domingo, abril 12, 2026

Política & Agro

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Produtor conquista cobertura negada por seguradora



Sem alternativas, o produtor recorreu à Justiça



Sem alternativas, o produtor recorreu à Justiça
Sem alternativas, o produtor recorreu à Justiça – Foto: Divulgação

Uma decisão judicial recente beneficiou um produtor de café de Minas Gerais, representado pelo escritório Lutero Pereira & Bornelli Advogados, ao garantir o pagamento de indenização securitária negada pela BB Seguros. As informações foram divulgadas por Tobias Marini de Salles Luz, advogado especialista em agronegócio e sócio da banca Lutero Pereira & Bornelli Advogados. 

Após uma geada severa em junho de 2021 destruir 74,8 hectares de lavoura, a seguradora reconheceu os danos e determinou a poda das plantas, mas pagou apenas a cobertura referente à vida da planta. Quando o produtor acionou o seguro para a cobertura de produtividade, prevista no contrato, a seguradora negou o pedido, alegando que a colheita de 2022 estaria fora da vigência da apólice.  

Sem alternativas, o produtor recorreu à Justiça. O juízo da comarca de Machado/MG reconheceu que a apólice previa coberturas cumulativas e concluiu que o fato gerador do sinistro, a geada, ocorreu dentro do período de vigência. Foi estabelecido o nexo de causalidade entre o evento climático, a poda obrigatória e a perda de produção no ano seguinte, condenando a BB Seguros a pagar também a indenização pela produtividade perdida.  

O caso revelou uma falha comum nas apólices de seguro agrícola para cafeicultura. Como destacado no livro Seguro Rural, de Tobias Luz, essas apólices geralmente possuem vigência anual, enquanto o ciclo produtivo do café é bianual, permitindo interpretações que prejudicam os produtores. No caso, a determinação de poda reduziu a indenização em 50%, embora fosse uma exigência da seguradora.  Essa decisão, segundo ele, reforça o dever das seguradoras de cumprirem os contratos e serve como alerta para ajustes no setor, promovendo maior equilíbrio e proteção aos produtores rurais.

 





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Ferrugem do café é grande problema para o Brasil



Os sintomas da ferrugem incluem manchas amarelas nas folhas



Algumas medidas preventivas podem ser tomadas
Algumas medidas preventivas podem ser tomadas – Foto: Divulgação

A ferrugem do café, causada pelo fungo Hemileia vastatrix, é um dos maiores desafios enfrentados pela cafeicultura brasileira. De acordo com Adriano Pereira Solidário, proprietário da Agência AgroPulse, a doença pode comprometer severamente a produtividade das lavouras, levando a perdas de até 50% na produção e uma drástica redução na qualidade dos grãos. Este é um alerta urgente para os cafeicultores, que precisam estar atentos aos sintomas e às condições que favorecem o desenvolvimento da doença.

Nesse contexto, os sintomas da ferrugem incluem manchas amarelas nas folhas, o aparecimento de pó alaranjado na parte inferior das folhas e a queda precoce das folhas afetadas. Esses sinais indicam a presença do fungo e, se não tratados de maneira eficaz, podem levar ao enfraquecimento das plantas, prejudicando o rendimento da lavoura. As condições climáticas favoráveis à ferrugem são um clima úmido e ameno, com temperaturas entre 15°C e 25°C, e plantações sombreadas, que criam um ambiente ideal para a propagação do fungo.

Para prevenir a doença do café, o especialista recomenda a adoção de medidas práticas, como o uso de variedades resistentes ao fungo, a realização de podas regulares, a aplicação de fungicidas preventivos e o controle da umidade no cultivo. Essas ações podem ajudar a proteger as plantações e minimizar os impactos da ferrugem, assegurando uma produção de café saudável e com qualidade. Sendo assim, ele conclui que o controle eficiente é essencial para manter a competitividade da cafeicultura brasileira no mercado internacional.

 





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Bahia inicia plantio da safra 2024/2025 de algodão com perspectivas positivas


Os produtores de algodão da Bahia deram início, neste dia 21 de novembro, ao plantio da safra 2024/2025 na região oeste do estado. No sudoeste, o calendário foi antecipado, com os trabalhos começando em 1º de novembro. Após a colheita da safra 2023/2024, que obteve resultados expressivos, foi respeitado o período do vazio sanitário, essencial para eliminar restos de cultura e plantas daninhas, além de permitir a recomposição do solo.

Na safra anterior, a Bahia cultivou uma área total de 345.431 hectares, com uma produção de 691,4 mil toneladas de pluma. Desse total, 247.609 hectares (71,68%) foram destinados à área de sequeiro, enquanto 97.821 hectares (28%) foram irrigados. A produtividade média foi de 325,45 arrobas de algodão em caroço por hectare, resultando em 2.001 kg de pluma por hectare, de acordo com a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa).

Para a nova safra, que deve ser encerrada até 10 de fevereiro de 2025, a expectativa é positiva. “Este ano, as chuvas estão dentro da normalidade, o que é um fator determinante para o sucesso da safra. Considerando os preços baixos do algodão no mercado, alcançar boa produtividade é essencial para que a cultura continue viável. Nesse cenário, o clima favorável é determinante para garantir margem ao produtor”, destaca o presidente da Abapa, Luiz Carlos Bergamaschi.

Segundo ele, o trabalho que os produtores vêm realizando ao longo dos anos também é um fator a ser considerado para uma entrega de qualidade. “Os produtores baianos vêm demonstrando um alto nível de profissionalização, com investimentos consistentes em tecnologia, pesquisa e práticas sustentáveis. Esse comprometimento tem sido fundamental para entregar um algodão de alta qualidade, atendendo às exigências do mercado nacional e internacional. Esse esforço, aliado ao clima favorável, até o momento, nos traz uma expectativa promissora para esta safra”, conclui Bergamaschi.

Quanto à área destinada ao cultivo nesta safra, ainda há expectativa de crescimento, mas os números exatos serão definidos conforme a evolução do plantio.





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Qual o melhor herbicida pré-emergente para a soja?


O controle de plantas daninhas na cultura da soja é um desafio constante para os agricultores, e a utilização de herbicidas pré-emergentes se mostra uma ferramenta valiosa nesse manejo. Carlos Moreira, engenheiro agrônomo e consultor técnico de vendas da D’PLANTA, compartilhou informações importantes sobre o uso desses produtos. 

Para o controle de plantas daninhas de folha larga, ele destacou o Diclosulam, um herbicida com ação residual ideal para as primeiras aplicações do manejo outonal, atuando no controle do banco de sementes e eficaz contra buva e capim-amargoso, com dosagem recomendada de 29,8 a 41,7 g ha-1 e possibilidade de mistura com glifosato e 2,4-D, exigindo solo úmido para aplicação. O Flumioxazin também foi citado como opção com ação residual para controle do banco de sementes, podendo ser usado no manejo outonal ou no sistema aplique-plante, controlando buva e capim-amargoso, com dosagem de 40 a 120 g ha-1 e compatibilidade com glifosato, 2,4-D e imazetapir. 

Outra opção é o Sulfentrazone, com ação residual para a primeira aplicação do manejo outonal, controlando folhas largas e algumas gramíneas, com dosagem de 0,5 L ha-1 devido à variação na seletividade entre cultivares, podendo ser misturado com glifosato, 2,4-D, chlorimuron e clomazone, sendo recomendado para áreas com tiririca. No controle de gramíneas, Moreira mencionou o S-metolachlor, com ação residual e utilizado no sistema aplique-plante, eficaz contra capim-amargoso e capim-pé-de-galinha, com dosagem de 1,5 a 2,0 L ha-1 e possibilidade de mistura com glifosato, devendo ser evitado em solos arenosos e exigindo solo úmido com previsão de chuvas. 

A Trifluralina também foi citada, com ação residual para a primeira aplicação do manejo outonal, controlando capim-amargoso e capim-pé-de-galinha, com dosagem de 1,2 a 4,0 L ha-1, variando conforme a planta daninha e a cobertura do solo, podendo ser misturada com glifosato e graminicidas, exigindo solo úmido e livre de torrões, com atenção para formulações antigas que podem ter problemas com fotodegradação e eficiência reduzida em solos com muita palha ou seca. 

Por fim, o Clomazone foi mencionado como herbicida com ação residual para o sistema plante-aplique, controlando capim-colchão, capim-pé-de-galinha e algumas folhas largas de sementes pequenas, com dosagem de 1,6 a 2,0 L ha-1, variando conforme a planta daninha e a cobertura do solo, podendo ser misturado com glifosato e sulfentrazone.

 





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Farelo impulsiona alta da soja em Chicago



O movimento também refletiu a continuidade da cobertura de posições vendidas



O movimento também refletiu a continuidade da cobertura de posições vendidas
O movimento também refletiu a continuidade da cobertura de posições vendidas – Foto: Nadia Borges

Segundo informações da TF Agroeconômica, os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram a quinta-feira em alta, com destaque para o farelo de soja, que subiu mais de 4% no dia. O contrato de soja para janeiro, referência para a safra brasileira, teve alta de 1,46%, fechando a US$ 988,00 por bushel. O contrato de março subiu 1,79%, encerrando a US$ 997,25 por bushel. Já o farelo de soja para janeiro registrou uma valorização de 4,55%, cotado a US$ 305,7 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja para o mesmo mês recuou 0,98%, finalizando a US$ 39,47 por libra-peso.  

A alta da soja foi sustentada principalmente pelo desempenho expressivo do farelo, que acumula ganhos de 10% nas últimas cinco sessões. O movimento também refletiu a continuidade da cobertura de posições vendidas iniciada na terça-feira. Apesar disso, a ampla oferta de soja nos Estados Unidos e a previsão de uma safra robusta na América do Sul limitaram um avanço mais significativo nos preços. Adicionalmente, as recentes chuvas nas regiões produtoras do Brasil devem beneficiar o desenvolvimento das lavouras, contribuindo para a pressão sobre os valores.  

Entre os fatores que explicam a forte alta do farelo, está a fraqueza persistente do óleo de soja, alimentada por incertezas em relação ao programa de biodiesel nos Estados Unidos sob a administração Trump. Caso haja uma redução na demanda por óleo de soja para biodiesel, isso poderá diminuir o ritmo de processamento da oleaginosa, impactando diretamente os estoques de farelo. Esse cenário reforça a importância de acompanhar os desdobramentos nos mercados globais de derivados de soja, que continuam a influenciar significativamente as negociações e as perspectivas para os próximos meses.  





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Preços e atualizações por estado


No Rio Grande do Sul, os preços médios da soja continuam em queda. No Porto, o valor para entrega em novembro e pagamento em 15 de janeiro ficou em R$ 141,00 por saca. No interior, os preços variaram de R$ 125,00 em Panambi (preço de pedra) a R$ 134,00 em Cruz Alta, Passo Fundo e Ijuí, com pagamento em 30 de janeiro. Em Santa Rosa e São Luiz Gonzaga, o preço caiu para R$ 133,00 na mesma condição de pagamento.

Em Santa Catarina, a semeadura da safra de verão está quase finalizada, com 94% da área plantada, segundo a Conab. Apenas as regiões de maior altitude aguardam o término devido ao clima favorável. No Porto, o preço da saca foi de R$ 135,00, enquanto em Chapecó ficou em R$ 131,50.

No Paraná, o plantio foi concluído e as chuvas recentes ajudaram no manejo de pragas e doenças, com lavouras em boas condições, de acordo com a Conab. No Porto de Paranaguá, os preços CIF para janeiro e fevereiro ficaram em R$ 140,00, enquanto vendedores pedem R$ 145,00. No interior, a comercialização segue parada, com preços de balcão em R$ 129,00 em Ponta Grossa e R$ 135,00 FOB em Maringá.

Já no Mato Grosso do Sul, o plantio também foi finalizado. O retorno das chuvas favoreceu a ressemeadura e intensificou o uso de fungicidas, segundo a Conab. A comercialização permanece estática, com preços de R$ 135,00 FOB em Dourados, mas sem negócios reportados. No Mato Grosso, a colheita foi iniciada, com boas condições das lavouras. Os preços variaram de R$ 129,00 em Sorriso a R$ 137,50 em Primavera do Leste e Rondonópolis, mas o mercado está travado devido ao recesso de final de ano.

 





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Milho oscila nas bolsas: Entenda


De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de milho no Brasil registrou leves oscilações nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), com os principais contratos apresentando variações mistas no retorno do feriado. Contratos como os de janeiro e maio tiveram pequenas quedas, enquanto outras posições fecharam com saldo positivo. No mercado interno e externo, a demanda pelo cereal segue em alta, sustentando os preços, mas o volume negociado diminuiu devido às celebrações de final de ano.

Os dados da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), também divulgados nesta quinta-feira, apontam que as exportações brasileiras de milho em dezembro permanecem estimadas em 4,10 milhões de toneladas, sem alterações em relação à previsão anterior. Esse volume reflete a estabilidade nas exportações mesmo diante do período festivo.

Nos fechamentos diários da B3, os futuros do milho variaram de forma moderada. O contrato com vencimento em janeiro de 2025 encerrou o dia cotado a R$ 73,17, com queda de R$ 0,23 no dia e de R$ 1,49 na semana. Já o vencimento de março de 2025 teve alta de R$ 0,05 no dia, fechando a R$ 72,89, mas acumulou queda semanal de R$ 0,74. O contrato para maio de 2025 registrou R$ 71,89, com baixa diária de R$ 0,07 e semanal de R$ 0,98.

O milho encerrou em alta nesta quinta-feira, impulsionado pela firme demanda interna e externa. Em Chicago, os contratos para março subiram 1,17%, cotados a $453,75 por bushel, e os de maio avançaram 1,21%, alcançando $460,50 por bushel. Essa foi a quinta sessão consecutiva de alta, refletindo o forte ritmo de exportações no atual ciclo comercial, o que pode levar o USDA a revisar para baixo os estoques finais dos EUA.

 





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bebidas conectam tradição e bem-estar


A busca por opções mais saudáveis e inclusivas tem impulsionado inovações no mercado de bebidas. Entre elas, o espumante sem álcool surge como uma alternativa que combina técnicas avançadas de produção com a capacidade de atender às novas demandas do consumidor.

Produção

Produzir um espumante sem álcool vai além de retirar o álcool da fórmula. O processo exige a seleção de uvas específicas, como a moscatel, que preservam suas características aromáticas sem a necessidade de fermentação. “O segredo está em selecionar uvas que mantenham o aroma e aplicar processos que garantam o sabor, mesmo sem fermentação”, explica André Gasperin, gerente técnico da Nova Aliança e enólogo.

Essa atenção aos detalhes permite criar uma bebida que mantém o frescor e o aroma característicos, ao mesmo tempo em que atende às necessidades de públicos como grávidas, lactantes e pessoas com restrições ao consumo de álcool.

Versatilidade para diferentes ocasiões

A inclusão proporcionada pelas bebidas sem álcool vai além da saúde. Essas opções são cada vez mais presentes em celebrações e refeições, mostrando que o consumidor busca produtos que possam se adaptar a diferentes momentos do dia a dia. “Estamos conectando o campo à cidade, levando o melhor das vinhas para o cotidiano das pessoas, de forma inovadora e acessível”, destaca Heleno Facchin, CEO da Nova Aliança e engenheiro agrônomo.

O campo e a cidade mais conectados

A produção de espumantes sem álcool reforça a conexão entre o campo e a cidade. Inovações como essa começam nas vinhas e refletem no cotidiano urbano, unindo a tradição agrícola às exigências do consumidor moderno. “Nosso objetivo é entregar um produto que não só respeite a tradição, mas também responda às demandas de um consumidor cada vez mais consciente”, afirma Gasperin.

Mercado em expansão

A popularidade crescente de bebidas sem álcool reflete uma mudança no comportamento dos consumidores. O mercado, atento a essa demanda, tem investido em tecnologia e processos sustentáveis para oferecer produtos alinhados com as expectativas de um público mais exigente e preocupado com o bem-estar. “Essa é uma tendência que veio para ficar, e continuaremos inovando para atender às necessidades dos consumidores urbanos, sempre conectados à tradição do campo”, reforça Facchin.





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Revisão global de produção mexe no mercado de café



No Brasil, o clima desempenha um papel crucial na atual safra



Mercado está bastante volátil
Mercado está bastante volátil – Foto: Pixabay

Segundo Ricardo Leite, Head Agronegócios, o mercado de café apresentou movimentos distintos nas últimas semanas, com impactos de fatores climáticos e revisões de produção global. Na Bolsa de Nova York (ICE NY), os contratos futuros para março/2025 registraram queda de 3,2%, fechando a US¢ 319,50 por libra-peso. Em contrapartida, Londres apresentou alta de 1%, com o contrato para janeiro/2025 cotado a USD 5.209,00 por tonelada.  

No Brasil, o especialista informa que o clima desempenha um papel crucial na atual safra. As chuvas recentes têm favorecido o pegamento dos frutos em Minas Gerais, principal estado produtor, embora regiões críticas como Araguari ainda enfrentem dificuldades. A previsão para a próxima semana é de acumulados de até 30 mm, o que pode contribuir para a recuperação de áreas afetadas.  

Saindo um pouco do Brasil e olhando mais para o cenário internacional, o relatório do USDA trouxe uma revisão negativa para a produção do Vietnã na safra 2023/24, reduzida para 27,5 milhões de sacas. Apesar disso, as expectativas para 2024/25 indicam recuperação, com projeção de aumento para 30,1 milhões de sacas, o que pode influenciar a dinâmica de oferta no mercado global.  

A partir disso é possível concluir que esses dados refletem a volatilidade do mercado de café, impulsionada por questões climáticas e ajustes na produção. Produtores e investidores devem monitorar atentamente as condições climáticas e os relatórios globais para decisões estratégicas. Ele publicou essas informações em um artigo em seu perfil da rede social LinkedIn.

 





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Inoculação pode impulsionar o cultivo de soja e milho



A falta de inoculantes compromete o desempenho das lavouras



 Vigorgeo Brad é específico para a soja, promovendo a FBN diretamente nas raízes
Vigorgeo Brad é específico para a soja, promovendo a FBN diretamente nas raízes – Foto: Pixabay

A inoculação tem se destacado como uma técnica indispensável para o sucesso de culturas como soja, milho, trigo e cana-de-açúcar, promovendo sustentabilidade e alta produtividade. A Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN), processo natural que converte o Nitrogênio atmosférico (N2) em formas assimiláveis pelas plantas, é fundamental para reduzir a dependência de fertilizantes químicos. Para essas culturas, a inoculação contribui diretamente para o fortalecimento do sistema radicular e o desenvolvimento inicial, resultando em maior tolerância às condições adversas, como estiagens, e melhor absorção de água e nutrientes.  

A falta de inoculantes compromete o desempenho das lavouras, causando redução de produtividade e maior custo com insumos químicos. Em contrapartida, o uso dessa tecnologia beneficia tanto os produtores quanto o meio ambiente. A Microgeo, referência no manejo microbiológico do solo, apresenta a linha Vigorgeo, composta por produtos inovadores que aliam eficiência e praticidade no campo.  

O Vigorgeo Brad é específico para a soja, promovendo a FBN diretamente nas raízes, reduzindo custos e contribuindo para a recuperação de áreas degradadas. Esse inoculante melhora a fertilidade e a qualidade do solo, além de reduzir a emissão de gases de efeito estufa e o risco de contaminação de mananciais. Já o Vigorgeo Azos é indicado para milho, trigo e co-inoculação em soja, destacando-se por estimular o crescimento radicular, aumentar a absorção de nutrientes e garantir resistência à seca.  

Completando a linha, o Vigorgeo Fós combina microrganismos de alta eficiência que promovem a solubilização de fósforo, fixação de nitrogênio e crescimento radicular. Essa solução multifuncional melhora a saúde do solo e eleva a produtividade das culturas, consolidando-se como uma ferramenta essencial para uma agricultura moderna e sustentável.

 





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