sexta-feira, abril 17, 2026

Política & Agro

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Mercado de soja no Brasil: Atualização por estados



No Mato Grosso do Sul, a umidade melhorou



Em Santa Catarina, o plantio avançou significativamente
Em Santa Catarina, o plantio avançou significativamente – Foto: Nadia Borges

De acordo com informações da TF Agroeconômica, o plantio e os preços da soja no Brasil apresentaram variações significativas nos estados produtores nesta semana. No Rio Grande do Sul, o ritmo de plantio voltou a desacelerar, com preços no porto fixados em R$ 143,00 para entrega e pagamento em 29 de novembro. No interior, os valores oscilaram entre R$ 134,00 em Santa Rosa e São Luiz e R$ 135,50 em Cruz Alta e Passo Fundo. Em Panambi, os preços pagos ao produtor recuaram para R$ 125,00 a saca.

Em Santa Catarina, o plantio avançou significativamente, com 55% da área prevista já semeada, segundo a Epagri. As lavouras estão em fase vegetativa, com 99% em boas condições, favorecidas pelas chuvas regulares. No porto, a soja foi negociada a R$ 143,00, enquanto em Chapecó o valor ficou em R$ 135,50. No Paraná, as chuvas irregulares mantiveram o mercado cauteloso. No Porto de Paranaguá, a soja CIF foi indicada a R$ 142,00, com entrega e pagamento em dezembro. No interior, Cascavel registrou R$ 138,00 para retirada imediata e Ponta Grossa apresentou preços balcão de R$ 134,00.

No Mato Grosso do Sul, a umidade melhorou e o estado é o quarto mais avançado no plantio de soja nesta temporada. Em Dourados, o preço FOB foi indicado a R$ 137,00, mas sem acordos concretizados. Já o Mato Grosso segue como destaque nacional, com o segundo plantio mais adiantado. Em Primavera do Leste, a saca FOB com embarque imediato recuou R$ 2, para R$ 142,00, com baixa disposição de venda. Outras praças apresentaram valores como R$ 143,50 em Lucas do Rio Verde e Nova Mutum e R$ 141,50 em Rondonópolis e Campo Verde.





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Milho misto na B3: Entenda



O contrato de janeiro/25 fechou a R$ 72,92



Apesar do otimismo com a demanda, as cotações dos principais contratos futuros na B3 recuaram
Apesar do otimismo com a demanda, as cotações dos principais contratos futuros na B3 recuaram – Foto: Divulgação

Conforme dados da TF Agroeconômica, os contratos futuros de milho na B3 apresentaram fechamento misto nesta terça-feira (19), refletindo o avanço acelerado do plantio no Brasil e sinais de firme demanda interna e externa. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o plantio da primeira safra de milho já alcançou 52,4%, superando os 49% registrados no mesmo período do ano passado. Esse progresso, aliado à grande demanda interna e preços nacionais acima de Chicago e outras origens, projeta um aumento no volume disponível do grão no país.  

Outro fator positivo foi a reversão do atraso no plantio da soja, que abriu espaço para uma janela adequada ao plantio do milho safrinha, garantindo boas perspectivas para o próximo ciclo. No mercado externo, a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) revisou para cima a estimativa de exportações brasileiras de milho em novembro, de 5,37 milhões para 5,57 milhões de toneladas, embora o volume ainda fique ligeiramente abaixo das 5,66 milhões de toneladas exportadas em outubro.  

Apesar do otimismo com a demanda, as cotações dos principais contratos futuros na B3 recuaram. O contrato de janeiro/25 fechou a R$ 72,92, com baixa de R$ 0,88 no dia e acumulando queda de R$ 3,82 na semana. Já o vencimento março/25 encerrou a R$ 73,83, com queda diária de R$ 0,78 e semanal de R$ 2,90. O contrato de maio/25 também recuou, fechando a R$ 72,22, registrando baixas de R$ 0,45 no dia e R$ 1,67 na semana.  

O cenário reflete uma combinação de fatores: o avanço no plantio e a expectativa de oferta maior no Brasil pressionaram os contratos mais curtos, enquanto a firmeza na demanda, tanto doméstica quanto internacional, aponta para um mercado ainda aquecido no médio prazo. 

 





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negociações variam entre os estados


Segundo informações da TF Agroeconômica, o plantio de milho no Rio Grande do Sul avançou apenas 1% na última semana. No mercado, os preços mantiveram-se estáveis: Santa Rosa com R$ 73,00 a saca; Não-Me-Toque, R$ 74,00; Marau e Gaurama também a R$ 74,00; Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 75,00, enquanto Montenegro apresentou o maior valor, R$ 77,00. Vendedores pedem valores mais altos, começando em R$ 80,00 no FOB interior e R$ 82,00 CIF fábricas. Negociações pontuais ocorreram em Palmeira das Missões e Erechim, com 300 toneladas a R$ 75,00 e 500 toneladas a R$ 75,50 para entrega imediata.  

Em Santa Catarina, os produtores ainda evitam fechar negócios, com pedidas pelo menos R$ 2,00 acima das ofertas. Compradores indicaram preços de R$ 72,00 no interior e R$ 73,00 a R$ 75,00 CIF fábricas, enquanto transações de até 2 mil toneladas foram realizadas a R$ 75,00/76,00 no CIF meio-oeste. Chapecó teve indicações de R$ 74,00; Campos Novos, R$ 75,00; Rio do Sul, R$ 76,00; e Videira, R$ 73,00. No porto, os valores ficaram em R$ 67 para outubro e R$ 69 para novembro, sem novos negócios após o feriado.  

No Paraná, o plantio está praticamente concluído, conforme a Conab e o Deral. O mercado local registrou maior movimentação no oeste do estado, com a saca FOB negociada a R$ 70,00 no mercado spot, para embarque imediato e pagamento em 30 dias.  

No Mato Grosso do Sul, o Valor Bruto de Produção (VBP) apresentou queda de 10%, refletindo a lentidão nas negociações. Em Maracaju, os preços foram de R$ 53,00 (+R$ 1,00), Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00), Naviraí a R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciaram ofertas FOB a R$ 52,00, concentrando pedidas em R$ 55,00 no interior e R$ 58,00 no FOB, com indicações nos portos a partir de R$ 60,00.

 





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Capacidade de moagem de trigo diminui lucratividade?



No Paraná, a moagem cresceu 48.141 toneladas em 2023



O crescimento no número de moinhos, no entanto, intensificou a competição
O crescimento no número de moinhos, no entanto, intensificou a competição – Foto: Canva

De acordo com informações da TF Agroeconômica e dados divulgados pela Epagri-SC com base em levantamentos da ABITRIGO, o Brasil registrou um aumento na capacidade instalada de moagem de trigo em 2023. O número de moinhos passou de 144 para 147, mas essa expansão pode estar reduzindo a rentabilidade do setor. Enquanto estados como o Paraná e o Rio Grande do Sul apresentaram aumento na capacidade instalada e no volume de moagem, regiões como o Norte e Nordeste tiveram quedas no processamento, reforçando a concentração da atividade em estados do Sul do país.  

No Paraná, a moagem cresceu 48.141 toneladas em 2023, apesar da redução de um moinho. Já o Rio Grande do Sul registrou um aumento significativo de 230.966 toneladas, com a abertura de seis novos moinhos. Em Santa Catarina, a moagem subiu 26.702 toneladas, mantendo os 13 moinhos existentes. No entanto, estados como São Paulo e as regiões Norte e Nordeste apresentaram queda no volume de moagem, com retrações de 28.422 toneladas e 85.900 toneladas, respectivamente. O Brasil, no total, alcançou uma variação positiva de 250.888 toneladas em 2023, totalizando 12.816.808 toneladas.  

O crescimento no número de moinhos, no entanto, intensificou a competição no mercado, pressionando margens de lucro. Segundo análise da TF Agroeconômica, os novos entrantes e os grandes players têm adotado uma estratégia de redução de preços para consolidar participação de mercado. Essa disputa agressiva, descrita como uma “guerra suicida”, beneficia os compradores com maior poder de barganha, mas ameaça a sustentabilidade do setor.  

Diante desse cenário, especialistas sugerem que os moinhos adotem uma abordagem colaborativa para evitar margens negativas, relembrando o exemplo do setor de café nos anos 1980-1990, que superou desafios semelhantes. A busca por uma solução coletiva poderia não apenas restaurar a saúde financeira do setor, mas também fortalecer sua competitividade no longo prazo.

 





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Tecnologia e EPIs: aliados na segurança



A topografia é um exemplo de área transformada por inovações tecnológicas



“Vale ressaltar que essa modernização não acaba com a necessidade do uso de equipamentos de proteção individual"
“Vale ressaltar que essa modernização não acaba com a necessidade do uso de equipamentos de proteção individual” – Foto: Divulgação

A modernização tecnológica nas últimas décadas trouxe avanços significativos, simplificando processos burocráticos, automatizando atividades e promovendo maior precisão e agilidade no trabalho. Além disso, a digitalização de informações e o uso de sistemas de segurança têm protegido dados de pessoas, empresas e instituições.

Para Rogério Neves, CEO da CPE Tecnologia, esses avanços também impactam a segurança dos profissionais. Ele destaca que funções antes arriscadas estão sendo automatizadas, reduzindo a exposição dos trabalhadores a situações perigosas. Dados do Ministério Público do Trabalho (MPT) e do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostram que, em 2023, houve 500 mil acidentes de trabalho no Brasil, número inferior aos 612,9 mil registrados em 2022, movimento que pode estar relacionado ao uso crescente de tecnologias.

A topografia é um exemplo de área transformada por inovações tecnológicas. Recursos modernos permitem análises de terrenos, mapeamentos precisos em 3D e monitoramento remoto, otimizando a eficiência e a segurança das operações. Segundo Neves, ferramentas como essas são essenciais para tomadas de decisão mais assertivas, além de fomentar a modernização de profissões por meio de capacitações.

“Vale ressaltar que essa modernização não acaba com a necessidade do uso de equipamentos de proteção individual, os chamados EPIs. Além disso, é importante que sejam promovidos treinamentos constantes para evitar situações de risco. A tecnologia, sem dúvida, tem contribuído muito, mas os cuidados devem permanecer sempre. Com a inteligência artificial, podemos esperar por novidades em breve, não apenas na topografia, mas em variadas atividades econômicas, o que é fundamental para o desenvolvimento de um país”, conclui;

 





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Pressão e recuperação no mercado de açúcar



A recuperação na produção de açúcar branco nessas regiões tem pressionado



Esses fatores têm pressionado o mercado
Esses fatores têm pressionado o mercado – Foto: Divulgação

De acordo com uma análise da Hedgepoint Global Markets, o mercado de açúcar tem apresentado uma movimentação significativa nos preços, influenciada por fatores macroeconômicos globais. A correção nos preços do açúcar bruto foi impulsionada por um dólar forte e um real enfraquecido, além de chuvas no Centro-Sul do Brasil e volumes de moagem maiores que o esperado, conforme dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA). 

Esses fatores têm pressionado o mercado, especialmente com o aumento da produção de açúcar branco na Europa, Tailândia e Índia, que tem enfraquecido a demanda por açúcar bruto, principalmente do Brasil. O aumento da oferta nessas regiões reduziu o prêmio do açúcar branco, impactando negativamente o açúcar bruto.

A recuperação na produção de açúcar branco nessas regiões tem pressionado a competitividade do açúcar brasileiro, que vê sua demanda enfraquecida por conta da maior oferta internacional. No entanto, houve uma leve recuperação nos preços ao final da semana, quando uma entrega reduzida de açúcar branco ajudou a sustentar os preços do açúcar bruto. Na primeira sessão desta semana, os preços do açúcar bruto apresentaram uma leve alta, demonstrando sinais de recuperação após a pressão negativa.

Apesar das flutuações, a análise aponta que as restrições na oferta de açúcar no Brasil, somadas ao cenário macroeconômico global, podem ajudar a sustentar os preços no futuro próximo. O comportamento do mercado continuará a depender da dinâmica entre a oferta e a demanda, com foco nos próximos meses, quando a escassez brasileira pode oferecer suporte ao mercado de açúcar.

 





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Primeiro ciclo de relatórios de emissões de GEE começa



Os inventários devem seguir metodologias internacionalmente reconhecidas



Os inventários devem seguir metodologias internacionalmente reconhecidas
Os inventários devem seguir metodologias internacionalmente reconhecidas – Foto: Divulgação

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) anunciou nesta terça-feira (19) o primeiro ciclo de submissão de inventários de emissões de gases de efeito estufa (GEE) no Sistema de Inventário Nacional de Emissões (SIRENE) Organizacionais. O lançamento ocorreu durante a COP29, em Baku, no Azerbaijão, destacando a plataforma como um instrumento de transparência e visibilidade das iniciativas brasileiras de Mensuração, Relato e Verificação (MRV) das emissões de GEE.

Até 13 de dezembro, organizações de todos os portes e setores poderão submeter seus inventários de forma voluntária, com a expectativa de enriquecer os dados utilizados para a definição de políticas públicas estratégicas. “Esta plataforma é pública, gratuita e uma grande contribuição para o aprofundamento da nossa base de dados”, afirmou Andrea Latgé, secretária de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI.

Os inventários devem seguir metodologias internacionalmente reconhecidas, como o Programa Brasileiro GHG Protocol ou a ABNT NBR ISO 14064. Além disso, devem cobrir gases como CO2, metano (CH4) e óxido nitroso (N2O), conforme as diretrizes do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC). Todos os relatórios precisam ser verificados por uma auditoria independente para garantir a precisão dos dados.

Após a submissão, os inventários passarão por uma verificação documental pelo MCTI. Apenas os inventários validados estarão disponíveis na área pública da plataforma. Para enviar os relatórios, os usuários devem acessar o SIRENE Organizacionais via gov.br, podendo optar por preencher os dados online ou em excel. As informações só serão visíveis após a validação.

 





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Queda generalizada no preço da soja


Os preços da soja do estado do Rio Grande do Sul iniciaram a semana em queda, segundo informações da TF Agroeconômica. “R$ 143,00 para entrega em novembro, e pagamento 29/11, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 135,50 Cruz Alta – Pagamento em 29/11. R$ 135,50 Passo Fundo – Pagamento em 29/11. R$ 135,00 Ijuí – Pagamento em 29/11. R$ 134,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 29/11. Preços de pedra, em Panambi, caíram para R$ 125,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Santa Catarina registrou preços com queda média de R$ 3 a R$ 4 no porto de São Francisco. “Os preços apresentados para a soja no porto de São Francisco 2025, R$ 132,00 fev – pagamento 28/03, R$ 132,50 mar- pagamento 30/04, R$ 133,50 abr – pagamento 30/05, R$ 136,50 mai – pagamento 30/06, R$ 138,00 jun – pagamento 30/07. O preço no porto foi de R$ 143,00, Chapecó a R$ 135,50”, completa.

Preços em queda no começo da semana no estado do Paraná. “No porto, em Paranaguá, a saca CIF, com entrega em novembro e pagamento em dezembro, chegou a R$ 150, e produtor vendeu pequenos lotes. No interior, nos Campos Gerais, o preço da soja caiu no spot, o que inibiu acordos. Em Guarapuava, a saca de soja no FOB recuou R$ 2 para R$ 138, enquanto em Paranaguá a cotação cedeu R$ 1,50 para R$ 144,50, no CIF. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 134,00”, indica.

Enquanto isso, o mercado está parado no estado. “Segundo a Conab, o plantio no estado está em 85% da área pretendida, ante 79% da semana anterior e 80% do ano anterior. A Companhia ainda indicou que “em MS, as precipitações favoreceram a recomposição da umidade no solo, promovendo o desenvolvimento.” O Mato Grasso do Sul, junto com o Paraná é o terceiro estado mais adiantado no plantio de acordo com os dados da Conab. Em Dourados, comprador indicava R$ 137 por saca FOB, sem acordos”, informa.

No Mato Grosso do Sul, o plantio foi finalizado. “Em Rondonópolis, a saca FOB, com embarque em novembro, pagamento em dezembro, fechou cotada em R$ 135, sem registro de negócios. Em Dourados, comprador indicava R$ 144 por saca FOB, sem acordos. Campo Verde: R$ 142,50, Lucas do Rio Verde: R$ 142,50. Nova Mutum: R$ 142,50. Primavera do Leste: R$ 141,50. Rondonópolis: R$ 141,50. Sorriso: R$ 143,00”, conclui.

 





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Milho em queda na B3


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o dólar e os números de exportação pressionaram e os contratos de milho fecham a segunda-feira em recuo, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A volta do feriado marcou um dia de negócios lentos nas praças físicas em todo o país, e diante da pressão do dólar, que alcançou uma máxima de R$ 58,00, mas fechou em retração a R$ 5,736 (-0,74%); viu-se um recuo de até 1,07% nos contratos de milho”, comenta.

“Também exerceu pressão os números divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior: segundo o órgão, o Brasil exportou, até a segunda semana do mês, 2,75 milhões de toneladas de milho, ou seja, apenas 37,1% do total exportado no mesmo período do ano passado, quando se embarcou mais de 7,4 milhões de toneladas”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em baixa no dia. “O vencimento de novembro/24 foi de R$ 74,59 apresentando alta de R$ 0,41 no dia, alta de R$ 0,15 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 73,80, baixa de R$ 0,81 no dia, baixa de R$ 3,79 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 74,61, baixa de R$ 0,31 no dia e baixa de R$ 2,64 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou em alta com compras de oportunidade pelos fundos. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em alta de 1,24 % ou $ 5,25 cents/bushel a $ 429,25. A cotação para março25, fechou em alta de 1,03 % ou $ 4,50 cents/bushel a $ 439,75”, informa.

“As cotações seguiram a mesma lógica de sexta-feira, subindo em sintonia com os demais grãos por recompra de posições vendidas pelos Fundos de Investimentos, que aproveitam os preços mais baixos”, conclui.

 





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Mercado do milho segue lento


No mercado de milho do Rio Grande do Sul, pontualmente, o norte fez compra por necessidade, mas o ritmo permanece lento, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 73,00; Não-Me-Toque a R$ 74,00; Marau e Gaurama R$ 74;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 75,00 e Montenegro a R$ 77,00. Vendedores a partir de R$ 80,00 no FOB interior e R$ 82,00 CIF fábricas. Negócios pontuais em Palmeira das Missões e Erechim, onde 300 toneladas foram negociadas a R$ 75,00, e 500 toneladas rodaram a R$ 75,50, respectivamente, na entrega imediata”, comenta.

Em Santa Catarina, o produtor não vem à mesa de negócios. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 72,00 no interior e R$ 73,00/75,00 CIF fábricas.Negócios a R$ 75,00/76,00 no CIF meio oeste, em pelo menos 2 mil tons. Nas indicações, Chapecó a R$ 74,00; Campos Novos R$ 75,00; Rio do Sul a R$ 76,00; Videira R$ 73,00. Porto indicando R$ 67 outubro/R$ 69 novembro. Sem negócios neste retorno de feriado”, completa.

No Paraná a ferrovia continua indicando bons preços, mas o produtor recua. “No porto, indicações a R$ 68,00 nov/69,00 dez. No norte, indicações a R$ 67,00 (+1,00); Cascavel a R$ 68,00; Campos Gerais R$ 69,00; Guarapuava a R$ 70,00; Londrina R$ 71,00 (+1,00). Preços balcão no sudoeste e oeste aR$58,00, e norte a R$ 57,00. Produtores com pedidas apartir de R$ 77,00 no norte e oeste; e R$ 79,00 Campos Gerais. Negócios ao oeste, onde se pagou R$ 73,00 FOB por 2 mil toneladas, retirada imediata e pagamento em 30 dias”, indica.

Enquanto isso, os negócios se arrastam no estado. “Em Maracaju, indicações de R$53,00 (+1,00);Dourados aR$ 54,00 (+R$1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios em ritmo lento, com produtores iniciando pedidas a R$ 58,00 no FOB, e indicações nos portos a partir de R$ 60,00”, conclui

 





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