quinta-feira, abril 16, 2026

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Mercado do boi gordo registram queda nas cotações



Compradores estão testando os preços




Foto: Divulgação

Segundo dados da análise do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria, a oferta de compra de gado nas principais regiões produtoras de carne do Brasil registrou queda de R$5,00/@ em todas as categorias, segundo informações recentes de mercado. Os compradores estão testando os preços, mas as ofertas ainda não conseguiram ser consolidadas. Por outro lado, os vendedores estão cautelosos, aguardando para ver se as novas cotações irão se sustentar antes de tomar decisões.

No Triângulo Mineiro, a tendência de queda nas cotações acompanha o cenário observado em diversas praças pecuárias. O preço do boi gordo e da novilha recuou R$3,00/@, enquanto a cotação da vaca teve uma queda mais acentuada, de R$5,00/@. A cotação do “boi China” também registrou uma redução de R$3,00/@.

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De acordo com o informado pela Scot Consultoria, em Alagoas, a cotação do boi gordo e da vaca gorda também sofreu uma queda, com recuos de R$2,00/@ para o boi e de R$5,00/@ para a vaca. A cotação da novilha, no entanto, permaneceu estável.

Já em Rondônia, a queda foi generalizada em todas as categorias de gado. O preço do boi gordo caiu R$4,00/@, enquanto as cotações da vaca, novilha e do “boi China” recuaram R$5,00/@ em todas as categorias.





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Novos boletins destacam avanços no manejo e genética do café


O Instituto Agronômico (IAC-Apta), de Campinas, responsável por grande parte das tecnologias que sustentam a cafeicultura brasileira, desenvolve pacotes tecnológicos que incluem variedades e porta-enxertos de café, sistemas de manejo do cafeeiro, além de estudos sobre qualidade da bebida e nichos de mercado. Com o objetivo de transferir informações atualizadas, o IAC elabora boletins e os disponibiliza ao setor. Com esse propósito, foram produzidas quatro novas publicações, uma sobre o porta-enxerto IAC Herculândia, material inédito que apresenta resistência simultânea a três espécies de nematoides do gênero Meloidogyne, e outras três sobre as mais recentes cultivares de café Arábica lançadas pela instituição: IAC 125 RN, IAC Obatã 4739 e IAC Catuaí SH3. As publicações, disponíveis gratuitamente no link, abordam as características desses materiais e também aspectos relacionados ao processo de obtenção, sementes, desempenho e fitossanidade.

Há um ano, o setor cafeeiro nacional conta com um novo porta-enxerto IAC Herculândia, considerado uma opção robusta no enfrentamento de parasitas em solos infestados por múltiplas espécies desses vermes microscópicos e abundantes. O porta-enxerto IAC Herculândia apresenta alto nível de resistência aos nematoides Meloidogyne exigua, M. incognita e M. paranaensis. Desenvolvido para a enxertia de cultivares suscetíveis de café Arábica, suas informações estão no Boletim Técnico IAC 239.

“O porta-enxerto IAC Herculância proporciona resistência total aos nematoides Meloidogyne exigua e Meloidogyne incognita com diversas cultivares de copa de Coffea arabica, como IAC Ouro Verde e Catuaí Vermelho IAC 99, IAC Catuaí SH3, Obatã IAC 1669-20, entre outras”, ressalta o pesquisador do IAC, Oliveiro Guerreiro Filho.

“IAC Herculância é uma cultivar sintética, que resultou de recombinações genéticas entre cinco clones de C. canephora, identificados como IAC WG, IAC FEBS, IAC PM, IAC LCCBF e IAC ARM”, explica o cientista sobre a pesquisa que gerou esse material inédito no Brasil e que representa um avanço significativo no melhoramento do café, por trazer esta resistência multiespécies.

O grande ineditismo do IAC Herculândia reside na combinação de resistência múltipla, em nível bastante elevado, a três espécies diferentes de nematoides, uma característica não presente em outros porta-enxertos disponíveis no mercado. “Este avanço permite que cafeicultores superem limitações de produção causadas por esses parasitas, mantendo a saúde das plantas e garantindo melhores resultados em produtividade. Sua alta adaptabilidade e compatibilidade com as principais cultivares de copa o tornam uma escolha versátil para diversas áreas do cultivo de café no Brasil”, ressalta Guerreiro.

Segundo o pesquisador, os quatro boletins trazem informações relacionadas ao processo de seleção, ao desempenho agronômico em condições experimentais e às características diversas sobre cada uma das cultivares e porta-enxerto – todos registrados no Ministério da Agricultura e Pecuária.

Os textos publicados anteriormente em periódico científico especializado divulgam o tema junto à comunidade científica e acadêmica, mas são de difícil acesso para o setor produtivo. “Os boletins técnicos disponibilizados gratuitamente buscam ampliar o público com uma linguagem acessível para personagens relevantes do setor cafeeiro, como cafeicultores, viveiristas, produtores de sementes, técnicos e consultores, além de dar maior visibilidade às tecnologias geradas pelo Instituto”, diz o pesquisador do IAC, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

IAC 125 RN, excelente opção para o setor, está no Boletim Técnico IAC 236

Com resistência à ferrugem-do-cafeeiro e às raças 1 e 2 do nematoide M. exigua, esta cultivar IAC 125 RN é ótima opção para a cafeicultura nacional.

“Por ser resistente a todas as raças de ferrugem encontradas no Brasil, IAC 125 RN reduz a necessidade de defensivos químicos e, consequentemente, os custos de produção. Além disso, sua resistência aos nematoides, especialmente M. exigua, que afetam severamente solos arenosos, é uma vantagem econômica significativa em áreas de ocorrência dos mesmos”, explica Oliveiro Guerreiro Filho. Apesar da destacada resistência à ferrugem e aos nematoides, a cultivar é suscetível ao bicho-mineiro, à broca-dos-frutos e à cercosporiose.

Com altura reduzida e copa compacta, a IAC 125 RN apresenta ramificação entre média e alta, as folhas novas são verdes e os frutos são grandes e cor vermelho-escura, que amadurecem precocemente.

Recomendada para o cultivo de café Arábica em São Paulo e Minas Gerais, especialmente em regiões irrigadas, a IAC 125 RN demonstrou maior produtividade em comparação ao Catuaí Vermelho IAC 144, em condições irrigadas ou não.

“Essa cultivar combina resistência a pragas e doenças com características agronômicas e tecnológicas que a tornam uma escolha promissora para os cafeicultores, destacando-se como um marco no melhoramento genético de Coffea arabica no Brasil”, resume o cientista.

Características inovadoras da IAC Obatã 4739 estão no Boletim Técnico IAC 237

A cultivar IAC Obatã 4739 possibilita o cultivo sem o uso de fungicidas, reduzindo custos e impactos ambientais graças à sua resistência a várias raças de ferrugem-do-cafeeiro. Com esse perfil, atende à busca pela alta produtividade, resistência a doenças e excepcional qualidade de bebida, além de colaborar com a sustentabilidade ambiental.

Sua adaptabilidade a diferentes altitudes e latitudes a torna versátil para diversas regiões cafeeiras, destacando-se em Minas Gerais e São Paulo. É recomendada para regiões com déficit hídrico moderado, preferencialmente em sistemas irrigados. “Em áreas irrigadas, a produtividade é elevada, com média de 83,2 sacas de café beneficiado por hectare, superando outras cultivares de referência”, afirma Guerreiro.

Outras características incluem: porte baixo, internódios curtos e copa compacta, perfil que facilita o manejo nas lavouras. Seus frutos amarelos têm amadurecimento médio a tardio e, em algumas regiões, amadurecem mais tarde que o Catuaí Amarelo IAC 62.

Pacote tecnológico inédito trazido pela cultivar IAC Catuaí SH3 está no Boletim Técnico IAC 238

A cultivar IAC Catuaí SH3 reduz o uso de defensivos e traz a combinação equilibrada de resistência à ferrugem, tolerância à seca e alta qualidade de bebida, perfil raro entre as cultivares de porte baixo. “Essa inovação faz da IAC Catuaí SH3 uma escolha estratégica para produtores que buscam sustentabilidade, eficiência agronômica e qualidade”, ressalta o pesquisador Oliveiro Guerreiro Filho.

A IAC Catuaí permite maior densidade de plantio e facilita a colheita por ter baixa estatura, copa cilíndrica e diâmetro variável. Com ciclo de maturação intermediário a tardio, assemelha-se ao Catuaí Vermelho IAC 99.

Adaptável a diferentes regiões, é especialmente eficaz em áreas propensas à incidência de ferrugem e à seca, como Mococa e Franca, no interior paulista, onde sua produtividade média supera 39 sacas por hectare.

“A IAC Catuaí SH3 apresenta vigor excepcional após períodos de seca, com qualidade de bebida superior, alcançando 82 pontos na escala da Associação Americana de Cafés Especiais (SCAA), o que a torna apta para o mercado de cafés especiais”, comenta o pesquisador do IAC, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.





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Demanda sólida impulsiona milho nos EUA



A geopolítica segue influenciando os mercados



A geopolítica segue influenciando os mercados
A geopolítica segue influenciando os mercados – Foto: USDA

O mercado de grãos apresentou sinais de firmeza em novembro, com o milho ganhando destaque devido à sólida demanda de exportação e a um relatório WASDE moderadamente positivo. Segundo o Conselho Internacional de Grãos (IGC), os preços globais do milho subiram 3% em cinco semanas, impulsionados por valores FOB mais altos nos EUA e América do Sul. Essa alta também beneficiou o sorgo, enquanto a cevada permaneceu estável e aveia e centeio registraram quedas.  

Os futuros do milho nos EUA subiram 6%, refletindo a forte demanda internacional, especialmente do México, e revisões para baixo nas estimativas de produção e rendimento no relatório WASDE de novembro. Apesar disso, a alta foi limitada pela pressão sazonal da colheita e por flutuações em mercados externos, como petróleo e moedas. No Brasil, os valores FOB em Paranaguá foram sustentados pela demanda local de etanol, mas perderam força com as perspectivas favoráveis para a safra de safrinha. Na Argentina, o mercado mostrou volatilidade, com cotações competitivas apesar do baixo interesse comercial, enquanto na Ucrânia os preços caíram devido à menor demanda de exportação.  

A geopolítica segue influenciando os mercados, com tensões na guerra na Ucrânia elevando os preços do milho CBOT. Já a cevada viu quedas na UE e Austrália, compensadas por ganhos na região do Mar Negro. No caso do sorgo, os preços subiram nos EUA e Argentina, acompanhando a alta do milho, enquanto a aveia e o centeio enfrentaram perdas devido à menor demanda global e fatores sazonais.  

A Confederação Europeia da Produção de Milho (CEPM) alertou para os possíveis impactos de um acordo comercial entre a UE e o Mercosul, que pode aumentar as importações de milho sul-americano, reduzindo a área plantada na Europa e beneficiando o Brasil. Para aprovar o acordo, a CEPM exige que o milho importado atenda às normas europeias, incluindo restrições contra substâncias proibidas e desmatamento.  

 





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Produtores gaúchos afetados por enchentes participam de feira no Paraná



A Feira Sabores do Paraná aconteceu até o dia 1º de dezembro em Curitiba




Foto: Divulgação

Dez agroindústrias familiares do Rio Grande do Sul estavam entre os 76 expositores da Feira Sabores do Paraná, que aconteceu até o último domingo (1º) no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba. A presença dos produtores gaúchos no evento foi o resultado de uma parceria entre o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e a Emater-RS, com o objetivo de impulsionar a retomada econômica em regiões do estado atingidas por chuvas e enchentes no início do ano, conforme o informado pela Secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab).

De acordo com as informações divulgadas pela Secretaria de Agricultura, os produtores selecionados foram provenientes de cidades como Dois Lajeados, Farroupilha, Soledade, Vista Alegre, Ilópolis, Paraí, Venâncio Aires, Hulha Negra, Harmonia e Bento Gonçalves. A escolha foi conduzida pela Emater-RS e pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag).

A iniciativa busca não apenas promover a comercialização de produtos, mas também destacar a resiliência dos agricultores familiares gaúchos, que enfrentam desafios significativos após os desastres naturais.

Segundo a Seab, após um hiato de dez anos, a Feira Sabores do Paraná retornou ao calendário, reafirmando sua importância como vitrine para a agricultura familiar. Nesta edição, 66 agroindústrias de 46 municípios paranaenses se juntaram aos expositores gaúchos, promovendo produtos artesanais e destacando a qualidade da produção local. Além das oportunidades de comercialização, a feira proporcionou experiências gastronômicas e educativas. Um espaço dedicado à gastronomia oferece aulas-show de culinária, utilizando ingredientes dos expositores ou cultivares desenvolvidas pelo IDR-Paraná. A Feira Sabores do Paraná foi promovida pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento (Seab), com execução do IDR-Paraná e apoio de entidades como Adapar, Sebrae/PR, Sistema Faep/Senar-PR e Fetaep.





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levantamento analisa efeitos climáticos em 2024 e projeções para 2025


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) deu início, em 1º de dezembro, ao levantamento do fechamento da safra de café 2024 e às projeções para a safra de 2025. A pesquisa, que se estende até 14 de dezembro, tem como foco a coleta de informações para estimar a produção de café em todo o país, considerando os desafios enfrentados pelas lavouras devido às adversidades climáticas.

A Conab está conduzindo a pesquisa presencialmente nos principais estados produtores de café, como Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Goiás. Em contrapartida, a coleta será remota ou híbrida em Rondônia, Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná, utilizando tecnologias para garantir a precisão dos dados. Essa abordagem permite alcançar uma visão abrangente e detalhada das condições de cultivo em diferentes regiões cafeeiras, ajustando-se às especificidades locais.

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Segundo a Conab, o levantamento ocorre em um ciclo de bienalidade positiva para o café arábica, caracterizado tradicionalmente por maior produtividade. Entretanto, fatores climáticos, como estiagens prolongadas, chuvas irregulares e altas temperaturas durante o desenvolvimento dos frutos, afetaram negativamente o desempenho das lavouras, frustrando as projeções iniciais para a safra de 2024. A Conab destaca que essa pesquisa é fundamental para avaliar os impactos climáticos na produção nacional e orientar o mercado, fornecendo informações estratégicas para o planejamento agrícola e a tomada de decisões no setor cafeeiro.

O último levantamento da Conab, divulgado em setembro, apontava uma produção de 54,8 milhões de sacas beneficiadas em 2024, uma queda de 0,5% em relação à safra anterior. A produtividade média foi de 28,8 sacas por hectare, representando uma redução de 1,9% frente ao ciclo passado, mesmo com um aumento de 1,4% na área em produção, que alcançou 1,9 milhão de hectares. Os dados obtidos durante esta pesquisa serão divulgados em janeiro de 2025. O 4º Levantamento da Safra de Café 2024 está programado para o dia 21, enquanto o 1º Levantamento da Safra de Café 2025 será apresentado no dia 28 do mesmo mês.





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Queda na produção de bezerros preocupa pecuaristas em Mato Grosso



Redução no índice de desmama reforça desafios para a pecuária mato-grossense




Foto: Divulgação

Segundo a análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgada nesta segunda-feira (2), o índice bruto de desmama em Mato Grosso registrou em 2024 uma redução de 4,83 pontos percentuais (p.p.) em comparação ao ano anterior. Esse resultado representa a quarta maior queda na série histórica iniciada em 2006, fixando a média estadual em 67,65%.

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O desempenho deste ano também marca uma redução de 1,29 p.p. em relação ao índice de 2018, que até então apresentava o menor valor da série. A análise aponta que esses bezerros são oriundos da estação de monta de 2022, considerando o período de gestação e o ciclo de desmame. A queda no indicador é atribuída ao aumento no descarte de fêmeas registrado em 2022. O alto volume de matrizes abatidas nos últimos três anos contribuiu para a redução do potencial reprodutivo no estado, impactando diretamente a produção de bezerros.

A tendência, segundo o Imea, é que o índice bruto de desmama permaneça em níveis baixos nos próximos ciclos, dado o cenário de menor disponibilidade de matrizes no rebanho estadual. Essa redução pode gerar reflexos na pecuária de corte em Mato Grosso, principal estado produtor de carne bovina no país. A menor produção de bezerros pode levar à redução da oferta de animais para engorda, com potenciais impactos na cadeia de abastecimento e na rentabilidade dos pecuaristas.





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Farelo de soja sobe no Mato Grosso e em Chicago



Óleo de soja apresentou recua no mercado internacional




Foto: Leonardo Gottems

O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou nesta segunda-feira (2) a análise semanal sobre o mercado de derivados de soja. O farelo de soja registrou alta de 0,60% na Bolsa de Chicago (CME-Group), alcançando a média de US$ 290,77 por tonelada, impulsionado por uma maior demanda internacional no período. Em Mato Grosso, a cotação acompanhou o movimento global, subindo 0,37% e sendo precificada a R$ 1.957,00 por tonelada.

De acordo com a análise semanal, por outro lado, o óleo de soja apresentou recuo no mercado internacional. Na CME-Group, a desvalorização semanal foi de 4,60%, com a média fixada em US$ 41,52 por libra-peso. A retração reflete as incertezas geradas por declarações do presidente eleito dos Estados Unidos sobre possíveis taxas nas importações, além de uma queda de 1,19% nos preços do petróleo, fator que também impacta o mercado de óleos vegetais.

Em Mato Grosso, o preço do óleo de soja seguiu a tendência de baixa observada em Chicago, com redução de 0,22%, encerrando o período a R$ 6.113,75 por tonelada, conforme o apontado pelo Imea





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Mercado de açúcar inicia semana com oscilações



Futuros do açúcar iniciam a semana mistos nas bolsas internacionais




Foto: Pixabay

Segundo dados da União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros de açúcar apresentaram movimentos mistos nas bolsas internacionais nesta segunda-feira (2). Em Nova York, na ICE Futures, os lotes de maior liquidez encerraram o dia em queda, com exceção dos contratos de longo prazo, que tiveram leve alta. O contrato março/25 do açúcar bruto fechou o dia cotado a 21,07 centavos de dólar por libra-peso, uma queda de 1 ponto em relação à última sexta-feira. Já o vencimento maio/25 recuou 5 pontos, negociado a 19,78 centavos por libra-peso. Outros lotes oscilaram entre quedas de até 6 pontos e altas de 5 pontos.

As chuvas intensas que atingiram a região centro-sul do Brasil no final de semana podem acelerar o encerramento antecipado da moagem em algumas usinas. Esse cenário pode comprometer a reta final da safra 2024/25, gerando incertezas quanto ao volume final de produção, de acordo com o divulgado pela Udop.

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Na ICE Futures Europe, em Londres, o contrato março/25 para o açúcar branco fechou estável a US$ 547,70 por tonelada. Os vencimentos maio e agosto/25 registraram altas de US$ 1,20 e US$ 0,40, respectivamente, enquanto os demais contratos tiveram quedas entre US$ 0,40 e US$ 2,30.

Por outro lado, no Brasil, o mercado doméstico também registrou queda no preço do açúcar cristal. De acordo com o Indicador Cepea/Esalq, a saca de 50 quilos foi negociada a R$ 163,60, uma desvalorização de 0,58% em comparação aos R$ 164,55 da sexta-feira, conforme divulgou a Udop.





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Goiás registra recorde no preço do suíno vivo



Suinocultura encerra o ano com preços recordes e demanda aquecida no estado




Foto: Pixabay

Segundo o divulgado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Governo de Goiás com base nos dados da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), oercado de suínos registrou um marco histórico na segunda quinzena de novembro em Goiás, com o preço do suíno vivo alcançando R$ 10,10 por quilo. A valorização representa uma alta de 50,74% desde janeiro, quando o preço estava em R$ 6,70 por quilo, e marca a maior variação desde o início do monitoramento, em 2020. Para os suinocultores goianos, o aumento é uma oportunidade de reparar prejuízos acumulados nos últimos quatro anos, período em que o setor enfrentou crises severas.

O aquecimento do mercado interno, aliado à crescente demanda internacional, impulsionou as cotações. Dados da Associação Goiana de Suinocultores (AGS) indicam um crescimento de 8% nas exportações desde maio de 2024. Esse movimento, somado à alta nos preços, contribui para que a suinocultura brasileira encerre o ano com produção estável, recordes de exportações e consumo aquecido, conforme o divulgado pela Seapa.

De acordo com o relatório Agro em Dados, da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), agosto foi o terceiro melhor mês em exportações de carne suína para Goiás. O estado registrou crescimento de 4,4% no volume exportado e de 15,9% em valores, em comparação ao mesmo período de 2023, consolidando sua posição no mercado externo.





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Cotação da pluma e dólar impulsionam exportações mato-grossenses



Valorização da moeda americana reflete expectativas macroeconômicas para o Brasil




Foto: Canva

Segundo análise do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (2), as paridades de exportação de algodão para os contratos de dezembro de 2024 e julho de 2025 no mercado mato-grossense registraram altas na última semana de novembro. As médias encerraram o período em R$ 139,41/@ e R$ 143,79/@, respectivamente, representando elevações de 9,24% e 4,05% em relação à semana anterior.

O aumento das paridades foi impulsionado pela valorização semanal da pluma de algodão na Bolsa de Nova York, que apresentou crescimento de 7,02% para os contratos de dezembro de 2024 e de 2,02% para julho de 2025. O dólar também contribuiu para o cenário, com altas de 2,15% e 2,07% nos contratos futuros dos mesmos períodos.

Segundo o Imea, a valorização da moeda americana reflete expectativas macroeconômicas para o Brasil em 2025, somadas à repercussão de declarações políticas recentes, que têm sustentado o dólar em patamares elevados e impactado positivamente as paridades de exportação no estado.





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