quarta-feira, abril 22, 2026

Política & Agro

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Prêmios sobem para o milho



No mercado chinês, o milho encerrou um ciclo de três dias consecutivos de alta



No mercado chinês, o milho encerrou um ciclo de três dias consecutivos de alta
No mercado chinês, o milho encerrou um ciclo de três dias consecutivos de alta – Foto: Canva

Os prêmios de exportação de milho em Paranaguá subiram nesta quinta-feira, refletindo um movimento dos vendedores que ajustaram os valores para embarques previstos entre novembro e janeiro. No entanto, compradores mantiveram suas ofertas inalteradas ou optaram por não participar das negociações para esse período, demonstrando interesse apenas nos embarques da próxima Safrinha, que ainda não foi plantada. Nos prêmios para o milho em Paranaguá, a cotação para novembro e dezembro foi de 135 centavos, com uma leve elevação para 150 centavos em janeiro, enquanto a posição para fevereiro se manteve estável. 

No mercado chinês, o milho encerrou um ciclo de três dias consecutivos de alta e registrou queda, fechando em baixa de 4 CNY/t para novembro e 5 CNY/t para janeiro. O preço do amido de milho também caiu, recuando 7 CNY/t em novembro e 6 CNY/t para janeiro, enquanto o mercado de ovos apresentou valorização de 31 CNY/500kg para novembro e de 5 CNY/500kg para dezembro. Em sentido oposto, o mercado de suínos continuou em baixa pelo terceiro dia consecutivo, caindo 320 CNY/t para novembro, mas com aumento de 125 CNY/t para janeiro, refletindo a volatilidade no mercado de commodities agrícolas na China.

Na Argentina, o mercado de milho para entrega a partir do dia 5 deste mês foi cotado a A$ 180 mil por tonelada, enquanto os preços de contratos e fixações se mantiveram em A$ 175 mil/t. Para entregas de novembro, houve um aumento de A$ 3 mil/t, atingindo A$ 178 mil/t, e os descarregamentos programados entre dezembro e janeiro de 2025 subiram para A$ 180 mil/t. No mercado de futuros MATBA, o milho para abril foi cotado a US$ 186,50 no porto, uma leve alta em comparação com os US$ 185,50 anteriores, enquanto em Chicago o preço fechou a US$ 163,19.

 





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Arroz com irregularidade é retirado de supermercado



Irregularidade se caracteriza como fraude ao consumidor




Foto: Mapa

No dia 28 de outubro uma fiscalização realizada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apreendeu  2.119 pacotes de 5 quilos de arroz em uma rede de supermercados de Araraquara, em São Paulo. Segundo informações divulgadas pelo Mapa, o alimento é empacotado por uma empresa do Rio Grande do Sul e estava completamente fora da classificação. Na embalagem, constava que o produto era arroz classe longo fino e tipo 1, mas em análise fiscal, o produto apresentou-se como tipo 3. Os fiscais afirmam que a irregularidade se caracteriza como fraude ao consumidor.

O limite total de quebrados e quireras é de 7,5% do peso, segundo anexo VII da Instrução Normativa Ministerial nº 06/2009 de 6 de fevereiro de 2009. Porém, nos lotes do produto fiscalizado o resultado encontrado foi de 24,59% do peso, ou seja, mais de três vezes o permitido para o tipo 1 declarado nas embalagens. Os lotes de produtos foram apreendidos com base no inciso I e II artigo 102 do Decreto Federal 6.268/2007 e no inciso I do artigo 26 da lei federal 14.515/2022, conhecida como lei do autocontrole. A empresa fica sujeita às penalidades previstas no artigo 27 desta lei.

 

Os fiscais ainda afirmam que, a responsabilidade, no caso, é do embalador. A empresa, que distribui seus produtos nos principais Estados brasileiros, é reincidente no registro de infrações. O Mapa pontuou que todos os direitos de defesa serão concedidos à empresa, cujas irregularidades serão apuradas em processo administrativo fiscal. O Mapa só divulga o nome da infratora após o encerramento do processo.

 

 





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Mercado de trigo: Expectativa de alta



No Brasil, a pressão sobre a safra de trigo deve persistir



No Brasil, a pressão sobre a safra de trigo deve persistir
No Brasil, a pressão sobre a safra de trigo deve persistir – Foto: Pixabay

De acordo com a TF Agroeconômica, a alta dos preços do trigo, que foi temporariamente adiada pelo anúncio do governo russo sobre novos preços mínimos, deve se intensificar nos próximos meses. A medida da Rússia, que tornará o trigo local mais caro em comparação com os concorrentes internacionais, fez com que os exportadores se apressassem em vender seus estoques adquiridos dos agricultores. 

A aproximação do período sazonal de congelamento de rios e ferrovias no país deverá retardar os embarques, levando o mercado global a buscar trigo nos Estados Unidos. Além disso, a Europa enfrentará uma redução de 63% na disponibilidade de trigo da safra anterior, o que deve pressionar ainda mais os preços na bolsa de Chicago.

No Brasil, a pressão sobre a safra de trigo deve persistir durante os meses de novembro e dezembro. A expectativa é de que, quando os dados começarem a mostrar que a produção é significativamente menor do que a oficialmente prevista, os preços comecem a subir. Esse cenário reflete uma dinâmica de oferta e demanda que favorece uma elevação nos valores, especialmente considerando as dificuldades enfrentadas por outros países produtores.

Para mitigar o impacto da alta esperada, a recomendação para os moinhos é que aproveitem a atual baixa em Chicago e coloquem ordens de compra. Essa estratégia permitirá que eles estabeleçam um piso de aquisição de matéria-prima para o primeiro semestre de 2025, garantindo uma proteção contra as oscilações de preço. Atualmente, as cotações para março de 2025 estão em R$ 1.176 por tonelada, enquanto os valores para maio e julho são de R$ 1.199,07 e R$ 1.212,08, respectivamente.

 





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Indústria gaúcha de pecan está próxima de exportar para a China


Uma das indústrias gaúchas de processamento de pecan poderá ser a primeira a receber certificação da China para exportar àquele país, após acordo comercial fechado com o Brasil. Visita de representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) à planta da Pecanita ocorreu no dia 1º de novembro, em Cachoeira do Sul (RS).

O diretor da Pecanita, Claiton Wallauer, conta que a empresa, com mais de 50 anos de tradição na pecan, se dispôs a se organizar para o momento da exportação da pecan descascada. “Começamos a nos preparar. A autoridade em agricultura da China pediu ao Mapa algumas informações sobre segurança de trabalho e de produto Conseguimos fazer esta atividade, pois há muito tempo estávamos trabalhando em certificações internacionais, como o Security Quality Food (SQF) para exportação”, explica.

Na auditoria, os representantes do ministério buscaram entender o processo de beneficiamento da pecan feito pela agroindústria de Cachoeira do Sul (RS), bem como conhecer como trabalha com segurança alimentar, rastreabilidade e a aplicação das normas internacionais. “Eles foram fazer a averiguação de toda a documentação, viram a planta funcionando. Acreditamos que algumas adequações vão ser necessárias, de praxe, é comum isso acontecer”, salienta  Wallauer.

A estimativa da empresa é que a safra de 2025 já possa ser comercializada para a China. Isto inclui os produtores que trabalham com a Pecanita e poderá atrair outros, conforme Wallauer. “Então, vai ser um trabalho feito em várias mãos. É conseguir falar com os produtores locais e ter volume de oferta de produto para a gente aproveitar essa moeda (dólar) que está favorecendo a exportação”, projetou, estimando uma comercialização de mil toneladas, inicialmente.

O presidente do Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan), Eduardo Basso, salientou que, neste momento, a Pecanita conseguiu estabelecer todas as certificações exigidas pelo protocolo do governo chinês. “É um marco importante, é um grande mercado e abre possibilidades para toda a indústria nacional de pecan. Para os produtores será com certeza um benefício, pois uma vez que se consegue trabalhar nesse mercado, abrem-se novas oportunidades e certamente melhores preços para todos”, afirmou o dirigente. Basso disse, ainda, que a política que vem sendo trabalhada ao longo dos anos pelo Instituto é a de abertura de mercados, bem como a de criação de melhores possibilidades para os produtores e para as indústrias.





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Plantio antecipado de tabaco



Na prática, a nova PVH2444 poderá ser plantada antes do inverno


Foto: Divulgação

A alta tecnologia aplicada às sementes certificadas revoluciona a cadeia econômica da fumicultura. Neste Dia do Produtor de Tabaco, a ProfiGen do Brasil anuncia o novo híbrido de Virgínia PVH2444. A cultivar atende a uma demanda histórica do campo: a possibilidade de transplante confiável e antecipado em dias mais curtos e temperaturas mais baixas. 

Os benefícios não são pequenos. Por meio de melhoramento genético, o PVH2444 traz maior previsibilidade na colheita e oferece menor desgaste à rotina do produtor.  A cultivar é certificada pelo Ministério da Agricultura. 

O novo híbrido permite que o transplante da variedade possa ser realizado a partir de abril, muito antes das cultivares tradicionais que só podem ser transplantadas a partir da segunda quinzena de julho.  “No início do próximo ano, as sementes PVH2444 já poderão ser adquiridas para plantio no primeiro semestre de 2025”, destaca o gerente de desenvolvimento de negócios da ProfiGen, Vilson Arend. 

A nova variedade de Virgínia já está presente em centenas de lavouras da região Sul com grande sucesso, apontam os  técnicos da empresa, que monitoram algumas dessas propriedades. “O produtor de tabaco sempre trabalhou para evitar o desgaste físico da lida na lavoura de tabaco no alto do verão. Agora as nossas sementes certificadas da ProfiGen permitem o plantio mais cedo.”

Na prática, a nova PVH2444 poderá ser plantada antes do inverno, sem florescer com baixo número de folhas. “O produtor de tabaco não possuía uma alternativa de semente certificada para esse período de plantio, mas agora tem”, ressalta Arend.  O programa de melhoramento genético da ProfiGen trabalhou por décadas, ouvindo a necessidade do campo e realizando testes para garantir a eficácia do híbrido. “É extremamente importante esclarecer que não existem variedades de tabaco resistentes às geadas, quando são muito fortes ou intensas.”

A nova tecnologia acerta em cheio o mercado de sementes piratas de tabaco. A comercialização irregular sustentava o argumento de que não existiam sementes certificadas para o plantio antecipado. “Além de ilegais, as sementes piratas colocam em risco a reputação do mercado brasileiro de tabaco, conhecido por sua integridade e rastreabilidade”, alerta o gerente da ProfiGen. “Não é uma questão de preço, pois as sementes do PVH2444 chegarão ao mercado em linha com os demais produtos que a empresa disponibiliza, com excelentes resultados.”





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Bandeira amarela passa a valer e conta de luz ficará mais barata


Com o aumento no volume de chuvas, a bandeira tarifária amarela começa a valer nesta sexta-feira (1º), ou seja, a conta de luz ficará mais barata. A cobrança extra passará a ser de R$ 1,885 na conta de luz para cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia elétrica consumidos. 

Em outubro, a bandeira estava no nível vermelho patamar 2, a mais cara de todas, com a cobrança de R$ 7,877 por 100 kWh. Desde agosto de 2021 que a tarifa mais alta não era acionada.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), um dos fatores que determinaram a redução da bandeira tarifária para amarela foi a melhoria nas condições de geração de energia no país. A agência reguladora, no entanto, informou que a previsão de chuvas e de vazões nas regiões das hidrelétricas continua abaixo da média, o que justifica o acionamento da bandeira tarifária para cobrir os custos da geração termelétrica para atender às necessidades dos consumidores.

Uma sequência de bandeiras verdes, sem a cobrança de tarifas extras, foi iniciada em abril de 2022. A série foi interrompida em julho deste ano, com a bandeira amarela, seguida da bandeira verde em agosto, e da vermelha patamar 1, em setembro. Com as ondas de calor e as fortes secas no início do segundo semestre, a Aneel acionou a bandeira vermelha patamar 2 em outubro.

Bandeiras tarifárias

Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos de R$ 1,885 (bandeira amarela), R$ 4,463 (bandeira vermelha patamar 1) e R$ 7,877 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. De setembro de 2021 a 15 de abril de 2022, vigorou uma bandeira de escassez hídrica de R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.

O SIN é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte.

Praticamente todo o país é coberto pelo SIN, à exceção de algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.

Segundo a Aneel, as bandeiras permitem ao consumidor um papel mais ativo na definição de sua conta de energia. “Mesmo que as condições de geração sejam favoráveis, é necessário continuar com bons hábitos de consumo que evitam desperdícios e contribuem para a sustentabilidade do setor elétrico. Com o acionamento da bandeira amarela, a vigilância quanto ao uso responsável da energia elétrica é fundamental. A orientação é para utilizar a energia de forma consciente”, recomenda a agência reguladora. 





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Impactos das eleições americanas nas commodities



Outro ponto discutido foi a nova fase de crescimento da economia chinesa



Outro ponto discutido foi a nova fase de crescimento da economia chinesa
Outro ponto discutido foi a nova fase de crescimento da economia chinesa – Foto: Pixabay

Na semana passada, a Veeries, liderada por Marcos Rubin, esteve na China para discutir temas importantes relacionados à economia e ao setor agrícola. Entre os tópicos abordados, a possibilidade de Donald Trump retornar à presidência dos Estados Unidos e o impacto que isso poderia ter nas relações comerciais entre os EUA e a China se destacaram. O receio de uma nova guerra comercial poderia ter consequências diretas nas negociações bilaterais, especialmente nas commodities agrícolas. 

A primeira fase do conflito, iniciada em 2018, já resultou em uma queda nas importações de soja americana pela China, o que permitiu ao Brasil preencher parte desse espaço. Com as eleições americanas se aproximando, agendadas para o dia 5 de novembro, as pesquisas indicam uma disputa acirrada entre Trump e a atual vice-presidente, Kamala Harris.

Outro ponto discutido foi a nova fase de crescimento da economia chinesa, que está se acomodando em níveis mais baixos, se comparados aos padrões anteriores. A infraestrutura do país já está amplamente consolidada, e setores como a construção civil estão enfrentando os desafios de uma expansão acelerada. Esse novo cenário exige uma adaptação das estratégias econômicas, uma vez que o crescimento robusto do passado não será mais uma realidade.

Além disso, o governo chinês tem demonstrado um compromisso contínuo em aumentar a segurança alimentar e a produção de alimentos, o que se traduz em investimentos em tecnologia e na expansão da área agrícola. Uma mudança relevante que vem sendo observada é a tendência de aumento no tamanho médio das propriedades agrícolas, o que pode, teoricamente, proporcionar ganhos de escala e produtividade. Essas transformações estruturais na agricultura chinesa podem ter implicações significativas tanto para a produção local quanto para o comércio internacional de commodities.

 





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Safra de citros finaliza com rendimento abaixo do esperado


A Emater/RS-Ascar informou, em seu boletim semanal divulgado nesta quinta-feira (31), que a colheita de citros na região de Frederico Westphalen está praticamente concluída, com cerca de 98% da área já colhida. No entanto, as produtividades de laranjas de suco e de mesa ficaram abaixo das expectativas iniciais. As variedades Valência, Folha Murcha, Iapar 73, Salustiana e Rubi alcançaram cerca de 15 toneladas por hectare, abaixo da expectativa de 18 t/ha. Já as variedades de laranja-de-umbigo Bahia e Bahia Monte Parnaso registraram 12 t/ha, em contraste com a previsão de 15 t/ha. Para as variedades de bergamota Ponkan, Murcott e Montenegrina, a produtividade final foi de 12 t/ha, acima do esperado, enquanto o limão Tahiti ficou em 20 t/ha, abaixo da projeção de 26 t/ha.

Com o fim da colheita, inicia-se um novo ciclo de desenvolvimento dos frutos, que conta com o clima favorável para o pegamento e crescimento saudável. O manejo dos pomares segue com adubação e aplicação de tratamentos fitossanitários para controle de pragas e doenças, com foco nas ocorrências de clorose variegada dos citros (CVC) e leprose.

Os preços da laranja suco variam entre R$ 2.250 e R$ 2.350 por tonelada para a indústria e R$ 2.800 a R$ 3.000 para o mercado de frutas frescas. Para a laranja de umbigo e a bergamota Murcott, os valores de mercado estão entre R$ 2,50 e R$ 2,80 por quilo, enquanto a Montenegrina é comercializada entre R$ 2,50 e R$ 3,00/kg.

Na região de Lajeado, incluindo Montenegro, Brochier, Maratá e São José do Sul, a colheita foi encerrada, mas a comercialização de bergamotas armazenadas em câmaras frias continua. Apesar das adversidades climáticas, a safra foi avaliada de forma positiva pelos produtores, que obtiveram bons preços. O foco atual está nas práticas de poda, monitoramento e controle fitossanitário para a nova safra, que promete um bom rendimento devido às condições climáticas favoráveis e uma floração robusta. O limão, comercializado em caixas de 20 kg, alcança valores entre R$ 95 e R$ 100.





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Semana inicia com chuvas no Sul



Áreas de maior altitude podem registrar temperaturas próximas de 10°C




Foto: Pixabay

A semana inicia com chuvas na Região Sul e deve ser marcada pelas instabilidades e mudanças de temperatura. O impacto deve ser nas colheitas em andamento.  Gabriel Rodrigues, meteorologista do Portal Agrolink, informou que uma frente fria se formará na costa do Rio Grande do Sul.

O meteorologista ainda diz que, ainda que as chuvas sejam benéficas para a reposição da umidade do solo, deve interromper as atividades de colheita e plantio. 

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Áreas de maior altitude podem registrar temperaturas próximas de 10°C, mas sem frio intenso, garantindo condições favoráveis para as lavouras que ainda estão em fase inicial. A expectativa é de que os acumulados desta semana mantenham o solo hidratado e impulsionem a produtividade para a temporada.

 





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Açúcar segue pressionado e cai entre os principais contratos de NY e Londres


Queda do petróleo e desvalorização do real pressionam cotações

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Os preços futuros do açúcar iniciaram esta quarta-feira (09) com novas baixas nas bolsas e Nova York e Londres. Segundo o Barchart, o adoçante segue pressionado por conta da redução acentuadas nos valores do petróleo, que na última terça-feira (08) caíram mais de 4%, e pela desvalorização do real diante do dólar, o que incentiva vendas para exportação pelos produtores brasileiros.

Nesta manhã, por volta das 8h40 (horário de Brasília), o contrato março/25 perdia 0,31 cents, cotado em 22,18 cents/lbp. O maio/25 tinha queda de 0,26 cents, com valor de 20,68 cents/lbp. O julho/25 caía 0,24 cents, negociado em 19,75 cents/lbp. O outubro/25 tinha redução de 0,21 cents, com preço de 19,55 cents/lbp.

Em Londres, o dezembro/24 era negociado em US$ 563,20/tonelada, com baixa de US$ 11,90. O março/25 tinha preço de US$ 569,30/tonelada. O maio/25 estava cotado em 566,10/tonelada, redução de US$ 9,80. O agosto/25 caía US$ 8,00, com valor de US$ 552,10/tonelada.

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Fonte:

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