quarta-feira, abril 22, 2026

Política & Agro

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produção de tabaco avança com bom desenvolvimento



Instabilidade climática causou problemas em algumas regiões




Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (31) pela Emater/RS, O cultivo de tabaco avança com boas condições climáticas no Rio Grande do Sul, impulsionando a produção em diversas regiões do estado. Na região de Pelotas, os transplantes de mudas para as lavouras definitivas estão em andamento, com 92% da área da safra de verão já coberta. Chuvas recentes no estado causaram erosão e exigiram a readubação de alguns cultivos, aumentando os custos de produção.

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Segundo a Emater, em Santa Rosa, as plantações mostram bom desenvolvimento, com foco no controle de invasoras e pragas. No município de São Paulo das Missões, a cultura segue em boas condições, com expectativa de produtividade elevada, atingindo cerca de 2.300 kg/ha após secagem. Em Soledade, a colheita do terço inferior das folhas já iniciou e segue com boa qualidade. Já em Frederico Westphalen, o plantio foi encerrado, e as atividades de controle de pragas e desponte do tabaco prosseguem, com previsão de uma boa safra.

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Apesar do progresso nas lavouras, a instabilidade climática causou alguns problemas. Fortes ventos e granizo, por exemplo, afetaram pequenas áreas em São Francisco de Assis e Jaguari, com tombamento de plantas. Em Santa Maria, o prognóstico de produtividade é promissor, mas o excesso de umidade trouxe incidências de podridão olho-de-boi em lavouras situadas em áreas mais baixas, comprometendo a qualidade das folhas. Além disso, a indefinição das normas de comercialização preocupa produtores, que enfrentam uma conjuntura de aumento de custos, conforme os dados do Informativo Conjuntural.





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Enchentes devastam agricultura na Espanha


Segundo a Unión de Pequeños Agricultores y Ganaderos de Andalucía (UPA Andalucía), a recente depressão isolada em altos níveis (DANA) causou estragos significativos na agricultura da Espanha, especialmente em Andaluzia. Esse fenômeno resultou em danos consideráveis nos cultivos e nas infraestruturas rurais, como estradas e sistemas de irrigação. As províncias mais afetadas foram Almería, Málaga, Granada e Cádiz. Enquanto algumas áreas, como os olivares de Jaén e Córdoba, receberam importantes volumes de água, a região oriental de Almería enfrenta uma seca extrema, sem chuvas registradas.

Na parte ocidental da Andaluzia, as chuvas intensas geraram grandes prejuízos. Em Jerez de la Frontera, na província de Cádiz, foram registrados até 120 litros de água em 12 horas, resultando em inundações em diversas propriedades. Em Málaga, muitos cultivos e infraestruturas agrárias sofreram danos significativos, principalmente no Vale do Guadalhorce, Antequera e Axarquía. O cultivo mais afetado foi o de cítricos, o que complicou a colheita da azeitona que havia começado recentemente. Por outro lado, regiões como a Sierra Norte de Sevilha e partes de Córdoba, Jaén, Huelva e Granada tiveram chuvas benéficas.

A situação em Almería é alarmante. A tempestade de granizo, acompanhada de chuvas intensas e ventos fortes, causou danos devastadores, especialmente em estufas e cultivos. A avaliação inicial indica que os agricultores sofreram perdas superiores a 30 milhões de euros, principalmente em El Ejido, onde o granizo, com até 8 centímetros de diâmetro, destruiu completamente os plásticos das estufas. Isso resultou na perda de 11.300 hectares de cultivos, incluindo tomates, pimentões, abobrinhas e pepinos.

As enchentes repentinas severas resultaram na morte de pelo menos 158 pessoas, com equipes de emergência ainda em busca de dezenas de desaparecidos. Várias localidades no sul e leste da Espanha foram atingidas por até 300 mm de chuva em poucas horas na terça-feira (30), a pior precipitação em Valência em 28 anos, segundo a AEMET. 

 





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Consumo nos supermercados cresce 2,52% no acumulado do ano



Em setembro, houve alta de 0,95% em relação a igual mês de 2023


Foto: Pixabay

O consumo dos brasileiros nos supermercados acumula alta de 2,52% nos nove primeiros meses de 2024 em comparação a igual período do ano passado. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (31), são da Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Em setembro de 2024, o consumo teve elevação de 0,95% em relação ao mesmo mês do ano passado. Já em comparação a agosto de 2024, o consumo teve queda de 1,3%, influenciado pelo “efeito calendário”: agosto teve um dia a mais de final de semana e o Dia dos Pais, o que eleva o consumo.

De acordo com a Abras, em setembro, o consumo foi impulsionado pelos repasses do governo federal para o programa Bolsa Família (montante de R$ 14,14 bilhões para 20,71 milhões de beneficiários); a restituição do Imposto de Renda para Pessoa Física (R$ 1,03 bilhão para mais de 511 mil de contribuintes); e a liberação de R$ 2,7 bilhões de Requisições de Pequeno Valor (RPVs) para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Segundo a Abras, nos próximos meses, devem impulsionar o consumo o pagamento do décimo terceiro salário dos trabalhadores formais; os lotes residuais de restituição do Imposto de Renda; parcelas mensais do calendário do Bolsa Família e bimensais do Auxílio-Gás; e o resgate do montante de R$ 228,6 milhões em abono salarial referente ao PIS /Pasep para mais de 247 mil trabalhadores que ainda não sacaram o benefício.





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Atraso no plantio de soja em MT preocupa



Esse início seco da safra cria um ambiente propício à proliferação de pragas



Esse início seco da safra cria um ambiente propício à proliferação de pragas e doenças
Esse início seco da safra cria um ambiente propício à proliferação de pragas e doenças – Foto: Pixabay

O atraso no plantio de soja em Mato Grosso representa um desafio significativo, exigindo dos produtores planejamento cuidadoso e práticas de manejo adequadas. Segundo o boletim do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o plantio apresenta um atraso de 14,32 pontos percentuais em relação ao mesmo período da safra anterior e de 6,59 pontos na comparação com a média dos últimos cinco anos. A irregularidade das chuvas impediu o cumprimento do calendário da safra 2024/25, resultando em apenas 55,73% dos 12,66 milhões de hectares previstos semeados até meados de outubro, em comparação aos 65% do ano anterior.

Esse início seco da safra cria um ambiente propício à proliferação de pragas e doenças, devido às plantas debilitadas. A orientação de consultorias técnicas é fundamental nesse contexto. A Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso (Fundação MT) disponibiliza ferramentas para auxiliar na tomada de decisões. A Dra. Lucia Vivan, especialista em entomologia da Fundação, alerta que a seca pode acelerar a colonização da mosca branca, ocasionando danos em estágios iniciais da soja, como fumagina e queda de folhas.

Além disso, a falta de água provoca estresse nas plantas, tornando-as mais vulneráveis ao ataque de nematoides. Segundo a Dra. Tania Santos, especialista em nematologia da Fundação, a falta de conhecimento sobre a infestação pode agravar problemas, especialmente em anos de seca. Diagnosticar precocemente a presença desses parasitas é crucial para adotar estratégias eficazes, como o uso de cultivares resistentes e rotação de culturas. Essas medidas são essenciais para garantir a sustentabilidade da produção agrícola em Mato Grosso diante de condições climáticas adversas.





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Como está o avanço das colheitas de milho e soja nos EUA?



Colheita de milho alcança 81% nos EUA




Foto: Canva

De acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita de milho para a safra 2024 atingiu 81% da área total prevista até o final da semana. Esse índice é 13 pontos percentuais superior ao registrado no mesmo período do ano passado e 17 pontos à frente da média histórica dos últimos cinco anos.

Segundo o informativo, ao longo da semana, o avanço do milho foi considerável em 11 dos 18 estados monitorados, com um progresso de 12 pontos percentuais ou mais. Em 17 desses estados, a colheita está no mesmo ritmo ou acima da média histórica.

Já a colheita de soja alcançou 89% da área total até 27 de outubro, superando em sete pontos percentuais o índice do ano passado e em 11 pontos a média de cinco anos. O USDA aponta que o progresso da colheita de soja está acima da média histórica em todos os 18 estados avaliados.





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Desafios da irrigação agrícola no Brasil



O setor cafeeiro tem se destacado, com preços elevados



Os principais desafios incluem a liberação de crédito para investimentos
Os principais desafios incluem a liberação de crédito para investimentos – Foto: Divulgação

A irrigação é essencial para a produção agrícola e a segurança alimentar no Brasil, especialmente em um cenário de mudanças climáticas. Luiz Paulo Heimpel, da Netafim Brasil, destaca que o país ocupa a 6ª posição mundial em área irrigada, com 8,2 milhões de hectares, responsáveis por mais de 40% da produção global de alimentos.

O setor cafeeiro tem se destacado, com preços elevados incentivando investimentos em irrigação. Heimpel observa que “o café arábica e o robusta estão em uma situação muito boa”, beneficiando-se da irrigação, que pode aumentar a produtividade em até três vezes em relação às áreas de sequeiro. 

Por outro lado, a cana-de-açúcar enfrenta desafios devido a queimadas que afetaram 80 mil hectares em São Paulo. O investimento em irrigação e tecnologia é crucial para minimizar as perdas. Aproximadamente 35,5% da área irrigada no Brasil utiliza água de reuso, uma prática que contribui para a sustentabilidade da produção.

Na fruticultura, especialmente na laranja, há sinais de recuperação, com aumento de preços e novos investimentos. A irrigação tem potencial para gerar até três safras por ano, aumentando a oferta e a qualidade dos frutos.

Os principais desafios incluem a liberação de crédito para investimentos em irrigação e a infraestrutura deficitária em algumas regiões. Apesar disso, as perspectivas são positivas, com a Câmara Setorial de Irrigação prevendo um aumento de 4,2 milhões de hectares irrigados até 2040. A modernização e eficiência das técnicas de irrigação, como a localizada, indicam um futuro promissor para o setor.

 





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Seca gera preocupações para colheita de inverno no sudeste da Europa



Chuvas causam atrasos na colheita de verão




Foto: Pixabay

Segundo o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a Europa Ocidental enfrentou uma semana de chuvas moderadas a intensas, com precipitações variando entre 2 e 100 mm, afetando principalmente Inglaterra, França, Espanha e Itália. Esse cenário garantiu umidade adequada a excessiva para as culturas de inverno, mas atrasou a colheita de safras de verão. No entanto, chuvas mais intensas, variando de 100 a 320 mm, causaram inundações em áreas localizadas do leste da Espanha, sul da França e partes da Itália, especialmente no norte e oeste do país.

De acordo com o boletim, na Alemanha, as precipitações foram mais leves, abaixo de 5 mm, após um mês com chuvas acima do normal (200 a 300% da média), o que facilitou o trabalho de campo. Em contraste, o sudeste da Europa experimentou condições climáticas secas, agravando preocupações com a seca na Hungria e no Vale Central do Rio Danúbio, áreas críticas para o estabelecimento das culturas de inverno.

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Enquanto isso, o tempo seco e ensolarado favoreceu as operações agrícolas na Polônia e nos Estados Bálticos. No entanto, a falta de chuva nos últimos 30 dias reduziu a umidade superficial em partes da Lituânia e Letônia, com precipitações chegando a menos de 50% do normal.

As temperaturas na maior parte da Europa permaneceram entre 2 a 5°C acima da média, exceto pelo oeste da Espanha e o baixo Vale do Danúbio, que registraram temperaturas até 2°C abaixo do normal. O relatório também destaca que as culturas de inverno europeias entram em dormência geralmente a partir de novembro, em uma faixa que vai do nordeste ao sudoeste do continente.





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Qual é o improvável futuro do agro?



Atualmente, a produtividade agrícola cresce entre 1,5% a 2% ao ano



Atualmente, a produtividade agrícola cresce entre 1,5% a 2% ao ano
Atualmente, a produtividade agrícola cresce entre 1,5% a 2% ao ano – Foto: USDA

Marcos Rubin, fundador da Veeries, reflete sobre o futuro da agricultura inspirado por Vinod Khosla, um renomado investidor em tecnologia. Em um podcast, Khosla afirmou que “apenas o improvável é importante para avaliar o futuro”, ressaltando que os especialistas frequentemente olham para o passado ao projetar o futuro, o que limita a inovação. Rubin se questiona sobre o impacto que um aumento de 3%  na produtividade agrícola poderia ter, desafiando as expectativas atuais.

Atualmente, a produtividade agrícola cresce entre 1,5% a 2% ao ano, e a área plantada aumenta de 1% a 2% anualmente, com o Brasil liderando essa expansão. O consumo de proteína deve crescer com a renda, e a indústria de ração continua dependente de soja e milho. Tecnologias inovadoras estão otimizando a eficiência operacional na agropecuária, enquanto o comércio global de grãos segue em ascensão.

Contudo, Rubin sugere que devemos considerar cenários improváveis. Entre eles, uma revolução na produtividade agrícola com ganhos superiores a 3% ao ano poderia reduzir a necessidade de expansão de áreas cultivadas. Avanços genéticos poderiam permitir o cultivo em regiões antes inadequadas, e a indústria de ração poderia se reinventar com produtos sintéticos mais eficientes. Além disso, alternativas sintéticas para algodão, café e açúcar podem transformar o mercado, enquanto o combate à obesidade pode mudar hábitos alimentares globais. Essas considerações não são meras especulações; muitas inovações estão em andamento. Rubin convida todos a imaginar fatores improváveis que possam impactar a produção de commodities e o consumo de alimentos.





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Chuvas não aliviam seca prolongada na Ucrânia e Rússia



Chuvas insuficientes agravam situação de seca




Foto: Divulgação

O Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), indica que, após um breve período de chuvas, o clima seco voltou a prevalecer no leste da Ucrânia e no oeste da Rússia. Embora tenham ocorrido chuvas leves e esparsas, entre 2 e 10 mm, esses volumes não foram suficientes para aliviar a seca prolongada na região. O mais recente Índice de Saúde da Vegetação (VHI), obtido por satélite, revelou que a condição das colheitas permanece ruim a crítica em muitas dessas áreas, mesmo após a precipitação isolada na semana anterior.

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Em contraste, a Moldávia, o oeste e o centro da Ucrânia, e a Bielorrússia registraram condições completamente secas, favorecendo o trabalho de campo sazonal e o desenvolvimento das culturas de inverno após um setembro e uma primeira quinzena de outubro muito chuvosos. Nessas áreas, o VHI apontou uma saúde das colheitas variando de razoável a boa.

Ao longo da costa do Mar Negro, as temperaturas permaneceram próximas ou ligeiramente abaixo do normal, mas, mais ao norte, registraram-se leituras de até 4°C acima da média. O relatório também destaca que as culturas de inverno na região tendem a entrar em dormência do início de novembro nos distritos central e do Volga, na Rússia, até o final do mês ao longo da costa do Mar Negro.





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Dólar sobe em linha com emergentes com China e Oriente Médio em foco


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Por Fernando Cardoso

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar subia frente ao real nesta quarta-feira, em linha com a força da moeda dos EUA no exterior, à medida que investidores analisavam dados do IPCA de setembro, que vieram praticamente em linha com o esperado, e avaliavam os efeitos de fatores externos sobre as divisas de países emergentes.

Às 9h46, o dólar à vista subia 0,51%, a 5,5614 reais na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento tinha alta de 0,37%, a 5,571 reais na venda.

Nesta sessão, o real acompanhava o movimento de seus pares emergentes, que ampliavam as perdas frente à moeda norte-americana diante de um cenário de incertezas para ativos de maior risco, com investidores aguardando notícias de China e Oriente Médio.

O governo chinês anunciou nesta quarta que o Ministério das Finanças realizará uma entrevista coletiva de imprensa no sábado para detalhar as medidas fiscais de estímulo que adotará para impulsionar a economia do país, um dia depois de os mercados se decepcionarem com a apresentação de um planejador estatal.

O otimismo pelas medidas de estímulo na China se dissipou na sessão de terça-feira, derrubando moedas de países emergentes, cujas exportações de diversas mercadorias, principalmente commodities, estão atreladas ao grande mercado consumidor da segunda maior economia do mundo.

“O pacote da China pode mexer bastante no mercado se for razoável ou até estimulador. Se houver um incentivo bem relevante, a tendência é que as commodities venham a subir, favorecendo exportadores de commodities como o Brasil”, disse Thiago Avallone, especialista em câmbio da Manchester Investimentos.

A aversão ao risco em mercados emergentes se mantinha nesta sessão, com o dólar avançando sobre divisas como o peso chileno, o rand sul-africano e o peso mexicano.

A moeda dos EUA ainda era beneficiada pelo cenário incerto no Oriente Médio, com investidores avaliando se a recente escalada nas tensões geopolíticas pode provocar uma guerra ampla entre Israel e Irã.

Por outro lado, os rendimentos dos Treasuries estavam praticamente estáveis, após forte avanço recente na esteira de movimento de reavaliação de expectativas sobre o ciclo de afrouxamento monetário do Federal Reserve.

O índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — subia 0,21%, a 102,700.

Todas as atenções na quinta-feira se voltarão à divulgação de novos dados de inflação ao consumidor nos Estados Unidos, com agentes financeiros em busca de sinais sobre a trajetória de juros do Fed.

Mais tarde nesta sessão, os mercados avaliarão a ata da mais recente reunião do banco central dos EUA, quando as autoridades decidiram reduzir a taxa de juros em 50 pontos-base a fim de enfrentar o enfraquecimento do mercado de trabalho.

No cenário doméstico, o foco estava nos dados do IPCA de setembro, divulgados na abertura da sessão. O índice acelerou para uma alta de 0,44% no mês, ante queda de 0,02% em agosto. Em 12 meses, a inflação brasileira chegou a 4,42%. Economistas esperavam alta de 0,46% no mês, segundo pesquisa da Reuters.

Após os dados, houve movimentação na curva de juros brasileira, com juros futuros subindo, à medida que a alta dos preços se aproximou do teto da meta de inflação de 4,50%, provocando consolidação de apostas de aumento da taxa Selic em novembro.





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