quarta-feira, abril 22, 2026

Política & Agro

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a parceria estratégica entre Farmfront e Metzer na EIMA 2024



Acordo prevê o compartilhamento das respectivas redes de distribuição


Foto: Divulgação

No primeiro dia do evento em Bolonha, foi assinado um importante acordo de colaboração entre duas empresas especializadas na criação de sistemas de irrigação. O acordo prevê o compartilhamento das respectivas redes de distribuição para oferecer ao mercado uma linha completa de soluções tecnológicas.

O Grupo Farmfront, que reúne alguns dos principais fabricantes de motobombas, sistemas de pivô e enroladores de mangueira, e a empresa israelense Metzer, especializada no desenvolvimento de tecnologias avançadas de irrigação, assinaram hoje um acordo de colaboração comercial que reúne suas respectivas experiências industriais e redes de distribuição, para oferecer uma linha completa de produtos. O acordo entre o grupo industrial com sede em Milão e a empresa israelense – ambos presentes na EIMA International no pavilhão Hydrotech – foi assinado no dia de abertura da exposição em Bolonha, justamente para selar uma parceria estratégica, que os próprios fabricantes definem como pioneira. “O acordo prevê que Farmfront e Metzer compartilhem suas redes de distribuição para oferecer aos operadores do setor uma gama completa de produtos, desde sistemas de pivô até sistemas de gotejamento, que – como disse o CEO da Farmfront, Daniel Neves – podem satisfazer cada necessidade de cultivo, em todos os modelos de agricultura”. “É a primeira vez que uma empresa israelense e uma europeia no setor de irrigação criam uma cooperação comercial tão forte que, em comparação com outras iniciativas desse tipo, apresenta características absolutamente novas. Nosso objetivo – acrescentou Israel Cohen, CEO da Metzer – é oferecer aos clientes a solução tecnológica mais adequada, entre as incluídas em nosso “portfólio” comum de sistemas de irrigação, independentemente de ser uma tecnologia Metzer ou Farmfront”.

A parceria assinada na EIMA permitirá que a marca israelense fortaleça sua posição no mercado europeu e que o Grupo Farmfront amplie sua presença nos mercados da América Latina e da Ásia Central.


 





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Preço da passagem aérea caiu 14,7% em setembro, diz Anac


O preço médio do bilhete aéreo em voos nacionais teve redução de 14,7% em setembro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, sendo comercializado por R$ 666,01. De acordo com o Ministério de Portos e Aeroportos, a diminuição da tarifa foi influenciada pela redução de 11,4% no valor médio do litro do querosene de aviação.

Segundo dados disponibilizados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), 46,4% dos bilhetes comercializados em setembro deste ano tiveram preço abaixo de R$ 500. No mesmo período do ano passado, o indicador estava em 37,4%.

As passagens comercializadas a menos de R$ 300 somaram 20,3% neste ano e as tarifas acima de R$ 1,5 mil representaram 6,8% do total.

De acordo com o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, além da redução no preço do querosene de aviação, o aumento da oferta de voos e o crescimento de assentos ofertados justificam a queda na tarifa. “O resultado também é fruto do plano de universalização do transporte aéreo que lançamos juntos com as companhias brasileiras. Estamos trabalhando para tornar as tarifas ainda mais acessíveis. Estamos no caminho certo”, disse.

Todas as regiões brasileiras tiveram redução no valor médio da tarifa aérea. A Região Norte registrou o maior percentual de queda no indicador, com 22%, seguida pelo Centro-Oeste (18,2%), Sudeste (16,7%), Nordeste (9,4%) e Sul (8,6%). O resultado leva em consideração o preço médio praticado no valor de origem do voo. 

Houve redução real no preço do bilhete em 23 estados e no Distrito Federal. Com média de R$ 589,33, o Mato Grosso do Sul foi a localidade com o menor valor praticado em setembro, seguido por Rio de Janeiro (R$ 590,74) e Minas Gerais (R$ 597,52).





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Tendências globais de equipamentos agrícolas na EIMA 2024



Em 2023, as exportações globais de tratores totalizaram US$ 23 bilhões



A produção global de máquinas agrícolas alcançou um pico de US$ 210 bilhões em 2021
A produção global de máquinas agrícolas alcançou um pico de US$ 210 bilhões em 2021 – Foto: Pixabay

Durante a EIMA 2024, a Agrievolution, coalizão de 13 associações globais, apresentou as principais tendências do setor de equipamentos agrícolas e produção. O Secretário-Geral Charlie O’Brien e o Presidente Ignacio Ruiz destacaram o crescimento regional diversificado na produção de culturas, que impulsiona a mecanização, mas também apontaram as flutuações na demanda por equipamentos, afetada pela instabilidade econômica, com altas taxas de juros e inflação. 

Entre as tendências globais de longo prazo, o número de estabelecimentos e funcionários no setor de máquinas agrícolas aumentou entre 2011 e 2021, especialmente na Ásia, enquanto a Europa viu uma queda. A produção global de máquinas agrícolas alcançou um pico de US$ 210 bilhões em 2021, com US$ 80 bilhões em exportações, com a Europa permanecendo um ator-chave no mercado. Em 2023, as exportações globais de tratores totalizaram US$ 23 bilhões, com um potencial de crescimento de 37%. Outros equipamentos, como semeadoras, colheitadeiras e pulverizadores, também mostraram grande potencial de expansão.

A situação regional foi abordada, com destaque para a recuperação da agricultura na Argentina após a seca de 2023, com aumentos significativos nas vendas de tratores e pulverizadores em agosto. Contudo, o mercado argentino enfrenta incertezas políticas. Na China, a demanda por tratores grandes está em declínio, refletindo preços baixos dos grãos e menor poder de compra. Já na França, a escassez de cereais causou uma queda nas vendas de equipamentos, com uma previsão de redução de 15% em 2024, com uma leve recuperação em 2025. 

Nos Estados Unidos, a queda na renda líquida das fazendas e o estoque de equipamentos usados estão impactando negativamente o mercado, com uma previsão de queda nas vendas. As perspectivas globais para o setor de máquinas agrícolas permanecem mistas, com algumas regiões em recuperação e outras enfrentando desafios contínuos.

 





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Feira mundial de máquinas acontece em Bolonha


A 46ª edição da Exposição Internacional de Máquinas Agrícolas (EIMA) começou em Bolonha, reunindo mais de 1.750 indústrias, com cerca de 700 expositores internacionais de 50 países. O evento, organizado em 14 setores e cinco mostras temáticas, que são “Componentes”, “Digital”, “Energia”, “Verde” e “Hidrotech” e destaca tecnologias inovadoras que tornam a agricultura mais eficiente e sustentável, promovendo avanços em máquinas, veículos e sistemas digitais de ponta. 

Simona Rapastella, Diretora Geral da FederUnacoma, afirmou que a EIMA traz soluções tecnológicas para enfrentar desafios globais, como o crescimento populacional, mudanças climáticas e proteção da biodiversidade. Ela ressaltou que a feira se tornou um espaço de inovação agrícola que busca aliar produtividade à preservação ambiental, oferecendo tecnologias agro-mecânicas avançadas.

“Crescimento populacional, mudanças climáticas, emissões poluentes, bem-estar animal e proteção da biodiversidade são questões cruciais para o futuro do Planeta e só podem ser enfrentadas com tecnologias agro-mecânicas de nova geração”, comenta.

A exposição inclui mais de 60.000 modelos de veículos e equipamentos que ocupam todos os pavilhões e áreas externas do centro de exposições de Bolonha, com demonstrações ao vivo. Neste ano, o evento enfatiza o uso de Inteligência Artificial, Big Data e robótica, permitindo o monitoramento climático, controle de territórios e melhoria na gestão de cadeias agroindustriais.

Rapastella conclui que a mecanização moderna não só atende às necessidades ambientais, mas também integra a agricultura em um sistema colaborativo que envolve consumidores, instituições e o setor educacional, consolidando a EIMA como uma verdadeira “Fábrica de Inovação”.

“A mecanização moderna permite, assim, que as empresas permaneçam competitivas e acompanhem as necessidades ecológicas do Planeta e permite que a agricultura seja incluída em um macro-sistema que envolve todos, desde consumidores até instituições, e até o mundo escolar e de formação”, conclui.

 





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Mercado de leite desacelera, mas cenário segue positivo



Mercado de leite e derivados apresentou comportamento distinto ao longo do mês




Foto: Pixabay

O mercado de leite e derivados apresentou comportamento distinto ao longo do mês de outubro. O leite UHT foi o derivado mais afetado, com maior pressão de vendas na indústria. Para o consumidor final, a alta de preços do UHT em 12 meses foi de12,9%, enfraquecendo a demanda. Queijo muçarela também desacelerou de preços, ainda que em ritmo inferior.

O mercado de leite em pó fracionado seguiu mais firme, já que vários laticínios reduziram sua participação no mix de fabricação, em função da concorrência com o produto importado. Naturalmente, com o retorno do período chuvoso e crescimento da safra, os preços tendem a desacelerar nos próximos meses.

As sinalizações dos Conseleites para o pagamento do leite entregue em outubro indicaram movimentos distintos, com alta no RS e em SC e recuo no PR e MG. Apesar deste movimento contraditório, as cotações mostraram enfraquecimento na comparação com os indicadores do mês anterior. 





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Federarroz vê cenário de oportunidades e desafios para o arroz brasileiro com eleição de Donald Trump nos EUA



Federarroz destaca o potencial para o arroz brasileiro




Foto: Pixabay

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) avaliou o impacto da reeleição de Donald Trump para o agronegócio, especialmente para o mercado de arroz. Com a expectativa de um fortalecimento das políticas de apoio aos agricultores norte-americanos, como maior acesso a crédito e seguros agrícolas, o setor agropecuário dos EUA deve ganhar mais competitividade global, o que pode representar desafios ao arroz brasileiro, que já enfrenta altos custos de produção e restrições impostas por políticas internas e pressões externas.

No entanto, o novo cenário pode trazer oportunidades, especialmente na América Central e Caribe. A possibilidade de manutenção ou ampliação de embargos comerciais dos EUA contra países como Cuba e Nicarágua abre uma janela para o Brasil expandir sua presença nessas regiões. A Federarroz destaca o potencial para o arroz brasileiro consolidar-se em mercados como o México, que tem sido pouco expressivo na balança comercial brasileira do arroz. Essa abertura pode impulsionar as exportações brasileiras e auxiliar na recuperação de mercados essenciais para o setor.

Outro fator importante é o fortalecimento do dólar frente ao real, que pode alcançar valores acima de R$ 6,00. Isso favoreceria as exportações brasileiras de arroz, tornando o produto nacional mais competitivo em relação ao norte-americano. Atualmente, com o arroz dos EUA recém-colhido e o Brasil na entressafra, a diferença de preço entre os produtos dos dois países é de apenas US$ 1,00 por saca de 50 kg. Para o primeiro semestre de 2025, a Federarroz projeta um cenário de ampla oferta no Mercosul, com a colheita estimada em cerca de 16 milhões de toneladas, o que pode contribuir para fortalecer as exportações brasileiras.

Além disso, a intensificação da guerra comercial entre EUA e China, caso continue no novo mandato de Trump, pode beneficiar o Brasil, com a China ampliando suas importações de commodities brasileiras, inclusive arroz.


 





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Tecnologia e clima no futuro do agro



Redução do impacto ambiental é um dos objetivos



A tecnologia, como a agricultura regenerativa e a análise de dados, tem sido essencial para aumentar a produtividade
A tecnologia, como a agricultura regenerativa e a análise de dados, tem sido essencial para aumentar a produtividade – Foto: Pixabay

O agronegócio brasileiro enfrenta desafios crescentes com os impactos das mudanças climáticas, especialmente nas regiões de fronteira entre a Amazônia e o Cerrado, onde, segundo a Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos, a viabilidade de 74% das terras agrícolas pode estar comprometida até 2060. Em meio a esse cenário, o Rabobank, atuando no Brasil há mais de 35 anos, tem desempenhado um papel significativo no apoio ao setor com soluções financeiras e estratégicas voltadas para uma transição sustentável.

Em outubro, Els Kamphof, membro do Conselho Global do Rabobank, visitou operações no Brasil e se impressionou com as tecnologias sustentáveis adotadas pelos produtores locais. Kamphof destacou a importância da inovação brasileira em práticas agrícolas sustentáveis, que servem de exemplo global para impulsionar o crescimento do setor em direção a um futuro mais resiliente e equilibrado.

A tecnologia, como a agricultura regenerativa e a análise de dados, tem sido essencial para aumentar a produtividade e reduzir o impacto ambiental. O Rabobank tem incentivado a disseminação dessas práticas, reforçando a necessidade de unir sustentabilidade ambiental e financeira para impulsionar mudanças significativas no sistema alimentar.

Além do valor econômico, o agronegócio brasileiro é crucial para a segurança alimentar mundial, posicionando o país como um dos maiores exportadores agrícolas. Segundo Kamphof, o avanço tecnológico e as práticas sustentáveis adotadas no Brasil fazem do setor um modelo a ser seguido, destacando seu papel como motor de inovação para enfrentar desafios globais.

 





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Câmara debate renegociação de dívidas de produtores gaúchos



Resolver a situação do agro gaúcho é essencial



O deputado Alceu Moreira (MDB-RS) também fez duras críticas à resposta das autoridades
O deputado Alceu Moreira (MDB-RS) também fez duras críticas à resposta das autoridades – Foto: Agencia Brasil

A Comissão de Agricultura e a comissão externa da Câmara dos Deputados discutiram, nesta terça-feira (5), a renegociação das dívidas dos produtores rurais do Rio Grande do Sul, fortemente impactados pelas enchentes de maio. O deputado Afonso Hamm (PP-RS), da Frente Parlamentar da Agropecuária, destacou o desespero dos produtores e pediu urgência na extensão dos prazos de pagamento e no acesso ao crédito para garantir a próxima safra.

Durante o debate, o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) elogiou a união dos parlamentares gaúchos, mas criticou a falta de sensibilidade das autoridades em Brasília. Ele reforçou a importância de ouvir diretamente os agricultores e enfatizou que o setor agropecuário gaúcho é vital para a economia nacional. Para ele, resolver a situação do agro gaúcho é essencial.

O deputado Alceu Moreira (MDB-RS) também fez duras críticas à resposta das autoridades, destacando que os produtores não foram responsáveis pelas perdas e precisam de um fundo garantidor para continuar trabalhando. Segundo ele, as promessas feitas até agora são insuficientes diante das perdas bilionárias, e cobrou medidas concretas para auxiliar os agricultores.

“O produtor tem ouvido discursos vazios e desrespeitosos. Promessas como o repasse de R$ 400 milhões são insuficientes frente às perdas bilionárias. Esses discursos nos agridem, porque, na verdade, escondem um disfarce”, declarou.

Representantes de entidades, como Graziele de Camargo, do Movimento SOS Agro RS, lamentaram a burocracia que tem dificultado o acesso ao crédito. A coordenadora ressaltou que os agricultores precisam de soluções reais e imediatas para recuperar suas produções.

 





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Empréstimos bancários chineses em setembro devem aumentar com apoio político


Logotipo Reuters

PEQUIM, 9 de outubro (Reuters) – Os novos empréstimos em yuan da China provavelmente aumentaram em setembro em relação a agosto, mostrou uma pesquisa da Reuters na quarta-feira, à medida que o banco central intensifica o estímulo para impulsionar a economia em dificuldades em direção à meta de crescimento deste ano.

Os bancos provavelmente emitiram 1,87 trilhão de yuans (US$ 264,75 bilhões) em novos empréstimos líquidos em yuans no mês passado, mostrou a mediana das estimativas de 16 economistas.
Isso mais que dobraria os 900 bilhões de yuans emitidos em agosto, mas ficaria aquém dos 2,31 trilhões de yuans emitidos no mesmo mês do ano anterior.

Em um esforço para estimular a economia em declínio, o banco central revelou no final de setembro seu pacote de estímulo monetário mais agressivo desde a pandemia da COVID-19, juntamente com amplo suporte ao mercado imobiliário, incluindo cortes nas taxas de hipotecas.

O banco central prometeu mais flexibilização da política monetária.

Os líderes chineses também se comprometeram a implementar “gastos fiscais necessários” para atingir a meta de crescimento deste ano de cerca de 5%.

Na terça-feira, o chefe do planejador estatal da China disse que o país estava “totalmente confiante” em atingir a meta de crescimento de 2024, mas se absteve de introduzir medidas fiscais mais fortes, decepcionando os investidores que apostaram que mais apoio político seria necessário para que a economia voltasse a se recuperar.

Os empréstimos em yuan pendentes provavelmente aumentaram 8,3% em setembro em relação ao ano anterior, mostrou a pesquisa, abaixo dos 8,5% em agosto. O número previsto marcaria um novo recorde de baixa, destacando a fraca confiança das famílias e das empresas, apesar das taxas de juros mais baixas.

Os principais índices de Wall Street fecharam em alta na terça-feira, com os investidores mudando seu foco para os próximos dados de inflação e o início da temporada de lucros do terceiro trimestre.

O crescimento da oferta de moeda M2 em setembro foi de 6,4%, um pouco acima dos 6,3% de agosto.

Qualquer aceleração na emissão de títulos do governo para reanimar a economia pode ajudar a impulsionar o crescimento no financiamento social total (TSF), uma medida ampla de crédito e liquidez. O crescimento do TSF em circulação desacelerou para 8,1% em agosto, de 8,2% em julho.

O Ministério das Finanças da China detalhará planos de estímulo fiscal para impulsionar a economia em uma entrevista coletiva no sábado, informou o principal escritório de informações do governo na quarta-feira, sinalizando políticas mais enérgicas para reativar o crescimento.

Os governos locais emitiram 2,83 trilhões de yuans em títulos especiais, ou 90% desses títulos usados ​​para construção de projetos neste ano, até o final de setembro, disse o planejador estadual.

Além disso, o governo central emitiu 1 trilhão de yuans em títulos especiais de ultralongo prazo planejados para este ano para financiar grandes projetos, de acordo com o planejador estatal.

Em setembro, o TSF provavelmente saltou de 3,03 trilhões de yuans em agosto para 3,73 trilhões de yuans, mostrou a pesquisa.

A previsão é que os dados sejam divulgados entre 10 e 15 de outubro.
($1 = 7,0633 yuan renminbi chinês)

Reportagem de Ella Cao e Kevin Yao; Edição de Kim Coghill





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Evite erros na aplicação de corretivos



A orientação técnica para definir as dosagens corretas



A orientação técnica para definir as dosagens corretas
A orientação técnica para definir as dosagens corretas – Foto: Canva

A aplicação de corretivos é fundamental para manter a saúde do solo e maximizar a produtividade das lavouras. No entanto, a prática exige planejamento detalhado e execução precisa para evitar desperdícios e garantir um bom aproveitamento dos nutrientes. A análise de solo é o primeiro passo para identificar deficiências e definir os corretivos necessários, como calcário ou gesso, que ajustam a acidez e melhoram a estrutura do solo. Sem essa análise, o produtor corre o risco de aplicar insumos desnecessários ou em doses erradas, o que pode afetar negativamente a produtividade.

Além da análise, a orientação técnica para definir as dosagens corretas e o momento da aplicação é essencial. A calibração inadequada dos equipamentos, como a distribuição desigual dos corretivos, é um erro comum que compromete a eficiência e gera desperdícios. O engenheiro agrônomo Leonardo Barato destaca também a importância de evitar condições climáticas desfavoráveis, como ventos fortes e chuvas iminentes, que podem dispersar os insumos e reduzir a eficácia.

A tecnologia de precisão tem sido uma aliada no manejo eficiente dos corretivos. Equipamentos com taxa variável ajustam automaticamente a quantidade de insumo conforme as necessidades do solo, garantindo uma aplicação mais precisa e econômica. A Piccin Equipamentos, por exemplo, desenvolveu a Esteira Precisa, uma tecnologia patenteada que facilita a aplicação uniforme e reduz a necessidade de trocas frequentes de componentes.

Para garantir uma aplicação bem-sucedida, o planejamento deve considerar o momento ideal para aplicação, o clima e a umidade do solo. Manter os equipamentos bem regulados e realizar a manutenção preventiva também são ações cruciais. Com essas práticas, o produtor não só reduz custos, mas também contribui para a sustentabilidade da agricultura e a preservação ambiental.

 





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