços.

Do lado da pressão baixista, destaca-se a continuidade da desvalorização internacional: os contratos futuros de milho em Chicago completaram a quinta semana consecutiva de queda, enquanto no Brasil já são dez semanas de baixa. Nem a demanda externa nem a interna têm sustentado os preços, reflexo também de um cenário global incerto.

Além disso, no mercado internacional, há apreensão com a falta de acordos comerciais entre os EUA e países importadores, às vésperas de uma safra recorde esperada na temporada 2025/26. O ex-presidente Donald Trump afirmou que será impossível atender a todas as demandas por tratamento tarifário diferenciado, e que notificações sobre os custos comerciais serão enviadas nas próximas semanas. 

 





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Milho fecha semana em queda na B3 e em Chicago



A cotação de julho caiu 1,11% no dia



A cotação de julho caiu 1,11% no dia
A cotação de julho caiu 1,11% no dia – Foto: Pixabay

Segundo dados da TF Agroeconômica, os contratos futuros de milho encerraram esta sexta-feira (16) e a semana em baixa na B3, pressionados por dois fatores principais: o aumento da estimativa de produção divulgado pela Conab e a confirmação de um caso de gripe aviária no Sul do Brasil. A Conab projetou uma produção total de 126,9 milhões de toneladas para a safra 2023/24, o que representa um crescimento de 9,9% em relação ao ciclo anterior. A notícia pesou sobre as cotações, que já vinham pressionadas por excesso de oferta.

Além disso, a detecção de gripe aviária levou a China — responsável por 10,8% do mercado de frango brasileiro — a suspender temporariamente as importações, medida seguida por outros países ao longo do final de semana. Como o milho é um insumo fundamental na ração de aves, a expectativa de queda na demanda por parte da avicultura também contribuiu para o recuo das cotações.

Na B3, os fechamentos do dia refletiram esse cenário. O contrato julho/25 encerrou a R\$ 62,01, com baixa de R\$ 0,46 no dia e de R\$ 2,16 na semana. Já o setembro/25 fechou em R\$ 67,15, queda de R\$ 0,61 no dia e de R\$ 0,88 na semana. O indicador Cepea também registrou retração semanal de -0,19%.

No mercado internacional, o milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) também acumulou perdas. A cotação de julho caiu 1,11% no dia, para US\$ 443,50 por bushel, e encerrou a semana com baixa de 6,25% ou US\$ 1,39 por bushel. O ritmo acelerado do plantio nos EUA, somado às boas perspectivas para as safras no Brasil e na Argentina, além da concorrência dos preços baixos do trigo, seguem pressionando o cereal. 

 





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consumo segue seguro, dizem especialistas



Morbini explicou que a influenza aviária não se transmite por ingestão de alimentos




Foto: Divulgação

Apesar da confirmação do primeiro caso de gripe aviária de alta patogenicidade (H5N1) em uma granja comercial no Brasil, o consumo de carne de frango e ovos segue totalmente seguro para a população. A informação foi reforçada por autoridades sanitárias e especialistas, após a detecção do vírus em um matrizeiro em Montenegro, no Rio Grande do Sul.

Em entrevista ao Portal Agrolink, o engenheiro agrônomo Juarez Morbini explicou que a influenza aviária não se transmite por ingestão de alimentos. “Mesmo que a ave estivesse contaminada, o vírus não é passado para humanos pelo consumo de carne ou ovos. A população pode ficar tranquila”, afirmou. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) também ressaltou que o risco de infecção humana é extremamente baixo e restrito a profissionais que têm contato direto com aves doentes.

A influenza aviária é causada por um vírus que atinge aves, sobretudo as silvestres e de fundo de quintal. A presença do patógeno na avicultura industrial brasileira era até então inédita. Técnicos já isolaram o foco e implantaram medidas de contenção, incluindo o abate sanitário dos animais e a desinfecção completa das instalações.

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, reiterou a segurança alimentar dos produtos avícolas e elogiou a rapidez da resposta sanitária brasileira. “Seguimos com total transparência e garantimos que não há risco no consumo de frango e ovos. O Brasil tem um dos sistemas de defesa sanitária mais eficientes do mundo.”

Como medida preventiva, o Mapa orienta a população a não tocar em aves mortas ou com sinais neurológicos e respiratórios. Em casos suspeitos, o correto é acionar os serviços veterinários oficiais. A gripe aviária não é uma doença de transmissão alimentar, e não há registros no Brasil de pessoas infectadas por meio da ingestão de alimentos.

Mesmo com o impacto comercial, sobretudo na relação com a China, que suspendeu temporariamente as importações, o governo reforça que o foco está controlado e que o país continua confiável como fornecedor global de proteína animal.





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Redução tarifária EUA-China impacta mercado da soja


O primeiro mês cotado da soja na Bolsa de Chicago encerrou a quinta-feira (15) em US$ 10,51 por bushel, após ter atingido US$ 10,67 ao longo da semana. Segundo a Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema) referente a semana de (09/05 a 15/05), publicada na quinta-feira (15), o recuo foi motivado por três fatores principais: a redução de tarifas entre Estados Unidos e China, a alta nas cotações do óleo de soja e a divulgação de uma estimativa de safra mais enxuta nos EUA.

“A confirmação de uma área semeada menor nos Estados Unidos, conforme o relatório de oferta e demanda divulgado no dia 12, trouxe incertezas ao mercado, mesmo com o clima favorável ao plantio”, explicou a Ceema. Até 11 de maio, cerca de 48% da área prevista havia sido plantada, acima da média de 37% dos últimos cinco anos.

O relatório também indicou uma redução de 4,1% na área a ser cultivada com soja nos EUA em 2025/26, projetando uma produção de 118,1 milhões de toneladas, levemente inferior à da safra anterior. Os estoques finais norte-americanos devem cair para 8,03 milhões de toneladas, e o preço médio pago aos produtores deve subir para US$ 10,25 por bushel.

Globalmente, a produção mundial de soja para o ciclo 2025/26 é estimada em 426,8 milhões de toneladas. A produção brasileira deve alcançar 175 milhões, enquanto a da Argentina pode atingir 48,5 milhões e a do Paraguai, 11 milhões de toneladas. As exportações brasileiras estão projetadas em 112 milhões de toneladas, volume igual ao estimado para as importações chinesas, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

No entanto, os dados oficiais da China indicam tendência de queda nas compras. Em abril, as importações de soja pelo país asiático somaram 6,08 milhões de toneladas, o menor volume para o mês desde 2015. “A burocracia nos portos aumentou o tempo de transporte interno para até 25 dias, o que tem atrasado o comércio”, informou a Ceema.

O governo chinês projeta uma redução nas importações para 2025/26, estimando compras de 95,8 milhões de toneladas — bem abaixo dos 112 milhões previstos pelo USDA. Para o ciclo atual, 2024/25, as importações devem ficar em torno de 96 milhões, frente a 104,8 milhões no ano anterior.

Mesmo com a redução temporária nas tarifas entre China e Estados Unidos, produtores norte-americanos apontam desvantagens. “Os 10% de tarifa ainda mantidos impedem a competitividade dos nossos produtos frente à soja brasileira”, afirmaram representantes do setor nos EUA, segundo a Ceema.





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Abelhas consomem reservas para enfrentar noites frias



Produção de própolis cresce no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

As condições climáticas registradas nas últimas semanas têm influenciado diretamente o manejo apícola no Rio Grande do Sul. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (15) pela Emater/RS-Ascar, as abelhas seguem ativas durante o dia na região administrativa de Porto Alegre. No entanto, as noites mais frias estão exigindo maior consumo das reservas internas pelas colmeias para manutenção da temperatura do enxame.

Segundo o boletim, os valores dos enxames e das caixas variam conforme a espécie, o tipo e a finalidade de uso. A Emater também destaca o crescimento do interesse pela produção de extrato de própolis, tanto pelo potencial de mercado quanto pelos benefícios à saúde.

Na região de Santa Rosa, a disponibilidade de floradas como amor-agarradinho e louro tem reduzido a necessidade de intervenções nos apiários. A demanda pelo mel de abelhas sem ferrão continua elevada. “Os preços de comercialização na região oscilam entre R$ 80,00 e R$ 100,00 o quilo”, informa a Emater.

O órgão também observa que os sistemas de produção estão se ajustando às variações sazonais, mantendo estabilidade nas atividades apícolas mesmo diante das mudanças climáticas do outono.





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Safra de laranja 2025/26 do cinturão citrícola de SP e MG é estimada em 314,60 milhões de caixas


Maior número de frutos por árvore e aumento da quantidade de árvores produtivas geram perspectiva de safra 36,2% superior à do ano passado

A safra de laranja 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, principal região produtora de laranja para suco do mundo, é estimada em 314,60 milhões de caixas (40,8 kg), de acordo com o anúncio feito pelo Fundecitrus nesta sexta-feira (9/5). O crescimento é de 36,2 % em comparação à safra anterior, que fechou com 230,87 milhões de caixas produzidas, o que representa um aumento de 4,8% em relação à média das dez últimas safras. A perspectiva de uma safra maior é atribuída principalmente ao maior número de frutos por árvore, resultante do clima favorável à segunda florada e do melhor manejo dos pomares, e ao aumento da quantidade de árvores produtivas no parque citrícola identificadas no novo censo.

Perfil da safra

A primeira florada foi comprometida pelas altas temperaturas nos meses de agosto e setembro de 2024, que, na maioria das regiões, coincidiram com a escassez hídrica. A elevação da média da temperatura máxima em 3,2ºC nesse período prejudicou o pegamento dos frutos dessa florada, que representa apenas 20,7% do total da estimativa.

As chuvas só passaram a ocorrer de forma expressiva e bem distribuída no cinturão citrícola nos meses de outubro a dezembro, que registraram precipitações acima da média histórica. Essa condição de umidade do solo generalizada, após um período prolongado de déficit hídrico, reverteu o cenário de seca e estimulou a segunda florada, que, sob condições climáticas mais favoráveis, ocorreu de forma abundante. Depois, as chuvas de janeiro e fevereiro de 2025 foram fundamentais para elevar o pegamento e desenvolvimento dos frutos dessa florada, que representa 70% do total da estimativa.

Em 2024, devido à melhor rentabilidade da atividade, o citricultor aprimorou os tratos culturais nos pomares, com avanços em nutrição, em irrigação e no controle mais eficiente de pragas e doenças, o que, aliado à favorabilidade climática, contribuiu para uma carga abundante nas plantas, com 617 frutos por árvore, 30% a mais do que na temporada passada. Esta safra, de acordo com a estimativa, marca o encerramento do ciclo negativo observado no ano anterior e sinaliza o retorno do ciclo bienal positivo.

Se as previsões de precipitação se consolidarem, principalmente durante os meses de maio a julho de 2025, o peso médio das laranjas no ponto de colheita deve chegar a 158 gramas (sendo necessários 258 frutos para compor uma caixa), discretamente inferior ao peso médio registrado na safra anterior, de 159 gramas por fruto (256 frutos por caixa).

A produtividade média estimada para 2025/26 é de 869 caixas por hectare, com 1,72 caixa por árvore, recuperando-se da queda expressiva verificada na safra passada, quando foram produzidas 687 caixas por hectare, com 1,37 caixa por árvore.

Queda de frutos

A taxa de queda projetada para a safra é de 20%, 2,2 pontos percentuais maior do que a da safra anterior. Essa projeção está relacionada ao aumento da severidade do greening e à colheita mais tardia, devido à predominância da segunda florada.

Novo censo

Em 2025, o Fundecitrus atualizou os dados do Inventário de Árvores, que mapeia todo o cinturão citrícola e oferece um amplo panorama da citricultura de SP e MG. São 182,7 milhões de árvores produtivas, que ocupam uma área total de 362 mil hectares, o que representa um aumento de 12,7 milhões de árvores (7,5%) e de 18 mil hectares (5,2%) em relação ao censo anterior (2022).

A realização da Pesquisa de Estimativa de Safra (PES) conta com a supervisão estatística do professor titular da FCAV/Unesp José Carlos Barbosa.

O relatório completo está disponível aqui.





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Marco Temporal: “Constituição de 1988 traçou normas para a declaração de…


Ministra esteve no 6º Seminário A Voz do Campo e destacou importância de se proteger a lei do Marco Temporal

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Uma das presenças mais aguardadas durante o 6º Seminário A Voz do Campo foi da ministra aposenta do STF (Supremo Tribunal Federal), Ellen Gracie. O tema de seu painel durante o evento foi insegurança jurídica, em especial quando se trata das demarcações de terras indígenas e do Marco Temporal. 

A ministra citou como todo o processo vem se dando nos últimos anos, além de ter utilizado como exemplo, o caso Raposa Serra do Sol, em Roraima, que foi bastante emblemático nas últimas décadas. no entanto, Gracie também falou sua preocupação com a fragilidade do Marco Temporal durante este processo de revisão da lei, e em como a tese do Indigenato e o jusnaturalismo – utilizados pelo ministro André Mendonça – podem ameaçar a lei do marco. “Esta é uma premissa filosófica ultrapassada”, disse. 

>> Clique AQUI e veja todo o contéudo produzido durante o 6º Seminário a Voz do Campo

Questionada sobre se o Marco Temporal tornou-se um instrumento político, Gracie foi taxativa: “tudo é político”. Agora, a expectativa é de que o lei seja revisada, reanalisada e seja protegida, para, enfim, garantir segurança jurídica a todos os envolvidos, produtores rurais e povos indígenas. 

Em sua análise, a ministra também afirmou que, ao contrário do que muitas notícias trouxeram, não houve uma afronta do Congresso Nacional ao STF quando os vetos todos impostos pelo Governo Federal foram derrubados. “O Poder Legislativo pode sim discordar do que é decidido no STF”. E complementou dizendo: “Temos um momento de paralisia total nesta questão. Eu creio que este é o momento em que todos nós possamos encaminhar nossas ponderações ao Supremo Tribunal Federal (…) Essa é uma questão que precisa de solução. A constituição de 1988 traçou as normas para a declaração dessas terras e elas deverão ser realizadas. com o mínimo de estresse, o mínimo de atrito entre as populações, porque, afinal de contas, somos todos brasileiros, inclusive os indígenas”. 

Veja:

Durante sua participação no evento, Ellen Gracie também falou sobre sua atuação como produtora rural, criando gado, ovelhas, e produzindo nozes e azeitonas. “Esta é uma pequena jóia que eu tenho e que cuido com muito carinho”, disse.  

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Por:

Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes

Fonte:

Notícias Agrícolas





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China suspende compras de frango do Brasil por 60 dias



O Brasil é o maior exportador de carne de frango do mundo



O Brasil é o maior exportador de carne de frango do mundo
O Brasil é o maior exportador de carne de frango do mundo – Foto: Pixabay

A China suspendeu por 60 dias as importações de carne de frango do Brasil após a confirmação do primeiro caso de gripe aviária de alta patogenicidade em uma granja comercial brasileira, segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. O foco foi registrado no município de Montenegro, na Região Metropolitana, Rio Grande do Sul. A medida segue um protocolo sanitário previamente acordado entre os dois países, sendo acionada automaticamente após a detecção da doença em plantel comercial.

Embora o vírus represente um risco muito baixo para humanos, especialmente no consumo de carne e ovos, a decisão afeta diretamente as exportações brasileiras. Outros países também podem adotar restrições semelhantes. Coreia do Sul e União Europeia têm protocolos que preveem bloqueios temporários, enquanto Japão, Emirados Árabes, Reino Unido, Argentina e Arábia Saudita adotam restrições regionais, válidas apenas para os estados afetados.

A área da granja atingida foi isolada e as aves restantes foram eliminadas conforme protocolo de contenção, dando início ao processo de saneamento do local. O Ministério da Agricultura reforça que os produtos avícolas brasileiros seguem sendo fiscalizados e seguros para consumo, com garantia de qualidade sanitária.

O Brasil é o maior exportador de carne de frango do mundo e o terceiro maior produtor. A China lidera a lista de compradores, seguida por Emirados Árabes e Japão. A suspensão das exportações para o mercado chinês pode gerar impactos relevantes no setor avícola nacional e mobiliza as autoridades brasileiras na tentativa de conter os efeitos econômicos da decisão.

 





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Chuvas permitem retomada da colheita de mandioca



A produção é destinada majoritariamente ao consumo humano




Foto: Canva

A colheita da mandioca tem ganhado ritmo em diversas regiões do Rio Grande do Sul após o retorno das chuvas. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (15) pela Emater/RS-Ascar, o cultivo ocupa 6.214 hectares na região administrativa de Santa Rosa, com produtividade média estimada em 15.417 kg por hectare. A produção é destinada majoritariamente ao consumo humano, à produção de polvilho e, em períodos de escassez, à alimentação animal.

A falta de umidade nas últimas semanas havia dificultado a retirada das raízes, especialmente em áreas com maior teor de argila. No entanto, a Emater informou que “as chuvas permitiram que os produtores retomassem de forma intensa a colheita e o processamento mínimo, acondicionando a frio para posterior comercialização direta aos consumidores.”

Ainda de acordo com a instituição, as lavouras apresentam bom estado fitossanitário, e as raízes demonstram capacidade de recuperação e desenvolvimento após o período de estiagem.

Na região de Soledade, a cultura está em fase de colheita e início da senescência das folhas. Os agricultores aproveitam esse momento para realizar a seleção e o armazenamento das ramas que serão utilizadas no próximo ciclo produtivo. A Emater classificou como satisfatórios os indicadores de qualidade e produtividade nessas áreas.

Em relação aos preços, a caixa de 25 quilos da raiz in natura em Santa Rosa está sendo comercializada por R$ 60,00. A mandioca com casca custa R$ 5,70 o quilo, enquanto a descascada varia em torno de R$ 7,00/kg. A versão descascada e embalada oscila entre R$ 5,00 e R$ 10,00/kg. Já em Venâncio Aires, a caixa de 22 kg está sendo vendida entre R$ 45,00 e R$ 50,00.





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