sábado, março 28, 2026

Política & Agro

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Crédito ampliado para melhoramento genético da pecuária


O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, na quinta-feira (26), a Resolução nº 5.288, que amplia as finalidades financiáveis no Programa de Financiamento a Sistemas de Produção Agropecuária Sustentáveis (RenovAgro). A medida permite que produtores rurais utilizem crédito para a aquisição de material genético e serviços voltados ao melhoramento reprodutivo de rebanhos.

Com a nova norma, passam a ser financiáveis a compra de sêmen, óvulos e embriões de bovinos, bubalinos, ovinos e caprinos, além de serviços como inseminação artificial e transferência de embriões. Segundo o governo, essas biotecnologias contribuem para o aumento da produtividade na pecuária.

De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a inclusão do melhoramento genético no programa reforça o foco em sistemas produtivos mais eficientes. “A inclusão do melhoramento genético animal entre as finalidades financiáveis reforça a estratégia do programa de apoiar tecnologias que elevem a eficiência produtiva e reduzam a pegada ambiental dos sistemas pecuários”, informa a pasta.

Estudos técnicos citados na medida indicam que o uso da inseminação artificial em tempo fixo pode reduzir a pegada de carbono em até 37% por litro de leite e em até 49% por quilo de peso vivo em sistemas de corte. Esses resultados estão associados a ganhos como redução da idade ao primeiro parto e maior eficiência reprodutiva dos rebanhos.

A resolução também altera o Manual de Crédito Rural, permitindo o financiamento integral dessas tecnologias dentro do limite do programa, atualmente de R$ 5 milhões por produtor. O prazo para pagamento é de até cinco anos, com carência de até 12 meses.

Além disso, o CMN atualizou regras do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), ampliando o acesso de agricultores familiares às mesmas tecnologias, com condições diferenciadas para a pecuária leiteira.

Segundo a Secretaria de Política Agrícola, a medida busca aumentar a eficiência produtiva com menor uso de recursos. “Rebanhos mais eficientes, do ponto de vista reprodutivo, permitem produzir a mesma quantidade de animais com menor número de matrizes, reduzindo o consumo de insumos, o metano entérico emitido pelo rebanho e os custos de produção”, destaca.

A iniciativa integra a estratégia do governo de incentivo a sistemas de produção agropecuária com menor emissão de gases de efeito estufa.





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Produtores de borracha poderão contar com apoio no escoamento da produção



Recursos de R$ 22,2 milhões garantem apoio à comercialização de borracha natural



Foto: Apabor

O Governo Federal autorizou a realização de leilões para apoiar o escoamento da borracha natural cultivada no país, com o objetivo de garantir os preços mínimos aos produtores. A medida foi formalizada por meio da Portaria Interministerial nº 39, publicada na sexta-feira (27) e assinada pelos Ministérios da Fazenda, do Planejamento e Orçamento, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e da Agricultura e Pecuária. O texto prevê recursos de até R$ 22,2 milhões para as operações.

De acordo com a portaria, o incentivo será operacionalizado por meio de leilões de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro) e de Prêmio para Escoamento de Produto (PEP), instrumentos da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), voltados à safra 2025/26. A medida será aplicada nos estados onde o preço de mercado da borracha estiver abaixo do mínimo estabelecido. “A medida atende aos produtores da borracha cultivada nos estados em que o preço de mercado do produto esteja abaixo do preço mínimo”, informa o documento.

A norma também estabelece restrições quanto à concessão do benefício. Não haverá subvenção para borracha oriunda de extrativismo ou de cultivos comerciais em determinados municípios de Mato Grosso, nem para estados da Região Norte, com exceção de Tocantins.

O regulamento define ainda as regras de participação nos leilões. No caso do PEP, podem participar indústrias de beneficiamento e comerciantes, que recebem o prêmio após comprovar a compra do produto pelo preço mínimo e o escoamento para destinos autorizados. Já no Pepro, o pagamento é feito diretamente ao produtor ou entidade que realizar a venda, considerando a diferença entre o preço mínimo e o valor arrematado em leilão, mediante comprovação do escoamento.

As operações serão realizadas de forma online, pelo Sistema de Comercialização Eletrônica da Conab. Para participar, os interessados devem estar cadastrados em bolsa de mercadorias e em situação regular em sistemas federais de controle, como cadastros de inadimplência e de fornecedores, além de atender às exigências previstas nos editais.





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Clima irregular não impede avanço de soja e milho segunda safra no Brasil


Os dados do Companhia Nacional de Abastecimento indicam que as lavouras de soja e milho segunda safra mantêm condições favoráveis de desenvolvimento na maior parte do país, mesmo diante da irregularidade na distribuição das chuvas. As informações constam no Boletim de Monitoramento Agrícola (BMA), que analisou o período de 1º a 21 de março.

Segundo o levantamento, “os gráficos de evolução do índice de vegetação (IV) das principais regiões produtoras de soja e milho segunda safra continuam indicando condições favoráveis de desenvolvimento das lavouras na maioria das áreas”. O boletim aponta que os maiores volumes de chuva foram registrados no Centro-Norte do Brasil. “Se por um lado essas precipitações restringiram a colheita da soja em algumas áreas, por outro beneficiaram o desenvolvimento dos cultivos de primeira e segunda safra em campo”, informa.

Na região Norte, o relatório destaca que “as chuvas foram regulares e bem distribuídas”, com exceção de pontos específicos. “No Pará e no Tocantins, ocorreram problemas pontuais por excesso de chuvas na colheita da soja. Já em Roraima praticamente não houve precipitação, situação normal para o período”, registra o documento.

No Nordeste, os maiores acumulados ocorreram no início do mês, especialmente em áreas do Maranhão, Piauí, Bahia e Ceará, favorecendo o desenvolvimento das lavouras. Por outro lado, “na região do semiárido, as precipitações ainda não se estabilizaram mantendo a umidade no solo baixa em algumas áreas”. O boletim também aponta que, em parte da Bahia, “a irregularidade de chuvas aliadas às altas temperaturas causaram restrição hídrica e impossibilitaram um maior avanço na semeadura do milho e feijão segunda safra”.

Na região Sul, a análise indica que “as chuvas foram irregulares e com baixos acumulados”, o que resultou em armazenamento hídrico insuficiente no solo. Esse cenário afetou o desenvolvimento do milho segunda safra no Paraná e da soja em áreas de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

No Centro-Oeste, as chuvas frequentes em estados como Mato Grosso e Goiás causaram impactos pontuais na colheita da soja. Em Mato Grosso do Sul, os volumes registrados foram considerados importantes para a recuperação da umidade do solo, especialmente em áreas que enfrentavam restrição hídrica.

Já no Sudeste, o boletim aponta que houve bons volumes de chuva na segunda semana do mês em São Paulo e em parte de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Na terceira semana, as precipitações avançaram sobre Minas Gerais e Espírito Santo, acumulando volumes considerados adequados para as lavouras.





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Área de citros deve crescer em Erechim



Produtores intensificam manejo fitossanitário



Foto: Pixabay

O Emater/RS-Ascar apontou, em Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (26), perspectivas de expansão e desafios para a citricultura no norte do Rio Grande do Sul. Na regional de Erechim, a expectativa é de aumento da área plantada, que pode atingir 235 hectares em 2026, com produtividade estimada em cerca de 32 toneladas por hectare.

Na região de Frederico Westphalen, o relatório informa que “a bergamota da variedade precoce Okitsu está em início de colheita, enquanto os outros citros estão na fase de enchimento de frutos”. Segundo o levantamento, os produtores mantêm tratos culturais voltados à sanidade das lavouras. “Os produtores estão realizando adubações e tratamentos fitossanitários preventivos para pinta-preta, cancro-cítrico e ácaros”, registra o documento.

Em Liberato Salzano e municípios produtores, a estiagem no início do ano impactou o desenvolvimento dos pomares. “A estiagem ocorrida no início do ano prejudicou o desenvolvimento dos frutos, causando redução do calibre e queda”, aponta o informativo.

Ainda de acordo com a Emater/RS-Ascar, a comercialização da bergamota Satsuma Okitsu ocorre entre R$ 45,00 e R$ 50,00 por caixa de 25 quilos, conforme os dados mais recentes de mercado.





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Federações do Sul apontam seguro como prioridade para o Plano Safra


Brasília (26/03/2026) – As Federações de Agricultura e Pecuária da região Sul sugeriram o aumento de recursos do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) e a melhoria do acesso ao crédito, durante encontro para discutir as propostas para o Plano Agrícola e Pecuário 2026/2027.

A reunião foi promovida pela Comissão Nacional de Política Agrícola da CNA, na quinta (26), e faz parte de uma série de debates entre produtores, sindicatos e federações de cada região com o objetivo de reunir demandas do setor para o próximo Plano Safra.

Durante o encontro, o assessor técnico da CNA Guilherme Rios apresentou um panorama da contratação de recursos do crédito e apólice de seguro no país e do aumento do endividamento no campo.

Em sua fala, o assessor destacou a redução anual da área coberta com seguro rural, o que tem reforçado a inadimplência do setor. “Temos aproximadamente 70 milhões de hectares com lavouras, e em 2025 a área coberta foi de apenas 3 milhões”, disse. 

Nesse contexto, os representantes do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina apontaram a necessidade do aumento de recursos para o PSR e ao Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) para auxiliar os produtores que têm sofrido com as constantes quebras de safra em razão de eventos climáticos.

As federações reforçaram que o aumento de custos de produção, a queda do preço de commodities e a falta de seguro complicou ainda mais a situação no campo nas últimas safras.

O consenso entre as entidades é de que o próximo Plano Safra deve priorizar medidas estruturantes que fortaleçam a gestão de risco e a sustentabilidade financeira do produtor. Nesse sentido, é fundamental ampliar o acesso ao seguro rural e ao crédito.

Os próximos encontros serão realizados na próxima quarta (1º), no Distrito Federal, para discutir as demandas do Centro-Oeste, e no dia 7 de abril, em Linhares (ES), para tratar das propostas da região Sudeste.





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RS pode ampliar área de sorgo na próxima safra



A colheita de sorgo avança no Rio Grande do Sul



Foto: Pixabay

A colheita de sorgo avança no Rio Grande do Sul, com resultados considerados positivos mesmo em cenário de baixa disponibilidade hídrica. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (26), na região administrativa de Bagé, o município de São Borja já colheu cerca de 50% dos 5.000 hectares cultivados.

Segundo o levantamento, nas áreas ainda não colhidas, 30% das lavouras estão em fase de maturação, 10% em enchimento de grãos e 10% em floração. A produtividade média das áreas já colhidas é de aproximadamente 4.800 quilos por hectare, com variações em áreas impactadas pela estiagem ou com menor nível tecnológico. Em sistemas irrigados por pivô, os rendimentos chegam a 7.200 quilos por hectare.

O informativo aponta que “os produtores estão satisfeitos com o desempenho da cultura, especialmente em um cenário de escassez de chuvas”. Ainda de acordo com a entidade, há expectativa de ampliação da área cultivada na próxima safra, condicionada à manutenção das condições de mercado.





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Com 414 fiscalizações, Adapar finaliza operação contra influenza aviária no Litoral


A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) realizou, entre os dias 16 e 26 de março, uma operação de combate à Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) nos municípios do Litoral do Estado. Ao todo, 16 servidores da Adapar participaram da operação. Durante o período, foram realizadas 414 fiscalizações em propriedades com aves de subsistência (criações de fundo de quintal) e em estabelecimentos comerciais de produtos veterinários.

Além das ações de fiscalização, a operação também promoveu educação sanitária, levando orientações aos proprietários de aves sobre a doença e reforçando a importância das medidas de prevenção e controle. As ações de conscientização focaram e informar para os moradores sobre os impactos econômicos decorrentes de possíveis embargos e que a influenza aviária de alta patogenicidade é uma zoonose, o que afeta diretamente a a saúde pública.

A ação também contou com a colaboração de médicos-veterinários do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), uma ação da Petrobras que faz parte das condições para o licenciamento ambiental emitido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O projeto é executad pelo Laboratório de Ecologia e Conservação da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

A participação do PMP-BS aconteceu no início da operação, com os profissionais auxiliando os servidores da Adapar em simulações de procedimentos e na realização de necrópsias, com foco no reconhecimento de possíveis sinais de enfermidades em aves.

RELEVÂNCIA – A manutenção do status sanitário de área livre de influenza aviária é fundamental tanto para a saúde pública quanto para a economia do Estado. O Paraná é o maior produtor de proteína animal do Brasil e lidera, com ampla vantagem, o segmento de carne de frango, sendo responsável por mais de um terço da produção nacional.

Esse cenário está diretamente relacionado ao conceito de Saúde Única, que integra a saúde humana, animal, vegetal e ambiental. O controle de doenças, nesse contexto, impacta diretamente a geração de empregos, o desenvolvimento econômico e o abastecimento alimentar em nível nacional.

HISTÓRICO – A operação é parte de um conjunto de ações permanentes realizado em diversas regiões do Estado, organizadas pela Divisão de Sanidade Avícola (Disav). Em 2025, o Sudoeste paranaense foi foco das ações. No Paraná, todas as granjas registradas devem cumprir os requisitos de biosseguridade previstos na Portaria Adapar nº 242/2022 e na Instrução Normativa MAPA nº 56/2007, normas que estabelecem padrões técnicos indispensáveis para garantir a sanidade dos plantéis, prevenir a entrada de agentes patogênicos e assegurar a conformidade dos estabelecimentos junto ao serviço oficial.





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Sorgo cresce no Brasil e manejo biológico chama atenção



O uso de bioinsumos tem ganhado espaço


O uso de bioinsumos tem ganhado espaço
O uso de bioinsumos tem ganhado espaço – Foto: Divulgação

O avanço do sorgo na safrinha tem sido acompanhado por estratégias voltadas ao aumento da produtividade e à redução de riscos climáticos e fitossanitários. A cultura, que apresenta maior tolerância a estresses hídricos e térmicos, também exige cuidados específicos, especialmente nas fases iniciais de desenvolvimento.

No ciclo 2024/2025, a produção brasileira alcançou 5,9 milhões de toneladas, com crescimento de 35% em relação ao período anterior. Mesmo com características adaptativas, o sorgo pode ter o desempenho comprometido em condições de seca prolongada e altas temperaturas, o que reforça a importância de práticas de manejo mais eficientes.

O uso de bioinsumos tem ganhado espaço nesse cenário, principalmente no tratamento de sementes e no arranque inicial da cultura, considerado crítico nos primeiros 20 dias após a emergência. Tecnologias com ação promotora de crescimento estimulam a produção de fitormônios e favorecem o desenvolvimento radicular, contribuindo para maior uniformidade da lavoura.

Soluções como o Bioasis Power, da Biotrop, atuam na formação de biofilme ao redor das raízes, ajudando a manter a umidade e aumentar a resiliência das plantas. Além disso, microrganismos benéficos auxiliam na regulação de processos fisiológicos em situações de estresse térmico.

No controle fitossanitário, o manejo preventivo também é destacado. O biofungicida Bombardeiro atua na redução de doenças como antracnose e manchas foliares, promovendo proteção ao longo do ciclo e preservação da área foliar ativa, fator importante para a fotossíntese.

 





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Projeto tenta barrar uso do IOF para arrecadação rápida



O texto propõe restringir mudanças abruptas nas alíquotas


O texto propõe restringir mudanças abruptas nas alíquotas
O texto propõe restringir mudanças abruptas nas alíquotas – Foto: Agencia Brasil

A definição de regras mais claras para tributos que impactam o crédito e os investimentos voltou ao centro do debate econômico. Uma proposta apresentada na Câmara busca limitar mudanças frequentes e reforçar a previsibilidade no uso de um imposto que afeta diretamente diversos setores produtivos.

O deputado Arnaldo Jardim, vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, protocolou projeto que estabelece critérios para alterações nas alíquotas do IOF. A iniciativa surge como reação ao uso recente do tributo pelo governo federal com finalidade arrecadatória, afastando-se da função regulatória original.

O texto propõe restringir mudanças abruptas nas alíquotas, com o objetivo de evitar impactos sobre contratos em andamento e sobre a precificação de ativos. A medida também busca dar maior segurança a investidores e setores como agronegócio, infraestrutura e mercado imobiliário, que dependem de crédito e planejamento de longo prazo.

Segundo o parlamentar, o uso recorrente do IOF como instrumento de ajuste fiscal de curto prazo compromete o ambiente de negócios. Ele avalia que alterações frequentes geram insegurança jurídica e afastam investimentos.

A proposta também prevê isenção do imposto sobre instrumentos financeiros utilizados no financiamento produtivo, como LCA, CRA, CPR, CDCA, LCI e CRI, além de fundos ligados à infraestrutura, inovação e agroindústria.

O projeto foi apresentado após tentativas do governo, em 2025, de elevar o IOF por decreto para reforçar a arrecadação, medida que gerou reação no Congresso e no mercado e acabou parcialmente revertida. Nesse cenário, a iniciativa se soma à agenda da FPA por maior estabilidade regulatória e redução de custos de financiamento.

 





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