quarta-feira, abril 22, 2026

Política & Agro

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Plantio do arroz avança no Rio Grande do Sul


O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (31), aponta que o plantio de arroz no Rio Grande do Sul segue em ritmo adequado na maior parte do estado. Com um planejamento estratégico e semeadura dentro do período ideal, a cultura apresenta bom potencial de desenvolvimento, especialmente onde o clima tem colaborado. Entre as práticas de manejo adotadas estão o controle de plantas daninhas e a adubação de cobertura, realizados nos momentos apropriados para garantir um crescimento vigoroso.

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No entanto, nas regiões da Campanha, Sul e parte das Missões, as chuvas intensas e frequentes resultaram em atraso ou interrupção na semeadura, exigindo replantio em alguns locais. Nas áreas mais afetadas, também foram necessárias reconstruções de taipas e canais de irrigação para mitigar o impacto das enxurradas. A queda nas temperaturas após as chuvas, com registros abaixo de 10°C na fronteira com o Uruguai, pode prejudicar a germinação e o desenvolvimento inicial do arroz, aumentando o risco de falhas e dificultando as práticas de manejo.

O Instituto Rio Grandense de Arroz (IRGA) projeta que a área de cultivo de arroz para a safra atual alcance 948.356 hectares, enquanto a Emater/RS-Ascar estima uma produtividade média de 8.478 kg/ha.

Na Campanha, os temporais de 24 de outubro paralisaram o plantio, sendo necessários ajustes e possíveis replantios nas áreas mais impactadas. Em Dom Pedrito, chuvas de até 190 mm foram registradas, somando um acumulado anual que ultrapassa mil milímetros no município. Em outras áreas, como Alegrete e Maçambará, onde o clima teve menor impacto, a semeadura progrediu, atingindo 80% e 75% das áreas estimadas, respectivamente.

Na região de Pelotas, a semeadura foi retomada gradualmente após as chuvas, mas permanece abaixo do ritmo registrado em 2023. Já em Santa Maria, mais de 30% da área prevista foi plantada, com as lavouras em estágios de germinação ou desenvolvimento vegetativo. Em Cacequi, técnicas de manejo para controle de plantas invasoras foram implementadas, enquanto em Santa Rosa e Soledade, os produtores aguardam a diminuição da umidade para prosseguir com a semeadura.

Quanto à comercialização, o preço médio da saca de arroz no estado sofreu uma leve queda de 0,32% na semana, passando de R$ 116,32 para R$ 115,95.





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Clima favorável impulsiona desenvolvimento da mandioca



Semeadura de mandioca se aproxima do fim em Santa Rosa




Foto: Canva

A Emater/RS-Ascar informou, no boletim divulgado nesta quinta-feira (31), que as condições climáticas na região administrativa de Santa Rosa, Rio Grande do Sul, foram altamente favoráveis para o desenvolvimento das lavouras de mandioca, com boa radiação solar e temperaturas adequadas. As chuvas de quarta (23) e quinta-feira (24) trouxeram umidade ideal ao solo, contribuindo para o vigor das plantas e o avanço do plantio, que já atinge 98% da área projetada para essa cultura. A mandioca plantada na região apresenta um quadro saudável, com boa brotação das manivas e um desenvolvimento vegetativo considerado vigoroso.

Os agricultores da região, muitos dos quais plantam a mandioca para consumo próprio, seguem com os tratos culturais, realizando o controle de plantas invasoras de forma manual. Em São Paulo das Missões, uma Unidade de Referência com 24 variedades de mandioca está sendo monitorada, e os resultados dessa análise serão apresentados ao público em um evento previsto para o início de 2025.

Em relação ao mercado, a mandioca descascada está sendo comercializada em supermercados ao valor de R$ 6,00/kg, enquanto na feira e na venda direta ao consumidor o preço varia entre R$ 7,00 e R$ 9,00/kg.





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IPCA sobe 0,44% em setembro, diz IBGE


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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,44 por cento em setembro, após baixa de 0,02 por cento no mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.

No acumulado de 12 meses até setembro, o IPCA teve alta de 4,42 por cento, contra alta 4,24 por cento do mês anterior.

Pesquisa da Reuters apontou que a expectativa de analistas era de alta de 0,46 por cento em setembro BRCPI=ECI, acumulando em 12 meses alta de 4,43 por cento BRCPIY=ECI.

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Fungicida se destaca no controle da ferrugem da soja



Freitas explica que os resultados obtidos refletem o “manejo consciente da soja”



Freitas explica que os resultados obtidos refletem o “manejo consciente da soja”
Freitas explica que os resultados obtidos refletem o “manejo consciente da soja” – Foto: Aline Merladete

A Sipcam Nichino destacou o fungicida Fezan Gold entre as tecnologias de controle de ferrugem da soja mais eficazes na safra 2023-24, conforme os Ensaios de Rede realizados nos estados do Paraná e Rio Grande do Sul. Segundo a empresa, a solução se destacou entre as tecnologias premium avaliadas, oferecendo um controle diferenciado da doença e uma boa relação custo-benefício, em comparação com outros 16 produtos. Mesmo sob alta pressão de ferrugem nos campos experimentais, o fungicida apresentou um desempenho superior, especialmente nas análises realizadas na fazenda da Coamo, em Campo Mourão (PR), e no campo da Agro Tecno Research, em Passo Fundo (RS).

José de Freitas, engenheiro agrônomo e especialista em desenvolvimento de mercado da Sipcam Nichino, detalha que os Ensaios Cooperativos de Rede mediram a eficácia dos fungicidas na produtividade das lavouras e na incidência de fitotoxicidade. Em Campo Mourão, Fezan Gold figurou entre os fungicidas mais eficazes, alcançando a maior produtividade do ensaio, com 4,896 mil kg/ha de soja e um controle de 95% do fungo causador da ferrugem (Phakopsora pachyrhizi). Já em Passo Fundo, o produto posicionou-se entre os três mais efetivos, com uma produtividade de 4,747 mil kg/ha, superando o tratamento testemunha em 2,456 mil kg/ha, com eficácia de 71,2%.

Freitas explica que os resultados obtidos refletem o “manejo consciente da soja,” que envolve o uso de práticas integradas, como o respeito ao vazio sanitário, o plantio de variedades tolerantes a patógenos, controle químico preventivo e o uso de produtos com ação multissítio. Fezan Gold, segundo ele, é o primeiro do mercado a reunir propriedades sistêmica e protetora em uma formulação com ação multissítio, característica que reforça sua importância estratégica no controle da ferrugem asiática e outras doenças de relevância para a cultura da soja.

 





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Solos degradados: Risco para a agricultura



A erosão remove a matéria orgânica e nutrientes necessários



A erosão remove a matéria orgânica e nutrientes necessários
A erosão remove a matéria orgânica e nutrientes necessários – Foto: Pixabay

As mudanças climáticas e o manejo inadequado das terras têm deixado marcas profundas no Cerrado e no sul do Brasil, regiões que enfrentam chuvas irregulares e secas prolongadas. Contudo, os desafios da agricultura vão além da falta de água: a erosão e a perda de solo estão ameaçando a sustentabilidade e a produtividade de longo prazo. Quando o solo perde sua cobertura vegetal devido ao desmatamento, queimadas ou manejo incorreto, ele fica vulnerável à ação da chuva e do vento, levando consigo a camada fértil, essencial para a agricultura.

A erosão remove a matéria orgânica e nutrientes necessários ao desenvolvimento das plantas, comprometendo não só a safra atual, mas também as futuras. Para os agricultores, isso representa um grande risco, pois o solo é o principal ativo de suas operações. Em resposta, tecnologias que promovem a regeneração e fortalecimento do solo são cruciais, e é aí que o Microgeo se destaca como uma solução eficaz. O Composto Líquido produzido pela Bioestação Microgeo (BEM) permite reconstituir a estrutura do solo, recuperando matéria orgânica e melhorando a capacidade de retenção de água e nutrientes, fundamentais para a saúde e resiliência do solo.

O uso contínuo do Microgeo ajuda a restaurar o equilíbrio do microbioma do solo, tornando-o mais resistente à ação de chuvas fortes e evitando o escoamento superficial que leva a camada fértil embora. Com isso, os nutrientes permanecem disponíveis para as plantas e o solo torna-se mais eficiente no uso de insumos agrícolas. Essa abordagem não apenas conserva o solo, mas garante a sustentabilidade e produtividade da lavoura, mesmo em condições climáticas adversas.

A solução do Microgeo vai além do combate à erosão. Ela cria um ambiente fértil e saudável, fundamental para uma agricultura sustentável e economicamente viável, oferecendo aos produtores uma ferramenta essencial para manter a viabilidade a longo prazo de suas propriedades.

 





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mercado interno insuficiente pressiona preços da manga



Crise na produção de mangas no Vale do São Francisco se intensifica




Foto: Agrolink

A situação crítica na produção de mangas no Vale do São Francisco, particularmente na Bahia, é intensificada pela queda constante nos preços. Na semana passada, o quilo da manga Palmer foi vendido a R$ 0,90, enquanto o quilo da Tommy ficou em R$ 0,62, uma queda de até 30% em comparação à semana anterior, conforme as informações da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia (Seagri BA).

De acordo com os dados do Seagri BA, o principal razão para o cenário desfavorável é o excesso de oferta, agravado pela queda na demanda externa. Os Estados Unidos, o maior destino das exportações brasileiras de manga, reduziram as importações nos últimos meses devido a questões logísticas, incluindo greves nos portos americanos. Esse bloqueio no escoamento internacional fez com que o mercado doméstico absorvesse o excesso de produto, intensificando a pressão sobre os preços.

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Técnicos da Seagri avaliam que os valores devem permanecer baixos até o final do ano, uma vez que o mercado interno não tem demanda suficiente para equilibrar a oferta. A expectativa de recuperação depende do retorno gradual das exportações para os EUA, que pode ocorrer à medida que as operações portuárias se normalizem.

Para mitigar as perdas, produtores de manga no Vale do São Francisco vêm buscando alternativas como a redução de custos de produção, diversificação de cultivos e exploração de novos mercados consumidores. Essas ações visam garantir a sustentabilidade da produção no longo prazo, em um momento crítico para o setor, conforme os dados da Seagri.





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milho silagem projeta bom potencial produtivo



Produção de milho silagem avança no estado




Foto: Divulgação

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (31) pela Emater/RS, no Rio Grande do Sul, a produção de milho silagem segue com grande potencial para a safra 2024/2025, apoiada pela alta umidade do solo, boa disponibilidade de radiação solar e noites de temperaturas amenas. As condições climáticas têm sido ideais para o desenvolvimento das lavouras, com expectativa de rendimento médio de 40.397 kg/ha em uma área de cultivo de 357.311 hectares no estado.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Os fortes ventos que atingiram o estado em 24 de outubro provocaram acamamento pontual das plantas, mas sem prejuízos significativos. Na região de Erechim, as lavouras de milho apresentam forte desenvolvimento após a aplicação de fertilizantes nitrogenados, e os produtores estão atentos ao controle da cigarrinha-do-milho, praga que tem causado danos nas lavouras de milho grão.

Veja mais informações sobre fitossanidade no Agrolinkfito

Na região de Santa Maria, 80% das lavouras já foram semeadas, e estão, em sua maioria, na fase de desenvolvimento vegetativo, com algumas plantas já em floração. Em Soledade, as lavouras mais precoces estão passando do estágio vegetativo para a fase reprodutiva, conforme apontaram os dados da Emater/RS.





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Cotações de soja e milho: Análise da semana



Na B3, os preços de milho para o vencimento de novembro/24 também tiveram alta



Embora a demanda seja monitorada, a oferta é o fator que pode trazer movimentações significativas
Embora a demanda seja monitorada, a oferta é o fator que pode trazer movimentações significativas – Foto: Pixabay

Conforme informações da StoneX, as cotações da soja em Chicago encerraram a última semana com ganhos, com o contrato para novembro fechando a sexta-feira, dia 25, a 987,75 cents por bushel, registrando uma alta de 1,8%. Esse avanço foi impulsionado pela proximidade do vencimento do contrato de novembro e pelas negociações do spread SXSF. O mercado segue atento à colheita nos Estados Unidos e ao avanço do plantio no Brasil, agora favorecido pelo retorno das chuvas, o que limita as altas de preços por não haver novas informações relevantes nos fundamentos.

Embora a demanda seja monitorada, a oferta é o fator que pode trazer movimentações significativas, pois variações climáticas afetam diretamente a produção. Recentes preocupações com o clima seco no Brasil geraram um movimento de cobertura de posições vendidas por fundos especulativos, elevando os preços temporariamente. No entanto, esse efeito já se dissipou, e os agentes voltaram a adotar uma postura de baixa, dado o cenário atual.

No mercado de milho, os futuros valorizaram 2,6%, encerrando a semana a US¢415,25 por bushel, influenciados por fortes exportações dos EUA, com destaque para as compras do México. A produção de etanol americana também se manteve firme, conforme dados da EIA, contribuindo para o suporte dos preços. Há previsão de chuvas para estados produtores a partir do dia 30 de novembro, o que pode reduzir o ritmo acelerado da colheita e é um ponto de atenção.

Na B3, os preços de milho para o vencimento de novembro/24 também tiveram alta, fechando a semana a R$72,55 por saca. Embora o mercado interno não traga grandes novidades, as commodities brasileiras têm ganhado suporte com a valorização do dólar, que subiu 4,8% na semana passada. Essa alta no câmbio tende a melhorar a competitividade dos produtos brasileiros no mercado externo, trazendo um suporte adicional aos preços domésticos.

 





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Preço do feijão registrou queda de 7,76% no Rio Grande do Sul



Safra de feijão apresenta bom desenvolvimento




Foto: Pixabay

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (31) pela Emater/RS, no Rio Grande do Sul, o cultivo de feijão 1ª safra apresenta bom desenvolvimento graças às condições climáticas favoráveis. A combinação de solo com níveis adequados de umidade e alta incidência de radiação solar tem impulsionado a semeadura e o desenvolvimento das lavouras, favorecendo a formação de ramos laterais e o fechamento de entrelinhas, o que indica um alto potencial produtivo para a safra 2024/2025.

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Para a atual safra, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 28.896 hectares, com produtividade média estimada de 1.864 kg/ha. Na região de Ijuí, cerca de 87% das lavouras estão em fase de desenvolvimento vegetativo, enquanto 10% estão em florescimento e 3% em enchimento de grãos. A área plantada até o momento superou as expectativas e está sendo avaliada pelos técnicos da Emater. Na região de Pelotas, a semeadura atingiu 40% do total, e na de Santa Maria, 93% das áreas foram plantadas, com parte das lavouras em fase de maturação e algumas já colhidas.

De acordo com a Emater/RS, na região de Soledade, 95% da área de cultivo foi semeada, e 15% das lavouras já estão em fase de florescimento. A antracnose está sendo monitorada e controlada quando identificada, e as adubações nitrogenadas estão em andamento, aproveitando o clima favorável.

Apesar das boas condições de cultivo, o preço do feijão registrou queda de 7,76% em relação à semana anterior, com a saca de 60 kg passando de R$ 332,00 para R$ 306,25, segundo o levantamento da Emater/RS-Ascar.





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produção de tabaco avança com bom desenvolvimento



Instabilidade climática causou problemas em algumas regiões




Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (31) pela Emater/RS, O cultivo de tabaco avança com boas condições climáticas no Rio Grande do Sul, impulsionando a produção em diversas regiões do estado. Na região de Pelotas, os transplantes de mudas para as lavouras definitivas estão em andamento, com 92% da área da safra de verão já coberta. Chuvas recentes no estado causaram erosão e exigiram a readubação de alguns cultivos, aumentando os custos de produção.

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Segundo a Emater, em Santa Rosa, as plantações mostram bom desenvolvimento, com foco no controle de invasoras e pragas. No município de São Paulo das Missões, a cultura segue em boas condições, com expectativa de produtividade elevada, atingindo cerca de 2.300 kg/ha após secagem. Em Soledade, a colheita do terço inferior das folhas já iniciou e segue com boa qualidade. Já em Frederico Westphalen, o plantio foi encerrado, e as atividades de controle de pragas e desponte do tabaco prosseguem, com previsão de uma boa safra.

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Apesar do progresso nas lavouras, a instabilidade climática causou alguns problemas. Fortes ventos e granizo, por exemplo, afetaram pequenas áreas em São Francisco de Assis e Jaguari, com tombamento de plantas. Em Santa Maria, o prognóstico de produtividade é promissor, mas o excesso de umidade trouxe incidências de podridão olho-de-boi em lavouras situadas em áreas mais baixas, comprometendo a qualidade das folhas. Além disso, a indefinição das normas de comercialização preocupa produtores, que enfrentam uma conjuntura de aumento de custos, conforme os dados do Informativo Conjuntural.





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