segunda-feira, abril 6, 2026

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São Paulo amplia crédito para mulheres do agro



O programa é voltado exclusivamente para mulheres do setor agropecuário




Foto: Canva

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo anunciará, na próxima segunda-feira (10), a continuidade do programa FEAP Mulher Agro SP em 2025, com alterações nos valores de crédito disponibilizados para agricultoras paulistas. A cerimônia ocorrerá na sede da pasta, na capital paulista, em celebração ao Dia Internacional da Mulher.

O programa, voltado exclusivamente para mulheres do setor agropecuário, contará com um investimento de R$ 10 milhões. Além disso, o limite de crédito por beneficiária será elevado, passando para R$ 30 mil por CPF, com prazo de pagamento de até 84 meses e carência de 12 meses. A iniciativa busca incentivar o protagonismo feminino no agronegócio e fomentar novos investimentos nas propriedades rurais do estado.

Veja também: Mulheres no agro: da superação à liderança, a revolução feminina no campo

De acordo com um levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, São Paulo possui mais de 10 milhões de mulheres rurais, que representam parte da força produtiva do setor. No Brasil, aproximadamente 38,7% da mão de obra agrícola é feminina, evidenciando a importância da participação das mulheres na economia rural.

Veja também: Floricultura espera aumento de 8% em vendas no Dia da Mulher

As interessadas em aderir ao programa devem procurar a Casa da Agricultura do seu município. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 5067-0125 ou pelo e-mail [email protected].

O endereço das unidades da Casa da Agricultura pode ser consultado pelo link: https://www.cati.sp.gov.br/portal/institucional/enderecos?unidades=CAR-SP





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Setor de feijão está otimista



No varejo, o desempenho das vendas também merece atenção



No varejo, o desempenho das vendas também merece atenção
No varejo, o desempenho das vendas também merece atenção – Foto: Divulgação

O Instituto Brasileiro de Feijão e Leguminosas (IBRAFE) destaca que o período pós-feriado trouxe um fato positivo na demanda pelo feijão -carioca armazenado desde o ano passado. Desde agosto, os preços desse feijão registraram uma valorização de 21%, diminuindo um possível otimismo entre os produtores. Esse movimento pode sinalizar uma tendência de valorização contínua, beneficiando aqueles que mantinham estoques estratégicos.

No entanto, os custos de armazenamento seguem como um factor determinante para a rentabilidade. Produtores relatam um custo médio de R$ 30 por saco para retirar o feijão do campo e armazená-lo em câmaras frias. Assim, a lucratividade efetiva só ocorre após a cobertura desses custos, tornando a gestão de estoque um elemento essencial para otimizar ganhos e garantir maior previsibilidade no mercado.

No varejo, o desempenho das vendas também merece atenção. O comportamento dos consumidores e os estoques disponíveis influenciam diretamente a precificação do feijão-carioca, podendo impactar a continuidade da avaliação observada. A depender da demanda, novos reajustes podem ocorrer, reforçando a importância do monitoramento constante do setor.

Os preços do feijão-carioca variaram entre as regiões no dia 6 de março de 2025, com destaque para Itapeva, que apresentou uma maior valorização mensal, atingindo 14,58%, e um crescimento semanal de 8,73%, cotado a R$ 262,96 por saca. No Leste Goiano, a alta no mês foi de 9,94%, enquanto em Lucas do Rio Verde, os preços subiram 5,91% no período. Em contrapartida, regiões como Metade Sul do Paraná, Curitiba e Noroeste de Minas registraram estabilidade diariamente, sem variação expressiva nos preços. A entrega do mercado indica uma tendência de valorização em algumas localidades, refletindo a demanda e os custos logísticos.

 





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Excesso de chuvas atrapalha plantio do algodão



O excesso de umidade ainda favorece a proliferação de doenças fúngicas



O excesso de umidade ainda favorece a proliferação de doenças fúngicas
O excesso de umidade ainda favorece a proliferação de doenças fúngicas – Foto: Canva

A Souza Lima Cotton destacou os desafios enfrentados pelo algodão da safra 2024/25 devido ao excesso de chuvas, especialmente no estado do Mato Grosso. A empresa explica que a intensidade, a duração e o momento dessas precipitações influenciam diretamente no plantio e no desenvolvimento da cultura, podendo comprometer a produtividade e a qualidade do trabalho. O excesso de água pode trazer impactos negativos para os produtores, exigindo estratégias para mitigar os riscos.  

Entre os principais problemas causados ??pelas chuvas está o atraso no plantio, já que o solo encharcado impede a entrada de maquinários e dificulta a semear dentro da janela ideal. Além disso, o solo úmido fica mais vulnerável à compactação, rapidamente a infiltração de água e a aeração das raízes. Outro ponto crítico é a dificuldade de germinação, pois o excesso de umidade pode levar ao apodrecimento das sementes e aumentar a incidência de fungos e doenças. A erosão do solo também se intensifica, removendo a camada superficial rica em matéria orgânica e nutrientes essenciais para o desenvolvimento das plantas.  

O excesso de umidade ainda favorece a prevenção de doenças fúngicas, como a ramulose e o mofo branco, que podem comprometer a produtividade do trabalho. Além disso, as chuvas frequentes dificultam a aplicação de herbicidas e o controle de plantas específicas, que competem com o algodão por nutrientes, água e luz. Outro problema ocorre próximo à colheita, quando as chuvas tardias podem afetar a qualidade das fibras e dificultar a operação das colheitadeiras.  

Para reduzir esses impactos, os produtores adotam práticas como o plantio em áreas bem drenadas, o uso de variedades resistentes a doenças e o monitoramento climático para definir o melhor momento para o plantio. Desta forma, busca garantir melhores condições para o desenvolvimento do algodão e minimizar os prejuízos na safra.

 





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Como escolher o fertilizante ideal para cada cultivo



Empresa argentina dá dicas de adubação



Empresa argentina dá dicas de adubação
Empresa argentina dá dicas de adubação – Foto: Canva

No LinkedIn, a Ruta12 compartilhou uma importante orientação sobre como escolher o fertilizante ideal para cada tipo de cultivo, ressaltando que a análise do solo, o tipo de cultivo e os custos são fundamentais para essa decisão. Para cultivos que exigem um crescimento vegetativo robusto, como trigo, milho e pastagens, o uso de fertilizantes nitrogenados é altamente recomendado, pois ajudam no desenvolvimento das plantas. 

Já para cultivos de leguminosas e de raiz, os fertilizantes fosforados são mais adequados, pois favorecem o fortalecimento das raízes e a florificação. Fertilizantes potássicos, por sua vez, são ideais para aumentar a resistência das plantas a condições adversas, como seca e doenças, sendo eficazes em cultivos como tubérculos e frutas.

Além disso, a empresa Ruta12 destaca os fertilizantes orgânicos, que oferecem o benefício de melhorar a estrutura do solo, sendo altamente recomendados para a agricultura regenerativa. Já os fertilizantes foliares, com rápida absorção, são úteis para corrigir deficiências nutricionais pontuais nas plantas.

A publicação ainda dá uma dica importante: combinar a fertilização de base com a foliar e adotar a rotação de cultivos pode ser uma excelente estratégia para maximizar os resultados e aumentar a produtividade. Essas práticas, quando integradas de forma inteligente, podem proporcionar grandes benefícios para a saúde do solo e o rendimento das lavouras, garantindo maior eficiência no uso de insumos e melhores colheitas ao longo do tempo. A empresa atua na Argentina comercializando produtos agropecuários.

 





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Aumenta a anomalia das vagens em soja no Mato Grosso



O impacto econômico para os produtores é significativo



O impacto econômico para os produtores é significativo
O impacto econômico para os produtores é significativo – Foto: Showtec

A anomalia das vagens, causada pelo fungo Diaporthe phaseolorum var. sojae, tem se tornado uma preocupação crescente no estado de Mato Grosso, especialmente para os produtores de soja. Segundo Davi Prata da Silva, consultor técnico comercial na empresa Araguaia, essa doença manifesta-se principalmente pela abertura das vagens, o que resulta no apodrecimento dos grãos. Como consequência, os grãos se tornam avariados, comprometendo não apenas a quantidade, mas também a qualidade da colheita, o que pode afetar negativamente a viabilidade do produto.

O impacto econômico para os produtores é significativo, já que a redução tanto no volume quanto na qualidade da soja pode gerar perdas financeiras substanciais. Além disso, a doença pode prejudicar a comercialização da safra, visto que grãos avariados apresentam menor valor no mercado. Com isso, o controle eficaz da anomalia das vagens é essencial para garantir a saúde das lavouras e reduzir os danos.

Davi enfatiza a importância de um manejo adequado, que inclui o uso de fungicidas à base de Carboxamidas, produtos eficazes no combate ao fungo responsável pela doença. Além disso, o monitoramento constante das lavouras, aliado à incorporação de boas práticas de manejo de doenças, é fundamental para mitigar os efeitos dessa patologia. Tais práticas contribuem para a preservação da produtividade e qualidade da soja, assegurando o sucesso da safra e minimizando prejuízos aos produtores de Mato Grosso.

“O manejo adequado inclui práticas de controle com fungicidas principalmente a base de Carboxamidas, monitoramento e incorporação de boas práticas de manejos de doenças, são essenciais para mitigar os efeitos da anomalia das vagens e garantir a saúde das lavouras”, conclui.

 





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Chuvas melhoram cultivo de soja na Argentina


De acordo com a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA), nas últimas semanas, chuvas significativas ocorreram no centro e sul da região agrícola, melhorando as condições de cultivo da soja em todo o país. No entanto, o déficit hídrico e as altas temperaturas continuam a afetar o nordeste da Argentina e o norte de Santa Fe. Como resultado, a condição hídrica Adequada/Ótima aumentou em quase 9 pontos percentuais, enquanto a condição Normal/Excelente teve um crescimento de 6,4 pontos percentuais em comparação com o relatório anterior. 

A soja de primeira safra no Chaco e no norte de Santa Fe sofre com o estresse térmico e hídrico, que pode comprometer os rendimentos. No centro, a soja iniciou o enchimento dos grãos em condições ótimas de umidade, apesar de alguns casos de alagamento em Buenos Aires. Já a soja de segunda safra, que começou com perdas nas plantas, recupera-se sob condições ideais de umidade, o que pode mitigar parcialmente as perdas.

A colheita de milho avançou 1,3 pontos percentuais nos últimos sete dias, atingindo 6,7% da área prevista, com rendimento médio de 80,1 qq/Ha. No entanto, as chuvas dificultaram o acesso aos lotes, retardando o avanço das colheitadeiras. Mesmo assim, a colheita mantém um avanço de 4,7 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado. Os cultivos de semeadura tardia mostraram uma melhoria significativa, com a condição das plantas subindo 5,7 pontos percentuais em comparação com a semana anterior. 

A colheita de girassol avançou para 17,6% da área apta, com progresso semanal de 3,8 pontos percentuais, embora ainda apresente um atraso de 21,9 pontos percentuais em comparação à média dos últimos cinco anos. No NEA, onde não houve chuvas significativas, a colheita foi finalizada com rendimentos próximos aos três melhores históricos da região. Nas áreas centrais, os rendimentos superaram a média histórica, com alguns lotes chegando a resultados recordes. 

 





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Mercado de soja segue em tendência de baixa


Segundo a TF Agroeconômica, o mercado de soja continua sem fundamentos altistas no curto, médio e longo prazo, com uma tendência claramente baixista. A consultoria recomenda a venda desde novembro, quando os preços estavam em R$ 145,00 por saca, e reforça que ainda é tempo de negociar, considerando os fatores que pressionam as cotações para baixo. 

Entre os principais fatores de baixa, destacam-se as incertezas em relação às tarifas impostas pelos Estados Unidos e a retaliação chinesa, que devem entrar em vigor na próxima semana. Além disso, há preocupações com possíveis impostos portuários que podem afetar a logística de exportação. No Brasil, o avanço da colheita em Mato Grosso já supera 91,84% da área, o que aumenta a oferta e contribui para a desvalorização. Na Argentina, recentes chuvas melhoraram as condições das lavouras, elevando a proporção de áreas em condições adequadas de 69% para 77%, reduzindo temores de quebra na produção.  

Outro fator relevante é a projeção da ANEC para exportações brasileiras em março, estimadas em 14,80 milhões de toneladas de soja e 2,05 milhões de toneladas de farelo, superando os volumes de fevereiro. Esse aumento nas exportações pode impulsionar o mercado brasileiro, mas exerce pressão negativa sobre os preços em Chicago. Além disso, o adiamento da implementação do B15 no Brasil deixará um excedente de 2,5 milhões de toneladas destinadas ao esmagamento, ampliando a oferta e mantendo os preços sob pressão.  

“Não há fundamentos altistas a curto, médio e longo prazos presentes hoje no mercado, como mostramos no texto acima, mas seis grandes motivos de baixa. Desde novembro, quando os preços da Pedra estavam a R$145,00/saca, estamos recomendando vender. Mas, ainda é tempo, dado que a tendência continua sendo baixista”, conclui.

 





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Soja encerra semana de forma mista em Chicago


A soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) fechou a sexta-feira de forma mista, encerrando a semana com leves perdas, segundo informações da TF Agroeconômica. O contrato de maio, referência para a safra brasileira, caiu 0,22%, fechando a US$ 1025,00 por bushel, enquanto o contrato de julho recuou 0,07%, para US$ 1038,75. O farelo de soja para maio teve leve baixa de 0,16%, cotado a US$ 304,40 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja subiu 0,58%, encerrando a US$ 43,42 por libra-peso.  

A volatilidade marcou a semana, com cotações oscilando entre altas e baixas ao longo dos pregões. A principal pressão sobre os preços veio da guerra tarifária entre os Estados Unidos e seus parceiros comerciais. A China, antecipando-se às tarifas impostas, importou 13,61 milhões de toneladas de soja nos primeiros dois meses de 2025, um aumento de 4,4% em relação ao mesmo período do ano passado. No entanto, o governo chinês elevou em 10% as tarifas sobre a soja americana e bloqueou importações de três empresas dos EUA, intensificando o conflito comercial.  

Esse cenário pode favorecer as exportações brasileiras, já que o país está em plena colheita e, sazonalmente, o mercado global direciona suas compras para o Brasil nesta época do ano. Com as restrições impostas à soja americana, a China pode reduzir drasticamente suas aquisições nos EUA, impulsionando a demanda pelos grãos brasileiros.  No acumulado da semana, a soja caiu 0,07%, enquanto o farelo subiu 1,40% e o óleo de soja recuou 1,59%. O mercado segue atento aos desdobramentos da disputa comercial, que pode continuar influenciando os preços nos próximos dias.

 





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Confira como a soja encerrou a semana


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, o destaque é o rendimento abaixo do esperado na colheita, segundo o que informa a TF Agroeconômica. “Porto a R$ 140,00 Indicações no porto, para entrega em março, pagamento abril na casa de R$ 136,00. No interior, os preços nas fábricas seguem os valores de cada praça: R$ 126,00 em Cruz Alta (pagamento em 31/03), R$ 126,00 em Passo Fundo (pagamento no final de março), R$ 126,00 em Ijuí (pagamento em 31/03), R$ 127,00 em Santa Rosa/São Luiz (pagamento em meados de abril). Já os preços de pedra em Panambi mantiveram-se em R$ 125,00 por saca para o produtor”, comenta.

Enquanto isso, a falta de umidade prejudica a colheita em Santa Catarina, com perdas na soja e seca intensa no oeste. “No porto de São Francisco, os preços da soja apresentam variações, com cotação de R$133,44 por saca em junho. Esse cenário reflete as incertezas climáticas e os impactos na produção”, completa.

A safra de soja no Paraná tem preços em alta, impulsionados pela desvalorização do real. “Em Paranaguá, o preço chegou a R$ 135,80. Em Ponta Grossa foi de R$ 129,26 por saca CIF, Cascavel, o preço foi 125,11. Em Maringá, o preço foi de R$ 125,19 em Ponta Grossa o preço foi a R$ 129,26 por saca FOB, sem negócios reportados. Os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 133,44”, indica.

No Mato Grosso do Sul, Campo Grande lidera o valor de produção agrícola no país e projeta crescimento com mudanças tributárias. “Paralelamente, o plantio do milho segunda safra avança, com a região Sul liderando (48,2%), seguida pela Norte (40,8%) e centro (35,1%), totalizando 936 mil hectares plantados até o momento. Em Dourados, o spot da soja ficou em 118,89, Campo Grande a 118,69, Maracaju a 118,89, Chapadão do Sul a 112,48 e Sidrolândia a 118,69”, informa.

Chuvas atrasam a colheita no Mato Grosso, mas a produtividade da soja segue estável. A seca severa reduziu a produtividade para 51,7 sc/ha, levando produtores a investir em manejo e diversificação de culturas. A Embrapa criou um protetor solar para plantas, e um acordo Brasil-China busca ampliar a produção sustentável. Preços da soja variam entre R$ 107,83 e R$ 114,93 no estado.





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Expodireto Cotrijal inicia nesta segunda-feira (10)


A 25ª edição da Expodireto Cotrijal inicia nesta segunda-feira (10) em Não-Me-Toque (RS), trazendo uma ampla programação voltada ao agronegócio. O evento, que ocorre até o dia 14 de março, reúne especialistas, produtores, empresários e representantes de instituições nacionais e internacionais para debater desafios, inovações e oportunidades do setor. O Portal Agrolink estará presente para a cobertura completa do evento.

A cerimônia oficial de abertura será realizada no Auditório Central para convidados e imprensa. Na ocasião, a tradicional Calçada da Fama do Agro homenageará Claudio Bier, presidente do Sistema Fiergs. À tarde, será entregue o Troféu Semente de Ouro a Jânio Stefanello, presidente da Coprel, em reconhecimento à sua contribuição para o setor.

A feira conta com eventos técnicos e fóruns sobre temas relevantes para o agronegócio. Na terça-feira (11), o 35º Fórum Nacional da soja discutirá o impacto da influência chinesa no setor e as perspectivas para os mercados de soja e milho na safra 2024/2025. Na quarta-feira (12), acontece o 10º Encontro de Empresárias Rurais, e na quinta-feira (13), o Summit do Jovem Cooperativista.

Além disso, a Expodireto Cotrijal reafirma sua importância como espaço de reivindicações políticas. Na sexta-feira (14), será realizada uma Audiência Pública do Senado Federal para debater a securitização de operações de crédito rural, buscando alternativas para produtores afetados por eventos climáticos extremos.

Diversos fóruns serão promovidos ao longo da feira, em parceria com instituições de pesquisa e cooperativas. O 16º Fórum do Milho abre a programação na segunda-feira (10), seguido pelo 9º Fórum Estadual de Conservação do Solo e da Água e pelo 3º Fórum da Carne na terça-feira (11). Na quarta-feira (12), ocorrem o 20º Fórum Estadual do Leite, o 10º Fórum do Trigo e o 4º Fórum Estadual dos Gestores Municipais do Agro. O 17º Fórum Florestal, que discute créditos de carbono na produção de erva-mate, acontece na quinta-feira (13).

Na área de produção vegetal, o Momento Especialistas do Agro trará pesquisadores para abordar desafios como clima, manejo de solo e controle de doenças. Já a produção animal terá dois pavilhões dedicados à exposição de animais e empresas do setor pecuário. A Fábrica de Rações Cotrijal apresentará seu processo produtivo e promoverá workshops para universidades.

A Arena Agrodigital será o centro de debates sobre inovação, com o tema “O Agro do Amanhã”. O espaço reunirá mais de 30 empresas, startups e hubs de tecnologia, além de oferecer serviços como a emissão de certificado digital para produtores rurais pelo aplicativo Smart Coop. Destaques da programação incluem palestras de Paulo Herrmann (Fiergs) sobre inovação industrial e de Clovis Tramontina (Tramontina) sobre empreendedorismo.

O Pavilhão Internacional receberá representantes de mais de 70 países, registrando um recorde de empresas estrangeiras expositoras. A Índia participa pela primeira vez com um estande próprio na Área Internacional da Câmara de Comércio e Indústria Indo Brasil (CCIIB). O local também sediará o “6º Seminário China – Brasil da Cadeia de Suprimentos da Agricultura, Pecuária e Alimentação”.

O Espaço da Natureza contará com a exposição “Mundo dos Répteis”, além da área Bosques Gaúchos, que representa biomas do Rio Grande do Sul. O projeto Papagaio Charão, da Universidade de Passo Fundo (UPF), promoverá ações de conscientização ambiental. O Anfiteatro da Natureza apresentará a peça teatral “A Mulher do Agro” duas vezes ao dia.

Com uma programação abrangente e foco em inovação e sustentabilidade, a Expodireto Cotrijal se consolida como um evento estratégico para o agronegócio. O Portal de Agrolink trará cobertura em tempo real, destacando as principais novidades e tendências do setor.





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