quarta-feira, abril 22, 2026

Política & Agro

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Açúcar segue pressionado e cai entre os principais contratos de NY e Londres


Queda do petróleo e desvalorização do real pressionam cotações

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Os preços futuros do açúcar iniciaram esta quarta-feira (09) com novas baixas nas bolsas e Nova York e Londres. Segundo o Barchart, o adoçante segue pressionado por conta da redução acentuadas nos valores do petróleo, que na última terça-feira (08) caíram mais de 4%, e pela desvalorização do real diante do dólar, o que incentiva vendas para exportação pelos produtores brasileiros.

Nesta manhã, por volta das 8h40 (horário de Brasília), o contrato março/25 perdia 0,31 cents, cotado em 22,18 cents/lbp. O maio/25 tinha queda de 0,26 cents, com valor de 20,68 cents/lbp. O julho/25 caía 0,24 cents, negociado em 19,75 cents/lbp. O outubro/25 tinha redução de 0,21 cents, com preço de 19,55 cents/lbp.

Em Londres, o dezembro/24 era negociado em US$ 563,20/tonelada, com baixa de US$ 11,90. O março/25 tinha preço de US$ 569,30/tonelada. O maio/25 estava cotado em 566,10/tonelada, redução de US$ 9,80. O agosto/25 caía US$ 8,00, com valor de US$ 552,10/tonelada.

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Fonte:

Notícias Agrícolas





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Citros em Foco de Avaré (SP) aborda reguladores de crescimento



Citros em Foco de Avaré (SP) reuniu aproximadamente 120 citricultores


Foto: Fundecitrus

O Citros em Foco de Avaré (SP) reuniu aproximadamente 120 citricultores e profissionais do setor. Além de palestras sobre o manejo do greening, os presentes também acompanharam uma explicação sobre os resultados de estudos com reguladores de crescimento e palestra ministrada pelo pós-doutorando no Fundecitrus Eduardo Gorayeb.

Na ocasião, Eduardo falou sobre a etapa preliminar dos estudos com reguladores. “Sobre os estudos que realizamos no ano de 2023 nós tivemos bons resultados com relação à retenção de frutos, principalmente com o uso do 2,4-D e da giberelina, com alguns casos de retenção de mais de 50% dos frutos, além disso, teremos pela frente outros desafios com relação à qualidade dos frutos”, explica.

Ele também afirma que esses primeiros resultados foram fundamentais para o planejamento dos estudos que já estão acontecendo no ano de 2024. “Esse experimento deu uma ideia muito boa para um bom planejamento do que estamos fazendo agora, pois estamos trabalhando com doses melhores, e ajustamos a época de aplicação, o que pode nos trazer resultados melhores”, ressalta





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Importância da irrigação é tema do Fundecitrus Podcast



A conversa completa você encontra no Fundecitrus Podcast


Foto: Fundecitrus

A edição 45 do Fundecitrus Podcast tratou sobre a importância da irrigação dos pomares como forma de reduzir os impactos provocados pelos longos períodos de estiagem.

Nesta primeira parte da conversa sobre o assunto, o jornalista Rodrigo Brandão fala com o consultor e professor do Departamento de Fitossanidade, Engenharia Rural e Solos da Unesp de Ilha Solteira, Fernando Tangerino Hernandez.

Durante o episódio, o professor mostrou que 36% da área total do cinturão citrícola conta com irrigação e destaca que essa tendência é de aumento. “É um caminho sem volta, a sustentabilidade da produção de alimentos passa pelos investimentos em sistemas de irrigação. A segurança hídrica comporta dois momentos: a reservação de água na propriedade e a segurança hídrica das plantas, ou seja, a diminuição do abortamento. Só existem vantagens em investir em sistemas de irrigação”, exclama.

A conversa completa você encontra no Fundecitrus Podcast, disponível no nosso canal do YouTube e nas principais plataformas de áudio.





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Chuvas e ventos impactam colheita de aveia branca no RS



Preços variam conforme a qualidade dos grãos




Foto: Compre Rural

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (31) pela Emater/RS-Ascar, no Rio Grande do Sul, a colheita de aveia branca já se aproxima da fase final em várias regiões, com produtividade variando consideravelmente entre as lavouras. A maior parte das lavouras apresentou rendimento abaixo do esperado devido a intempéries e ao manejo de baixo investimento em algumas áreas.

Com uma área cultivada de 365.590 hectares para produção de grãos, a expectativa inicial de produtividade era de 2.402 kg/ha, mas chuvas e ventos fortes comprometeram o rendimento em diversos pontos. A Fronteira Oeste, especialmente em Bagé, registra lavouras acamadas, exigindo colheita rente ao solo para minimizar perdas. Em Maçambará, onde 50% da área já foi colhida, a produtividade ficou em 2.090 kg/ha, uma redução de 5% em relação às projeções iniciais.

Em Ijuí, a produtividade alcança cerca de 2.600 kg/ha, e muitos produtores estão armazenando os grãos em suas propriedades devido à qualidade inferior, que dificulta a venda. Já na região de Soledade, apesar de chuvas e ventos fortes, a cultura manteve boa qualidade, com produtividade de até 3.000 kg/ha nas primeiras áreas colhidas.

Na comercialização, os preços variam conforme a qualidade dos grãos, com valores médios de R$ 60,00 por saca em Ijuí, R$ 78,00 em Passo Fundo e R$ 66,00 em Erechim.





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Comercialização da soja segue em alta no Rio Grande do Sul



Semeadura da soja avança com expectativa de produtividade elevada




Foto: Pixabay

No Rio Grande do Sul, a semeadura de soja acelerou na última semana, alcançando 10% da área prevista para a safra 2024/2025. O avanço, que até então cobria 3% da área estimada, ocorreu sobretudo em grandes propriedades e em áreas não ocupadas pela colheita de trigo ou pelo plantio de arroz, conforme dados do Informativo Conjuntural divulgados pela Emater/RS-Ascar.

De acordo com o informativo, ns lavouras semeadas mostram emergência rápida e uniforme, com um estande de plantas considerado satisfatório, favorecido pelas boas condições de umidade e temperatura do solo. Enquanto alguns produtores estão concentrados na dessecação de restevas de trigo, aveia, canola e pastagens para plantar soja em novembro, a Emater/RS-Ascar orienta atenção ao ciclo de maturação das cultivares e à classificação dos solos. A prática visa assegurar o plantio dentro da janela preferencial, conforme as diretrizes do Proagro, para garantir eventual cobertura de perdas.

Para esta safra, a área de cultivo está projetada em 6.811.344 hectares, com uma produtividade média de 3.179 kg/ha. A comercialização da soja segue em alta, com o preço médio da saca de 60 quilos subindo 1,65% em relação à semana passada, de R$ 125,82 para R$ 127,90.





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Clima favorável impulsiona desenvolvimento do milho


Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar divulgado nesta quinta-feira (31), a semeadura do milho no Rio Grande do Sul avançou para 74% da área projetada para a safra 2024/2025. O plantio cobre quase todas as regiões do estado, com exceção da Campanha, onde o milho de safra precoce ainda não foi semeado.

A maior parte das lavouras gaúchas (90%) encontra-se em desenvolvimento vegetativo, com 10% já em fase de florescimento, que deve se intensificar a partir de novembro. O clima favorável, com solo úmido, alta radiação solar e noites amenas, tem beneficiado o desenvolvimento das plantas. No entanto, ventos intensos causaram acamamentos pontuais nas regiões Celeiro, Fronteira Oeste e Vale do Rio Pardo, com prejuízos mais acentuados no Alto Ijuí.

No manejo, produtores estão aplicando nitrogênio e controlando plantas invasoras, especialmente em áreas iniciais. O nível de infestação por pragas permanece baixo, com controle da cigarrinha-do-milho em poucas áreas, especialmente no Alto Uruguai. Para a safra 2024/2025, a área de cultivo de milho está estimada em 748.511 hectares, com produtividade média de 7.810 kg/ha.

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Na Fronteira Oeste, em São Gabriel, o excesso de umidade paralisou o plantio em algumas áreas, e as lavouras tardias enfrentam risco de replantio devido a enxurradas e sementes de qualidade inferior. Na Campanha, a primeira janela de plantio do Zoneamento Agrícola de Risco Climático se encerrou sem conclusão, mas uma nova janela começa em 1º de novembro e vai até janeiro de 2025.

Regiões como Santa Rosa e Soledade relatam potencial produtivo elevado, com bom desenvolvimento das plantas e poucas infestações. No entanto, foi detectada a presença de pulgões e vaquinhas, exigindo medidas de controle.

O preço da saca de 60 quilos de milho subiu 2,79% em relação à semana anterior, passando de R$ 63,72 para R$ 65,50, conforme levantamento da Emater/RS-Ascar.





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Preço do trigo mantém alta no Brasil



Brasil pode aumentar as importações do cereal em 2025




Foto: Canva

Segundo a análise semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), os preços do trigo no Brasil seguem em tendência de alta, principalmente para o produto de qualidade superior. No Rio Grande do Sul, o valor médio do saco de trigo está em R$ 68, enquanto no Paraná, onde a colheita já avança para 91% da área, o preço varia entre R$ 77 e R$ 79 por saco. Um ano atrás, o trigo superior gaúcho tinha uma média de R$ 49,64 por saco, enquanto o valor no Paraná era de R$ 54. Esse salto nos preços representa uma valorização de 37% no Rio Grande do Sul e de até 47% no Paraná.

Em São Paulo, onde a colheita foi praticamente finalizada, a alta dos preços foi ainda mais acentuada devido à consolidação da quebra de safra. No Rio Grande do Sul, a colheita atingiu 29% da área até 24 de outubro, levemente abaixo da média histórica para o período, que é de 31%, conforme apontou a análise.

A expectativa da Ceema é de que a quebra da safra brasileira de trigo fique entre 20% e 25%, com uma produção final ao redor de 7,5 milhões de toneladas, abaixo das 8,1 milhões colhidas em 2023. A qualidade do grão é outro fator preocupante: grande parte da produção não atinge o padrão de PH 78 e o índice de Falling Number ideal, indicadores importantes para o mercado de trigo. Esses fatores devem levar o Brasil a aumentar as importações do cereal em 2025, com uma estimativa de 5 a 6 milhões de toneladas para suprir o mercado interno.





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Safra de soja avança no Brasil, mas ferrugem asiática preocupa gaúchos



Colheita de soja norte-americana está praticamente concluída




Foto: Canva

Segundo a análise semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), o plantio da nova safra de soja no Brasil avançou para 36% da área projetada, ligeiramente abaixo do ritmo do ano passado, de acordo com análises da Pátria Agronegócios e AgRural. No Mato Grosso, maior produtor nacional, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) indica que 56% da área total foi plantada até 25 de outubro, um pouco abaixo da média histórica de 62,3% para essa época do ano.

De acordo com dados do Ceema, com a colheita de soja norte-americana praticamente concluída, as atenções do mercado voltam-se para a América do Sul, onde a expectativa é de uma safra recorde. A Commstock Investments aponta que, caso o plantio e o desenvolvimento da safra ocorram conforme o esperado, as cotações da soja em Chicago podem recuar para US$ 9,00 por bushel ou até menos.

O banco Rabobank divulgou novas estimativas de plantio para o Brasil, projetando um aumento de 1,5% na área total semeada, que deve alcançar 47 milhões de hectares. Em condições climáticas normais, o banco estima uma colheita de 167 milhões de toneladas. Para comparação, a Conab registrou uma produção de 147,4 milhões de toneladas na safra passada, apesar das quebras regionais, conforme informou o Ceema.

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Segundo o Ceema, a ferrugem asiática, principal doença que afeta as lavouras de soja no país, já começa a ser detectada no Noroeste do Rio Grande do Sul. Dados do programa Monitora Ferrugem RS, que utiliza 74 coletores em diversas áreas do estado, mostram os primeiros focos da doença, que pode reduzir a produtividade em até 90% quando encontra condições climáticas favoráveis.





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Chicago encerra outubro com baixa



Colheita americana atinge 81%




Foto: Divulgação

De acordo com a análise semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), o mercado de milho encerrou o mês de outubro com tendência de baixa em Chicago. O primeiro contrato futuro fechou o dia 31 em US$ 4,10 por bushel, recuando frente aos US$ 4,21 registrados na semana anterior e aos US$ 4,29 do início do mês. No mesmo período do ano passado, a cotação estava em US$ 4,78 por bushel, evidenciando uma queda ao longo de um ano.

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A colheita de milho nos Estados Unidos alcançou 81% da área total até 27 de outubro, superando a média histórica para o período, que é de 64%. A rápida colheita reflete as boas condições climáticas, que contribuíram para o avanço.

No lado das exportações, os embarques de milho dos EUA totalizaram 823.664 toneladas na semana encerrada em 24 de outubro, elevando o volume total exportado no atual ano comercial para 6,6 milhões de toneladas. Esse montante representa um aumento considerável em relação aos 4,98 milhões de toneladas exportadas no mesmo período do ano anterior.





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Plantio do arroz avança no Rio Grande do Sul


O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (31), aponta que o plantio de arroz no Rio Grande do Sul segue em ritmo adequado na maior parte do estado. Com um planejamento estratégico e semeadura dentro do período ideal, a cultura apresenta bom potencial de desenvolvimento, especialmente onde o clima tem colaborado. Entre as práticas de manejo adotadas estão o controle de plantas daninhas e a adubação de cobertura, realizados nos momentos apropriados para garantir um crescimento vigoroso.

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No entanto, nas regiões da Campanha, Sul e parte das Missões, as chuvas intensas e frequentes resultaram em atraso ou interrupção na semeadura, exigindo replantio em alguns locais. Nas áreas mais afetadas, também foram necessárias reconstruções de taipas e canais de irrigação para mitigar o impacto das enxurradas. A queda nas temperaturas após as chuvas, com registros abaixo de 10°C na fronteira com o Uruguai, pode prejudicar a germinação e o desenvolvimento inicial do arroz, aumentando o risco de falhas e dificultando as práticas de manejo.

O Instituto Rio Grandense de Arroz (IRGA) projeta que a área de cultivo de arroz para a safra atual alcance 948.356 hectares, enquanto a Emater/RS-Ascar estima uma produtividade média de 8.478 kg/ha.

Na Campanha, os temporais de 24 de outubro paralisaram o plantio, sendo necessários ajustes e possíveis replantios nas áreas mais impactadas. Em Dom Pedrito, chuvas de até 190 mm foram registradas, somando um acumulado anual que ultrapassa mil milímetros no município. Em outras áreas, como Alegrete e Maçambará, onde o clima teve menor impacto, a semeadura progrediu, atingindo 80% e 75% das áreas estimadas, respectivamente.

Na região de Pelotas, a semeadura foi retomada gradualmente após as chuvas, mas permanece abaixo do ritmo registrado em 2023. Já em Santa Maria, mais de 30% da área prevista foi plantada, com as lavouras em estágios de germinação ou desenvolvimento vegetativo. Em Cacequi, técnicas de manejo para controle de plantas invasoras foram implementadas, enquanto em Santa Rosa e Soledade, os produtores aguardam a diminuição da umidade para prosseguir com a semeadura.

Quanto à comercialização, o preço médio da saca de arroz no estado sofreu uma leve queda de 0,32% na semana, passando de R$ 116,32 para R$ 115,95.





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