terça-feira, abril 21, 2026

Política & Agro

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chuvas reduzidas permitem avanço do Arroz



Queda no preço da saca contrasta com otimismo no estado




Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (14), o início de novembro trouxe condições climáticas favoráveis para a semeadura do arroz no Rio Grande do Sul. A redução da umidade nos talhões, devido à diminuição das chuvas, possibilitou o avanço do plantio, permitindo que fosse realizado em condições próximas ao ideal.

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Segundo o informativo, as lavouras já estabelecidas têm se beneficiado das temperaturas elevadas, maior duração de horas de luz e dias ensolarados, fatores que contribuem para o desenvolvimento vegetativo das plantas. O manejo cultural, incluindo controle de plantas invasoras e adubação nitrogenada, segue dentro do esperado, assegurando um crescimento saudável e competitivo para a cultura.

Segundo o Instituto Rio Grandense de Arroz (IRGA), a área destinada ao cultivo de arroz no estado deve alcançar 948.356 hectares, com uma produtividade estimada pela Emater/RS-Ascar de 8.478 kg/ha.

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Panorama Regional

Bagé e Fronteira Oeste:
A semeadura avançou com lavouras bem estabelecidas. Apesar disso, os produtores de Bagé demonstram preocupação com o impacto das temperaturas mais baixas observadas recentemente.

Pelotas: Cerca de 80% da área planejada já foi semeada, embora o índice seja inferior aos 93% registrados no mesmo período de 2023. Chuvas leves em 6 e 7 de novembro paralisaram temporariamente as atividades em áreas com acumulados acima de 10 mm.

Soledade: A semeadura atingiu 75% da área prevista, beneficiada por chuvas de baixa intensidade, que também têm favorecido o manejo de plantas invasoras e a adubação nitrogenada em lavouras de arroz pré-germinado.

No mercado, o preço médio da saca de 60 kg apresentou retração de 3,30% na última semana, passando de R$ 116,43 para R$ 112,59, conforme levantamento da Emater/RS-Ascar.





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Avanço em IA promete transformar o monitoramento do arroz



Os métodos tradicionais têm limitações



Os métodos tradicionais têm limitações
Os métodos tradicionais têm limitações – Foto: Pixabay

Pesquisadores da Academia Chinesa de Ciências desenvolveram o modelo AAUConvNeXt, utilizando redes neurais convolucionais avançadas (CNN) e algoritmos de otimização inteligentes, superando as técnicas convencionais no monitoramento do alojamento de arroz. O alojamento, que ocorre devido a fatores ambientais como vento e chuva, é um grande desafio para a produtividade agrícola, pois dificulta a fotossíntese, complica a colheita e aumenta a vulnerabilidade das plantas às pragas.  

Os métodos tradicionais de monitoramento, como inspeção visual e modelagem matemática, têm limitações em termos de precisão, escalabilidade e capacidade de resposta rápida. O AAUConvNeXt se destaca por otimizar estrategicamente os canais nas camadas convolucionais, ajustando-os de forma dinâmica conforme a necessidade de aprendizado de cada camada. Isso melhora o desempenho e a eficiência computacional, alcançando 96,3% de precisão de pixel, 96,3% de precisão média de pixel e 93,2% de interseção média sobre união (mIoU), superando modelos como DeepLabV3+ e HRNet. 

O modelo não apenas alcançou alta precisão, mas também reduziu a complexidade computacional em 8,66%, tornando-o mais eficiente em termos de recursos. Com uma excelente capacidade de distinguir entre estados completos, parciais e sem alojamento, o AAUConvNeXt oferece uma solução eficaz para intervenções agrícolas oportunas, como ajustes na irrigação e controle de pragas.  

De acordo com o Dr. Xiaobo Sun, líder da pesquisa, o uso de aprendizado profundo aliado à otimização inteligente possibilita um monitoramento eficiente e econômico das culturas. Esse avanço pode transformar a gestão do cultivo de arroz, tornando as práticas agrícolas mais produtivas e sustentáveis. O modelo AAUConvNeXt abre novas possibilidades para melhorar a produtividade no campo e reduzir custos operacionais.

 





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Doenças foliares e restrição hídrica geram alertas para produtores de feijão


Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS nesta quinta-feira (14), o cultivo do feijão de primeira safra segue estável no Rio Grande do Sul, com perspectivas de intensificação a partir do final de novembro até meados de dezembro, especialmente na região dos Campos de Cima da Serra. Responsável por cerca de um terço da produção estadual, a área deverá alcançar 28.896 hectares, segundo a projeção da Emater/RS-Ascar para a safra 2024/2025. A produtividade média estimada é de 1.864 kg/ha.

As lavouras estão em bom desenvolvimento e avançam rapidamente para os estádios reprodutivos. Entretanto, terrenos mais inclinados e com chuvas insuficientes nos últimos dias já apresentam sintomas de restrição hídrica. Apesar da sensibilidade do feijão à falta de água, especialmente em fases reprodutivas, ainda não há um grande impacto na produção.

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Outro ponto de atenção é o aumento discreto na incidência de doenças foliares, como a antracnose, que afeta hastes, folhas e vagens. A doença tem sido controlada com aplicações pontuais de fungicidas, mantendo as lavouras em condições adequadas, conforme apontaram os dados da Emater/RS.

Situação Regional

De acordo com o informativo, na região administrativa de Ijuí, o plantio foi concluído. A maior parte das lavouras está em desenvolvimento vegetativo (69%), enquanto 20% estão em floração, 10% em enchimento de grãos e 1% em fase de maturação. Em Pelotas, a semeadura avançou para 46%, com 96% das plantas em estágio vegetativo e apenas 4% em fases reprodutivas.

Já em Santa Maria, a maior parte das áreas encontra-se em estádios reprodutivos, com 2% da área já colhida. Na região de Soledade, o avanço para os estádios de floração e enchimento de grãos é notável, embora a umidade do solo comece a cair em algumas lavouras, exigindo atenção no manejo.

No mercado, o preço médio da saca de 60 kg permaneceu estável em relação à semana anterior, cotado em R$ 303,75, conforme levantamento da Emater/RS-Ascar.





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Brasil mantém ritmo elevado de importações de trigo


A colheita de trigo está praticamente concluída no Brasil, mas a quebra de volume e qualidade do grão foi confirmada em diversas regiões do país. Essa situação tem pressionado os preços locais, especialmente para o trigo de qualidade superior. No Rio Grande do Sul, o valor médio chegou a R$ 69,33/saco, enquanto no Paraná os preços variaram entre R$ 77,00 e R$ 79,00/saco, segundo a análise semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema).

Ao mesmo tempo, o Brasil mantém um ritmo elevado de importações de trigo. Em outubro, foram compradas 552.400 toneladas, o maior volume para o mês nos últimos cinco anos. Entre janeiro e outubro, as importações somaram 5,7 milhões de toneladas, com projeção de superar 6 milhões até o fim de 2024, o que representará o maior volume anual desde 2013.

No Paraná, a colheita alcançou 98% da área até 11 de novembro, enquanto no Rio Grande do Sul o índice estava em 64% até 7 de novembro, abaixo da média histórica de 79%. Com condições climáticas favoráveis, a colheita gaúcha avançou rapidamente nos últimos dias e está perto da conclusão.

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De acordo com a análise, Santa Catarina é um dos poucos estados a registrar aumento na produção, com um crescimento estimado de 40,8%, atingindo 433.000 toneladas, segundo a Epagri. No Paraná, a produção deverá ficar em torno de 2,6 milhões de toneladas, e no Rio Grande do Sul, cerca de 4 milhões de toneladas. No total, a produção nacional deve alcançar 7,5 milhões de toneladas, embora parte desse volume apresente qualidade inferior.

A baixa qualidade de parte da safra brasileira tem impulsionado as exportações para mercados menos exigentes. Até setembro, o país exportou 2,5 milhões de toneladas, um aumento de 21,6% em relação ao mesmo período de 2023.

Internamente, os preços seguem tendência de alta. Em Santa Catarina, os primeiros lotes colhidos foram negociados com moinhos entre R$ 85,00 e R$ 90,00/saco FOB, enquanto os valores pagos diretamente aos produtores variaram de R$ 70,00 a R$ 78,00/saco nas principais regiões produtoras, conforme a análise do Ceema.





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Goiás ajusta prazos de projeto para agroindústrias



O projeto tem o objetivo capacitar agroindústrias que produzem itens de origem animal




Foto: Divulgação

O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), anunciou a retificação do edital de chamamento público para o Projeto de Promoção da Melhoria da Qualidade das Agroindústrias do Estado. A alteração, publicada no Diário Oficial do Estado (DOEGO) na quinta-feira (14), estende o período de cadastramento e ajusta o cronograma de execução das atividades previstas.

Com a nova redação, o prazo para os empreendedores interessados preencherem o formulário padrão de cadastro foi ampliado para 30 dias, contados a partir de 4 de novembro de 2024, data de publicação do edital no DOEGO. Assim, as inscrições seguem abertas até o próximo dia 4 de dezembro de 2024, confome informado pela Seapa.

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De acordo com a Secretaria de Agricultura, a cronograma atualizado define que a classificação das agroindústrias de pequeno porte e o período para apresentação de recursos serão realizados ainda em dezembro. Já a aprovação dos empreendedores e o início da consultoria técnica estão programados para janeiro de 2025.

O projeto, que conta com a parceria do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), tem como objetivo capacitar agroindústrias que produzem itens de origem animal. A iniciativa busca estimular boas práticas de produção, oferecer treinamento técnico e promover o acesso a tecnologias adequadas, contribuindo para a melhoria da qualidade e competitividade dos produtos goianos no mercado.





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cana-de-Açúcar alcança aumento nos rendimentos



Cana ganha espaço na alimentação animal no RS




Foto: Canva

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (14), os produtores de cana-de-açúcar na região administrativa de Santa Rosa seguem com a colheita, especialmente para abastecer agroindústrias que produzem melado, açúcar mascavo e cachaça.

A área cultivada na região totaliza 2.234 hectares, com uma produtividade média inicial estimada em 55 toneladas por hectare (t/ha). No entanto, as variedades de ciclo médio em colheita estão registrando rendimentos superiores, entre 55 e 60 t/ha, refletindo a maturidade das plantas e o clima favorável.

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De acordo com o informativo,  rendimento na produção de melado e açúcar apresentou aumento, beneficiando diretamente as agroindústrias locais. Além disso, a cana tem sido vendida para alimentação animal, uso em mudas e para processamento industrial.

As áreas plantadas nesta safra continuam em bom desenvolvimento, impulsionando a expectativa de manter a qualidade da colheita nos próximos períodos. O preço médio recebido pelos produtores da região está em R$ 124,61 por tonelada, conforme os dados da Emater/RS.





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ajustes positivos no boi gordo e “boi China”



A pressão de alta nas praças pecuárias paulistas seguiu firme




Foto: Pixabay

A pressão de alta nas praças pecuárias paulistas seguiu firme nesta quarta-feira, com novos reajustes positivos para todas as categorias de bovinos. O valor da arroba do boi gordo subiu R$3,00, enquanto a vaca teve alta de R$5,00 e a novilha de R$10,00/@.

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A arroba do “boi China” também registrou elevação, com aumento de R$5,00/@. Apesar de negócios esporádicos apontarem valores de até R$350,00/@, essa cotação ainda não foi consolidada como nova referência de mercado.

Outras Regiões

  • Acre: Apesar de a oferta de bovinos ser limitada, os preços mantiveram-se estáveis na comparação diária.
  • Noroeste do Paraná: Após dois dias de alta na cotação do “boi China”, os preços se estabilizaram para machos e vacas, com a novilha registrando um aumento de R$3,00/@.
  • Alagoas: Em análise diária, os preços se mantiveram inalterados para todas as categorias. As escalas de abate ficaram na média para sete dias.






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Milho avança com baixa na produtividade dos EUA



No Brasil, a Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) registrou um movimento mais tímid



Esses movimentos destacam a sensibilidade do mercado de grãos
Esses movimentos destacam a sensibilidade do mercado de grãos – Foto: Sheila Flores

Segundo a StoneX, a semana foi de valorização para os futuros de milho, principalmente nos Estados Unidos. O mercado se beneficiou de fatores diversos, como o resultado das eleições americanas, decisões de política monetária do Federal Reserve e o Relatório de Oferta e Demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos EUA). Essas influências contribuíram para a alta de 3,5% no vencimento de março de 2025 na Bolsa de Chicago, que encerrou a semana cotado a US$444,25 por bushel.

Nesse cenário, o relatório afirma que um dos pontos centrais para a sustentação dos preços foi a revisão para baixo nas estimativas de produtividade da safra de milho dos EUA, em meio a uma demanda que segue em bom ritmo. O fortalecimento do dólar, após a vitória de Donald Trump, adicionou certa pressão às commodities norte-americanas, mas a expectativa de menor produção ajudou a compensar esse efeito, mantendo o milho em alta.

No Brasil, a Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) registrou um movimento mais tímido, já que o dólar forte também limitou os ganhos no mercado interno. Os contratos de milho para janeiro de 2025 encerraram a semana a R$76,82 por saca, registrando uma alta de apenas 0,1% no período, bem abaixo da valorização observada em Chicago.

Esses movimentos destacam a sensibilidade do mercado de grãos às variáveis internacionais, como a política monetária dos EUA e a relação entre oferta e demanda, que impactam diretamente a formação de preços e a competitividade das commodities agrícolas. As informações foram divulgadas no último relatório produzido pela StoneX.

 





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Óleos vegetais registram forte alta



A expectativa é de que a demanda pelo óleo de soja produzido nos Estados Unidos aumen



A expectativa é de que a demanda pelo óleo de soja produzido nos Estados Unidos aumente
A expectativa é de que a demanda pelo óleo de soja produzido nos Estados Unidos aumente – Foto: United Soybean Board

Segundo informações da StoneX, o mercado de óleos vegetais registrou uma valorização significativa na última semana, com o óleo de soja alcançando um aumento de 5,3%, encerrando o período a US¢ 48,8/lb. O movimento de alta teve início na quarta-feira (6), logo após a confirmação da reeleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos.

Com a vitória de Trump, surgem especulações sobre possíveis mudanças nas políticas de biocombustíveis, que no médio e longo prazo podem perder incentivos e ver o ritmo de crescimento afetado. Entretanto, no curto prazo, o maior receio é a adoção de uma postura protecionista, especialmente em relação à China.

A expectativa é de que a demanda pelo óleo de soja produzido nos Estados Unidos aumente no próximo ano, devido à perspectiva de medidas que favoreçam o consumo interno. A situação gerou reações no mercado, com traders avaliando o possível impacto dessas políticas sobre as exportações. Além disso, a atualização recente do USDA reforçou a tendência altista para o complexo de soja, influenciando tanto o mercado de óleos vegetais quanto o de soja em grão.

Essas incertezas e expectativas no mercado impulsionaram os preços, à medida que os investidores tentam antecipar as consequências das políticas do governo reeleito. As variações nas cotações indicam um cenário de volatilidade, com previsões de ajustes de oferta e demanda para o próximo ano, o que pode consolidar a posição dos óleos vegetais como ativos de interesse estratégico nos Estados Unidos.

Por fim, a conjuntura altista também reflete a busca por estratégias de valorização no setor de óleos vegetais, impulsionada por fatores políticos e econômicos que moldam o ambiente de negócios internacional.

 





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chuvas desiguais influenciam semeadura de soja


O Informativo Conjuntural, publicado nesta quinta-feira (14/11) pela Emater/RS-Ascar, revelou um avanço na semeadura da soja no Rio Grande do Sul, que subiu de 23% para 40% da área projetada. Em algumas regiões, especialmente no Noroeste e na Fronteira Oeste, a redução das chuvas no início de novembro reduziu a umidade do solo, dificultando o plantio seguro, especialmente após o dia 7 de novembro.

No Estado como um todo, o clima favoreceu o cultivo, com condições ideais para a semeadura mecânica, germinação e emergência das plantas. A preservação da cobertura de palha no solo tem sido um benefício adicional, promovendo uma deposição de sementes mais uniforme.

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Na região de Bagé, na Fronteira Oeste, a ausência de chuvas e o aumento das temperaturas forçaram produtores a interromper ou desacelerar o plantio, enquanto algumas propriedades de maior porte seguiram o processo. Na região da Campanha, a baixa precipitação facilitou a entrada de maquinário e o replantio em áreas afetadas por chuvas anteriores.

Em Dom Pedrito, o plantio alcançou 35% da área estimada. Na região de Caxias do Sul, a semeadura avançou rapidamente, com germinação uniforme. Já em Erechim, 80% da área projetada foi plantada, com boa emergência e desenvolvimento vegetativo. A região de Frederico Westphalen registrou avanço, atingindo 40% da área.

Em Ijuí, a semeadura seguiu o ritmo das chuvas, alcançando 45% da área. Contudo, em localidades com menos precipitação, surgiram desafios no plantio devido à formação de torrões. Em Passo Fundo, 40% da área foi semeada, mas a diminuição das chuvas reduziu o teor de umidade e o ritmo de plantio.

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Na região de Santa Maria, a área semeada também se aproximou de 40%. Em Pelotas, chuvas nos dias 6 e 7 de novembro interromperam o plantio, que foi retomado em áreas com baixos volumes de precipitação. Em Santa Rosa, o plantio avançou 4%, alcançando 27% da área projetada, mas segue lento em áreas menores que aguardam chuvas para retomar o processo. Na região de Soledade, 45% da área projetada foi semeada antes de a umidade se tornar um obstáculo, mas, até o momento, o clima permanece favorável para o desenvolvimento das plantas.

Segundo a Emater/RS-Ascar, o valor médio da saca de 60 kg de soja registrou um leve aumento de 0,14% na última semana, passando de R$ 129,23 para R$ 129,41.





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