sábado, abril 25, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Milho teve poucos negócios


O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul registrou negócios pontuais na semana passada, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado lento. Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 63,00; Não-Me-Toque a R$ 64,00; Marau e Gaurama R$ 64,50; Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 66,00 e Montenegro a R$ 67,00. Vendedores a partir de R$ 63,00 no FOB interior. Não ouvimos negócios nesta sexta-feira”, comenta.

Em Santa Catarina o porto enfraquece e os compradores se retiram. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 60,00 no interior e R$ 63,00/64,00 CIF fábricas. Rumores de negócios a R$ 64,00/64,50 no CIF oeste. Nas indicações, Chapecó a R$ 62,00; Campos Novos R$ 64,00; Rio do Sul a R$ 64,00; Videira R$ 63,00. Em negócios ao oeste, viu-se milho sendo negociado entre R$ 63,00 até 64,00 CIF, a depender do vencimento, onde corretores relatam negócios em pelo menos 5 mil toneladas”, completa.

Preços balcão estabilizam no Paraná e negócios permanecem ao norte, com indicações R$ 1,00 melhores. “Mercado com negócios pontuais reportados. No porto, indicações a R$ 63,00 set/64,00 nov/65,00 dez. No norte, indicações a R$ 57,00 (+1,00); Cascavel a R$ 56,00 (+2,00); Campos Gerais R$ 59,00 (+1,00); Guarapuava a R$ 58,00; Londrina R$ 57,50. Preços balcão no sudoeste a R$ 52,00; norte a R$ 54,00; oeste R$ 54,00 e centro-oeste R$ 55,00. Rumores de novos negócios na ferrovia Maringá, a R$ 62,00 outubro”, informa.

No Mato Grosso do Sul é a seca que mexe com os preços. “Em Maracaju, indicações de R$
53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios pontuais em Naviraí, onde uma indústria levou 2 mil tons entrega setembro/pgto final do mês a R$ 54,00”, conclui.
 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Citros em Foco de Uberlândia aborda greening, bicho-furão e moscas-das-frutas


Engenheira-agrônoma do Fundecitrus Verônica Kastalski falou sobre o manejo do greenin


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus realizou, na tarde desta quinta-feira (12), mais uma edição do Citros em Foco. Dessa vez, o evento aconteceu em Uberlândia (SP) e contou com citricultores e profissionais do setor de várias partes do Triângulo Mineiro.

Na primeira palestra do evento, a engenheira-agrônoma do Fundecitrus Verônica Kastalski falou sobre o manejo do greening. “A incidência da doença nessa região é baixa, mas, para continuar assim, o citricultor precisa erradicar as plantas doentes do pomar, além de eliminar plantas doentes, seguindo todas as premissas de combate ao greening para manter os pomares sadios e produtivos”, afirma.

Em seguida foi a vez do pesquisador do Fundecitrus Haroldo Volpe palestrar, trazendo diversas informações sobre bicho-furão e moscas-das-frutas. “Essa é uma região endêmica, e a queda por essas duas pragas é muito pronunciada, e por esse motivo demos foco no monitoramento e manejo dessas duas pragas”, comenta.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Safra de laranja 2024/25 do cinturão citrícola de SP e MG é reestimada em 215,78 milhões


A primeira reestimativa da safra de laranja 2024/25 do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, divulgada pelo Fundecitrus nesta terça-feira (10), aponta produção de 215,78 milhões de caixas de 40,8 kg, uma diminuição de 16,6 milhões de caixas, 7% a menos do que o estimado em maio.

A redução se deve ao menor tamanho dos frutos, por causa do clima quente e seco. As condições climáticas previstas em maio para os primeiros quatro meses da safra foram ainda piores, com volume de chuvas 31% inferior ao esperado. Além disso, as temperaturas elevadas durante o outono e o inverno intensificaram a evapotranspiração, agravando a severidade da seca. As temperaturas mais altas também aceleraram a maturação dos frutos, levando a um ritmo de colheita mais rápido. Em meados de agosto, cerca de 45% da safra já estava colhida, quando, neste mesmo período a média histórica é de aproximadamente 30%.

De acordo com o gerente-geral do Fundecitrus, Juliano Ayres, essa temporada pode ser considerada atípica. Ele diz que a próxima reestimativa vai trazer dados mais precisos sobre a quarta florada. “O volume da quarta florada é muito mais expressivo nesta safra do que nas anteriores. Nas próximas semanas, vamos fazer um levantamento de campo para apurar o índice de pegamento e tamanho desses frutos. Esse trabalho é necessário, excepcionalmente nesta safra, porque a quarta florada ainda estava acontecendo em alguns talhões quando a contagem de frutos foi realizada em março e abril deste ano”, comenta Ayres.

Peso dos frutos e taxa de queda

Como o tamanho médio dos frutos diminuiu de 169 gramas para 155 gramas, agora são necessários 264 frutos para compor uma caixa de 40,8 kg, 23 laranjas a mais do que o projetado em maio.

A taxa de queda de frutos está reestimada em 17,10%, índice inferior ao projetado em maio, que era de 18,50%. A antecipação da colheita teve um efeito positivo na redução da taxa de queda, principalmente por diminuir as perdas por greening.

A Pesquisa de Estimativa de Safra é realizada pelo Fundecitrus em parceria com a Markestrat, e professores titulares da FEA-RP/USP e FCAV/Unesp.

Relatório completo: https://www.fundecitrus.com.br/pdf/pes_relatorios/0924_Reestimativa_da_Safra_de_Laranja.pdf

English version: https://www.fundecitrus.com.br/pdf/pes_relatorios/0924_Orange_Crop_Forecast_Update.pdf





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de trigo aponta para alta


Colheita ainda não trouxe impacto




Entre os fatores de alta, destaca-se a contínua compra dos Fundos de Investimento
Entre os fatores de alta, destaca-se a contínua compra dos Fundos de Investimento – Foto: Divulgação

Segundo informações da TF Agroeconômica, quem seguiu as recomendações da consultoria sobre o trigo na última semana obteve uma redução de R$ 144/tonelada nos custos de matéria-prima, o que representa R$ 8,64/saca para agricultores e cooperativas. O mercado futuro, especialmente em Chicago, apresentou oscilações significativas, mas apontou para uma possível duplicação da alta, o que pode abrir novas oportunidades para os moinhos que enfrentam altos custos e preços baixos das farinhas. Essas movimentações podem melhorar o desempenho no mercado físico, que segue travado.

Entre os fatores de alta, destaca-se a contínua compra dos Fundos de Investimento, que vêm liquidando suas posições vendidas devido aos problemas de oferta mundial. A menor disponibilidade de trigo exportável na União Europeia, confirmada pelo USDA, somada aos problemas climáticos na Rússia e nos EUA, tem impactado os preços. Nos EUA, o déficit de umidade nas áreas de plantio de trigo de inverno tem se agravado, aumentando a expectativa de elevação nos preços do cereal .

No Brasil, tanto o USDA quanto a Conab superestimaram a produção de trigo. A Conab prevê 8,81 milhões de toneladas, enquanto a estimativa da TF Agroeconômica é de 8,1 milhões de toneladas, considerando as perdas previstas em Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. A menor produção nacional deverá elevar os preços e aumentar as importações de trigo .

Por outro lado, a colheita da nova safra no Brasil, que já atingiu 14,6% da área plantada, ainda não trouxe impacto significativo nos preços, que permanecem nos mesmos níveis da safra passada. No cenário internacional, a Rússia tenta acelerar o escoamento de trigo antes do inverno, que impõe dificuldades logísticas, mas há possibilidade de restrições nas exportações em 2025, o que poderia impulsionar ainda mais os preços.
 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Fundecitrus Podcast – Irrigação: cenário, desafios e caminhos para a citricultura – parte 1


A irrigação na citricultura é tema do 45º episódio do Fundecitrus Podcast


Foto: Fundecitrus

A irrigação na citricultura é tema do 45º episódio do Fundecitrus Podcast. O tema é importantíssimo para a agricultura, como forma de reduzir os impactos provocados pelos longos períodos de estiagem, fortalecendo a produtividade no campo. Na citricultura, não é diferente.

Em dois episódios, o Fundecitrus Podcast traz orientações sobre a implantação desse sistema, planejamento, benefícios, estudo de solo e tipos mais adequados para o setor.

Hoje, 36% da área total do cinturão conta com irrigação e a tendência é de aumento. Nesse primeiro episódio, a conversa é com o consultor e professor do Departamento de Fitossanidade, Engenharia Rural e Solos da Unesp de Ilha Solteira, Fernando Braz Tangerino Hernandez.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Safra recorde de soja no mundo suspende alta nos preços


Os preços da soja, que vinham em alta, sofreram uma pausa nos últimos dias





Foto: Pexels

Os preços da soja, que vinham em alta, sofreram uma pausa nos últimos dias devido à expectativa de aumento da oferta mundial. De acordo com dados divulgados pelo USDA em 12 de setembro, a safra global de soja para 2024/25 deve atingir um recorde de 429,2 milhões de toneladas, um crescimento de 8,73% em relação à temporada anterior. No Brasil, principal produtor mundial, a produção deve saltar de 153 milhões de toneladas em 2023/24 para 169 milhões na próxima safra.

Pesquisadores do Cepea apontam que, embora a colheita da safra 2024/25 no Hemisfério Norte esteja se aproximando, ainda há um longo caminho até o cultivo e o desenvolvimento, principalmente na América do Sul. No Brasil, as preocupações com o clima seco persistem, mas a previsão de chuvas nas próximas semanas já está motivando muitos produtores a dar início ao plantio da nova temporada.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Feijão: Exportações garantem segurança


Além disso, o Brasil tem visto um aumento na produção de feijão




 No âmbito do projeto Brazil Superfoods, o Brasil conseguiu estabelecer parcerias sólidas e promover os feijões brasileiros.
No âmbito do projeto Brazil Superfoods, o Brasil conseguiu estabelecer parcerias sólidas e promover os feijões brasileiros. – Foto: Canva

De acordo com o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), o mercado de feijão terminou a semana com estabilidade e viés de alta nos preços. A demanda robusta por todos os tipos de feijão tende a manter esse cenário positivo. As exportações de feijão ao longo do ano têm demonstrado claramente o potencial do mercado internacional para o Brasil. Com exportações de 161 mil toneladas e receita de US$ 147 milhões até agosto deste ano, o Brasil já enviou feijão para mais de 50 países, com destaque para o México, que entrou pela primeira vez entre os principais destinos.

A pesquisa do IBRAFE revelou que o México, que enfrentou uma quebra significativa na produção no final do ano passado, tem se tornado um destino importante para o feijão brasileiro. No âmbito do projeto Brazil Superfoods, o Brasil conseguiu estabelecer parcerias sólidas e promover os feijões brasileiros. Os resultados foram notáveis, com US$ 28 milhões em exportações para o México, sendo 95% desses valores referentes ao feijão-preto. O crescimento do mercado internacional é evidente, com uma taxa composta de crescimento anual de 4,5%, totalizando um mercado de US$ 15 bilhões.

Além disso, o Brasil tem visto um aumento na produção de feijão, incentivado pelo IBRAFE e pelos exportadores. Desde 2021, o país tem aumentado sua área de cultivo de feijão-preto, substituindo as importações da Argentina. Os produtores brasileiros têm agora a confiança de que o mercado interno está seguro e que os excedentes não dependerão de preços mínimos governamentais. Para aqueles interessados em participar deste mercado promissor, o caminho envolve o fortalecimento das relações comerciais e o aproveitamento das oportunidades de exportação oferecidas pelo mercado internacional.
 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Combustível do Futuro pode reduzir emissões


Estudo detalha também as necessidades de produção




O estudo detalha também as necessidades de produção
O estudo detalha também as necessidades de produção – Foto: Pixabay

De acordo com o relatório “Análise sobre os potenciais impactos para o setor de biocombustíveis no Brasil” da consultoria Oliver Wyman, liderado por Rodolfo Taveira, o programa “Combustível do Futuro” pode revolucionar o setor de energia no Brasil. O estudo indica que, se aprovado, o programa pode reduzir as emissões de CO2 em cerca de 15%, o que representa uma diminuição de aproximadamente 27 milhões de toneladas de CO2, e movimentar até R$ 60 bilhões em investimentos no país.

O programa pretende gerar uma demanda adicional de 11,7 bilhões de litros de biocombustíveis líquidos e 3,4 bilhões de m³ de biometano. Isso não só ajudará a reduzir a dependência do Brasil em relação às importações de combustíveis — diminuindo em 54% para líquidos e 38% para gás natural — como também pode aumentar a arrecadação de impostos anuais para cerca de R$ 14 bilhões. Para atender à demanda, o relatório prevê que a capacidade produtiva da indústria precisará se expandir, embora algumas plantas ociosas possam ajudar a mitigar o volume de investimento necessário.

O estudo detalha também as necessidades de produção para diferentes tipos de combustíveis limpos. Por exemplo, o aumento do limite de mistura de etanol anidro na gasolina para 35% exigirá uma demanda adicional de 3,6 bilhões de litros. Já o aumento da mistura de biodiesel para 20% demandará 5,2 bilhões de litros adicionais. Para o diesel verde, um aumento de 3% exigirá 1,9 bilhão de litros, enquanto as companhias aéreas precisarão implementar um percentual de SAF de até 10% até 2037, com uma mistura inicial de 1% em 2027. A implementação desses investimentos e ajustes é crucial para alcançar as metas de  descarbonização e reduzir a pegada de carbono do Brasil.
 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

RS tem alumínio no solo após enchente


O plantio da soja no Rio Grande do Sul para a safra 2024/25, que começa em outubro e vai até janeiro, enfrenta um desafio significativo devido aos danos no solo causados pelas enchentes de abril e maio deste ano. Essas enchentes, a pior catástrofe climática da história do estado, resultaram em erosão e perda de fertilidade em mais de 2,7 milhões de hectares.

Segundo o engenheiro agrônomo Caio Kolling, especialista em solos e gerente de marketing da MaxiSolo, a forte erosão levou à perda de nutrientes, obrigando os produtores a refazer todo o processo de fertilização do solo. É necessário realizar calagem, adubação completa, e reposição de nutrientes como fósforo, potássio, e micronutrientes. Para corrigir a presença de alumínio no solo, recomenda-se a aplicação inicial de calcário e, após análise do solo, a adição de fertilizantes contendo boro, cálcio e enxofre.

“Recomendamos a aplicação do SulfaBor, um fertilizante mineral misto com ação multinutricional que oferece boro, cálcio e enxofre na forma de sulfato no mesmo grânulo. Esse tipo de formulação com liberação rápida e gradual é a chave do sucesso do adubo, pois oferece maior eficiência e quantidade adequada de nutrientes para o solo, o que consequentemente, resulta numa lavoura mais produtiva”, destaca o especialista em solos.

O fertilizante mineral da MaxiSolo, com cálcio e enxofre solúveis, melhora o perfil do solo e permite que as raízes alcancem maior profundidade, facilitando o armazenamento de água e aumentando a tolerância à seca. Para a safra 2024/25 de soja, o Rio Grande do Sul enfrentará o déficit hídrico mais severo em 70 anos, o que pode reduzir a produção de grãos em até 50%.

“O boro – presente no SulfaBor – é um elemento-chave na nutrição da planta, sendo necessário para o estimular o desenvolvimento radicular e dos brotos, a formação de ramos do pendão e de estigma, melhorando a eficiência do uso da água e tolerância à seca”, enfatizou Kolling.
 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Milho atinge maior valor do ano


Os preços do milho seguem em alta há quatro semanas consecutivas





Foto: USDA

Os preços do milho seguem em alta há quatro semanas consecutivas, de acordo com dados do Cepea. O principal fator de impulsão tem sido a retração dos vendedores, tanto nas negociações à vista quanto nas entregas futuras. A preocupação com o clima quente e seco, além da forte demanda interna e externa, tem mantido os produtores cautelosos.

Em Campinas (SP), onde o Indicador ESALQ/BM&FBovespa é calculado, a saca de 60 kg de milho fechou em R$ 63,50 na última quinta-feira (12), o maior valor nominal registrado desde janeiro deste ano. Apesar das estimativas otimistas de safra do Brasil e do mundo divulgadas pela Conab e pelo USDA, que apontam produções elevadas, os preços internos continuam subindo.

No acumulado de setembro, até o dia 12, o milho já acumula alta de 4,8%. Segundo especialistas do Cepea, os produtores ainda esperam novas valorizações devido aos efeitos climáticos nas lavouras da safra de verão e possíveis atrasos na semeadura da segunda safra 2024/25.





Source link