segunda-feira, abril 13, 2026

Política & Agro

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Ovo pode ser alimento fundamental


O ovo, além de ser um alimento acessível e nutritivo, se torna um aliado importante para criar pratos que alimentam o corpo e fortalecem os laços afetivos. Rico em proteínas de alta qualidade, vitaminas do complexo B e minerais como Ferro e Selênio, o ovo é um superalimento que oferece benefícios à saúde de crianças, adultos e idosos. Segundo a nutricionista Lúcia Endriukaite, do Instituto Ovos Brasil, o ovo é um alimento simples, mas poderoso, que cabe em qualquer dieta e pode ser consumido por pessoas de todas as idades.

“O ovo é rico em proteínas de alta qualidade, vitaminas do complexo B (incluindo a colina), além de minerais como ferro e selênio, nutrientes que promovem saúde e bem-estar para crianças, adultos e idosos. É um alimento simples, mas poderoso, que cabe em qualquer dieta”, afirma.

Além de seus benefícios nutricionais, a versatilidade do ovo é outro destaque. Graças à ovoalbumina e lecitina, ele desempenha um papel essencial em diversas receitas, proporcionando texturas leves e consistências homogêneas, seja em pratos rápidos como omeletes e ovos mexidos ou em preparações mais elaboradas, como suflês e sobremesas.

Mais do que um alimento nutritivo, o ovo também se torna um convite para momentos de convivência em família. Cozinhar juntos transforma o preparo da refeição em uma atividade divertida e inclusiva, fortalecendo os laços familiares. O ato de preparar receitas simples, como ovos mexidos, simboliza conforto, acolhimento e a criação de memórias afetivas, tornando as refeições momentos especiais. O Instituto Ovos Brasil destaca que o ovo é não apenas um alimento saudável, mas também uma ferramenta para promover o bem-estar e a união familiar.

“Esses pratos não apenas nutrem, mas também evocam memórias afetivas, criando uma atmosfera de acolhimento e conexão. A inclusão de ovos no dia a dia é uma maneira de tornar refeições práticas em momentos inesquecíveis”, afirma Lúcia.

 





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Chuvas beneficiam safras de verão na Austrália



Colheita de grãos de inverno na Austrália




Foto: Agrolink

De acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (17) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), chuvas generalizadas entre 10 e 50 mm, com picos localizados acima dessa média, persistiram sobre o sul de Queensland e partes de Nova Gales do Sul, garantindo níveis de umidade do solo próximos ou superiores ao normal para as safras de verão na Austrália.

Embora o clima úmido tenha atrasado as atividades de campo, como o plantio de sorgo, os impactos na colheita das safras de inverno foram mínimos. Em regiões do norte, a colheita está quase concluída. No restante do cinturão do trigo, o tempo seco em Victoria, Austrália do Sul e Austrália Ocidental favoreceu a conclusão da colheita.

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Na Austrália Ocidental, cerca de 90% dos grãos de inverno já foram colhidos, enquanto no sudeste o índice alcança dois terços do total esperado. O clima quente, com temperaturas entre 30°C e 40°C e até 5°C acima da média, acelerou a secagem dos grãos maduros no oeste.

Nas regiões sul e leste, as temperaturas seguiram padrões sazonais, com máximas variando entre 30°C e 35°C. Apesar do calor, o tempo estável nessas áreas contribuiu para o progresso das atividades agrícolas.





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Açúcar bruto e branco registram fortes recuos


Segundo a União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros de açúcar registraram forte queda nesta terça-feira (17), influenciados pela desvalorização do Real frente ao dólar. Segundo analistas, o movimento cambial incentiva as usinas brasileiras a vender contratos futuros para maximizar ganhos em moeda local, contribuindo para a pressão de baixa nos preços.

Na ICE Futures de Nova York, o açúcar bruto para março de 2025 atingiu o menor nível em três meses, voltando a operar na faixa de 19 centavos de dólar por libra-peso. O contrato foi negociado a 19,84 cts/lb, queda de 84 pontos, ou 4,1%, em relação ao fechamento anterior. O vencimento maio/25 caiu 67 pontos, para 18,53 cts/lb, enquanto os demais contratos recuaram entre 11 e 49 pontos.

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Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco também fechou em baixa. O contrato para março/25 foi comercializado a US$ 515,00 por tonelada, redução de US$ 14,40 ou 2,7%. Já o vencimento maio/24 caiu para US$ 516,90 por tonelada, uma desvalorização de US$ 13,70. Outros contratos tiveram recuos de US$ 5,50 a US$ 11,10.

No mercado brasileiro, as cotações do açúcar cristal também registraram queda. O Indicador Cepea/Esalq, da USP, apontou que a saca de 50 quilos foi negociada a R$ 160,43 nesta terça-feira, contra R$ 160,77 na segunda-feira, representando uma retração de 0,21%, conforme o divulgado pela Udop.





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Soja e milho avançam no Brasil apesar de estiagem



Calor impulsionam condições para safras de verão no Brasil




Foto: Canva

O boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (17) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), aponta que o clima quente e chuvoso continua a favorecer o desenvolvimento das culturas de verão no Brasil, em especial a soja e o milho. Apesar da redução no volume de precipitação em algumas áreas, o cenário geral permanece positivo.

No sul do país, chuvas moderadas a fortes (25-100 mm) foram registradas no Paraná, sul do Mato Grosso do Sul e oeste de São Paulo. Entretanto, o Rio Grande do Sul segue enfrentando bolsões de seca, com acumulados inferiores a 10 mm em várias regiões. Este estado já sofreu com longos períodos de estiagem nesta temporada, impactando o desenvolvimento das lavouras.

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As temperaturas diurnas, variando entre 20°C e 30°C, têm promovido um rápido crescimento das culturas, sem o estresse causado por calor excessivo. Dados do governo do Paraná indicam que, até 9 de dezembro, 78% do milho e 60% da soja de primeira safra já estavam em estágio de floração ou enchimento. No Rio Grande do Sul, o milho encontra-se 92% plantado, com mais de 60% em reprodução ou enchimento, enquanto 90% da soja já foi semeada, e as primeiras lavouras iniciaram a fase reprodutiva.

Em Mato Grosso, após um início tardio da temporada de chuvas, o clima quente e úmido tem favorecido o desenvolvimento da soja emergente e vegetativa. Na última semana, chuvas mais leves (menos de 10 mm em algumas áreas) e temperaturas elevadas, com máximas diurnas chegando aos 30°C, contribuíram para o avanço da cultura.





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Brasil registra recorde de importações de lácteos em 2024



Preço do Leite recuou 0,22% até outubro de 2024




Foto: Pixabay

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou que as importações brasileiras de lácteos atingiram 2,09 bilhões de litros entre janeiro e novembro de 2024, maior volume registrado desde o início da série histórica em 1997, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Paralelamente, as exportações de lácteos cresceram 21,04% no mesmo período, totalizando 73,69 milhões de litros.

Como consequência desse desequilíbrio entre importações e exportações, a balança comercial de lácteos do Brasil encerrou o período com um déficit de US$ 893,38 milhões, o segundo maior da história, ficando atrás apenas de 2023.

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No mercado mato-grossense, o preço médio do leite pago ao produtor foi de R$ 2,15 por litro entre janeiro e outubro de 2024, uma redução de 0,22% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Apesar da recuperação gradual observada desde o segundo semestre de 2023, os valores no primeiro semestre de 2024 ainda não alcançaram os patamares registrados no mesmo período de 2023.

A retração nos preços foi, em parte, compensada pela queda nos custos de produção, que ajudou a mitigar os impactos sobre a margem dos produtores. O Índice de Insumos para Produção de Leite Cru (ILC) no estado acumulou 154,99 pontos entre janeiro e novembro de 2024, representando uma redução de 4,77% em relação ao ano anterior. Essa queda foi impulsionada principalmente pela diminuição dos custos com alimentação concentrada, volumosa e suplementação mineral.





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Excesso de chuva pode impactar logistica



Acumulados podem ultrapassar 100 mm em algumas áreas




Foto: Freepik

As regiões Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste terão um fim de semana marcado por instabilidades climáticas e chuvas intensas, com destaque para o norte de São Paulo e o sul de Minas Gerais. De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues, as projeções indicam acumulados superiores a 50 mm, podendo ultrapassar 100 mm em algumas áreas, principalmente no sábado.

Os temporais trazem benefícios e desafios para a agricultura. Enquanto culturas como soja, milho e hortifrutigranjeiros podem se beneficiar de chuvas moderadas, o excesso de água pode dificultar colheitas e transporte. Já no Nordeste, o leste da região terá tempo firme, enquanto o sul e oeste da Bahia apresentam chuvas regulares, cenário ideal para a maturação de algodão.

No domingo, as instabilidades permanecem nas áreas do Sudeste, com volumes menos intensos, mas ainda em condição de alerta. Gabriel Rodrigues destaca: “O fim de semana será marcado por chuvas abrangentes, exigindo planejamento por parte dos agricultores para mitigar impactos e aproveitar as condições favoráveis onde possível”.

A previsão reforça a necessidade de monitoramento constante e ajustes nas operações do campo, principalmente em regiões produtoras do Sudeste e Centro-Oeste, que enfrentarão os maiores volumes ao longo do fim de semana.

 





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Essa técnica pode aumentar a eficiêcia do solo



“Bioindicadores não são apenas dados científicos”



“Bioindicadores não são apenas dados científicos"
“Bioindicadores não são apenas dados científicos” – Foto: Canva

Marcus Lourenço “Polé”, biólogo, enfatiza a importância dos bioindicadores de qualidade do solo como ferramentas essenciais para a sustentabilidade no cultivo de culturas agrícolas, como soja, milho e trigo. O solo é a base da produção agrícola, e monitorá-lo de maneira eficaz é fundamental para garantir sua saúde e produtividade a longo prazo. Os bioindicadores ajudam a avaliar a qualidade do solo, oferecendo informações sobre a fertilidade, presença de poluentes e a capacidade de retenção de água, colaborando para um manejo agrícola mais eficiente e sustentável.

Bioindicadores são organismos ou processos biológicos que refletem o estado do solo. Esses organismos variam desde microrganismos, como bactérias e fungos, até organismos maiores, como minhocas e insetos. A presença de certos organismos no solo pode indicar aspectos como níveis de matéria orgânica, a eficácia de microrganismos simbióticos e os impactos do manejo agrícola, como compactação e aeração. Por exemplo, a presença de Bradyrhizobium no solo de soja garante a fixação biológica de nitrogênio, reduzindo a dependência de fertilizantes.

A utilização de bioindicadores no manejo de culturas agrícolas traz benefícios diretos aos produtores, como a identificação precoce de problemas de fertilidade e a redução de custos com insumos. Além disso, esses indicadores permitem um melhor planejamento do manejo agrícola, promovendo a sustentabilidade a longo prazo, especialmente em sistemas de monocultura. Tais ferramentas são fundamentais para garantir que os solos se mantenham produtivos e equilibrados ao longo do tempo.

“Bioindicadores não são apenas dados científicos; são aliados práticos para quem busca eficiência e sustentabilidade no campo . Incorporar essas ferramentas no manejo de culturas agrícolas é investir em um solo vivo e produtivo”, comenta, em seu perfil no LinkedIn.

 





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Como escolher as peças para o drone aplicador?


As boquilhas para Drones agrícolas são ferramentas essenciais para garantir a aplicação precisa de produtos fitossanitários, fertilizantes e outros insumos. A escolha correta dessas boquilhas otimiza recursos, aumenta a eficiência da pulverização e reduz o impacto ambiental. De acordo com Paco Tórtola, especialista em Drones na agricultura, existem diferentes tipos de boquilhas, cada uma adequada a necessidades específicas. 

As boquilhas de abanico plano geram um padrão de pulverização uniforme, ideal para herbicidas e pesticidas em cultivos de grande cobertura, como trigo, milho, soja e pastagens. A altura de voo recomendada é de 2 a 3 metros, com velocidade de 4 a 6 m/s e vazão de 0,5 a 1 L/min. As boquilhas de cone oco, que produzem um padrão de pulverização em forma de cone, são indicadas para cultivos densos, como frutais, vinhedos e oliveiras. 

Elas proporcionam cobertura completa, mesmo nas áreas internas da folhagem, com parâmetros de voo de 1,5 a 2 metros de altura, velocidade de 3 a 5 m/s e vazão de 0,8 a 1,2 L/min. As boquilhas antideriva minimizam a formação de gotas finas que podem ser desviadas pelo vento, sendo ideais para condições climáticas adversas e cultivos próximos a áreas sensíveis, como arrozais e cítricos. Para esse tipo, a altura de voo é de 2 a 4 metros, com velocidade de 5 a 7 m/s e vazão de 0,6 a 1 L/min. 

Já as boquilhas de injeção de ar, que melhoram a adesão ao folhedo, são recomendadas para cultivos resistentes como milho e cana-de-açúcar. Ajustar corretamente os parâmetros de voo, como altura, velocidade e vazão, maximiza a eficiência e a precisão das aplicações, garantindo maior sustentabilidade.

 





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Um ano desafiador para o mercado de café


De acordo com Bruna Machado, Coffee Trader, em publicação no LinkedIn, o mercado de café em 2024 foi marcado por desafios intensos, desde questões climáticas até problemas logísticos e financeiros. Enquanto muitos armazéns começam a encerrar as atividades para as férias coletivas, o setor reflete sobre um ano turbulento, com aprendizados importantes.  

Entre os principais obstáculos, a qualidade do café ficou abaixo das expectativas devido a condições climáticas adversas e outros fatores, elevando os prêmios por cafés mais finos. A logística também foi crítica, com recordes de exportação e mais de 1,5 milhões de sacas de café retidas nos portos, agravadas pela falta de contêineres e atrasos no embarque.  

“Que o ano foi mega desafiador não precisamos nem discutir. Não faltaram obstáculos em 2024. Desde a colheita e o plantio até os desafios de rendimento, qualidade da bebida, brocas, cafés com qualidades inferiores, grinders com problema de OTA e os milhares de problemas logísticos. Tudo que poderia aconteceu, de tudo um pouco”, comenta.

Além disso, os preços do café atingiram níveis históricos, os mais altos desde 1977, impactando toda a cadeia produtiva e gerando dificuldades financeiras para exportadores, traders, importadores e torradores. Para completar, a implementação do EUDR (Regulamento de Deforestação da União Europeia) trouxe incertezas sobre rastreabilidade e aumento de custos na cadeia produtiva.  

Apesar dos desafios, Bruna reforça a importância de seguir em frente com sabedoria e zelo, desejando ao setor um próximo ano mais estável. Para ela, o aprendizado é constante, e cada dificuldade é uma oportunidade de evolução. Afinal, o mercado de café continua imprevisível, mas resiliente. 

“O que eu posso desejar é que, para o próximo ano, nós possamos conseguir respirar com um pouco mais de tranquilidade e com um mercado mais estável. Mas como disse, tudo é imprevisível. Portanto, o que desejo é que todos tenham sabedoria e zelo”, conclui.

 





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Novo fungicida revoluciona tratamento de sementes



“O sucesso da colheita começa desde quando o solo abraça a semente”



“O sucesso da colheita começa desde quando o solo abraça a semente”
“O sucesso da colheita começa desde quando o solo abraça a semente” – Foto: Agrolink

De acordo com Rogério Castro, CEO e Regional Head da UPL Brasil, a empresa continua trazendo inovações ao mercado com o lançamento do Vitavax Ultra, novo fungicida para tratamento de sementes. Apresentado durante o evento “Sementes de Ouro” em Campinas, o produto é uma evolução da já reconhecida marca Vitavax e oferece proteção avançada para sementes de culturas como soja, milho, trigo, batata e algodão.  

O diferencial do Vitavax Ultra está em sua fórmula, que combina carboxamida e multissítio, proporcionando ação protetora e sistêmica. Esta combinação, amplamente recomendada pelo corpo científico brasileiro, combate a resistência de fungos, protegendo as sementes desde o plantio. A solução é registrada para 22 espécies de fungos em 30 diferentes culturas, com destaque para o trigo, onde a UPL lidera em volume comercializado e área tratada.  

O desenvolvimento do Vitavax Ultra envolveu intensa pesquisa e testes, refletindo o compromisso da UPL em atender às necessidades dos agricultores. “O sucesso da colheita começa desde quando o solo abraça a semente”, destacou Rogério Castro, enfatizando que o novo produto é mais que um lançamento, é uma solução para os desafios do campo.  

“Como tudo que fazemos, o Vitavax Ultra também foi pensado para atender às necessidades reais dos nossos agricultores. Mais do que lançar um produto, estamos apresentando uma solução inovadora para os desafios constantes que eles enfrentam nas propriedades rurais, que é o cuidado com as sementes desde o início da produção. Afinal de contas, quando se começa forte, se colhe grandes resultados”, afirma ele.

 





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