quinta-feira, abril 16, 2026

Política & Agro

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É possível proteger a lavoura com eficiência e sustentabilidade?



Controle das lavouras é um dos pilares para garantir segurança alimentar


Foto: Divulgação

O controle fitossanitário das lavouras é um dos pilares para garantir a segurança alimentar e a competitividade do agronegócio brasileiro. Com pragas e doenças cada vez mais resistentes, o manejo exige precisão, eficiência e, acima de tudo, sustentabilidade. Nesse contexto, práticas como o Manejo Integrado de Pragas (MIP) têm ganhado força entre os produtores, combinando defensivos químicos, biológicos e estratégias preventivas que minimizam custos e impactos ambientais.

De acordo com a Embrapa, técnicas de monitoramento regular, como o uso de armadilhas e drones para identificar infestações precocemente, têm sido fundamentais para evitar perdas econômicas .O equilíbrio entre controle químico e biológico é essencial para garantir resultados eficientes e proteger o meio ambiente. As soluções biológicas, como o uso de parasitoides e fungos entomopatogênicos, estão crescendo em aceitação por serem altamente específicas e sustentáveis.

A demanda por soluções mais sustentáveis está também alinhada às exigências do mercado externo, que busca produtos com menor resíduo químico. Exportadores de frutas e grãos, por exemplo, já estão sendo pressionados por barreiras fitossanitárias que incentivam o uso de tecnologias mais limpas e processos rastreáveis. 

O avanço da agricultura digital tem revolucionado o manejo fitossanitário. Aplicativos de mapeamento, conectados a sensores em campo, oferecem dados precisos sobre a saúde da plantação, permitindo ações mais assertivas e reduzindo o uso indiscriminado de defensivos. A popularização de drones também tem sido um diferencial, possibilitando pulverizações localizadas em áreas infestadas, o que reduz custos e protege regiões não afetadas.

Entretanto, o Brasil enfrenta desafios como a falta de acesso de pequenos produtores a essas tecnologias e o custo elevado de alguns produtos biológicos. Para superar essas barreiras, iniciativas como a Parceria Público-Privada para o Desenvolvimento do Controle Biológico (PPBio) estão promovendo o desenvolvimento de soluções acessíveis e fomentando o mercado de bioinsumos.





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Produção de algodão no Brasil cresce, mas enfrenta desafios




Fungos são um problema
Fungos são um problema – Foto: Canva

O Brasil mantém sua posição de destaque como terceiro maior produtor mundial de algodão, segundo a Associação Brasileira dos Produtores de algodão (Abrapa). No entanto, os produtores enfrentam desafios crescentes com a mancha-alvo, doença fúngica que pode reduzir a produtividade em até 40% em condições severas, conforme estudos da Embrapa. A doença afeta principalmente as folhas, causando desfolha precoce e comprometendo a qualidade e o peso final da fibra, explica Diego Palharini, consultor técnico da Tropical Melhoramento & Genética (TMG).  

A sobrevivência do fungo nos restos culturais e as condições climáticas favoráveis, como temperaturas entre 20°C e 30°C e alta umidade, são fatores que intensificam a disseminação da doença nas regiões produtoras. O controle químico tem mostrado eficiência reduzida, tornando o manejo integrado uma estratégia indispensável. Práticas como rotação de culturas com espécies não hospedeiras, manejo de restos culturais e uso de fungicidas no tratamento de sementes são recomendadas, especialmente porque não há cultivares totalmente resistentes à mancha-alvo.  

A escolha de cultivares menos suscetíveis é fundamental. Palharini destaca que utilizar soja moderadamente resistente à mancha-alvo em áreas destinadas ao algodão pode reduzir o inóculo no solo, amenizando os impactos da doença no início do ciclo. Além disso, a combinação de cultivares tolerantes a outras doenças, como a ramulária, permite um manejo mais direcionado e eficiente da mancha-alvo, potencializando o controle.  

Empresas como a TMG continuam investindo no desenvolvimento de cultivares com bom desempenho frente à doença. A adoção de estratégias integradas permanece como o caminho mais eficaz para mitigar as perdas, garantindo a sustentabilidade da produção brasileira de algodão.  

 





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Restrição na oferta sustenta preços


De acordo com o Relatório da Hedgepoint Global Markets, as condições climáticas adversas, como seca e altas temperaturas, podem impactar negativamente o potencial produtivo da safra de café 25/26 no Brasil, especialmente no caso do café arábica. A expectativa é de uma leve retração na produção deste grão, estimada em 1,4%, enquanto o café conilon deve apresentar um aumento significativo de 12,2% em relação ao ano anterior.

Essas previsões também refletem uma tendência global, com países como o Vietnã já registrando sinais de retração na comercialização de café. A maioria das origens deve enfrentar estoques finais menores, o que pode contribuir para um cenário de oferta restrita no mercado internacional. 

A combinação desses fatores, aliada ao clima desfavorável no Brasil, pode continuar a sustentar os preços do café no mercado, mesmo diante das oscilações sazonais que caracterizam o setor. A oferta reduzida, especialmente do Brasil, maior produtor mundial, deve manter a pressão sobre os preços, tornando o produto mais valioso no mercado global.

Com isso, o mercado de café deve permanecer volátil, com uma oferta limitada impactando diretamente a comercialização, podendo gerar ganhos em valor, embora com variações de acordo com as flutuações sazonais. “Embora nossas estimativas sobre a produção de conilon para o período, em relação a 24/25, projetem alta de 12,2%, chegando a 22,6 milhões de sacas, a safra de arábica pode apresentar queda de 1,4%, totalizando 42,6 milhões de sacas”, diz Laleska Moda, analista de Café da Hedgepoint.

 “Inicialmente, estimamos a oferta total de café no país em 65,2 milhões de sacas, avanço de 2,9% em relação à safra anterior, de 63,4 milhões de sacas, mas as condições climáticas futuras podem alterar nossas projeções”, observa a analista.

 





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semeadura de soja avança com projeções positivas


De acordo com a edição de novembro do Agro em Dados, publicação da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás, semeadura de soja atingiu 49% da área cultivada até 3 de novembro de 2024 em Goiás, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O índice representa um avanço de 8 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar de incertezas climáticas iniciais, o estado mantém projeções otimistas para aumento de área, produção e produtividade na safra 2024/25.

O atraso no plantio da soja no Brasil, registrado nas primeiras semanas de outubro, elevou momentaneamente os preços da oleaginosa. No entanto, com o início das chuvas, o ritmo normal da semeadura foi retomado. Nacionalmente, o plantio alcançou 53,3% da área estimada até o início de novembro, abrindo caminho para uma oferta robusta que poderá impactar os preços futuros.

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Segundo o Agro em Dados, nos Estados Unidos, a colheita da safra 2024/25 de soja está próxima de ser concluída, com expectativa recorde de 124,8 milhões de toneladas, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). Com isso, o mercado internacional direciona sua atenção às safras sul-americanas, especialmente do Brasil e da Argentina, que serão decisivas para o equilíbrio global.

A área mundial plantada com soja expandiu pelo quarto ano consecutivo, atingindo a maior relação estoque/consumo dos últimos cinco anos, estimada em 29,9% pelo Cepea.

Desde a safra 2021/22, o mercado interno de óleo de soja registra crescimento, impulsionado pela política de biocombustíveis. A Lei do Combustível do Futuro (Lei 14.993/2024) prevê o aumento escalonado da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel, atingindo 15% em março de 2025 e podendo chegar a 20% até 2030. Essa mudança pode elevar a demanda doméstica por óleo de soja para produção de biodiesel em até 150%, fortalecendo o mercado interno.





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Agroindústria registra alta em 2024



As perspectivas para o próximo trimestre são otimistas



As perspectivas para o próximo trimestre são otimistas
As perspectivas para o próximo trimestre são otimistas – Foto: Divulgação

De acordo com pesquisa do FGVAgro, o setor agroindustrial brasileiro apresentou um crescimento de 1,6% no volume de produção em setembro de 2024, na comparação com o mesmo mês de 2023. Esse desempenho foi impulsionado exclusivamente pelo segmento de Produtos Não-Alimentícios, que avançou 4,5% no período. Por outro lado, o segmento de Produtos Alimentícios e Bebidas teve uma queda de 0,7%, reflexo da redução na produção de alimentos de origem vegetal.  

As perspectivas para o próximo trimestre são otimistas, com o FGVAgro projetando uma expansão de 3,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Se essa estimativa se confirmar, a agroindústria deve encerrar 2024 com crescimento acumulado de 2,7% em comparação a 2023. Ambos os segmentos devem contribuir para esse desempenho positivo: Produtos Alimentícios e Bebidas com alta anual estimada de 2,9%, enquanto Produtos Não-Alimentícios devem crescer 2,5%.  

Entretanto, o estudo destaca que a taxa de câmbio é uma variável crítica no modelo de projeção e, devido à sua alta volatilidade, ainda há incertezas em relação ao fechamento do ano. Embora a previsão inicial seja de uma expansão de 2,7%, revisões futuras podem ajustar esse número para algo em torno de 2,5%. Mesmo com essa possível revisão, o crescimento projetado continua a indicar um ano positivo para a agroindústria, refletindo sua importância na economia brasileira.  

O desempenho do setor ressalta a resiliência e diversificação da agroindústria, que segue se destacando mesmo diante de desafios econômicos globais e oscilações cambiais. A combinação entre a força dos Produtos Não-Alimentícios e a recuperação projetada para o segmento de Produtos Alimentícios e Bebidas reforça o papel estratégico do setor no desenvolvimento do país.  

 





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chave do sucesso no agronegócio



Outro ponto vital é o gerenciamento de riscos



Outro ponto vital é o gerenciamento de riscos
Outro ponto vital é o gerenciamento de riscos – Foto: Pixabay

O agronegócio brasileiro foi responsável por 24% do PIB nacional em 2023, de acordo com o Cepea/Esalq/USP em parceria com a CNA. Esse desempenho destaca a importância do setor na geração de empregos, no equilíbrio da balança comercial e no abastecimento alimentar. Contudo, o sucesso dessa cadeia produtiva está diretamente ligado a uma logística eficiente. André Pimenta, CEO da Motz, transportadora digital que facilita o trabalho de caminhoneiros e embarcadores, reforça que investir em segurança e eficiência na cadeia de suprimentos é essencial para garantir crescimento sustentável.

Segundo o especialista, quatro pilares são indispensáveis para uma gestão logística eficaz. O primeiro é a eficiência na cadeia de suprimentos, que deve ser ágil e confiável, garantindo que a produção agrícola seja transportada sem grandes atrasos ou perdas. No agronegócio, a colaboração entre as empresas é crucial, pois a eficiência de cada uma impacta o resultado das demais, explica ele.

Outro ponto vital é o gerenciamento de riscos, especialmente em um país que depende fortemente de rodovias e portos para escoar a produção agrícola. Com uma safra de grãos projetada para 323,3 milhões de toneladas em 2024/2025, segundo a Embrapa, estratégias como escolha de modais adequados, uso de tecnologias de rastreamento e práticas logísticas qualificadas são essenciais para evitar prejuízos.

O treinamento da equipe também é fundamental. Dados da ABRALOG apontam que a capacitação contínua pode reduzir em até 25% os acidentes. Produtos como grãos e fertilizantes exigem cuidados específicos, e profissionais preparados garantem a integridade das cargas e a eficiência do transporte.

 





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produção de laranja e bergamota enfrenta baixa perspectiva



Excesso de chuvas reduz produção, mas manejo adequado projeta recuperação




Foto: Seane Lennon

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar, a região administrativa de Lajeado enfrenta os desafios da entressafra de laranja e bergamota. Em municípios como Pareci Novo, Bom Princípio e São José do Hortêncio, que juntos somam 1.320 hectares de bergamota, 658 hectares de laranja e 187 hectares de limão, a atenção está voltada para o manejo e a formação de frutos das próximas safras.

A safra de bergamota foi encerrada em municípios como Pareci Novo, onde os pomares agora passam por poda com desbaste interno, facilitando a entrada de luz solar e a ventilação, essenciais para a prevenção de doenças fúngicas. Em Bom Princípio, as variedades de laranja Valência e do Céu do Cedo registraram baixa perspectiva de produção devido à intensa floração na primavera, que resultou em baixo pegamento de frutos.

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Por outro lado, variedades como laranja de Umbigo e bergamota Ponkan, com floração mais tardia, apresentaram melhores resultados. Muitos produtores estão recorrendo à adubação foliar para estimular a brotação e melhorar a produtividade.

A produção de limão Tahiti ainda é baixa, mas os preços seguem em alta, favorecendo os produtores. As práticas de manejo, como o uso de fertilizantes químicos e cama aviária curtida, estão praticamente encerradas, enquanto o monitoramento dos pomares continua intensivo.

Apesar do temor de estiagem nos próximos meses, os produtores da região não demonstram preocupação significativa. Em São José do Hortêncio, as perdas nas variedades precoces de bergamota e laranja, causadas pelo excesso de chuvas durante a floração, foram parcialmente compensadas pelo aumento nos preços, que trouxe alívio financeiro aos agricultores.





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Oscilações climáticas marcarão o verão


O verão de 2025 não deverá repetir as ondas de calor intensas registradas no último verão, mas trará maior variação de temperatura e chuvas nas diversas regiões do país. A previsão é da Climatempo, que destaca a importância de empresas e órgãos públicos acompanharem as mudanças climáticas de curto prazo para planejar suas atividades.  

De acordo com Ana Clara Marques, meteorologista da Climatempo, o próximo verão terá picos de calor mais moderados e maior oscilação climática. “O próximo verão não será tão quente como o último, que bateu recordes de calor. Haverá alguns picos de temperaturas altas, mas depois elas diminuirão, com variações mais frequentes. As chuvas também terão maior oscilação e há a expectativa de longos períodos chuvosos ao longo do verão”, afirma Ana Clara Marques, meteorologista da Climatempo”, explica.  

Na Região Sudeste, espera-se um verão mais chuvoso e abafado, com menos dias ensolarados. No Sul, as chuvas serão irregulares, mas picos de calor nas capitais são previstos. No Norte, o verão terá chuvas regulares, beneficiando a navegabilidade dos rios após um ano crítico. Já no Nordeste, o início das chuvas será atrasado, mas ganhará intensidade no final da estação.  

No agronegócio, produtores de milho e soja do Centro-Oeste enfrentam um clima mais ameno, porém com períodos prolongados de invernadas que podem impactar o desenvolvimento das culturas. Ajustes no planejamento climático serão essenciais para mitigar riscos e aproveitar as oportunidades.  

“A previsão é de temperaturas mais amenas em relação ao último ano, e de menor probabilidade de que haja duas semanas, por exemplo, de temperaturas elevadas. O clima vai oscilar mais, embora, na média, deva manter o comportamento de verão”, avalia Ana Clara.

 





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Boi gordo abre a semana em alta



Boi gordo e “boi China” registram alta




Foto: Kadijah Suleiman

Segundo dados da análise do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria, o mercado de proteínas animais iniciou a semana com alta nas cotações do boi gordo e do “boi China”, reflexo de menor oferta e maior demanda. O preço do boi gordo subiu R$3,00/@, enquanto o “boi China” apresentou valorização de R$5,00/@. A cotação da vaca também registrou aumento de R$2,00/@. Por outro lado, o preço da novilha permaneceu estável.

Na região do Triângulo Mineiro, o movimento de alta foi semelhante, com acréscimos de R$3,00/@ no boi comum e R$5,00/@ na novilha. Já o “boi China” registrou aumento menor, de R$2,00/@.

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No mercado atacadista, a menor oferta de carne bovina com osso impulsionou as cotações. A carcaça do boi capão e do boi inteiro casados subiu 0,7%. O corte dianteiro 1×1 do boi capão teve aumento de 1,5%, enquanto a novilha casada registrou alta de 0,9%. Em contrapartida, o preço da vaca casada caiu 0,7%.

O mercado de carnes alternativas também registrou oscilações. A carcaça de suíno especial apresentou alta de 2,0%, enquanto a cotação do frango médio especial recuou 1,0%, conforme apontou o informativo.





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Mês de outubro tem queda no valor no valor das exportações, mas com maior volume, diz Farsul


A Farsul divulgou, nesta segunda-feira (25), os resultados das exportações gaúchas do mês de outubro. Na comparação com setembro de 2024, houve queda de 1,3% no valor das exportações, mas um aumento de 11% no volume.

Em comparação com o mesmo período do ano anterior, também houve queda, de 10% no valor total, de US$ 1,6 bilhão para US$ 1,5 bilhão. O volume exportado, entretanto, aumentou no agregado, passando de 2,4 milhão de toneladas em outubro de 2023 para 2,6 milhões de tonelada em julho de 2024, um aumento de 8%.

Em setembro, o estado do Rio Grande do Sul exportou um total de US$ 2,3 bilhões, sendo que o agro respondeu por US$ 1,5 bilhões deste montante, ou seja, 66%. Em volume, o agronegócio representou 91% do total exportado. As exportações do agro gaúcho, no acumulado de janeiro a outubro de 2024 totalizaram US$ 12,4 bilhões, valor 7,5% inferior ao exportado no mesmo período de 2023. Já no volume, o total exportado foi de 19,6 milhões de toneladas, aumento de 2% em relação ao mesmo período de 2023.

Os principais parceiros comerciais do estado no período foram a Ásia (sem o Oriente Médio), com US$ 934 milhões e 1,9 milhão de toneladas, e a Europa, que atingiu US$ 230 milhões, sendo US$ 186 milhões para a União Europeia. Em seguida temos o Oriente Médio com US$ 130 milhões, América do Sul com US$ 95 milhões, África com US$ 52 milhões, América do Norte com US$ 45 milhões, América Central e Caribe com US$ 32 milhões e Oceania com US$ 1,3 milhões.

Quanto aos países, a China aparece em primeiro lugar com US$ 742 milhões e participação de 48,8% no valor. Em segundo lugar temos o Irã com 3,5%, França com 3,2%, Bélgica com 2,5% e Estados Unidos com 2,4%.

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