terça-feira, abril 28, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Taxas futuras caem no Brasil após Powell defender corte de juros nos EUA


Logotipo Reuters

Por Fabricio de Castro

SÃO PAULO (Reuters) – Após o forte avanço da véspera, as taxas dos DIs fecharam a sexta-feira em queda firme no Brasil, em especial entre os contratos longos, em sintonia com a baixa dos rendimentos dos Treasuries após o chair do Federal Reserve, Jerome Powell, defender o início dos cortes de juros nos EUA em setembro.

Entre os contratos de curtíssimo prazo, o recuo das taxas futuras foi mais modesto, com a curva a termo brasileira ainda precificando alta da Selic no próximo mês.

No fim da tarde a taxa do DI para janeiro de 2025 — que reflete a política monetária no curtíssimo prazo — estava em 10,82%, ante 10,855% do ajuste anterior.

Já a taxa do DI para janeiro de 2026 estava em 11,48%, ante 11,617% do ajuste anterior, enquanto a taxa para janeiro de 2027 estava em 11,47%, ante 11,627%.

Entre os contratos mais longos, a taxa para janeiro de 2031 estava em 11,58%, ante 11,702%, e o contrato para janeiro de 2033 tinha taxa de 11,56%, ante 11,671%.

Principal evento da semana, a participação de Powell no simpósio de Jackson Hole entregou o que o mercado esperava: indicações claras sobre o que o Fed caminha para fazer na política monetária.

Powell defendeu pela manhã que “chegou a hora” de o Fed cortar sua taxa de juros, uma vez que os riscos crescentes para o mercado de trabalho não deixam espaço para mais fraqueza e a inflação está a caminho de alcançar a meta de 2%. Na prática, foi um apoio explícito ao afrouxamento da política monetária.

“Os riscos de alta para a inflação diminuíram. E os riscos de queda para o emprego aumentaram”, disse Powell. “Chegou a hora de ajustar a política. A direção a ser seguida é clara, e o momento e o ritmo dos cortes nos juros dependerão dos dados que chegarem, da evolução das perspectivas e do equilíbrio dos riscos.”

A reação dos mercados globais à fala de Powell foi positiva, com investidores buscando ativos de maior risco, ainda que haja dúvidas sobre a magnitude do primeiro corte: 25 ou 50 pontos-base.

As ações em Wall Street avançaram, enquanto os yields dos Treasuries e o dólar despencaram. No Brasil, as taxas dos DIs acompanharam o movimento, chegando a cair 20 pontos-base no vértice para janeiro de 2027 durante o dia.

“Setembro marcará o início de um novo capítulo no combate à inflação pós-pandêmica. Mas se o afrouxamento está dado nos EUA, por aqui estamos discutindo a possibilidade de novos apertos”, disse Danilo Igliori, economista-chefe da Nomad, em comentário enviado a clientes.

“Acredito que podemos inferir que as chances de um aumento da Selic já em setembro perdem força se o corte de juros nos EUA for 0,5 (ponto percentual). Por outro lado, se for mesmo 0,25, pode ficar difícil evitar (a alta da Selic).”

Apesar da leve queda nesta sexta-feira, as taxas mais curtas da curva brasileira seguiam precificando alta de 25 pontos-base da Selic em setembro. Essa perspectiva ainda era em grande parte reflexo das declarações mais recentes de autoridades do BC, em especial do diretor de Política Monetária, Gabriel Galípolo.

Na quinta-feira, ele negou que a autarquia esteja em um “corner” em relação ao que será feito com a Selic em setembro, mas disse que “ter que subir juros é situação cotidiana para quem está no BC”.

Com as declarações, a curva precificou na véspera 100% de probabilidade de alta de 25 pontos-base da Selic em setembro. Perto do fechamento desta sexta-feira, a precificação estava em 90% para corte de 25 pontos-base, contra 10% para manutenção da taxa em 10,50%.

No exterior, às 16h36 o rendimento do Treasury de dez anos –referência global para decisões de investimento– caía 6 pontos-base, a 3,805%.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Centro-Norte segue com tempo seco, mas chuvas são esperadas para a virada do mês


Uso do plantio direto com cobertura vegetal será essencial





Foto: Divulgação

Enquanto a frente fria atua no Sul e Sudeste, o Centro-Norte do Brasil segue com condições de tempo seco neste final de semana, conforme a previsão do meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues. Embora algumas instabilidades tenham começado a ocorrer de forma irregular e passageira no sul de Mato Grosso e Goiás, a perspectiva para a maior parte dessa região é de pouca ou nenhuma chuva.

Clique aqui e acesse AGROTEMPO

Rodrigues também ressalta que as chuvas que ocorrem no Centro-Norte são pontuais, mas, em alguns casos, os volumes registrados podem ser expressivos. Para a virada do mês, no entanto, o meteorologista prevê uma mudança nas condições climáticas, com chuvas mais consistentes aparecendo nas projeções para o Mato Grosso, Goiás e parte do Centro-Oeste, o que deve beneficiar o início do plantio da safra de soja.

Ele reforça que, para conservar a umidade do solo, o uso do plantio direto com cobertura vegetal será essencial, especialmente nos últimos 10 dias de setembro, quando a chuva deve se intensificar na região.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Milho sobe na B3 e cai em Chicago


O milho registrou alta na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), motivado por uma expectativa de mais negócios na próxima entressafra que ocasionou viradas de contratos, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O encerramento do contrato setembro/24, em consonância com a expectativa de números mais robustos de exportação para os meses da entressafra, fizeram com que os contratos fechassem o dia com ganhos de até 0,95%”, comenta.

“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em alta no dia: o vencimento de novembro/24 foi de R$ 66,88 apresentando alta de R$ 0,52 no dia, baixa de R$ 0,41 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 69,33, alta de R$ 0,34 no dia, baixa de R$ 0,96 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 70,74, baixa de R$ 0,17 no dia e alta de R$ 2,02 na semana”, completa.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou em baixa com avanço atual da colheita norte-americana. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em baixa de -1,70 % ou $ -7,00 cents/bushel a $ 405,75. A cotação para março25, fechou em alta de -1,51 % ou $ -6,50 cents/bushel a a $ 424,25”, indica.

“O avanço da abundante safra americana está pressionando as cotações do cereal. O produtor americano também está aproveitando as recentes altas para se capitalizar e aumentando a oferta de grãos no mercado. As vendas semanais americanas, apesar de 27% acima da semana anterior, ficaram perto do faixa mínima esperada pelo mercado. No acumulado da safra 24/25 as vendas estão em um ritmo menor que do ano anterior”, finaliza.
 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Dez cidades do Norte e Centro-Oeste respondem por 20% das queimadas


Dez cidades das regiões Norte e Centro-Oeste respondem por 20,5% das queimadas que atingem o país desde o início do ano, segundo levantamento do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). 

Localizadas nos estados do Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Rondônia, estes municípios concentram 39.247 pontos de incêndio dos 190.943 focos registrados em todo o Brasil, de 1º de janeiro até essa quarta-feira (18).

A cidade com o maior número de queimadas é São Félix do Xingu, no Pará, com 6.474 focos. Em segundo lugar, aparece Altamira, no mesmo estado, com 5.250 queimadas. Na sequência, estão: Corumbá (MS), 4.736 focos; Novo Progresso (PA), 4.598; Apuí (AM), 4.308; Lábrea (AM), 3.723; Itaituba (PA), 2.973; Porto Velho (RO), 2.710; Colniza (MT), 2.277; e Novo Aripuanã (AM), 2.198 focos de incêndio.

Membro do Grupo Estratégico da Grupo Estratégico da Coalizão Brasil Clima, Beto Mesquita, alerta para o fato de nove das cidades estarem na Amazônia, com exceção do município de Corumbá, localizado no Pantanal. “Por mais que tenha ocorrido muito incêndio no Cerrado, quando percebemos os focos de calor, notamos que eles continuam muito concentrados na Amazônia”, diz.

De acordo com ele, sete das dez cidades com mais queimadas também estão na lista dos municípios que mais desmataram em 2023, de acordo com dados do Programa de Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes), do Inpe. São elas: Altamira, Corumbá, São Félix do Xingu, Porto Velho, Apuí, Lábrea e Colniza.

 “Os incêndios são os novos vetores de destruição, talvez, tentando escapar dos sensores remotos que detectam o desmatamento. Com isso, quando se abrem áreas, há maior dificuldade de detectar extração, por exemplo, de madeiras de valor mais nobre. É um desafio para os governos federal e estaduais, que precisam entender melhor estas dinâmicas para se prepararem com as estratégias mais adequadas de combate, fiscalização e preservação”, avalia o especialista. 

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (19) que seis estados da Amazônia expliquem as razões para concentração de 85% dos focos de queimadas em apenas 20 municípios da região. A manifestação deverá ser enviada no prazo de 30 dias. 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Como está o mercado do milho?


Com ofertas iniciando em R$ 67,00 a saca no estado do Rio Grande do Sul,  a diferença no mercado do milho é de R$ 3,00 para negócios, segundo informações da TF Agroeconômica. “Mercado lento. Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 63,00; Não-Me-Toque a R$ 64,00; Marau e Gaurama R$ 64,50; Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 66,00 e Montenegro a R$ 67,00. Vendedores a partir de R$ 63,00 no FOB interior. Não ouvimos negócios nesta quinta-feira”, comenta.

Negócios entre R$ 62,00 a R$ 63,50 no meio oeste e oeste movimentam o estado em Santa Catarina. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 60,00 no interior e R$ 63,00/64,00 CIF fábricas. Rumores de negócios a R$ 64,00/64,50 no CIF oeste. Nas indicações, Chapecó a R$ 62,00; Campos Novos R$ 64,00; Rio do Sul a R$ 64,00; Videira R$ 63,00. Em negócios ao meio-oeste, viu-se milho sendo negociado a R$ 62,00 CIF, com 2 mil tons entrega em setembro. Rumores levam a crer que negócios também rodaram ao oeste, em pelo menos 5 mil tons, entre R$ 62,50 até R$ 63,50”, completa.

Enquanto isso, o Oeste do Paraná movimentou negócios pontualmente, enquanto o porto aumenta preços, mas não vê ofertas. “Mercado com negócios pontuais reportados. No porto, indicações a R$ 63,00 set/64,00 nov/65,00 dez. No norte, indicações a R$ 57,00 (+1,00); Cascavel a R$ 56,00 (+2,00); Campos Gerais R$ 59,00 (+1,00); Guarapuava a R$ 58,00; Londrina R$ 57,50. Preços balcão no sudoeste a R$ 52,00; norte a R$ 54,00; oeste R$ 54,00 e centro-oeste R$ 55,00. Rumores de negócios ao oeste do estado, em lotes pontuais comercializados entre R$ 57,50/58,00, com entrega CIF imediata”, indica.

No Mato Grosso do Sul os preços subiram. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios pontuais em Naviraí, onde uma indústria levou 2 mil tons entrega setembro/pgto final do mês a R$ 54,00”, conclui.
 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de trigo continua travado


De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Rio Grande do Sul continua travado, com uma notável falta de demanda. Os compradores aguardam por uma queda nos preços, enquanto os vendedores esperam uma recuperação do mercado. 

Moinhos da região, especialmente os que trabalham com trigos de qualidade mediana, relataram uma baixa na moagem durante o mês de agosto, o que prolongou a necessidade de novos estoques para setembro. Atualmente, os vendedores estão pedindo R$ 1.250,00 FOB para trigos com PH mínimo de 77 e qualidade panificável, mas os moinhos não estão dispostos a pagar esse valor. Além disso, o trigo argentino está sendo oferecido a US$ 310,00 sobre rodas no porto de Rio Grande.

Em Santa Catarina, a situação é similar, com os moinhos aguardando a chegada das novas safras do Paraná, Rio Grande do Sul e a produção local para reabastecimento. A baixa demanda por farinha tem mantido a moagem em níveis menores neste mês de outubro. No mercado, os preços da saca de trigo tiveram variações: em Campos Novos permaneceram em R$ 75,00, enquanto em Chapecó subiram para R$ 68,00 (+3,03%), em Pinhalzinho para R$ 72,00 (+2,86%), e em Mafra e Concórdia registraram alta de 3,03%, com os preços subindo para R$ 68,00 e R$ 67,00, respectivamente.

No Paraná, os preços do trigo da nova safra praticamente se mantêm iguais aos da safra anterior. Segundo um corretor local, metade das lavouras nos Campos Gerais foi afetada pelas geadas, especialmente na crista das espigas, onde a umidade agravou o problema. Com isso, os moinhos paranaenses estão trabalhando quase exclusivamente com trigo importado e gaúcho, com preços em torno de R$ 1.400,00 FOB, acrescidos de ICMS e frete. Para o trigo da nova safra, os vendedores pedem valores entre R$ 1.530,00 e R$ 1.550,00 FOB.
 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Banco analisa mercado de fertilizantes: Confira


No setor de fosfato, os preços devem continuar elevados




O mercado de Ureia permanece sem uma direção clara para os preços
O mercado de Ureia permanece sem uma direção clara para os preços – Foto: Canva

Segundo o relatório do Rabobank, o mercado de Ureia permanece sem uma direção clara para os preços, resultando em volatilidade devido a diversos fatores, como a interrupção na produção egípcia e as incertezas em relação à demanda da Índia. A produção no Egito foi afetada por problemas de fornecimento de gás, elevando o preço da Ureia de $290 USD/t em maio para $363 USD/t. Além disso, os preços do gás natural na Europa também aumentaram, impactando o custo de produção, mas a demanda fraca em regiões como a Europa e o Brasil pode segurar o avanço dos preços. No Brasil, os produtores, após garantir os fertilizantes para a safra de soja, ainda precisam definir suas estratégias para o milho safrinha.

No setor de fosfato, os preços devem continuar elevados, pressionados pela oferta reduzida. A China, um dos principais exportadores, cortou suas exportações desde 2023 para atender à demanda interna, enquanto os Estados Unidos e o Marrocos ajustam suas estratégias no mercado, com o Marrocos aumentando as exportações de MAP+DAP. Apesar do retorno parcial da China ao mercado, a oferta global de fosfato continua abaixo da média, mantendo os preços altos e limitando a demanda.

Já no mercado de potássio, a oferta abundante tem empurrado os preços para níveis próximos ao piso. Entre janeiro e agosto de 2024, os preços caíram 13%, ficando nos mesmos patamares de 2020-2021. A renegociação de contratos pela Índia e China, com preços 12% menores, também impactou o mercado brasileiro, que comprou potássio abaixo de $300/t. Embora as importações tenham sido elevadas no primeiro semestre, a demanda futura não deve manter o ritmo, o que pode forçar a redução de produção pelas empresas.
 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Clima seco eleva preços da laranja


Preços de comercialização da laranja e da lima ácida tahiti continuam subindo





Foto: Canva

A escassez de chuvas nas principais regiões produtoras de citros no Brasil tem gerado preocupação entre os produtores. A oferta de frutas, especialmente a de laranja, tem se tornado mais restrita, enquanto a demanda segue em alta devido às temperaturas elevadas, o que tem pressionado o mercado.

Segundo dados informados pelo Cepea, a situação também afeta a produção de lima ácida tahiti, com a seca prejudicando tanto a oferta quanto a qualidade das frutas. Exportadores consultados indicam que alguns barracões de exportação de tahiti já interromperam suas operações, uma vez que o produto brasileiro não tem atendido aos rígidos padrões exigidos pelo mercado internacional.

Nesse cenário, o levantamento do Cepea aponta que os preços de comercialização da laranja e da lima ácida tahiti continuam subindo no mercado in natura.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Política de Incentivo à cocoicultura de qualidade


O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei nº 14.975 que institui a Política de Incentivo à cocoicultura de qualidade. A publicação foi feita no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (19).

A política tem como objetivo aumentar a produtividade, competitividade e sustentabilidade da cocoicultura brasileira, por meio da ampliação da produção e processamento de coco no Brasil; do estímulo ao consumo doméstico e às exportações de coco e seus derivados; da redução de perdas e desperdícios ao longo da cadeia produtiva; e do apoio à produção orgânica de coco e seus derivados.

Além disso, visa promover a articulação com outras políticas públicas federais, otimizando e coordenando recursos e esforços para o desenvolvimento da cocoicultura. Também inclui o desenvolvimento de programas de treinamento e aperfeiçoamento da mão de obra empregada na cadeia produtiva; a ampliação das políticas de financiamento e seguro de crédito e renda para a cocoicultura; a melhoria da infraestrutura produtiva e de escoamento da produção; o apoio à pesquisa e assistência técnica; e o fortalecimento da competitividade da cocoicultura nacional, entre outros.

De acordo com a publicação, os recursos para o fomento da Política de Incentivo virão por meio de dotações orçamentárias da União, operações de crédito internas e externas firmadas com entidades públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras, além de saldos de exercícios anteriores.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil produziu mais de 1 milhão de frutos de Coco-da-baía em 2023, com o valor de produção de mais de R$ 1.6 milhões. Os principais estados produtores são: Ceará, Pará, Bahia, Pernambuco e Espírito Santo.

No primeiro semestre deste ano, o Brasil exportou mais de US$ 672 mil em cocos, totalizando aproximadamente 675 toneladas, o que representa um aumento superior a 95% em valor e volume em comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Mapa (SCRI). Em 2023, o mercado brasileiro comercializou cerca de US$ 831 mil e 876 toneladas para mais de 60 países. Os Estados Unidos (US$ 140 mil), a Espanha (US$ 119 mil) e a Argentina (US$ 69 mil) foram os principais destinos das exportações de coco brasileiro neste ano.

A cocoicultura é uma cadeia produtiva de grande relevância para o Brasil, principalmente para a região Nordeste, conforme a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).





Source link