quarta-feira, abril 22, 2026

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Ibovespa recua com Vale e Petrobras entre maiores pressões; Usiminas sobe


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Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) – O Ibovespa recuava nesta quarta-feira, com Vale e Petrobras entre as maiores pressões de baixa seguindo o declínio do minério de ferro e do petróleo, enquanto Usiminas saltava 6% após “upgrade” do Morgan Stanley.

Por volta de 11h, o Ibovespa caía 0,9%, a 130.330,77 pontos. O volume financeiro somava 3,33 bilhões de reais.

Investidores continuam atentos à China, onde o governo divulgou que o Ministério das Finanças detalhará no sábado planos de estímulo fiscal para impulsionar a segunda maior economia do mundo, após anúncio na véspera decepcionar.

Há uma expectativa sobre quais medidas fiscais o governo chinês adotará e qual o tamanho delas, após o banco central do país e outros órgãos reguladores anunciarem, em setembro, as medidas de estímulo monetário mais agressivas desde a pandemia do Covid-19.

Ainda no exterior, a ata da última decisão de juros do Federal Reserve, quando a taxa foi reduzida em 0,5 ponto, também é destaque na agenda, principalmente após a primeira dissidência de um membro na diretoria em 19 anos.

No Brasil, o IBGE mostrou que o IPCA de setembro acelerou em relação a agosto, com alta de 0,44%, após variação negativa de 0,02% no mês anterior, mas ainda ficou ligeiramente abaixo das previsões (+0,46%), Em 12 meses, subiu 4,42%.

“O resultado de setembro confirma as principais expectativas para os números de inflação, alta de alimentação, repasse cambial dentro do padrão histórico e serviços em desaceleração gradual”, afirmaram economistas do Bradesco em nota a clientes.

“Esse movimento é importante por si só, mas especialmente em um momento em que o crescimento tem surpreendido para cima, com mercado de trabalho aquecido”, acrescentaram.

 

DESTAQUES

– VALE ON recuava 1,1%, seguindo os futuros do minério de ferro na China. O contrato mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China encerrou a sessão do dia com queda de 3,6%, ainda sob efeito da frustração de agentes financeiros com a ausência de novas medidas de estímulo para a segunda maior economia do mundo.

– PETROBRAS PN cedia 1,01%, com os preços do petróleo no exterior titubeando após forte queda na véspera. O barril de Brent era negociado com variação negativa de 1,89%, a 75,72 dólares.

– USIMINAS PNA disparava 6,81%, ajudada por relatório do Morgan Stanley elevando a recomendação dos papéis para “overweight”, com preço-alvo de 9,70 reais, um upside potencial de cerca de 60% ante o fechamento de terça-feira.

– ITAÚ UNIBANCO PN caía 0,82%, pesando negativamente também, enquanto BANCO DO BRASIL ON recuava 0,78%, BRADESCO PN mostrava declínio de 1,05% e SANTANDER BRASIL UNIT perdia 0,14%.

– CYRELA ON avançava 0,78%, após prévia operacional mostrar crescimento de 41% na vendas no terceiro trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior. Ainda no setor, MRV&CO ON subia 0,51%, também tendo no radar dados operacionais do período de julho a setembro, com expansão de 24% nas vendas no segmento de incorporação.

– ELETROBRAS ON perdia 0,98%, tendo no radar notícia de que a companhia assinou conversão dos contratos de compra e venda de energia (CCVEEs) em contratos de energia de reserva (CERs) de seis usinas termelétricas na Região Norte que está vendendo para a Âmbar Energia.

– MULTIPLAN ON caía 1,52%, sofrendo com o viés negativo generalizado, enquanto analistas também repercutem anúncio da companhia de que assinou um memorando de entendimentos para a venda de 25% de participação no JundiaíShopping, em São Paulo, por 251,4 milhões de reais.

– INTELBRAS ON, que não está no Ibovespa, cedia 1,45%, após divulgar que seu presidente, Altair Angelo Silvestri, deixará o cargo a partir de 31 de março do próximo ano. Ele será substituído por Henrique Fernandez, atual diretor superintendente de negócios da BU TIC, que assumirá a função a partir de 1º de abril de 2025.





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Colheita de amendoim, beterraba e girassol avança nos EUA


Ritmo de colheita de amendoim fica atrás de 2023





Foto: Canva

De acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (22) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita de amendoim, beterraba e girassol segue avançando, embora o progresso varie entre as culturas.

No caso do amendoim, 44% da área total plantada foi colhida até 20 de outubro, ficando sete pontos percentuais abaixo do ritmo do ano passado e 10 pontos atrás da média dos últimos cinco anos. A colheita avançou 11 pontos percentuais ou mais em todos os oito estados avaliados. Em relação à qualidade, 51% da área de amendoim foi classificada em boas a excelentes condições, uma queda de dois pontos em comparação com a semana anterior, mas ainda três pontos acima do mesmo período de 2023.

Segundo o boletim, em relação à beterraba, os produtores haviam colhido 71% da área plantada até 20 de outubro, um progresso cinco pontos à frente do mesmo período do ano passado e oito pontos à frente da média dos últimos cinco anos. A colheita de beterraba avançou 40 e 43 pontos percentuais, respectivamente, em Minnesota e Dakota do Norte

Quanto ao girassol, 30% da área total foi colhida, um avanço de sete pontos em relação ao mesmo período de 2023 e três pontos à frente da média de cinco anos. A colheita registrou um crescimento de 28 pontos percentuais no Colorado durante a última semana.





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Boi gordo e “boi China” registram alta em São Paulo


Preços da vaca e da novilha mantiveram estabilidade





Foto: Sheila Flores

De acordo com os dados do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria desta quarta-feira 23, com a oferta reduzida de gado, especialmente de novilhas, o mercado abriu o dia com alta na cotação do boi gordo em São Paulo, enquanto os preços da vaca e da novilha mantiveram estabilidade. Segundo análises do setor, os frigoríficos têm enfrentado dificuldades para formar escalas de abate, que, em média, estão curtas para seis dias, além de relatarem um escoamento mais lento da carne, o que é comum no final do mês.

Em São Paulo, o preço da arroba do boi gordo subiu R$ 2,00, enquanto as cotações da vaca e da novilha permaneceram inalteradas em relação ao dia anterior (22/10). Já o valor do “boi China” apresentou um aumento mais expressivo, subindo R$ 5,00 por arroba.

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Segundo o informativo, em Paragominas (PA), o mercado local continua registrando altas consecutivas nos preços. A arroba do boi gordo subiu R$ 5,00, enquanto o preço das fêmeas, após os ajustes de ontem, permaneceu estável.

Na região do oeste do Maranhão, o boi gordo também teve alta de R$ 5,00 na cotação da arroba, mas os preços das fêmeas não apresentaram variação.

Já no sul de Minas Gerais, a indústria frigorífica da região reportou estabilidade nos preços e nas escalas de abate. No entanto, há um aumento dos estoques de carne, o que reflete o período de final de mês.





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Olifeira impulsiona setor gastronômico


A 3ª Olifeira foi momento de negócios e muito sabor em Guaíba


Foto: Gabriel Corralero

A 3ª Olifeira foi momento de negócios e muito sabor em Guaíba. Participando pela primeira vez da feira, o empresário Gabriel Corralero, da Corralero Arte em Ferro, responsável pela gastronomia do evento, colheu novos clientes interessados na aquisição de parrillas. Nos quatro dias da feira, entre 17 e 20 de outubro, todo o menu, especialmente desenvolvido para explorar a versatilidade do azeite de oliva e as variedades de azeitonas produzidas no Rio Grande do Sul, foi preparado no modelo de parrilla móvel Gran Asador em aço inox.

Ao todo, mais de 1,5 mil pessoas saborearam o menu composto por entradas, prato feito e sobremesas, que encantou o público e estrelas como os cantores da dupla Marcos & Belutti. “Eles provaram nosso cardápio e adoraram”, destaca Corralero.  Entre os preparos, a provoleta da Olifeira, o bolo de azeite de oliva e o pudim Dos Leches foram os queridinhos do cardápio, assim como a carne de primeira. Segundo ele, houve grande aceitação do menu na brasa, o que sinaliza o potencial da região para uma opção gourmet. Entre os planos do empreender, está um restaurante temático em Guaíba (RS). “Ficamos muito felizes com a receptividade de todos que frequentaram o restaurante. Choveu elogios para o cardápio”, conta o empresário.





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Como está o desenvolvimento do trigo na Argentina?


Chuvas melhoram umidade do solo





Foto: Canva

De acordo com o Informe Agrometeorológico Semanal (AgroMet) publicado nesta 23 de outubro, o trigo completou a fase de crescimento vegetativo nas províncias de La Pampa e Buenos Aires. No noroeste de Buenos Aires, já há áreas em fase de floração, enquanto em Córdoba, Santa Fé e Entre Ríos, observa-se um progresso variado, com o cereal passando do fim da fase vegetativa para o início do enchimento dos grãos. Nas regiões do Chaco, Corrientes e Santiago del Estero, há áreas com o trigo em fase de maturação.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

As recentes chuvas em grande parte dessas áreas ajudaram a melhorar o teor de umidade do solo, beneficiando as lavouras em diferentes estágios de desenvolvimento. No entanto, o relatório alerta que o impacto das chuvas varia conforme o estado fenológico da cultura em cada região. As áreas mais afetadas pelo déficit hídrico incluem o oeste de Buenos Aires, La Pampa e o norte da região produtora de trigo.

Apesar das precipitações, a demanda por água está aumentando devido ao avanço dos estágios de desenvolvimento do trigo e ao aumento das temperaturas, típico dessa época do ano. Assim, novas chuvas seriam necessárias para garantir o bom desenvolvimento da cultura nas áreas mais vulneráveis, conforme os dados do informativo.





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Exportações do RS avançam com destaque para tabaco


As exportações da indústria de transformação do Rio Grande do Sul registraram um crescimento expressivo de 23,2% em setembro, em comparação ao mesmo mês de 2023. O desempenho foi impulsionado principalmente pelos setores de Tabaco (+50,2%), Alimentos (+13,8%) e Máquinas e Equipamentos (+61,2%), conforme levantamento da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS). Esse foi o primeiro aumento interanual desde abril de 2024 e o mais significativo do ano.

“Esse resultado é animador, sobretudo após uma queda superior a 14% em agosto. A principal razão para essa recuperação está no aumento da demanda global por nossos produtos”, afirmou Claudio Bier, presidente da FIERGS. Ao todo, 14 dos 23 setores industriais do estado ampliaram suas vendas em setembro.

Entre os setores exportadores, o tabaco foi o grande destaque ao faturar US$ 274,6 milhões, um crescimento de US$ 91,8 milhões frente ao ano anterior. A alta foi motivada tanto pelo aumento das quantidades exportadas (+14,7%) quanto pelo avanço dos preços (+31%). O processamento industrial de tabaco liderou o segmento, com US$ 257,7 milhões em embarques, tendo como principais destinos Bélgica, Estados Unidos e Egito.

O setor de alimentos também registrou bom desempenho, totalizando US$ 432,3 milhões em vendas externas, um aumento de US$ 52,6 milhões em relação ao mesmo período de 2023. A alta foi atribuída ao avanço dos preços médios (+14%), já que o volume exportado manteve-se praticamente estável (-0,1%). O abate de aves foi o principal responsável, com US$ 125,2 milhões em exportações, destinadas especialmente aos Emirados Árabes Unidos.

Outro destaque foi o setor de máquinas e equipamentos, que alcançou US$ 255,2 milhões em exportações, um salto de US$ 96,9 milhões na comparação anual. O crescimento foi influenciado tanto pelo aumento de preços (+9,9%) quanto pelas maiores quantidades embarcadas (+46,7%). A Coreia do Sul foi o principal destino, mas as exportações deste mês foram consideradas atípicas pela FIERGS.

As importações do estado acompanharam o movimento de crescimento, registrando alta de 26,6%, com US$ 1,3 bilhão em mercadorias compradas. Químicos lideraram as aquisições, somando US$ 433,4 milhões, um aumento de 107% em relação ao ano passado. Os principais produtos importados foram intermediários para fertilizantes e adubos.





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Custos de produção do algodão em MT caem


A estimativa atual do COE é a mais baixa desde a safra 2021/22





Foto: Canva

De acordo com o projeto Acapa-MT, o custo de produção do algodão na safra 2024/25 apresentou retração em setembro de 2024. O custeio foi estimado em R$ 9.606,40 por hectare, registrando uma queda de 1,99% em comparação com o relatório anterior e 2% em relação à safra 2023/24.

A principal influência para essa redução foi o recuo de 5,16% nos custos com defensivos, motivado pela queda nos preços desses produtos em razão de uma demanda mais fraca no período atual. Com a revisão dos custos, o Custo Operacional Efetivo (COE) para a safra 2024/25 foi projetado em R$ 13.095,50 por hectare em setembro, uma queda de 1,55% ante o relatório de agosto e 4,37% abaixo do consolidado da safra passada.

A estimativa atual do COE é a mais baixa desde a safra 2021/22, o que tem incentivado os produtores que já contam com infraestrutura adequada a expandir a área de cultivo de algodão em Mato Grosso.





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Preços do açúcar recuam nas bolsas internacionais


No mercado interno, o açúcar cristal apresentou uma leve valorização





Foto: Divulgação

De acordo com as informações divulgadas pela União Nacional da Bioenergia (UDOP), nesta segunda-feira (22), os contratos futuros de açúcar fecharam em baixa nas principais bolsas internacionais, influenciados pela previsão de chuvas no Centro-Sul do Brasil e pela valorização do dólar em relação ao real, de acordo com informações do Barchart. A alta da moeda norte-americana incentivou os produtores brasileiros a aumentarem as exportações, pressionando os preços no mercado internacional.

Na ICE Futures de Nova York, o açúcar bruto registrou queda. O contrato de março/25 recuou 35 pontos, fechando a 21,83 centavos de dólar por libra-peso, enquanto o contrato de maio/25 caiu 25 pontos, encerrando a 20,19 centavos de dólar por libra-peso.

De acordo com as informações divulgadas pela Udop, em Londres, na ICE Futures Europe, o açúcar branco também apresentou retração. O contrato de dezembro/24 teve baixa de US$ 3,50, sendo negociado a US$ 563,10 por tonelada. O contrato de março/25 registrou queda de US$ 5,60, encerrando a US$ 569,50 por tonelada.

No mercado interno, o açúcar cristal apresentou uma leve valorização. De acordo com o Cepea/Esalq, as usinas negociaram a saca de 50 quilos por R$ 155,48, um aumento de 0,05%. Em contrapartida, o etanol hidratado sofreu uma leve queda de 0,15%, com o metro cúbico negociado a R$ 2.665,00, segundo o Indicador Diário de Paulínia.





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Produção de feijão cresce 30% mesmo com redução na área plantada


feijão é uma das leguminosas mais importantes para o Brasil. Apesar da redução expressiva na área plantada, a produção aumentou consideravelmente, graças ao uso de novas tecnologias agrícolas, conforme apontou dados da Netafim. De acordo com a Embrapa, entre 1974 e 2021, a área plantada de feijão diminuiu 39%, enquanto a produção total cresceu 30%. Esse aumento é resultado de avanços tecnológicos que têm tornado as lavouras mais produtivas.

Um dos principais fatores que impulsionam essa produtividade é a adoção da irrigação por gotejamento, que otimiza o uso da água e dos nutrientes, permitindo maior colheita sem necessidade de expandir as áreas de cultivo. Warlen Pires, especialista agronômico da Netafim, explica que a fertirrigação melhora a eficiência no uso da água e dos fertilizantes. “Com a fertirrigação, conseguimos fornecer e nutrientes diretamente na raiz da planta, aproveitando cerca de 90% da água utilizada e otimizando o uso de fertilizantes. Isso tem sido essencial para melhorar a produtividade do feijão, especialmente em áreas onde a terra cultivada está diminuindo”, afirma Pires.

A agricultura empresarial domina a produção de feijão no Brasil, sendo responsável por 76,9% do total produzido. A agricultura familiar, por sua vez, responde por uma parcela importante da produção, especialmente no cultivo de feijão preto e de outras variedades regionais. No Nordeste, onde predomina a agricultura familiar, a produtividade média é de 480 kg/ha, enquanto no Centro-Oeste e Sudeste, com sistemas mais avançados de irrigação, as médias são de 2.178 kg/ha e 1.795 kg/ha, respectivamente, de acordo com dados divulgados pela Netafim.

O cultivo de feijão enfrenta desafios, como a alta demanda hídrica e os elevados custos de produção, mas as inovações tecnológicas, especialmente a irrigação por gotejamento, têm sido fundamentais para otimizar o uso dos recursos e aumentar a sustentabilidade do cultivo. Embora a área plantada continue a diminuir, a tendência de aumento na produtividade indica que o futuro da leguminosa no Brasil depende da adoção de soluções tecnológicas e da maximização dos recursos disponíveis. A Netafim, pioneira nessa tecnologia, tem auxiliado produtores a superar esses desafios, oferecendo soluções personalizadas que permitem uma maior eficiência na utilização de recurso importante como água e nutrientes.





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Arroba bovina alcança maior patamar em 16 meses


Em Mato Grosso, o preço da arroba do boi gordo chegou a US$ 46,29





Foto: Kadijah Suleiman

Segundo o relatório semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgado nesta segunda-feira (21), a arroba bovina brasileira alcançou, em outubro de 2024, o maior valor dos últimos 16 meses. A alta foi puxada pela menor participação de fêmeas nos abates e pela crescente demanda internacional por carne bovina brasileira.

Em Mato Grosso, o preço da arroba do boi gordo chegou a US$ 46,29, o maior desde maio de 2023, o que representa um aumento de 15,58% em relação a setembro. Em São Paulo, o valor subiu para US$ 53,29, uma elevação de 18,69% no mesmo período. Apesar dessas altas significativas, a carne bovina brasileira permanece competitiva no mercado internacional, principalmente em comparação com os Estados Unidos, onde a arroba foi cotada a US$ 110,16 em setembro, impulsionada pela redução na oferta de gado no país, conforme dados do Imea.

De acordo com dados do relatório semanal, essa competitividade de Mato Grosso, que segue com o preço mais baixo entre os principais países produtores, pode fortalecer as exportações do estado, favorecendo o desempenho da pecuária brasileira no mercado global.





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