sábado, abril 4, 2026

Política & Agro

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Irrigação por gotejamento impulsiona produtividade do café


A irrigação por gotejamento tem ganhado espaço na cafeicultura brasileira como alternativa para garantir produtividade e qualidade diante das incertezas climáticas. O especialista agronômico da Netafim, Murilo Tosta, explica que a alta nos preços do café tem incentivado os produtores a investirem na tecnologia. “Os preços em alta têm sido um grande incentivo para que os cafeicultores modernizem suas lavouras e adotem práticas mais eficientes. Com a irrigação, por exemplo, conseguimos garantir uma produção mais estável e de alta qualidade, independentemente das variações climáticas”, afirma.

O investimento na tecnologia pode se pagar entre dois e quatro anos, dependendo do manejo e das condições da propriedade. “Um produtor do Cerrado Mineiro, que aumentou sua produtividade de 25 sacas por hectare para 50 sacas e passou a vender como ‘café especial’, teve retorno financeiro em aproximadamente dois anos”, explica Tosta.

Além do impacto na produtividade, a irrigação por gotejamento traz maior previsibilidade à colheita, permitindo melhores negociações e reduzindo riscos climáticos. “O grande diferencial está na otimização da produção e na previsibilidade da colheita”, destaca o especialista. Com a adoção do sistema, a produtividade pode dobrar ou até triplicar. “Em áreas sem irrigação, a média varia entre 20 e 30 sacas por hectare. Com o gotejamento, esse número pode chegar a 50, 60 ou até 80 sacas”, acrescenta.

A tecnologia também contribui para a melhoria da qualidade do café. O gotejamento mantém a umidade do solo em níveis ideais, resultando em floradas homogêneas e maturação uniforme dos frutos. “Quando a planta recebe água e nutrientes na medida certa, há menor incidência de grãos verdes ou mal formados, o que melhora a qualidade da bebida e aumenta o percentual de grãos peneira alta”, explica Tosta.

O sistema ainda se destaca pela eficiência no uso da água, essencial para a sustentabilidade da cafeicultura. Em uma fazenda de Minas Gerais, a adoção do gotejamento reduziu significativamente o consumo de água, eliminou a erosão do solo e melhorou a saúde das plantas, reduzindo o uso de fertilizantes e defensivos. “A irrigação por gotejamento não só economiza água, mas também promove práticas agrícolas mais sustentáveis, preservando o solo, protegendo os recursos hídricos e reduzindo os impactos ambientais da cafeicultura”, afirma.

A tecnologia já é amplamente utilizada em regiões produtoras como Cerrado Mineiro, Sul de Minas, Espírito Santo e Oeste da Bahia. No Cerrado, a irrigação garante um suprimento hídrico contínuo, essencial para o pegamento da florada e o enchimento dos grãos. Já no Espírito Santo, onde predomina o café conilon, a irrigação é fundamental devido à alta demanda hídrica da cultura.

Diante das incertezas climáticas, o especialista reforça a importância da irrigação. “Hoje, a imprevisibilidade climática é uma das maiores ameaças à produtividade e à qualidade do café. O gotejamento permite um controle preciso da água e, para os produtores que já adotaram essa tecnologia, a mudança foi definitiva. Com os preços do café em alta, esta é a melhor hora para investir”, conclui.





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Safra de milho segue positiva no DF e em Goiás



A oferta da oleaginosa apresentou crescimento devido ao avanço da colheita




Foto: Agrolink

De acordo com o 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25 da Conab, a colheita do milho teve início em janeiro no Distrito Federal, com resultados considerados satisfatórios pelos produtores. De acordo com as análises do setor, o clima favoreceu o desenvolvimento das lavouras, e, nos períodos de seca, foi utilizada irrigação suplementar para aplicação de insumos e manutenção da umidade no solo.

Em Goiás, as lavouras de primeira safra estão na fase final do ciclo, entre o fim do enchimento de grãos e a maturação. Segundo especialistas, as condições climáticas ao longo do desenvolvimento da cultura foram determinantes para o bom desempenho da produção. “A sincronização da polinização com a absorção adequada de nutrientes e água contribuiu para o desenvolvimento das lavouras”, apontou a Conab.

A colheita das lavouras comerciais destinadas à produção de etanol de milho deve começar em março. Dados do setor indicam que, atualmente, 5% das plantações estão em floração, 54% em enchimento de grãos, 40% em maturação e menos de 1% já colhido. O regime de chuvas desde o início da semeadura tem sido considerado favorável para a cultura, especialmente no período de enchimento de grãos, quando a demanda hídrica é maior. “Esse cenário deve resultar em grãos mais pesados e produtividade acima das expectativas iniciais”, informou o levantamento..

Até o momento, não há registros de problemas fitossanitários nas lavouras.

A alta nos preços do milho também se manteve em fevereiro. Segundo análise Agromensal do Cepea, as cotações continuaram em elevação na maior parte das regiões acompanhadas pelo centro de pesquisas. Os aumentos estiveram atrelados à demanda elevada, enquanto vendedores reduziram a oferta, priorizando entregas de lotes negociados antecipadamente, principalmente de soja.

A oferta da oleaginosa apresentou crescimento devido ao avanço da colheita, influenciando a estratégia dos produtores de milho.





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Dólar fecha abaixo de R$ 5,80



Foto: Pixabay

O dólar comercial encerrou a sessão deta quinta-feira (13) com leve desvalorização de 0,19%, cotado a R$ 5,801 para compra e venda, de acordo com dados da InfoMoney. A moeda norte-americana acumula queda de 2,01% no mês de março.

No segmento futuro da B3, o dólar para liquidação em março registrou baixa de 0,09%, sendo negociado a R$ 5,8225 por volta das 17h08.

O desempenho do câmbio reflete o movimento de venda de dólares em patamares mais elevados, ao mesmo tempo em que o mercado reage a novas ameaças de tarifas comerciais por parte dos Estados Unidos. O movimento gerou volatilidade no mercado financeiro ao longo do dia.

O dólar turismo foi negociado a R$ 5,836 para compra e R$ 5,801 para venda. A cotação do comercial também registrou os mesmos valores para compra e venda, segundo dados divulgados pela InfoMoney.

A trajetória do dólar segue sendo influenciada por fatores externos e internos. No cenário internacional, as novas ameaças tarifárias dos Estados Unidos geraram cautela entre os investidores. Ao mesmo tempo, a maior oferta de moeda estrangeira no mercado brasileiro contribuiu para limitar a valorização da divisa norte-americana.





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Média diária de exportação de milho em fevereiro/25 é ligeiramente inferior…


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Nesta segunda-feira (17) a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) informou que o volume embarcado de milho não moído (exceto milho doce) até aqui em fevereiro atingiu 827.009,1 toneladas. O volume representa 48,27% do total exportado no mesmo mês do ano passado, que ficou em 1.713.086,3 toneladas.     

Sendo assim, a média diária de embarques nestes 10 primeiros dias úteis do mês ficou em 82.700,9 toneladas, representando queda de 8,3% com relação a média diária embarcadas de fevereiro do ano anterior, em ficou em 90.162,4 toneladas. 

O Analista de Inteligência de Mercado de Milho da StoneX, Raphael Bulascoschi, aponta que a expectativa para o ano de 2025 é de volume alto das exportações de milho do Brasil, mas o montante será definido pelo tamanho da safra total do país. 

“A exportação vai ser a variável de ajuste. Aqui na StoneX a gente estima a safra total de milho, primeira, segunda e terceira, em 146 milhões de toneladas, então devemos ver um volume de exportação bom, mas claro, isso vai depender se vamos conseguir mesmo colher todo esse volume ao longo do ano”, aponta Bulascoschi. 

Com relação ao faturamento, o Brasil arrecadou um total de US$ 184,119 milhões no mês, contra US$ 389,357 milhões de todo fevereiro/24. O que na média diária deixa o atual mês com baixa de 10,2% ficando com US$ 18,411 milhões por dia útil contra US$ 20,492 milhões em fevereiro do ano anterior.                    

O preço médio pago pela tonelada do milho brasileiro também recuou 2% dos US$ 227,30 registrados em janeiro de 2024 para os US$ 222,60 contabilizados em fevereiro/25. 





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Estiagem reduz área plantada e produção de feijão



Falta de chuva prejudica produção de feijão no estado




Foto: Pixabay

A área cultivada com feijão na primeira safra de 2025 foi reduzida em razão das condições climáticas adversas no Rio Grande do Sul. De acordo com o levantamento divulgado nesta quinta-feira (12) pelo Informativo Conjuntural da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RS), apenas 11% da área inicialmente prevista para o cultivo foi efetivamente semeada.

A queda de 55% na área destinada ao plantio, que normalmente ocorre em lavouras irrigadas, está diretamente relacionada à baixa recarga hídrica dos reservatórios e à desvalorização dos preços do feijão, o que reduziu a atratividade econômica da cultura. Ainda assim, os cultivos semeados apresentam bom desenvolvimento, especialmente na região de Santa Maria, onde 55% da área plantada está em fase de crescimento, 4% em maturação e algumas lavouras já foram colhidas. No município de São Gabriel, a colheita foi antecipada e alcança 10% da área.

No estado como um todo, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) avalia que a falta de chuvas em fevereiro afetou algumas regiões, mas que o Planalto Sul, onde se concentra a produção de feijão, manteve condições favoráveis. “O potencial produtivo é considerado aceitável, mas algumas lavouras foram impactadas pela estiagem e precisam de cuidados extras para mitigar as perdas por evapotranspiração”, informou a Conab em seu relatório da Safra de Grãos.

Atualmente, 55% da área plantada no estado está em desenvolvimento, com a maioria das lavouras no estágio de floração e enchimento de grãos. Em fevereiro, as chuvas favoreceram a cultura, especialmente na região de Santa Maria e no município de São Martinho da Serra, onde a colheita já atinge 10% da área. De acordo com a Conab, a produção média do feijão no estado deve ficar em 1.527 kg/ha, impactada pelas adversidades climáticas.





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Cotrijal lança plataforma para monitoramento digital de rebanhos


A Cotrijal anunciou nesta quinta-feira (13) o lançamento de uma plataforma inédita para a digitalização da assistência técnica na pecuária leiteira. O sistema, desenvolvido em parceria com a empresa Cowmed e o projeto Costa’s Lab, da Universidade de Vermont (EUA), foi apresentado durante a 25ª Expodireto Cotrijal, na Arena Agrodigital.

A tecnologia utiliza coleiras eletrônicas para coletar dados sobre o comportamento dos animais, permitindo a análise contínua e a emissão de relatórios para os técnicos da cooperativa. O objetivo é identificar anomalias, medir o impacto do estresse térmico e detectar precocemente sintomas de doenças. O sistema também compara os dados entre diferentes produtores, levando em conta fatores externos, como condições climáticas.

Para o superintendente de Novos Negócios e Produção Animal da Cotrijal, Renne Granato, a plataforma aprimora a relação entre produtores, técnicos e rebanhos. “Queremos que o produtor confie ainda mais no nosso trabalho, sabendo que temos o uso de dados para que as nossas decisões sejam as mais seguras e precisas possíveis”, afirma.

Atualmente, alguns produtores já utilizam as coleiras eletrônicas para monitoramento dos animais. Com a implementação da plataforma, o número de rebanhos monitorados será ampliado. Granato destaca que a tecnologia potencializa a atuação dos técnicos da cooperativa. “Eles terão informação de qualidade para ajudar o produtor a resolver seus problemas quando anomalias de comportamento forem identificadas”, ressalta.

O sistema permite um acompanhamento detalhado do bem-estar animal, analisando alimentação, tempo de descanso, acesso à água e interação social. “A plataforma cria um índice de bem-estar para cada fazenda, garantindo que as melhores práticas estão sendo adotadas”, explica Leonardo Guedes, fundador da Cowmed.

Segundo a Cotrijal, a iniciativa é inédita no Brasil. “Não há nada igual a essa plataforma no país. Nosso objetivo é manter a excelência e promover o desenvolvimento dos nossos associados”, afirma Granato.

O desenvolvimento do sistema começou há mais de quatro anos, com apoio técnico e científico do projeto Costa’s Lab. Para João Costa, professor associado da Universidade de Vermont e líder do projeto, o uso contínuo dos dados permite a evolução do sistema. “Entre as grandes inovações, está a capacidade de documentar mudanças, avaliar decisões e aprimorar previsões ao longo do tempo”, destaca.

Produtores interessados em aderir à tecnologia podem procurar as unidades de negócios da Cotrijal para mais informações.





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Falta de equipamentos adequados compromete plantio de pastagens



Falta de maquinário dificulta produtividade de pastagens


Foto: Canva

A Embrapa apontou que muitas falhas no plantio de pastagens estão relacionadas ao uso de equipamentos inadequados ou à ausência de maquinário específico para determinadas espécies forrageiras. Segundo a instituição, a maioria dos equipamentos desenvolvidos no Brasil são projetados para o plantio de cereais, o que limita sua eficiência para sementes menores.

“Os equipamentos disponíveis no mercado não atendem plenamente às necessidades do plantio de forrageiras, especialmente as de sementes pequenas, que exigem técnicas e mecanismos diferenciados para garantir uma distribuição uniforme”, informou a Embrapa.

Para espécies que se estabelecem bem em plantios superficiais, a distribuição pode ser feita manualmente, com semeadeiras ou até por avião, seguida de compactação com rolos. Já para as que necessitam de maior profundidade, o plantio ocorre com máquinas de cereais ou por dispersão a lanço, cobertas por gradagem leve.

A Embrapa destaca que a falta de equipamentos específicos leva à adoção de alternativas, como a mistura das sementes com areia ou resíduos agrícolas para facilitar o uso em semeadeiras convencionais. No entanto, essa prática pode comprometer a distribuição uniforme das sementes. “A separação do material de enchimento e da semente dentro da máquina, devido aos solavancos durante o trajeto, dificulta a precisão do plantio”, explicou a entidade.

Outra estratégia observada é o plantio de forrageiras em conjunto com culturas anuais, como o arroz, permitindo um melhor aproveitamento do solo e dos recursos disponíveis.

Diante da crescente demanda por tecnologias mais eficientes, a Embrapa reforça a necessidade de investimentos na pesquisa e no desenvolvimento de maquinário específico. “Cabe aos órgãos de pesquisa e à indústria buscar soluções para atender às necessidades dos produtores, promovendo maior eficiência e qualidade no estabelecimento das pastagens”, concluiu.





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Colheita da uva avança com perdas em algumas regiões



Bagé conclui colheita da uva com alta qualidade




Foto: Arquivo Agrolink

O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (13), apontou que a colheita de uvas foi concluída na região administrativa de Bagé, com destaque para a alta qualidade da fruta. Em Passo Fundo, a colheita está na fase final, e os produtores registram boa produtividade e preços estáveis. “Os valores estabelecidos estão em R$ 3,00/kg para uvas comuns destinadas à vinificação e R$ 5,50/kg para variedades finas de mesa”, informou a Emater/RS-Ascar.

No município de Pinheiro Machado, as perdas na safra de uva chegam a 30% devido ao ataque de pássaros. Enquanto isso, em Soledade, a colheita segue em andamento, e a produção de vinho já começou em algumas propriedades.

“O processo de colheita avança, e a qualidade da uva tem se mantido satisfatória, mas o ataque de pássaros impactou a produção em determinadas áreas”, ressaltou a Emater/RS-Ascar no boletim.





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Safra de arroz brasileira deve crescer 14,3% em 2024/25



Brasil pode exportar 2 milhões de toneladas de arroz em 2025




Foto: Pixabay

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou nesta quinta-feira (13) o 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, que aponta uma estimativa de aumento de 14,3% na produção de arroz em relação à safra anterior, que foi de 12,1 milhões de toneladas. A expansão da área plantada e a alta rentabilidade do setor foram os principais fatores que contribuíram para esse crescimento. A Conab ainda destaca que as boas condições climáticas nas principais regiões produtoras devem garantir uma boa produtividade para a cultura.

A previsão de consumo nacional para as safras 2023/24 e 2024/25 permanece estável, com estimativas de 10,5 milhões de toneladas para a safra 2023/24. O consumo é ajustado conforme o quadro de suprimento, levando em consideração os estoques de passagem, as exportações e a produção interna.

A balança comercial também foi analisada no levantamento. A projeção para as exportações de arroz para a safra 2023/24 é de uma redução para 1,5 milhão de toneladas, devido aos preços internos mais altos em relação às paridades de exportação. Contudo, a safra 2024/25 deve ver um aumento nas exportações, estimando-se que o Brasil exporte 2 milhões de toneladas, acompanhando a recuperação da produção e a redução dos preços internos. As importações devem totalizar 1,4 milhão de toneladas em ambas as safras.

O estoque de passagem também está projetado para aumentar, chegando a 1,4 milhão de toneladas até fevereiro de 2026, devido ao incremento na produção nacional.

Em paralelo, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação, registrou um aumento de 1,23% em fevereiro. Para o arroz, a média nacional apontou uma queda de 1,49% no preço entre 15 de janeiro e 12 de fevereiro de 2025, com uma redução de 1,28% nos últimos 12 meses, conforme análise Agromensal do Cepea.





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Açúcar registra valorização nas bolsas internacionais



O etanol hidratado também registrou leve queda no preço




Foto: Arquivo Agrolink

Segundo dados do Udop, os contratos futuros de açúcar registraram alta nesta quarta-feira (12) nas bolsas internacionais. Na ICE Futures de Nova York, o açúcar bruto apresentou variações negativas nos contratos de maio/25 e julho/25, com o primeiro recuando 19 pontos, a 18,86 cts/lb, e o segundo caindo 22 pontos, a 18,63 cts/lb.

Já na ICE Europe, em Londres, o açúcar branco teve valorização. O contrato de maio/25 caiu US$ 8,70, encerrando a US$ 533,20, enquanto o contrato de agosto/25 recuou US$ 7,80, a US$ 517,20.

No Brasil, o açúcar cristal apresentou queda no preço da saca de 50 quilos, de acordo com o Indicador Cepea/Esalq da USP. A negociação foi realizada a R$ 139,94.

O etanol hidratado também registrou leve queda no preço, conforme o Indicador Diário Paulínia. O biocombustível foi negociado a R$ 2.921,50 por metro cúbico, com uma variação negativa de 0,03%.





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