quarta-feira, abril 22, 2026

Política & Agro

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Tecnologia 4.0 já é aplicada nas fazendas



A gestão de recursos e de equipes baseada em dados melhora a eficiência



A gestão de recursos e de equipes baseada em dados melhora a eficiência e produtividade
A gestão de recursos e de equipes baseada em dados melhora a eficiência e produtividade – Foto: Divulgação

As seis fazendas da Agrex do Brasil, subsidiária da Mitsubishi Corporation no setor agro, são referência em tecnologia, produtividade e sustentabilidade na produção de soja e milho nos estados do Maranhão, Tocantins e Piauí. Em visita recente, o COO Rafael Villarroel conferiu práticas sustentáveis como o uso exclusivo de fertilizantes biológicos, reforçando o compromisso da empresa com uma agricultura de baixo impacto ambiental. 

As fazendas possuem certificação RTRS e adotam manejos específicos para cada região, levando em conta pragas, clima e tipo de solo. A Agrex também investe em biofábricas, consórcios de gramíneas para cobertura do solo e energia solar, destacando seu foco em preservação.

Além disso, a empresa aplica tecnologia digital 4.0, que integra automação e otimiza processos, com maquinários avançados que permitem monitoramento em tempo real. A gestão de recursos e de equipes baseada em dados melhora a eficiência e produtividade. A tecnologia de monitoramento georreferenciado permite operação 24 horas durante o plantio e a colheita, assegurando máxima produtividade em cada safra. Essas práticas posicionam a Agrex como um modelo em inovação e sustentabilidade no agronegócio brasileiro.

“Trata-se de uma ferramenta de gestão e uma estratégia sustentável reconhecida e aplicável globalmente”, explica diretor de operações da organização, Rafael Villarroel. “Usamos ainda maquinários de última geração, que permitem o acompanhamento da operação em tempo real, além da gestão de recursos e pessoas baseada em dados, o que garante maior eficiência das propriedades.Com isso, nossas fazendas trabalham 24 horas durante os períodos de plantio e colheita, o que assegura à Agrex do Brasil chegar à máxima produtividade de cada safra”, arremata o diretor.  

 





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Importações elevam estoques de café na Europa



Recuperação elevou os estoques a 8,85 milhões de sacas




Foto: Pixabay

De acordo com o recente relatório da Federação Europeia de Café (ECF) há um aumento nos estoques de café na União Europeia (UE) nos últimos meses. Em agosto, a recuperação elevou os estoques a 8,85 milhões de sacas, após níveis historicamente baixos registrados no início de 2024.

O avanço deve-se ao aumento das importações de robusta e arábica lavado, especialmente de países como Brasil, América Central e África Oriental, conforme explica Laleska Moda, analista de café da Hedgepoint Global Markets.  Apesar da alta nas importações, os estoques europeus ainda permanecem aquém das médias históricas e dos níveis de 22/23. Laleska pontua que a demanda por café na UE continua alta e que a aparente recuperação dos estoques tem sido limitada pelo consumo ainda elevado.

Segundo análise da Hedgepoint Global Markets, Com a implementação do Regulamento da Deforestação Zero (EUDR) pela UE, a demanda por café brasileiro registrou um salto no 2º e 3º trimestres de 2024. o movimento deve continuar até o final do ano, impulsionado pela maior procura por robusta, mesmo com a entrada de novas safras vietnamitas em breve. “Ao longo dos próximos meses, o adiamento do EUDR pode causar uma redução nas importações, mas a demanda segue sólida”, observa Laleska. Para a analista, o aumento nos estoques deve ocorrer apenas gradativamente, enquanto o consumo aparente, ainda robusto na UE, pode pressionar as importações e dar suporte aos preços do café a médio prazo.

Além disso, os preços futuros de café também foram influenciados pela expectativa de oferta mais robusta, com o retorno das chuvas no Brasil e uma safra promissora de robusta no Vietnã. Com isso, o spread do café robusta segue oscilando conforme a recuperação dos estoques europeus e globais, trazendo expectativas de mercado que prometem atenção redobrada ao consumo no próximo inverno do hemisfério norte.





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Brasil tem potencial para produzir mais alimentos



Os nomes do jogo são praticidade e conveniência



Os nomes do jogo são praticidade e conveniência
Os nomes do jogo são praticidade e conveniência – Foto: Impossible Foods

Durante o BTG Pactual AgroForum, realizado nesta segunda-feira, 4, em São Paulo, o empresário Wesley Batista, conselheiro e acionista da JBS e da Pilgrim’s Pride, ressaltou a capacidade do Brasil em ampliar sua produção para atender a crescente demanda global por alimentos. “Atualmente, poucos lugares no mundo têm a capacidade de ampliar a produção como o Brasil”, afirmou, destacando que o aumento da população mundial, que deve alcançar aproximadamente 10 bilhões de pessoas até 2050, implicará em um crescimento significativo no consumo de alimentos.

Batista participou do painel “A Expansão Internacional do Agronegócio Brasileiro”, onde discutiu os principais desafios e oportunidades para as empresas brasileiras no cenário internacional. Ele enfatizou a necessidade de o Brasil continuar expandindo seus mercados de exportação, afirmando que, independentemente do contexto, a demanda por produtos alimentícios existe e a questão é quem estará preparado para atendê-la. “Estou confiante de que podemos continuar investindo em aumento de produção, porque a demanda não vai diminuir”, disse.

O executivo também abordou as tendências emergentes no setor alimentício, afirmando que a praticidade e a conveniência são fundamentais para o futuro. “Os nomes do jogo são praticidade e conveniência. Quando olhamos para trás e para frente, percebemos que as pessoas não vão ficar mais com o fogão ligado, como era antes”, observou. Essa mudança no comportamento do consumidor está fazendo com que empresas como a JBS se adaptem e busquem atender a essa nova demanda por produtos de qualidade e valor agregado.

O painel contou ainda com a participação de Ricardo Faria, Chairman da Granja Faria, e foi moderado por Thiago Duarte, sócio do BTG Pactual. Juntos, eles debateram como o Brasil pode não apenas atender à demanda interna, mas também se posicionar de forma competitiva no mercado internacional.

 





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Preços da batata caem pela 3ª semana consecutiva



Queda está relacionada à maior entrada do tubérculo do Sul de Minas


Foto: Pixabay

Levantamento da equipe Hortifrúti/Cepea mostra que os preços da batata caíram pela terceira semana consecutiva. Entre 28 de outubro e 1º de novembro, a média da batata tipo ágata especial foi de R$ 89,87/sc de 25 kg no atacado de São Paulo (SP), queda de 7,79% em relação ao período anterior; de R$ 76,86/sc em Belo Horizonte (MG), decréscimo de 2,29%, e de R$ 81,00/sc no Rio de Janeiro (RJ), recuo de 11,23%.

Pesquisadores do Hortifrúti/Cepea explicam que, no entreposto carioca, a queda está relacionada à maior entrada do tubérculo do Sul de Minas, onde a colheita está com ritmo acelerado, visto a proximidade do calendário de plantio de soja e milho.

Nas praças paulistas e mineiras, apesar da menor entrada do Triângulo Mineiro no início da semana – reflexo do fim e do início da semana chuvoso –, houve um aumento da oferta do Sul de Minas e do Cerrado Mineiro, ainda conforme pesquisas do Hortifrúti/Cepea. 





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Produção de farinha integral aumenta em 1,5%


Entre julho e setembro, a produção de farinha de trigo integral nos EUA atingiu 4,681 milhões de cwts, um aumento de 69.000 cwts, ou 1,5%, em relação aos 4,612 milhões de cwts do mesmo período em 2023, conforme dados divulgados pelo National Agricultural Statistics Service (NASS) em 1º de novembro. Este foi o terceiro trimestre consecutivo em que a produção superou os números do ano anterior. O volume de 4,681 milhões de cwts também foi superior aos 4,63 milhões de cwts registrados em 2022, mas inferior aos dados de anos anteriores a 2022, desde que a NASS começou a coletar esses dados. O pico ocorreu em 2015, com 6,326 milhões de cwts.

A farinha de trigo integral representou 4,4% da produção total de farinha nos EUA entre julho e setembro, uma leve alta em relação aos 4,3% do ano anterior e aos 4,1% do segundo trimestre deste ano. No acumulado do ano, a produção alcançou 13,682 milhões de cwts, um crescimento de 278.000 cwts, ou 2,1%, em comparação aos 13,404 milhões de cwts de janeiro a setembro de 2023. Historicamente, a produção nos primeiros nove meses sempre foi superior a 14 milhões de cwts, com 14,416 milhões de cwts em 2022 e o máximo de 17,961 milhões de cwts em 2015.

A produção de sêmola de trigo integral no terceiro trimestre foi de 86.000 cwts, uma queda de 25.000 cwts, ou 23%, em relação aos 111.000 cwts do mesmo período do ano passado. A produção anual de sêmola integral somou 219.000 cwts, uma diminuição de 27% em relação aos 299.000 cwts de 2023. Excluindo a semolina, a produção de farinha de trigo integral no terceiro trimestre foi de 4,595 milhões de cwts, um aumento de 94.000 cwts, ou 2,1%, em relação aos 4,501 milhões de cwts de 2022. No acumulado do ano, essa produção totalizou 13,463 milhões de cwts, um aumento de 2,7% em comparação aos 13,105 milhões de cwts do ano anterior.





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Furacão ‘catastrófico’ Milton se dirige para a Costa do Golfo da Flórida


Logotipo Reuters

TAMPA, Flórida, 9 de outubro (Reuters) – O furacão Milton avançou em direção à Costa do Golfo da Flórida na quarta-feira, deixando os moradores com um último dia para evacuar ou se abrigar antes que a tempestade “catastrófica” de categoria 5 chegue, desencadeando uma tempestade com risco de morte.

Com mais de 1 milhão de pessoas em áreas costeiras sob ordens de evacuação, aqueles que fugiram para áreas mais altas congestionaram rodovias na terça-feira e os postos de gasolina ficaram sem combustível , em uma região que ainda se recupera dos impactos devastadores do furacão Helene há menos de duas semanas.

A tempestade estava em rota de colisão para a área metropolitana de Tampa Bay, lar de mais de 3 milhões de pessoas, embora os meteorologistas tenham dito que o caminho pode mudar antes que a tempestade chegue à costa na noite de quarta-feira.

O Centro Nacional de Furacões dos EUA descreveu Milton como um grande furacão “catastrófico” e “perigoso”, com ventos máximos sustentados de 260 km/h, o que o coloca no nível mais alto da escala Saffir-Simpson de cinco níveis.

As condições climáticas devem começar a piorar à tarde, informou o comunicado durante a noite.

A Casa Branca disse que o presidente dos EUA, Joe Biden, e a vice-presidente Kamala Harris seriam informados sobre a tempestade ao meio-dia e que Biden faria comentários no final da tarde.

Liz Alpert, prefeita de Sarasota, Flórida, disse que sua cidade costeira ao sul da Baía de Tampa estava tão preparada quanto possível.

“Estamos tão preparados quanto podemos… Mas esta vai ser uma tempestade muito, muito forte”, ela disse à MSNBC em uma entrevista.

“É muito difícil para as pessoas, em termos emocionais, ter passado por isso (o furacão) há duas semanas e agora estarmos aqui de novo.”

Milton está em um raro caminho de oeste para leste através do Golfo do México e provavelmente causará uma tempestade mortal de 3 metros ou mais de inundação em grande parte da Costa do Golfo da Flórida.

Autoridades, desde Biden até a prefeita de Tampa, Jane Castor, alertaram as pessoas nas zonas de evacuação para saírem ou correrem risco de morte.

Michael Tylenda, que estava visitando seu filho em Tampa, disse que estava seguindo o conselho.

“Se alguém sabe alguma coisa sobre a Flórida, quando você não evacua quando é ordenado, você pode morrer”, disse Tylenda. “Eles tiveram muitas pessoas aqui ficando em suas casas e elas acabaram se afogando. Simplesmente não vale a pena. Você sabe, a casa pode ser substituída. As coisas podem ser substituídas. Então é melhor sair da cidade.”

Embora as velocidades do vento pudessem cair e rebaixar Milton para uma categoria menor, o tamanho da tempestade estava crescendo, colocando cada vez mais áreas costeiras em perigo. Em seu último aviso, o NHC disse que Milton deveria virar para leste-nordeste e leste na quinta e sexta-feira.

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Aviso do Centro Nacional de Furacões feito em 9 de outubro

Às 4h CDT (09h00 GMT), o olho da tempestade estava 485 km a sudoeste de Tampa.

Espera-se que Milton mantenha a força de um furacão ao cruzar a península da Flórida, o que também representa um risco de tempestade na costa atlântica do estado.

Cerca de 2,8% do produto interno bruto dos EUA está no caminho direto de Milton, disse Ryan Sweet, economista-chefe dos EUA na Oxford Economics. Companhias aéreas, empresas de energia e um parque temático da Universal Studios estavam entre as empresas que começaram a interromper suas operações na Flórida enquanto se preparavam para interrupções.

Milton se tornou a terceira tempestade de intensificação mais rápida já registrada no Atlântico, crescendo de categoria 1 para categoria 5 em menos de 24 horas.

“Essas temperaturas extremamente quentes da superfície do mar fornecem o combustível necessário para a rápida intensificação que vimos acontecendo”, disse o cientista climático Daniel Gilford, do Climate Central, um grupo de pesquisa sem fins lucrativos. “Sabemos que, à medida que os seres humanos aumentam a quantidade de gases de efeito estufa na atmosfera, em grande parte pela queima de combustíveis fósseis, estamos aumentando essa temperatura em todo o planeta.”

Mais de uma dúzia de condados costeiros emitiram ordens de evacuação obrigatória, incluindo o Condado de Hillsborough, em Tampa. O Condado de Pinellas, que inclui St. Petersburg, ordenou a evacuação de mais de 500.000 pessoas. O Condado de Lee disse que 416.000 pessoas viviam em suas zonas de evacuação obrigatória.

Casas móveis, casas de repouso e instalações de vida assistida também enfrentaram evacuação obrigatória.
Em Fort Myers, o morador de um trailer Jamie Watts e sua esposa se refugiaram em um hotel depois de perderem seu trailer anterior para o furacão Ian em 2022.

“Minha esposa está feliz. Não estamos naquela lata”, disse Watts.

“Ficamos durante o Ian e literalmente vimos meu telhado arrancar minha casa e isso nos deixou em turbulência. Então, dessa vez, vou ficar um pouco mais seguro”, disse ele.

O trânsito congestionado congestionou as estradas que saem de Tampa na terça-feira, quando cerca de 17% dos quase 8.000 postos de gasolina da Flórida ficaram sem combustível , de acordo com o rastreador de mercados de combustível GasBuddy.

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Gráfico de barras mostrando o financiamento e as obrigações de assistência a desastres da FEMA em agosto de 2024.

 

Reportagem de Julio-Cesar Chavez e Octavio Jones em Tampa, Evan Garcia em Fort Myers, Rich McKay em Atlanta, Brendan O’Brien em Chicago, Susan Heavey em Washington e Daksh Grover em Bengaluru; Escrito por Daniel Trotta; Edição por Lincoln Feast, Ros Russell e Toby Chopra





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Milho fecha em alta na B3: Confira


De acordo com dados da TF Agroeconômica, os principais contratos de milho encerraram a sexta-feira com alta na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), impulsionados pela demanda interna e pelo suporte do dólar e do mercado de Chicago. O contrato para novembro acumulou um ganho semanal de 0,59%, enquanto o contrato de janeiro subiu 1,43%. A demanda interna elevada e as incertezas em torno do plantio da safra safrinha deram suporte adicional aos preços, embora tenham surgido alertas no mercado em função da redução nas previsões de exportação pela Anec.

A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) ajustou sua previsão de exportação de milho para outubro de 6,24 milhões de toneladas (MMT) para 5,93 MMT, representando uma queda de 4,97% em relação a setembro e de 26,70% em comparação com o mesmo período de 2023. Até o final de setembro, o acumulado de exportação de milho no Brasil em 2024 estava 28% menor do que em 2023, refletindo um cenário de menor escoamento do produto para o exterior.

Além disso, a Consultoria Agro do Itaú BBA indicou uma possível pressão sobre os preços do milho nos próximos meses devido à necessidade de liberar espaço para a soja que será colhida, considerando o atraso na comercialização do grão. Para a safra 2023/24, apenas 60% do volume de milho foi negociado até o início de outubro, enquanto a média histórica para o período é de 67%. Já para a safra 2024/25, a venda antecipada em Mato Grosso atingiu apenas 15,5%, abaixo da média de 31,2%, conforme dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

No fechamento do dia, os contratos futuros registraram alta: o vencimento de novembro/24 fechou em R$ 72,99, com elevação de R$ 0,05 no dia e R$ 0,43 na semana. O contrato de janeiro/25 foi negociado a R$ 76,73, subindo R$ 0,16 no dia e R$ 1,08 na semana, enquanto o contrato para março/25 alcançou R$ 77,15, com alta de R$ 0,52 no dia e R$ 1,24 na semana.

 





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Como o milho fechou a semana?


Os preços do milho se encontram estáveis no estado do Rio Grande do Sul, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Preços de compra da indústria. Santa Rosa a R$ 73,00; Não-Me-Toque a R$ 74,00; Marau e Gaurama R$ 74;00 Arroio do  Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 75,00 e Montenegro a R$ 77,00. Preços de pedra em Panambi, R$ 64,00”, comenta.

O estado de Santa Catarina registrou negócios. “Produtores com pedidas a partir de R$ 72,00 FON interior, e em preços tributados, a partir de R$ 75,00, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 70,00 no interior e R$ 72,00/73,00 CIF fábricas. Negócios a R$ 704,00/75,00 no CIF meio oeste mais impostos. Ao oeste, preços de 74/75/75,50, a depender do prazo”, completa.

Já o Paraná viu aumento nos preços do milho. “Em Ponta Grossa, o milho subiu R$ 3 ao longo da semana e fechou estável a R$ 75 FOB, sem contraofertas, e com baixa liquidez. Em Maringá, no mercado spot vendedores pediam R$ 70 por saca FOB, com embarque e pagamento em novembro, mas compradores indicavam R$ 64 por saca”, indica.

O Mato Grosso do Sul teve uma valorização nos preços. “Em Campo Verde, o mercado de milho no spot se enfraqueceu, com preço estável em R$ 60 por saca FOB, embarque em novembro e pagamento em dezembro. Após forte demanda recente, compradores reduziram as compras”, informa.

Já em Goiás não tivemos informações de negócios acontecendo. “Tradings indicando safrinha a R$ 55,00 setembro e R$ 56,00 novembro. Indicações em Rio Verde a 60,00; Jataí a R$ 59,00; Cristalina a R$ 58,00 e Montividiu R$ 61,00. Produtores têm pedidas a partir de R$ 55,00 ao sul, R$ 56,00 em Itumbiara, R$ 56,00 Rio Verde. Não ouvimos sobre negócios no dia de hoje”, conclui.

 





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Milho encerra mês de outubro com alta nos preços



Movimento de alta foi sustentado pela demanda interna aquecida




Foto: USDA

O mês de outubro chegou ao fim com valorização do milho. De acordo com o boletim informativo do Cepea, o Indicador do milho ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) chegou a R$ 72,94/saca de kg, acumulando valorização de 13,4% no mês e atingindo o maior patamar desde 18 de abril de 2023.

Ainda segundo dados informados no boletim, o movimento de alta foi sustentado pela demanda interna aquecida e pela retração de vendedores no decorrer de outubro. Compradores indicam ter dificuldades em adquirir novos lotes, alegando baixa disponibilidade no spot nacional e altos valores pedidos por produtores.

Já em relação a oferta, a expectativa é de que os preços sigam avançando mantém produtores afastados dos negócios e atentos ao andamento da atual safra verão. O retorno das chuvas nas principais regiões favoreceu a semeadura da safra verão, o que, conforme pesquisadores do Cepea, ameniza em partes as recentes preocupações relacionadas a possíveis atrasos na segunda safra de 2025. 





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Prêmios sobem para o milho



No mercado chinês, o milho encerrou um ciclo de três dias consecutivos de alta



No mercado chinês, o milho encerrou um ciclo de três dias consecutivos de alta
No mercado chinês, o milho encerrou um ciclo de três dias consecutivos de alta – Foto: Canva

Os prêmios de exportação de milho em Paranaguá subiram nesta quinta-feira, refletindo um movimento dos vendedores que ajustaram os valores para embarques previstos entre novembro e janeiro. No entanto, compradores mantiveram suas ofertas inalteradas ou optaram por não participar das negociações para esse período, demonstrando interesse apenas nos embarques da próxima Safrinha, que ainda não foi plantada. Nos prêmios para o milho em Paranaguá, a cotação para novembro e dezembro foi de 135 centavos, com uma leve elevação para 150 centavos em janeiro, enquanto a posição para fevereiro se manteve estável. 

No mercado chinês, o milho encerrou um ciclo de três dias consecutivos de alta e registrou queda, fechando em baixa de 4 CNY/t para novembro e 5 CNY/t para janeiro. O preço do amido de milho também caiu, recuando 7 CNY/t em novembro e 6 CNY/t para janeiro, enquanto o mercado de ovos apresentou valorização de 31 CNY/500kg para novembro e de 5 CNY/500kg para dezembro. Em sentido oposto, o mercado de suínos continuou em baixa pelo terceiro dia consecutivo, caindo 320 CNY/t para novembro, mas com aumento de 125 CNY/t para janeiro, refletindo a volatilidade no mercado de commodities agrícolas na China.

Na Argentina, o mercado de milho para entrega a partir do dia 5 deste mês foi cotado a A$ 180 mil por tonelada, enquanto os preços de contratos e fixações se mantiveram em A$ 175 mil/t. Para entregas de novembro, houve um aumento de A$ 3 mil/t, atingindo A$ 178 mil/t, e os descarregamentos programados entre dezembro e janeiro de 2025 subiram para A$ 180 mil/t. No mercado de futuros MATBA, o milho para abril foi cotado a US$ 186,50 no porto, uma leve alta em comparação com os US$ 185,50 anteriores, enquanto em Chicago o preço fechou a US$ 163,19.

 





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