quinta-feira, abril 16, 2026

Política & Agro

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Endividamento no agro cresce 73% em 2024



“Os juros altos são um dos principais fatores para o aumento de casos”



O setor primário, incluindo o agronegócio, tem visto um aumento significativo nos pedidos de recuperação judicial
O setor primário, incluindo o agronegócio, tem visto um aumento significativo nos pedidos de recuperação judicial – Foto: Pixabay

O endividamento das empresas do setor agro brasileiro aumentou, com 207 produtores rurais pedindo recuperação judicial no primeiro semestre de 2024, superando 2023. Fatores como clima adverso, juros altos e custos elevados contribuíram para essa situação. De janeiro a setembro de 2024, 1.700 empresas pediram recuperação judicial no Brasil, um aumento de 73% em relação ao ano anterior.

O setor primário, incluindo o agronegócio, tem visto um aumento significativo nos pedidos de recuperação judicial, com 287 casos de janeiro a setembro de 2024, mais que o triplo dos 77 registrados em 2023. Empresas como a AgroGalaxy, com dívidas de R$ 3,7 bilhões, exemplificam essa tendência. Outros casos notáveis incluem o Grupo Patense (R$ 2,15 bilhões), Sperafico Agroindustrial (R$ 1,07 bilhão), e Usina Maringá (R$ 1,02 bilhão), que enfrentam grandes dívidas com instituições financeiras e fornecedores.

“Os juros altos são um dos principais fatores para o aumento de casos, somado com a inadimplência dos consumidores, a depreciação cambial e a dificuldade de acompanhar as transformações tecnológicas. A queda nos preços de fertilizantes, por exemplo, foi inferior às das commodities de grãos. Sem contar, que as condições climáticas também não ajudaram. Tudo isso acabou prejudicando o setor”, comenta.

Em 2024, sete a cada dez pedidos de recuperação judicial no Brasil são feitos por micro e pequenas empresas. Eduardo Bazani destaca que a reestruturação empresarial é essencial para ajudar essas empresas a superarem dificuldades financeiras e a retomarem sua saúde financeira e operacional.

 





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Vagas imediatas para o setor de energia renovável



As vagas possuem requisitos



As vagas possuem requisitos
As vagas possuem requisitos – Foto: Divulgação

A Raízen, uma das principais empresas do Brasil no setor de bioenergia, anunciou a abertura de 22 vagas para o Programa Comercial Experience, voltado para profissionais com perfil de liderança e alto desempenho comercial. As oportunidades são para o cargo de Gerente de Território, nas modalidades pleno e sênior, e visam reforçar a estratégia de crescimento da empresa, com foco no setor de energia renovável. As vagas estão distribuídas por diversos estados, incluindo São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina.

O Gerente de Território será responsável pela implementação de planos de vendas e estratégias de prospecção de novos negócios, com objetivo de expandir a carteira de clientes e maximizar resultados. A função também envolve atuar como elo comercial entre a Raízen e seus revendedores, assegurando a satisfação das necessidades do mercado.

Os requisitos para as vagas incluem ensino superior completo, CNH categoria B, e disponibilidade para viagens. Além disso, são desejáveis conhecimentos avançados em Excel, experiência em negociação e relacionamento com clientes, e vivência em gestão de contratos. A Raízen oferece uma remuneração competitiva, com benefícios como plano de saúde, odontológico, seguro de vida, previdência privada, vale-alimentação, vale-transporte e refeitório no local.

O processo seletivo será composto por inscrição, avaliação de perfil, apresentação em vídeo, dinâmica de grupo com case técnico e entrevista com a liderança, permitindo à Raízen avaliar as competências dos candidatos de forma detalhada.

 





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Gilberto Fontoura recebe reconhecimento em Caçapava/RS


Nesta sexta-feira, 22 de novembro, o presidente da Cotrisul, Gilberto Dickel da Fontoura, será homenageado como Cidadão Caçapavano em uma cerimônia solene na Câmara de Vereadores de Caçapava do Sul. Natural de Panambi, mas com raízes firmes no município, onde cresceu e iniciou sua carreira, Fontoura expressou gratidão pela honraria.

“Com muita satisfação e alegria recebo essa homenagem do município. Passei o final da minha vida de estudante e o início da minha trajetória profissional aqui. Sou muito agradecido a todos por este reconhecimento”, afirmou Gilberto, emocionado com a oportunidade de retribuir ao lugar onde construiu sua história. Desde que ingressou na Cotrisul em 1981 como repositor de mercadorias no supermercado Cotrisuper, Gilberto desempenhou diversas funções na Cooperativa, acumulando experiência e contribuindo para o crescimento do agronegócio da região. Sob sua gestão, a cooperativa expandiu sua capacidade de operação, saindo de 60 mil para mais de 600 mil toneladas de grãos recebidos anualmente.

“A agricultura é cheia de desafios, especialmente por ser tão dependente do clima. Mas, com uma equipe competente e de boa índole, conseguimos superar obstáculos e alcançar grandes conquistas”, destacou Gilberto. Ele também enfatizou o papel estratégico da Cotrisul no desenvolvimento regional. “Confirmamos a importância de ter uma cooperativa forte como a nossa, que oferece suporte técnico aos produtores. Isso aumenta a produtividade e orienta práticas ambientalmente corretas, essenciais para o futuro do setor”, ressaltou.

Foco no futuro: rastreabilidade e sustentabilidade

De olho no mercado internacional, a Cotrisul tem implementado medidas para atender às crescentes exigências de rastreabilidade e sustentabilidade. “O mercado de grãos hoje exige rastreabilidade, e a Cotrisul já está tomando providências para garantir isso. Assim, conseguimos oferecer aos clientes internacionais a segurança de que o produto vem de lavouras com práticas sustentáveis”, explicou Gilberto. Além disso, ele destacou os esforços da cooperativa para apoiar os cooperados na recuperação após três anos de clima adverso. “Nossa prioridade é dar suporte para que os produtores retomem a capacidade de produção com firmeza. Após esse período difícil, queremos ajudar a aumentar a produtividade nas mesmas áreas, sempre com foco na sustentabilidade”, afirmou.

Reconhecimento 

A homenagem foi proposta pelo vereador Sílvio Tolfo Tondo, que destacou a relevância do trabalho de Gilberto e da Cotrisul para a economia e a sociedade local. “Gilberto, junto com a equipe da Cotrisul, desempenha um papel crucial no assessoramento aos produtores rurais. Isso fomenta o crescimento econômico e a geração de renda em nossa comunidade”, afirmou o parlamentar.

Para Gilberto, a honraria é uma confirmação do impacto positivo de seu trabalho na região. “A Cotrisul sempre esteve presente na evolução dos produtores, oferecendo insumos, assistência técnica e até crédito quando necessário. Essa união entre a cooperativa e os produtores é o que nos permite superar adversidades”, concluiu.

MAIS

A sessão solene acontecerá às 19h30min na Câmara de Vereadores de Caçapava do Sul e contará com a presença de autoridades, associados e representantes do setor. 





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Trigo sobe em Chicago, mas embarques dos EUA decepcionam o mercado



As cotações do trigo em Chicago apresentaram leve alta nesta semana




Foto: Canva

As cotações do trigo em Chicago apresentaram leve alta nesta semana, impulsionadas por movimentos de mercado e expectativas de safra. Segundo dados da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA), o contrato do primeiro mês, que chegou a atingir US$ 5,30/bushel no dia 14/11, encerrou a quinta-feira (21/11) cotado a US$ 5,48/bushel.

No campo, o plantio do trigo de inverno nos Estados Unidos atingiu 94% até o dia 17/11, abaixo da média histórica de 96%. Do total semeado, 84% germinaram, com 49% avaliados como estando em condições de boas a excelentes, 36% regulares e 15% classificados entre ruins e muito ruins.

Entretanto, os embarques semanais frustraram expectativas. Na semana encerrada em 14/11, os Estados Unidos exportaram 196.281 toneladas de trigo, volume abaixo do esperado pelo mercado. No acumulado do ano comercial, as vendas externas somam 10,3 milhões de toneladas, um aumento de 31% em relação ao mesmo período de 2023, conforme análise da CEEMA.

Apesar do desempenho positivo nas exportações totais, os volumes recentes podem pressionar as cotações nos próximos dias, especialmente diante de uma safra com indicadores de produtividade abaixo do ideal em algumas áreas-chave de produção.





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Trigo em alta nas bolsas internacionais


O mercado de trigo voltou a registrar altas significativas nesta quarta-feira (20), impulsionado pela intensificação do conflito entre Rússia e Ucrânia, segundo análise da TF Agroeconômica. Na Bolsa de Chicago (CBOT), o contrato de dezembro de 2024 do trigo brando SRW, de interesse para produtores e exportadores brasileiros, subiu 0,50%, ou 2,75 cents/bushel, fechando a $552,50. 

Já o contrato de março de 2025 avançou 0,79%, ou 4,50 cents/bushel, para $572,25. Em Kansas, o trigo duro HRW de dezembro teve alta de 0,63% (3,50 cents/bushel), cotado a $561,75, enquanto o trigo HRS de Minneapolis subiu 0,89% (5,25 cents/bushel), fechando a $592,00. Na Euronext de Paris, o trigo para moagem de dezembro aumentou 0,80%, ou 1,75 euros, encerrando a €219,75 por tonelada. 

O aumento nas cotações foi atribuído à escalada no conflito entre os dois maiores exportadores mundiais de trigo e milho, o que impactou diretamente os preços dessas commodities interligadas na cadeia de ração. Notícias da guerra reverteram as quedas registradas durante a sessão noturna na CBOT, levando os fundos de investimentos a adotarem uma postura mais cautelosa, com recompra de contratos em aberto para proteção contra possíveis elevações bruscas nos preços. 

Atualmente, a Rússia ocupa a posição de maior exportador global de trigo, enquanto a Ucrânia é o quarto maior fornecedor de milho. A incerteza em relação ao fornecimento dessas commodities reflete-se diretamente nos mercados internacionais, elevando os prêmios nas negociações. 

Além disso, os fechamentos em outras bolsas como Argentina, Londres e Austrália também evidenciaram tendências positivas, conforme detalhado nas tabelas de fechamento. O cenário de alta permanece no radar do mercado, principalmente diante da continuidade do conflito geopolítico.

 

       





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CNA projeta queda de 1,9% no valor bruto da agropecuária do Brasil em 2024


Logotipo Reuters

SÃO PAULO (Reuters) – O Valor Bruto da Produção (VBP) da agropecuária do Brasil deve somar 1,29 trilhão de reais em 2024, queda de 1,9% ante o ano passado, quando o setor teve uma safra de grãos recorde e os preços estavam mais altos, informou nesta quinta-feira a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

A soja, cultura com maior participação no VBP agrícola (38%), segue registrando queda nos preços (-11,7%), acompanhada pela queda produção, que registrou baixa de 4,5%, disse a CNA, em nota.

O milho, segunda cultura com maior participação na agricultura (14,4%), também registra queda nos preços (-7,5%) e na produção (-12,3%).

Por outro lado, a cana-de-açúcar, que possui terceira maior participação na agricultura (12%), registrou alta de 4,6% nos preços e baixa de 1,24% na produção.

Já o segmento pecuário deverá atingir 431,257 bilhões de reais em 2024, alta de 2,5% em comparação a 2023, ajudando a compensar a queda do setor agrícola, em meio a um aumento da produção de carne bovina.

O VBP corresponde ao faturamento bruto dentro dos estabelecimentos rurais, considerando as produções agrícolas e pecuárias, com base na média dos preços recebidos pelos produtores de todo o país.

(Por Roberto Samora)

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Exportadores rebatem críticas sobre carne sul-americana



CEO do Carrefour afirmou não comprar mais carne do Mercosul



A associação ressaltou que o Brasil é líder global em exportação de carne bovina
A associação ressaltou que o Brasil é líder global em exportação de carne bovina – Foto: Divulgação

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) publicou nesta quarta-feira (20) uma nota oficial rebatendo declarações feitas por Alexandre Bompard, CEO do Carrefour, na rede social X. A entidade criticou o tom protecionista das falas, que defendem os produtores franceses em detrimento das exportações brasileiras, destacando a contradição de tais afirmações, considerando que a empresa opera cerca de 1.200 lojas no Brasil, abastecidas majoritariamente por carnes nacionais.  

Segundo a ABIEC, a postura de Bompard vai contra os princípios do livre mercado e pode comprometer o abastecimento europeu, uma vez que a produção local não atende à demanda interna. A associação ressaltou que o Brasil é líder global em exportação de carne bovina, com produção sustentável e rigorosos controles sanitários que garantem a qualidade do produto exportado para mais de 160 países. Nos últimos 30 anos, a pecuária brasileira aumentou sua produtividade em 172%, enquanto reduziu a área de pastagem em 16%, reforçando o compromisso do setor com eficiência e sustentabilidade. 

Por fim, a ABIEC afirmou que ações que fragilizam as relações comerciais não prejudicam apenas o Brasil, mas também a França, que depende de várias commodities brasileiras. Em um contexto global de crescentes desafios para a segurança alimentar, a associação reforçou a importância do diálogo e da cooperação como ferramentas indispensáveis para garantir um abastecimento equilibrado e sustentável.

A declaração

Na rede social, o francês afirmou que a rede assumiu o compromisso de não comercializar nenhuma carne proveniente do Mercosul. “Esperamos inspirar outros atores da cadeia agroalimentar e impulsionar um movimento mais amplo de solidariedade, indo além do setor de distribuição, que já lidera a luta em favor da carne de origem francesa”, escreveu.

“É unindo forças que poderemos garantir aos pecuaristas franceses que não haverá brechas possíveis. No Carrefour, estamos prontos para isso, independentemente dos preços e das quantidades de carne que o Mercosul possa nos oferecer”, concluiu.





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Tecnologia garante rentabilidade e rastreabilidade



Com o SimaBio, o produtor não só melhora sua eficiência, mas também o financeiro



Com o SimaBio, o produtor não só melhora sua eficiência, mas também obtém vantagens financeiras
Com o SimaBio, o produtor não só melhora sua eficiência, mas também obtém vantagens financeiras – Foto: Pixabay

A chegada do SimaBio, um módulo da plataforma Sima – Sistema Integrado de Monitoramento Agrícola, marca uma revolução na gestão sustentável das propriedades rurais. Com foco na rastreabilidade, a ferramenta permite monitorar todos os processos produtivos da fazenda, consolidando dados precisos e históricos em um único local. Essa inovação possibilita ao produtor comprovar boas práticas, como rotação de culturas, ILPF e controle biológico de pragas, ações fundamentais para a preservação ambiental e acesso a mercados mais valorizados.  

Segundo Victória Corrêa, engenheira agrônoma e especialista em sustentabilidade, o diferencial do SimaBio está na auditoria e georreferenciamento dos dados. “Além de monitorar o cultivo e detalhar áreas, a ferramenta comprova o bom manejo e a mitigação de gases do efeito estufa, agregando valor à produção com rastreabilidade,” destacou. O histórico de até 10 anos do uso da terra também permite atender às exigências de certificações internacionais.  

Com o SimaBio, o produtor não só melhora sua eficiência, mas também obtém vantagens financeiras. O rastreamento de cultivos como a soja pode gerar bonificações por saca, enquanto o cálculo de carbono possibilita a comercialização de créditos, criando novas fontes de renda. Além disso, o uso da ferramenta pode facilitar acesso a linhas de crédito diferenciadas, dado o reconhecimento das práticas sustentáveis. Dessa forma, o SimaBio não apenas resolve lacunas de gestão, mas também posiciona o agricultor como referência em sustentabilidade e rentabilidade, promovendo uma agricultura moderna e comprometida com o meio ambiente.

 





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EUA dominam, Europa perde força



Além disso, a Crédito y Caución destaca a perda de competitividade da Europa



Além disso, a Crédito y Caución destaca a perda de competitividade da Europa
Além disso, a Crédito y Caución destaca a perda de competitividade da Europa – Foto: inpEV

As previsões para o setor químico nos próximos dez anos indicam um crescimento substancialmente maior nos Estados Unidos do que na Europa, conforme apontado pela seguradora Crédito y Caución. A principal razão para essa disparidade está relacionada às mudanças significativas nas fontes de energia da União Europeia, o que tem gerado um crescente distanciamento entre as duas regiões no setor.

Nos últimos anos, a Europa tem experimentado uma redução drástica das importações de gás russo, que representavam 40% das importações em 2021 e caíram para apenas 8% em 2023. Enquanto isso, os Estados Unidos continuam a contar com um fornecimento estável e competitivo de gás natural. Por outro lado, a União Europeia depende cada vez mais do gás natural liquefeito (GNL), que é mais caro e sujeito a volatilidade. A Europa importa esse gás de diversos fornecedores, como os EUA, Noruega, Norte da África, Catar e Reino Unido, o que coloca a indústria química da região em uma situação menos vantajosa.

Além disso, a Crédito y Caución destaca a perda de competitividade da Europa em produtos essenciais, como fertilizantes e amoníaco, devido ao aumento dos custos de energia. Esses custos mais elevados afetam diretamente a produção de produtos químicos básicos e também têm impacto nas versões mais especializadas desses produtos. A utilização de nafta, comum na Europa e na Ásia para produção química, também coloca o setor europeu em uma posição desfavorável em comparação com os EUA, que usufruem de fontes de energia mais acessíveis e eficientes.

Dessa forma, a tendência é que o setor químico nos Estados Unidos se beneficie de uma estrutura energética mais competitiva, enquanto a União Europeia enfrentará dificuldades em manter sua competitividade a longo prazo.

 





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Escassez e alta demanda disparam preços do café no Brasil



Alta é impulsionada por oferta limitada e demanda aquecida




Foto: Pixabay

Os preços dos cafés arábica e robusta seguem em alta no mercado brasileiro, impulsionados por fatores como oferta limitada e demanda aquecida. Segundo o Boletim Informativo do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o Indicador CEPEA/ESALQ do robusta tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, renovou recordes reais da série histórica iniciada em novembro de 2001. No acumulado de 2024, a valorização ultrapassa 100%, reflexo direto da restrição de oferta no Brasil e no Vietnã, somada aos elevados preços do arábica.

Já o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, atingiu valores acima de R$ 1.800 por saca de 60 kg, o maior patamar real desde 1998. No ano, a alta acumulada é de quase 80%, atribuindo-se este cenário à baixa oferta, ao alto percentual de café já comercializado pelos produtores e à safra 2024/25 menos volumosa.

Pesquisadores do Cepea destacam ainda que as condições debilitadas das plantas podem comprometer a produção da safra 2025/26, elevando a atenção de agentes do setor para o desenvolvimento da próxima temporada.





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