quarta-feira, abril 15, 2026

Política & Agro

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Adubação eficiente e clima favorecem desenvolvimento das pastagens


Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (05) pela Emater/RS-Ascar, a oferta de forrageiras anuais e perenes de verão está excelente em grande parte do Rio Grande do Sul, segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (05) pela Emater/RS-Ascar. O desempenho é impulsionado pelas condições climáticas favoráveis, especialmente a umidade e as temperaturas amenas. Entretanto, algumas áreas ainda enfrentam dificuldades devido ao déficit hídrico decorrente de chuvas irregulares.

Em solos com boas condições, a adubação nitrogenada em cobertura tem sido realizada com maior frequência e em doses reduzidas, melhorando a eficiência dos fertilizantes. O campo nativo também apresentou recuperação, permitindo ajustes na lotação animal e favorecendo o desenvolvimento das pastagens de verão.

Na região administrativa de Bagé, produtores em Manoel Viana aproveitaram a umidade para aplicar fertilizantes nitrogenados e herbicidas, acelerando o preparo para pastejo. Em Alegrete, as forrageiras perenes, como aruana e zuri, apresentaram rebrote vigoroso, permitindo o início do pastejo.

Em Caxias do Sul, as condições climáticas, como solo úmido e insolação, favoreceram o desenvolvimento das pastagens anuais e perenes. Já em Erechim, as pastagens de inverno, em fase final, mostram menor desempenho, enquanto os campos nativos estão se beneficiando do aumento das temperaturas.

Na região de Frederico Westphalen, as pastagens de inverno deixaram de contribuir para a alimentação dos rebanhos. No entanto, as perenes de verão estão se desenvolvendo bem, mesmo com algumas áreas exigindo manejo contra plantas invasoras.

Em Passo Fundo, o campo nativo tem apresentado maior capacidade de brotação, embora a falta de umidade tenha prejudicado a germinação de pastagens anuais. Já na região de Pelotas, as pastagens perenes continuam a se recuperar, impulsionadas por condições climáticas favoráveis.

Na de Porto Alegre, o vento nordeste e o calor intenso causaram ressecamento do solo, dificultando o crescimento das pastagens. No entanto, chuvas recentes trouxeram alívio e devem estimular o plantio de pastagens.

As regiões de Santa Maria e Santa Rosa também se destacaram com chuvas recentes, que impulsionaram o rebrote do campo nativo e estimularam o uso de fertilizantes, incluindo adubação orgânica líquida em áreas próximas a chiqueiros.

Na de Soledade, o campo nativo e as pastagens perenes de verão apresentam recuperação, aumentando gradualmente a oferta de forragem.





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Chicago registra leve alta no milho enquanto exportações americanas crescem



Na Argentina, o cenário para a nova safra de milho é promissor




Foto: Canva

A análise semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), divulgada nesta quinta-feira (05), apontou estabilidade nas cotações do milho no mercado de Chicago. O fechamento registrou US$ 4,26 por bushel, contra US$ 4,23 na semana anterior, consolidando uma leve alta. A média de novembro ficou em US$ 4,24 por bushel, representando um aumento de 1,9% em relação a outubro, mas ainda inferior em 9,4% ao mesmo período do ano passado, quando o preço médio alcançou US$ 4,68.

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Os embarques de milho dos Estados Unidos somaram 935.859 toneladas na semana encerrada em 28 de novembro, um volume dentro das expectativas do mercado. Com isso, o acumulado no atual ano comercial alcançou 11,07 milhões de toneladas, superando em 16% o desempenho registrado no mesmo período do ano anterior.

Na Argentina, o cenário para a nova safra de milho é promissor. O plantio já atinge 41,3% da área total estimada, que corresponde a 6,3 milhões de hectares. As condições climáticas têm favorecido o avanço das operações no campo, indicando boas perspectivas para a produção, conforme informou a Ceema.





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Pêssego mantêm otimismo apesar de perdas por podridão-parda



Variedades tardias impulsionam colheita de pêssego




Foto: Pixabay

A safra de pêssegos na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Pelotas alcançou o pico com o início da colheita das cultivares tardias de dezembro, como Esmeralda, Jade e Maciel, que abrangem a maior parte das áreas cultivadas. Produtores esperam que essas variedades tenham um desempenho superior ao das precoces, cuja colheita já foi encerrada com resultados abaixo do ideal. A expectativa é superar a produção da última safra, conforme o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (05) pela Emater/RS.

Segundo  Programa Sistema de Alerta Mosca-das-Frutas indicou que a população da praga continua baixa, mas recomenda manter o monitoramento e a aplicação de iscas. Por outro lado, a podridão-parda segue como a principal causa de perdas nos pomares das variedades tardias, exigindo maior manejo por parte dos produtores.

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Na região de Passo Fundo, as variedades BRS Kampai, PS-2 e Eragil estão em colheita, com bom potencial produtivo e sanidade. Em Soledade, a colheita das variedades de ciclo médio prossegue, mas as chuvas intensificaram a incidência de podridão-parda e mosca-das-frutas, forçando os agricultores a reforçarem o manejo. Na região, o preço ao produtor varia de R$ 4,00 a R$ 4,50/kg, enquanto nas feiras os valores chegam a R$ 8,00 a R$ 10,00/kg.

Em Erechim, embora a colheita continue e os frutos apresentem boa qualidade, a produtividade ficou abaixo das expectativas. O quilo do pêssego na região é comercializado por R$ 5,00.





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atrasos no fornecimento de mudas preocupam produtores



Preço da banana se mantém estável




Foto: Canva

Segundo dados do Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (05) pela Emater/RS, na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Santa Rosa, a comercialização do banana segue com o preço médio de R$ 2,50 por quilo. No entanto, atrasos no fornecimento de mudas pelos viveiristas geraram insatisfação entre os produtores.

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Grande parte da produção de banana na região ainda é realizada de forma extrativista, sem a aplicação de práticas como o raleio de plantas.

A ausência dessa técnica tem levado à formação de grandes touceiras, causando excesso de cachos e frutos menores, o que impacta negativamente na qualidade e no rendimento comercial da fruta, conforme aponta o informativo.





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Mercado cafeeiro fecha sessão desta 5ª feira (21) com fortes ganhos em NY e…


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O mercado cafeeiro encerra o pregão desta quinta-feira (21) com preços mistos nas bolsas internacionais. O arábica registra o avanço de mais de 1% nas cotações futuras, enquanto o robusta caiu para território negativo após uma queda do real para uma baixa de 2 semanas em relação ao dólar. 

De acordo com o Barchart, os preços do café encontraram suporte no dia de hoje nos dados divulgados pelo Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS) do USDA, que projeta a produção de café do Brasil em 2024/25 em 66,4 MMT, número abaixo da previsão oficial do USDA de 69,9 MMT. O FAS do USDA também projetou os estoques de café do  país em 1,2 milhão de sacas quando a temporada 2024/25 terminar, resultando em uma queda de 26% a/a.  

O arábica encerra a sessão com alta de 335 pontos no valor de 298,65 cents/lbp no vencimento de dezembro/24, um ganho de 320 pontos no valor de 395,70 cents/lbp no de março/25, um aumento de 290 pontos no valor de 293,15 cents/lbp no de maio/25, e uma alta de 225 pontos no valor de 288,55 cents/lbp no de julho/25.

Já o robusta registra baixa de US$ 11 no valor de US$ 4.784/tonelada no contrato de novembro/24, uma queda de US$ 11 no valor de US$ 4.787/tonelada no de janeiro/25, uma baixa de US$ 10 no valor de US$ 4.732/tonelada no de março/25, e uma baixa de US$ 16 no valor de US$ 4.678/tonelada no de maio/25.

Mercado Interno

No mercado físico brasileiro os preços também encerram a quinta-feira (21) com fortes altas nas regiões acompanhadas pelo Notícias Agrícolas. 

O Café Arábica Tipo 6 termina o dia com alta de 14,37% em Poços de Caldas/MG no valor de R$ 1.990,00/saca, em Espírito Santo do Pinhal/SP registra um aumento de 7,53% no valor de R$ 2.000,00/saca, em Franca/SP uma alta de 5,26% no valor de R$ 2.000,00/saca, e em Guaxupé/MG um aumento de 4,40%
no valor de R$ 1.900,00/saca.

O Cereja Descascado registra a valorização de 13,51% no valor de R$ 2.100,00/saca em Poços de Caldas/MG, uma alta de 4,53% no valor de R$ 1.845,00/saca em Campos Gerais/MG, e um aumento de 4,23% no valor de R$ 1.972,00/saca em Guaxupé/MG. 





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Preços do trigo enfrentam pressão baixista com colheita praticamente encerrada


Segundo a análise semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), divulgada nesta quinta-feira (05), os preços do trigo continuam sofrendo pressão baixista à medida que a colheita da safra 2024 se aproxima do encerramento no Brasil.

No Rio Grande do Sul, o preço médio do saco de trigo de qualidade superior fechou a semana em R$ 66,29, registrando leve alta em relação aos R$ 62,92 praticados no mesmo período do ano passado. Já no Paraná, os valores caíram para uma faixa entre R$ 72,00 e R$ 73,00 por saco, em comparação aos R$ 69,00 registrados em 2023. Esses números apontam que, enquanto os preços no Rio Grande do Sul superam marginalmente a inflação oficial, no Paraná há variações que vão desde perdas reais até pequenos ganhos de 1%.

De acordo com o Cepea (Esalq), em novembro, a média do preço do trigo no Rio Grande do Sul foi de R$ 1.265,61 por tonelada (FOB), representando uma queda de 1,1% em relação a outubro e de 0,3% em relação a novembro de 2023, considerando os valores deflacionados pelo IGP-DI. No Paraná, a média se manteve estável em comparação ao mês anterior, em R$ 1.429,98 por tonelada, mas ficou 7,4% superior ao mesmo período de 2023, conforme informou a Ceema.

Em São Paulo, os preços apresentaram altas mais expressivas, com médias de R$ 1.584,73 por tonelada, subindo 3,2% em relação a outubro e 23,6% em comparação ao ano passado. Já em Santa Catarina, o valor médio foi de R$ 1.426,82 por tonelada, marcando uma queda de 1,5% frente a outubro, mas alta de 2,6% em relação a novembro de 2023.





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Milho silagem: déficit hídrico compromete produtividade


O Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (05) pela Emater/RS destacou o avanço do cultivo de milho silagem no Rio Grande do Sul, com diferentes estágios de desenvolvimento e variações nas expectativas de produtividade entre as regiões.

O milho silagem plantado precocemente já se aproxima da maturação em várias localidades do Estado, enquanto nas regiões da Campanha e Fronteira Oeste, o plantio das cultivares de ciclo tardio foi iniciado. Em áreas afetadas pelo déficit hídrico registrado entre o final de outubro e meados de novembro, especialmente no Noroeste e Centro, as perdas de produtividade são consideradas irreversíveis. Por outro lado, nas regiões onde a umidade do solo se manteve adequada, há expectativa de uma safra superior à anterior.

A Emater/RS-Ascar projeta para a safra 2024/2025 um total de 357.311 hectares cultivados no Estado, com produtividade média estimada em 39.457 kg/ha.

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Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Campanha, o plantio segue avançando. As lavouras destinadas à produção de leite, que utilizam a silagem como principal fonte de alimento volumoso, recebem maior investimento. Em Aceguá, 60% dos 2.500 hectares previstos já foram semeados, enquanto Hulha Negra atingiu 55%. Apesar disso, há relatos de infestação por buva (Conyza sp.) e milhã (Digitaria sp.). Em Santana do Livramento, na Fronteira Oeste, a estimativa é de mil hectares cultivados, com 40% já implantados.

Em Erechim, produtores preparam as ensiladeiras para a colheita, que deve atingir produtividade média de 40 mil kg/ha, com comercialização a R$ 400,00 por tonelada.

Na região de Frederico Westphalen, 30% das lavouras estão em florescimento e 70% em enchimento de grãos, com expectativa média de 41 toneladas por hectare. Já em Pelotas, o plantio alcançou 55% da área prevista, com a maior parte das lavouras em estádio vegetativo. Em Santa Maria, o plantio precoce foi concluído, e mais de 50% das lavouras já estão em fase reprodutiva, embora poucas áreas estejam aptas para colheita.





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mercado de brócolis e couve-flor sofre impacto de menor procura



Brássicas enfrenta queda nas vendas e espera por chuvas




Foto: Pixabay

A produção de brássicas no Rio Grande do Sul, conforme o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (05) pela Emater/RS, apresenta bom desenvolvimento, mas enfrenta desafios com a redução no volume de vendas e a necessidade de chuvas para alcançar a produtividade esperada.

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Segundo o informativo, na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Lajeado, em Linha Nova, os produtores reportaram estabilidade nos preços praticados na Ceasa nas últimas semanas. Apesar disso, o volume de vendas diminuiu, preocupando os agricultores.

As condições climáticas, com boa luminosidade, têm favorecido o desenvolvimento das plantas, que apresentam estado geral satisfatório. Contudo, o retorno das chuvas é essencial para sustentar o potencial produtivo das culturas. Os preços médios registrados para as principais brássicas na Ceasa são:

  • Brócolis: entre R$ 15,00 e R$ 35,00 a dúzia.
  • Couve-flor: entre R$ 20,00 e R$ 50,00 a dúzia.
  • Couve folha: entre R$ 10,00 e R$ 35,00 a dúzia.
  • Repolho roxo: entre R$ 18,00 e R$ 50,00 a dúzia.
  • Repolho verde (unidade): de R$ 1,00 a R$ 2,20.





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Investimento de R$ 180 milhões impulsiona Centro de Pesquisa em Indaiatuba/SP


A cidade de Indaiatuba, no interior de São Paulo, se tornou sede do novo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (CPD-I), voltado exclusivamente para a agricultura . O projeto, que contou com investimento de R$ 180 milhões, visa atender de forma mais ágil às demandas dos produtores rurais, encurtando o tempo de desenvolvimento de tecnologias voltadas à realidade do campo brasileiro.

As instalações do CPD-I incluem escritórios, laboratórios, salas para calibração e manutenção, oficinas e impressoras 3D, além de uma ampla área de testes de campo com mais de 400 mil m². O centro tem como objetivo principal desenvolver tecnologias adaptadas às condições da agricultura tropical, considerando variáveis como tipos de solo, clima, conectividade e sistemas de produção. Inicialmente, 110 profissionais foram alocados para trabalhar na unidade, mas o número deverá crescer nos próximos anos.

Para Cristiano Correia, vice-presidente de Sistemas de Produção da companhia para a América Latina, o centro é uma oportunidade de criar soluções mais eficazes para atender às necessidades locais. “Sabemos que a agricultura tropical desempenha um papel essencial não só para o Brasil, mas também para o futuro do planeta. Por isso, vamos trabalhar para oferecer tecnologias que apoiem os produtores rurais e contribuam para sistemas de produção mais eficientes e sustentáveis”, destacou.

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O prefeito de Indaiatuba, Nilson Gaspar, reforçou o impacto positivo do projeto na cidade e para o setor agrícola. “Este centro de pesquisa é um motivo de orgulho, pois sabemos que os produtos que alimentarão milhões de pessoas serão desenvolvidos aqui. Além disso, o empreendimento trouxe desenvolvimento e contribuiu para a qualidade de vida do nosso município. Agradeço aos vereadores que ajudaram a tornar esse projeto realidade”, afirmou.

O secretário de Agricultura do Estado de São Paulo, Guilherme Piai, também destacou a relevância do CPD-I. “Os produtores são os verdadeiros heróis deste país. Este centro nos levará mais longe na agricultura tropical, trazendo soluções alinhadas à nossa realidade, como solos, clima e até mesmo a possibilidade de três safras por ano. Tenho certeza de que esse projeto será um divisor de águas para o agronegócio”, declarou.

As soluções desenvolvidas no centro atenderão às principais cadeias produtivas brasileiras, como grãos, cana-de-açúcar, algodão e cultivos especiais. Além disso, o espaço amplia a capacidade de realizar testes e ajustes localizados, reduzindo o tempo entre a criação de novas tecnologias e sua aplicação prática no campo.

* A jornalista viajou a convite da John Deere. 





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Safra de milho projeta produtividade elevada em áreas irrigadas



Plantio do milho atinge 90% da área prevista no RS




Foto: Agrolink

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (5) pela Emater/RS-Ascar, no Rio Grande do Sul, o plantio do milho avançou para 90% da área projetada para a safra 2024/2025. Atualmente, 40% das lavouras estão em fase vegetativa, 25% em florescimento, 34% em enchimento de grãos, e 1% já alcançou a maturação.

As precipitações ocorridas entre 20 de novembro e 1º de dezembro ajudaram a melhorar os níveis de umidade do solo, trazendo alívio aos produtores. No entanto, a estiagem no início de novembro provocou impactos em áreas que enfrentaram déficit hídrico entre o final de outubro e meados de novembro. Nessas regiões, as perdas de produtividade são consolidadas e variam de acordo com a intensidade e a duração do estresse hídrico. Ainda assim, caso o regime de chuvas permaneça favorável, a expectativa é de que a produção deste ano supere a safra anterior.

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Nas áreas irrigadas, o cenário é mais otimista, com potencial produtivo elevado. A alta disponibilidade de radiação solar durante o dia e as temperaturas amenas à noite favorecem o desenvolvimento das plantas, sustentando boas perspectivas para a colheita.

As práticas de manejo variam de acordo com o estágio de desenvolvimento das lavouras. Nas áreas em semeadura, germinação e desenvolvimento inicial, os produtores têm realizado adubações e controle de plantas daninhas. Em casos pontuais, inseticidas e fungicidas são aplicados quando há necessidade de controle. Para a safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 748.511 hectares, com uma produtividade média esperada de 7.116 kg/ha.

O preço médio da saca de 60 kg de milho registrou uma leve queda de 0,25% em relação à semana anterior, passando de R$ 68,17 para R$ 68,00, de acordo com o levantamento semanal da Emater/RS-Ascar.





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