quinta-feira, abril 16, 2026

Política & Agro

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Investimento de R$ 180 milhões impulsiona Centro de Pesquisa em Indaiatuba/SP


A cidade de Indaiatuba, no interior de São Paulo, se tornou sede do novo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (CPD-I), voltado exclusivamente para a agricultura . O projeto, que contou com investimento de R$ 180 milhões, visa atender de forma mais ágil às demandas dos produtores rurais, encurtando o tempo de desenvolvimento de tecnologias voltadas à realidade do campo brasileiro.

As instalações do CPD-I incluem escritórios, laboratórios, salas para calibração e manutenção, oficinas e impressoras 3D, além de uma ampla área de testes de campo com mais de 400 mil m². O centro tem como objetivo principal desenvolver tecnologias adaptadas às condições da agricultura tropical, considerando variáveis como tipos de solo, clima, conectividade e sistemas de produção. Inicialmente, 110 profissionais foram alocados para trabalhar na unidade, mas o número deverá crescer nos próximos anos.

Para Cristiano Correia, vice-presidente de Sistemas de Produção da companhia para a América Latina, o centro é uma oportunidade de criar soluções mais eficazes para atender às necessidades locais. “Sabemos que a agricultura tropical desempenha um papel essencial não só para o Brasil, mas também para o futuro do planeta. Por isso, vamos trabalhar para oferecer tecnologias que apoiem os produtores rurais e contribuam para sistemas de produção mais eficientes e sustentáveis”, destacou.

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O prefeito de Indaiatuba, Nilson Gaspar, reforçou o impacto positivo do projeto na cidade e para o setor agrícola. “Este centro de pesquisa é um motivo de orgulho, pois sabemos que os produtos que alimentarão milhões de pessoas serão desenvolvidos aqui. Além disso, o empreendimento trouxe desenvolvimento e contribuiu para a qualidade de vida do nosso município. Agradeço aos vereadores que ajudaram a tornar esse projeto realidade”, afirmou.

O secretário de Agricultura do Estado de São Paulo, Guilherme Piai, também destacou a relevância do CPD-I. “Os produtores são os verdadeiros heróis deste país. Este centro nos levará mais longe na agricultura tropical, trazendo soluções alinhadas à nossa realidade, como solos, clima e até mesmo a possibilidade de três safras por ano. Tenho certeza de que esse projeto será um divisor de águas para o agronegócio”, declarou.

As soluções desenvolvidas no centro atenderão às principais cadeias produtivas brasileiras, como grãos, cana-de-açúcar, algodão e cultivos especiais. Além disso, o espaço amplia a capacidade de realizar testes e ajustes localizados, reduzindo o tempo entre a criação de novas tecnologias e sua aplicação prática no campo.

* A jornalista viajou a convite da John Deere. 





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Safra de milho projeta produtividade elevada em áreas irrigadas



Plantio do milho atinge 90% da área prevista no RS




Foto: Agrolink

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (5) pela Emater/RS-Ascar, no Rio Grande do Sul, o plantio do milho avançou para 90% da área projetada para a safra 2024/2025. Atualmente, 40% das lavouras estão em fase vegetativa, 25% em florescimento, 34% em enchimento de grãos, e 1% já alcançou a maturação.

As precipitações ocorridas entre 20 de novembro e 1º de dezembro ajudaram a melhorar os níveis de umidade do solo, trazendo alívio aos produtores. No entanto, a estiagem no início de novembro provocou impactos em áreas que enfrentaram déficit hídrico entre o final de outubro e meados de novembro. Nessas regiões, as perdas de produtividade são consolidadas e variam de acordo com a intensidade e a duração do estresse hídrico. Ainda assim, caso o regime de chuvas permaneça favorável, a expectativa é de que a produção deste ano supere a safra anterior.

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Nas áreas irrigadas, o cenário é mais otimista, com potencial produtivo elevado. A alta disponibilidade de radiação solar durante o dia e as temperaturas amenas à noite favorecem o desenvolvimento das plantas, sustentando boas perspectivas para a colheita.

As práticas de manejo variam de acordo com o estágio de desenvolvimento das lavouras. Nas áreas em semeadura, germinação e desenvolvimento inicial, os produtores têm realizado adubações e controle de plantas daninhas. Em casos pontuais, inseticidas e fungicidas são aplicados quando há necessidade de controle. Para a safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 748.511 hectares, com uma produtividade média esperada de 7.116 kg/ha.

O preço médio da saca de 60 kg de milho registrou uma leve queda de 0,25% em relação à semana anterior, passando de R$ 68,17 para R$ 68,00, de acordo com o levantamento semanal da Emater/RS-Ascar.





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Produção de feijão enfrenta impacto da seca no RS


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (5) pela Emater/RS-Ascar, a produção de feijão da primeira safra está sendo impactada pela irregularidade hídrica no Rio Grande do Sul. A escassez de chuvas resultou em desuniformidade no desenvolvimento das lavouras, com variações expressivas no potencial produtivo, especialmente nas áreas de sequeiro.

A semeadura foi concluída nas regiões que adotam o sistema de duas safras e está prestes a começar nos Campos de Cima da Serra, área responsável por cerca de 40% do cultivo e 50% da produção estadual de feijão na primeira safra. Para a safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar estima o cultivo de 28.896 hectares, com produtividade média prevista de 1.864 kg/ha.

Nas lavouras de sequeiro, o déficit hídrico gerou queda de folhas, flores e falhas na fecundação. Em contrapartida, as lavouras irrigadas têm apresentado desenvolvimento satisfatório.

Na região de Ijuí, 21% das lavouras estão em fase vegetativa, 35% em floração, 35% em enchimento de grãos, 7% em maturação, e 2% já foram colhidas. O uso de inseticidas tem sido necessário para controlar pragas como lagartas e percevejos. Em Pelotas, a semeadura atingiu 73% da área projetada, com 69% das plantas em estádio vegetativo, 22% em florescimento e 9% em enchimento de grãos.

Na região de Santa Maria, o regime de chuvas é favorável. Em Nova Palma, principal município produtor, 15% das lavouras estão em floração, 35% em formação de vagens, 40% em enchimento de grãos e 10% em maturação.

Já em Soledade, onde 98% das lavouras estão em fase reprodutiva, o déficit hídrico também trouxe perdas de produtividade. A região enfrenta aumento de doenças como antracnose e de pragas como tripes e ácaros, favorecidas pelo clima seco.

A comercialização do feijão sofreu desvalorização no Estado. O preço médio da saca de 60 kg caiu 8,88% em relação à semana anterior, passando de R$ 298,57 para R$ 272,06.





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Cultivo de tomate avança com boas condições climáticas



Preço do produto desagrada a parte dos agricultores.




Foto: Divulgação

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (5) pela Emater/RS-Ascar, as condições climáticas das últimas semanas, com altas temperaturas, forte insolação e chuvas pontuais, têm favorecido o cultivo de tomate em diferentes regiões do Rio Grande do Sul. As lavouras mostram bom desenvolvimento, mas o preço do produto desagrada a parte dos agricultores.

Na região de Caxias do Sul, as condições climáticas beneficiaram a maturação dos frutos e o transplantio das mudas para as lavouras tardias, que devem se estender até meados de janeiro. As mudas enxertadas, fornecidas por viveiros especializados, estão sendo comercializadas a R$ 2,70 por unidade.

As lavouras de ciclo intermediário apresentam ótimo vigor, boa sanidade e estão no início da frutificação. Já as lavouras precoces estão em plena colheita, com frutos de excelente aparência e coloração. O tomate do grupo longa vida é comercializado na propriedade por R$ 75,00 a caixa de 22 kg.

Na região de Santa Rosa, o desenvolvimento também segue satisfatório, com a maturação das primeiras pencas em andamento. No entanto, os produtores relatam descontentamento com o preço do produto, atualmente vendido a R$ 4,00/kg, considerado baixo e com pouca demanda no mercado.





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Mercado de carne enfrenta pressão com queda nos preços do boi gordo



Mercado do ‘boi China’ sofre recuo de R$ 7,00/@ em Minas Gerais




Foto: Canva

Segundo dados da análise do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria, a retração no consumo de carne bovina no mercado interno continua pressionando os preços, mesmo diante de uma oferta limitada de boiadas. Segundo informações do mercado nesta quinta-feira (5), o valor de compra do boi gordo caiu R$ 5,00/@ em todas as categorias, refletindo a dificuldade no escoamento da carne.

Parte dos frigoríficos está fora das negociações, enquanto os compradores ativos mantêm a pressão por preços mais baixos. Em contrapartida, vendedores têm adotado uma postura cautelosa, evitando grandes volumes de venda.

As escalas de abate permanecem ajustadas para cerca de uma semana, uma estratégia para lidar com o ritmo lento de consumo no mercado doméstico. A expectativa, no entanto, é de melhora no escoamento da carne, o que poderia estabilizar os preços e aliviar a pressão de baixa.

De acordo com o informado pela Scot Consultoria, no Minas Gerais, a situação segue semelhante, com quedas registradas em quase todas as regiões, exceto no Sul, onde os preços permaneceram estáveis.

  • Triângulo Mineiro: redução de R$ 2,00/@ para todas as categorias.
  • Belo Horizonte: queda de R$ 5,00/@ tanto para o boi gordo quanto para a vaca.
  • Norte de Minas: retração de R$ 5,00/@ para todas as categorias.
  • Sul de Minas: preços estáveis em relação ao dia anterior.


Além disso, a cotação do chamado “boi China” registrou uma queda mais acentuada, com recuo de R$ 7,00/@.





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produtores ajustam manejo para próximas safras



Baixa fixação de frutos compromete safra de oliveiras em Bagé




Foto: Franquiéle Bonilha da Silva

A produção de oliveiras no Rio Grande do Sul enfrenta desafios devido às chuvas intensas ocorridas entre agosto e outubro. Na região administrativa de Bagé, a situação é crítica, com pomares registrando baixíssima fixação de frutos, conforme apontado pelo Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (5) pela Emater/RS-Ascar.

Segundo o informativo, as precipitações, que também afetaram regiões do Uruguai, prejudicaram a polinização das oliveiras e impediram a aplicação de fungicidas nos pomares, resultando em alta incidência de repilo, uma doença fúngica que provoca a desfolha das árvores. Apesar das adversidades, a cultivar Koroneiki, conhecida por sua resistência a variações climáticas, é a principal esperança para uma colheita viável na região. Diante das perspectivas pessimistas para esta safra, produtores locais estão redirecionando esforços para o manejo de adubação, já focados na safra de 2026.

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Em Pelotas, a situação é mais positiva. A cultura está nas fases de frutificação e enchimento dos frutos, com os produtores realizando tratamentos preventivos para controle de doenças. A expectativa de produção na região é melhor do que a da safra anterior, graças ao bom pegamento das flores.

Na região administrativa de Soledade, a formação das azeitonas já está consolidada, mas a produtividade geral ficará abaixo do esperado. Apesar disso, os pomares apresentam boas condições sanitárias.





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95% da produção está qualificada para a indústria cervejeira



Clima favorável deve permitir a finalização da colheita nos próximos dias




Foto: Canva

De acordo com dados divulgados pelo Informativo Conjuntural da Emater/RS nesta quinta-feira (5), a colheita da cevada está em fase final no Rio Grande do Sul. A operação já foi concluída nas regiões, com exceção dos Campos de Cima da Serra, onde 60% das lavouras foram colhidas e 40% ainda se encontram em fase de maturação. As condições climáticas favoráveis devem permitir a finalização da colheita nos próximos dias.

A safra 2024 de cevada é considerada satisfatória, embora não tenha atingido os recordes da colheita de 2022. No entanto, a produção não sofreu perdas significativas como ocorreu em 2023, quando a cevada não foi adequada para a indústria de malte. De acordo com a Gerência de Classificação e Certificação (GCC) da Emater/RS-Ascar, 95% das 52 mil toneladas analisadas foram classificadas para a produção cervejeira.

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Os grãos desclassificados apresentaram características como tamanho inadequado, poder germinativo abaixo do esperado e presença de micotoxinas, fatores que estão relacionados a condições climáticas desfavoráveis, como chuvas excessivas e nebulosidade durante o ciclo da cultura.

A área cultivada com cevada no estado foi de 34.398 hectares, com a estimativa de produtividade em 3.431 kg/ha. No mercado, a cotação da cevada de primeira classe para a indústria cervejeira na região de Erechim é de R$ 90,00 por saca de 60 quilos.





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safra segue com boa sanidade no RS



A cultura segue avançando no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (5) pela Emater/RS-Ascar, a cultura da uva segue avançando no Rio Grande do Sul, com destaque para as regiões de Santa Rosa e Soledade

Na região administrativa de Santa Rosa, a uva segue em fase de frutificação, mas alguns vinhedos apresentam baixa carga de cachos. Apesar disso, as videiras estão com boa sanidade, beneficiadas pelo uso de produtos à base de cobre, cujos resultados têm sido satisfatórios. No entanto, os preços desses insumos aumentaram de forma considerável, o que pode impactar os custos de produção para os viticultores.

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Em Soledade, localizada no Baixo Vale do Rio Pardo, as variedades precoces de uva estão na fase final de formação das bagas e começando a entrar em maturação. O clima favorável, com predominância de tempo seco, contribuiu para a boa sanidade dos vinhedos. As chuvas recentes, no entanto, mantiveram a umidade do solo e favoreceram o desenvolvimento das bagas. Os produtores têm adotado manejo preventivo contra o míldio, doença fúngica comum na cultura da uva.





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Santa Catarina redobra medidas de biosseguridade para evitar entrada da gripe aviária


Santa Catarina iniciou em novembro e vai até abril o período de maior migração de aves para a América do Sul. Durante esse período, as ações de vigilância conjunta e as medidas de biosseguridade para prevenir a Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), popularmente conhecida como gripe aviária, são intensificadas pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAR) e pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc).

Segundo o infomado pela Secretaria de Agricultura, o estado segue livre da gripe aviária, sem registro de casos nos aviários comerciais, o que é um fator crucial considerando que Santa Catarina é um dos maiores produtores e exportadores de carne de frango do país, respondendo por 12,7% da produção nacional. Isso reforça a importância das medidas preventivas, uma vez que a influenza aviária é uma doença de alto risco para aves, podendo levar à morte em grande parte dos casos e causando sérios impactos econômicos no setor avícola.

O último caso de IAAP em Santa Catarina ocorreu no ano passado, em ave silvestre. Graças à resposta rápida e eficaz da Cidasc, o vírus foi contido e não chegou aos aviários comerciais. A Secretaria alerta sobre a importância de redobrar os cuidados e manter as vigilâncias constantes, para evitar a disseminação da doença.

A SAR e a Cidasc orientam os produtores a intensificarem as medidas de biosseguridade em suas propriedades rurais. Algumas das principais recomendações incluem a verificação de cercas e telas, o isolamento das aves de produção das aves de vida livre e a oferta de água tratada para os animais. Caso algum produtor observe aves com sinais típicos da doença, como mortalidade elevada e súbita, dificuldades respiratórias, sinais neurológicos ou queda na produção de ovos, deve realizar a notificação por meio do SISBRAVET.

Além disso, o estado orienta a população a não tocar em animais doentes ou mortos em áreas de lazer, como praias e parques, para evitar o risco de contaminação.

A transmissão do vírus ocorre principalmente pelo contato com aves infectadas. O consumo de carne e ovos de aves é seguro, desde que provenham de estabelecimentos com selo de inspeção sanitária, que seguem rigorosos protocolos de segurança alimentar, conforme o informado pelo SAR.





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Preço da mandioca cresce na feira e nos mercados



Produtores de mandioca enfrentam problemas com bacterioses




Foto: Canva

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (05) pela Emater/RS, a produção de mandioca na região administrativa de Santa Rosa, no norte do estado, segue com bom desempenho. As lavouras apresentam excelente brotação e vigoroso desenvolvimento vegetativo, o que tem garantido uma produção satisfatória. Para o controle de plantas invasoras, os produtores têm adotado a capina manual, sendo que muitas lavouras são destinadas ao consumo próprio das famílias.

Os preços da mandioca têm variado conforme a forma de comercialização. O valor pago ao produtor pela caixa de 25 kg de mandioca é de R$ 120,00, enquanto o preço do quilo da mandioca lavada e não descascada chega a R$ 5,43 quando vendida diretamente ao consumidor. A mandioca descascada, por sua vez, está sendo comercializada para os mercados varejistas a R$ 6,00/kg, enquanto na feira ou na venda direta ao consumidor, o preço varia entre R$ 7,00 e R$ 9,00/kg.

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Em Soledade, as lavouras de mandioca também estão recebendo cuidados como capina manual ou química. No entanto, em municípios como Venâncio Aires e Mato Leitão, os produtores enfrentam problemas recorrentes com bacterioses, que têm sido associadas à qualidade das manivas utilizadas. Em Mato Leitão, o preço da mandioca está sendo cotado a R$ 25,00 por caixa de 22 kg.





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