sábado, março 28, 2026

Política & Agro

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Fertilizante iraniano legalizado em Dubai e Omã



“O agro brasileiro enfrenta desafios crescentes no acesso a fertilizantes”



“O agro brasileiro enfrenta desafios crescentes no acesso a fertilizantes"
“O agro brasileiro enfrenta desafios crescentes no acesso a fertilizantes” – Foto: Canva

Segundo informações de Cristiane De Brida, Commodity Broker na L77 Negócios Ltda, o agronegócio brasileiro ganha uma nova alternativa estratégica com a entrada da Ureia iraniana legalizada nos mercados de Dubai e Omã. Através da parceria com a AFG Holding, sediada em Dubai, a empresa agora atua como representante exclusiva dessa Ureia, contando com fornecimento de mais de seis refinarias governamentais do Irã, com exclusividade e respaldo legal.

“O agro brasileiro enfrenta desafios crescentes no acesso a fertilizantes. Pensando nisso, temos orgulho em anunciar: somos representantes exclusivos de ureia iraniana legalizada em Dubai e Omã, através de nossa parceira estratégica AFG Holding sediada em Dubai, estamos com mais de seis refinarias governamentais e com exclusividade”, comenta.

Essa novidade é especialmente relevante para o Brasil, que atualmente importa cerca de 85% dos fertilizantes que consome. O Irã, sendo um dos maiores produtores mundiais de ureia, torna-se um parceiro crucial. Com a legalização do produto em territórios estratégicos como os Emirados Árabes Unidos e Omã, garantem-se segurança jurídica, controle de qualidade e uma logística mais eficiente — elementos essenciais em um cenário global cada vez mais volátil.

No campo, o impacto é direto: a ureia é indispensável para culturas como soja, milho e trigo. A possibilidade de preços mais competitivos e entregas confiáveis permite que os produtores brasileiros mantenham a produtividade, mesmo em meio a instabilidades externas. A iniciativa da L77, em conjunto com a AFG Holding, também abre espaço para novas parcerias com tradings e produtores nacionais.





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Mercado do feijão-carioca segue aquecido



No interior de São Paulo, o cenário também revela escassez de produto



No interior de São Paulo, o cenário também revela escassez de produto
No interior de São Paulo, o cenário também revela escassez de produto – Foto: Divulgação

Segundo informações do Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), a quarta-feira (28) foi marcada por mais um dia de alta movimentação no mercado de feijão-carioca, com destaque para os lotes classificados como SD (Slow Darkening), que apresentam escurecimento lento. Esses grãos de melhor qualidade vêm alcançando preços elevados, chegando a R$ 270 por saca tanto no Paraná quanto em Minas Gerais, onde o armazenamento em câmaras frias contribui para manter a coloração e a qualidade do produto.

No sudoeste do Paraná, a pressão por bons lotes está evidente: para garantir o fornecimento, compradores precisaram desembolsar no mínimo R$ 250 por saca, valor que sobe quando se trata de grãos com características diferenciadas. Em Minas, foram confirmadas vendas de Feijão nota 8/8,5, com coloração parelha e armazenado sob refrigeração, por R$ 265. Alguns negócios pontuais superaram essa faixa, chegando ao patamar de R$ 270 por saca de 60 quilos.

No interior de São Paulo, o cenário também revela escassez de produto, o que elevou os preços dos poucos lotes disponíveis. Negócios esparsos registraram valores de até R$ 280 por saca para Feijão nota 8,5, indicando forte valorização e competitividade entre compradores.

A perspectiva de uma segunda safra com desafios em volume e qualidade tem influenciado diretamente a valorização do Feijão-carioca, especialmente das partidas de melhor padrão. O comportamento do mercado nesta semana reforça a importância da armazenagem adequada e da oferta de grãos diferenciados como fator determinante nos preços praticados.

 





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Inseticida tem registro ampliado para diversas culturas



“Temos visto uma forte adoção das aplicações por drone”



“Temos visto uma forte adoção das aplicações por drone"
“Temos visto uma forte adoção das aplicações por drone” – Foto: USDA

A Albaugh Brasil anunciou a ampliação do registro do inseticida Afiado para novas culturas, incluindo pastagens, citros, café, diversas frutíferas, tomate, grãos e cereais como arroz, além de leguminosas como o feijão e espécies florestais, como o eucalipto. Segundo Nelson Azevedo, diretor de marketing e desenvolvimento da empresa, a iniciativa reforça o compromisso da companhia em oferecer ao agricultor brasileiro soluções eficazes com formulações diferenciadas.

Um dos destaques é a extensão do uso de Afiado para pastagens, permitindo o controle eficiente de pragas com aplicações por drones, prática em expansão no setor. A formulação líquida do produto facilita a dosagem e o trabalho da equipe de campo, como explica Jaime Hurtado, diretor comercial da Albaugh.

“Temos visto uma forte adoção das aplicações por drone no segmento de pastagens. Afiado® adapta-se perfeitamente a esse modelo, devido à sua inovadora formulação líquida, que facilita o trabalho de dosagem e o operacional da equipe de campo”, ressalta.

O produto também fortalece o portfólio da Albaugh em citros e cafeicultura, culturas em que a empresa já tem forte presença com produtos como o acaricida Braver e o fungicida Recop. Para o café, o Afiado agora combate pragas como ácaro-vermelho, bicho-mineiro e broca-do-café.

Lançado com foco em pragas como percevejo e cigarrinha-do-milho, Afiado conquistou o mercado pela eficácia, longo residual e formulação que evita incompatibilidades físico-químicas e facilita a logística de aplicação. Aplicado com sucesso em soja, milho e algodão, produto agora pode ser empregado em pastagens, citros, café e tomate, entre outras culturas

 





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Mercado de suínos encerra a sexta-feira (4) com cotações na maioria estáveis


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A semana de negociações apra o mercado de suínos terminou nesta sexta-feira (4) com preços mais perto da estabilidade. De acordo com análise divulgada pelo Cepea, em março, os preços médios da carne suína caíram em maior intensidade que os das principais substitutas (de frango e bovina). 

As vendas da proteína suinícola estiveram lentas ao longo do mês, enquanto a oferta de animais para abate – e, consequentemente, de proteína no atacado – permaneceu ligeiramente elevada. 
 
Segundo dados da Scot Consultoria, o valor da arroba do suíno CIF em São Paulo ficou estável, com preço médio de R$ 153,00, enquanto a carcaça especial subiu 2,61%, fechando em R$ 11,80/kg, em média.

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quinta-feira (3), houve aumento apenas em Santa Catarina, na ordem de 0,80%, chegando a R$ 7,59/kg. Os preços ficaram estáveis em Minas Gerais (R$ 7,94/kg), Paraná (R$ 7,67/kg), Rio Grande do Sul (R$ 7,80/kg) e São Paulo (R$ 8,02/kg).

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Fonte:

Notícias Agrícolas





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Embrapa lança duas novas cultivares de algodão



A BRS 700FL B3RF foi desenvolvida com foco na excelência da fibra



A BRS 700FL B3RF foi desenvolvida com foco na excelência da fibra
A BRS 700FL B3RF foi desenvolvida com foco na excelência da fibra – Foto: USDA

A Embrapa, em parceria com a empresa Lyntera, acaba de lançar duas novas cultivares de algodão transgênico: BRS 700FL B3RF e BRS 800 B3RF. Ambas contam com a tecnologia Bollgard 3 RRFlex, que protege contra as principais lagartas da cultura e permite o uso do herbicida glifosato. Enquanto a primeira variedade foca em fibras de alta qualidade para atender o mercado de roupas premium, a segunda aposta na resistência a doenças e pragas, oferecendo maior sustentabilidade ao cultivo.

A BRS 700FL B3RF foi desenvolvida com foco na excelência da fibra, com comprimento médio de 33,5 mm, resistência de 32,8 gf/tex e micronaire de 3,7. Seu desempenho se aproxima do algodão dos tipos egípcio e pima, tradicionalmente importados para a produção de tecidos finos. Com produtividade média de 4.524 kg/ha e rendimento de fibra de 38%, é indicada para cultivos em regiões do Cerrado e da Caatinga, como Bahia, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Ceará. Segundo o pesquisador Camilo Morello, trata-se de um avanço inédito em qualidade de fibra no Brasil com plantas do tipo Upland.

Já a BRS 800 B3RF se destaca pela alta resistência à ramulária, bacteriose, doença azul e ao nematoide de galhas, praga que compromete até 37% das áreas de cultivo na Bahia. Com ciclo precoce e produtividade média de 5.000 kg/ha, é ideal para segunda safra e cultivos sob pivô, comuns em estados como Mato Grosso e Goiás. De acordo com o pesquisador Nelson Suassuna, essa cultivar contribui para reduzir aplicações de defensivos e manter a viabilidade em áreas afetadas.

As novas variedades chegam em um momento estratégico, quando o Brasil busca reduzir a importação de fibras especiais e ampliar a sustentabilidade na cotonicultura. A comercialização das sementes será feita pela Lyntera.

 





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Safrinha 24/25 deve ser uma das melhores



“A análise baseada em modelos de satélite”



“A análise baseada em modelos de satélite"
“A análise baseada em modelos de satélite” – Foto: Pixabay

Segundo Marcos Rubin, CEO e fundador da Veeries, em publicação nas redes sociais, as visitas a campo no oeste do Paraná e no sul do Mato Grosso do Sul confirmam o que os satélites já vinham indicando: a safrinha 24/25 caminha para ser uma das melhores dos últimos anos nessas regiões.

A empresa, especializada em análises agrícolas, baseia sua metodologia em modelos de satélite, que definem os locais de visita, os pontos de observação e as hipóteses a serem testadas. A ida a campo serve como reforço às análises remotas, permitindo à Veeries entregar inteligência com rapidez e precisão.

Um diferencial citado por Rubin é o uso de recortes semanais de plantio para estimar a produtividade das lavouras, proporcionando uma visão mais detalhada do potencial de cada área conforme o calendário de semeadura. Essa abordagem tem mostrado bons resultados nas análises mais recentes.

“A análise baseada em modelos de satélite é a espinha dorsal da nossa metodologia. É ela que define onde ir, o que observar e quais hipóteses validar. As visitas a campo complementam e reforçam nossas análises – uma combinação que nos permite entregar inteligência com precisão e velocidade”, indica.

Apesar da irregularidade do clima em parte do ciclo, a condição geral das lavouras é considerada muito boa. Enquanto algumas áreas apresentam desenvolvimento excelente, outras mostram um desempenho um pouco abaixo. Ainda assim, a expectativa para a produção de milho é bastante positiva.

“No registro, encontramos duas realidades diferentes no campo: por um lado, lavouras em excelentes condições. Por outro lado, algumas regiões mostram uma condição um pouco inferior. O resultado da safrinha no PR e MS? Até poderia ser melhor, se não fosse a irregularidade do clima durante parte do ciclo – mas, mesmo assim, será muito boa”, conclui.

 





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Milho silagem registra produtividade elevada



Santa Rosa inicia colheita de milho safrinha




Foto: Pixabay

A colheita de milho silagem no Rio Grande do Sul alcançou 94% da área, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (8). Segundo o levantamento, 3% das lavouras estão em início de maturação fisiológica e 3% em enchimento de grãos. Os produtores que optaram pelo plantio escalonado registraram rendimentos até 50% superiores em lavouras mais tardias, quando comparadas às semeadas entre novembro e dezembro.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Campanha, a colheita das lavouras semeadas a partir da segunda quinzena de janeiro está próxima da conclusão. “O tempo seco, com quatro semanas consecutivas sem chuvas, favoreceu o acesso às lavouras em terras baixas e coxilhas, sem causar seca prematura nas folhas basais”, informou a Emater. Equipes de colheita com máquinas autopropelidas, que estavam em Aceguá, agora operam em Hulha Negra, em lavouras de maior porte. Produtores relataram produtividades elevadas, com silagens contendo alta proporção de grãos e rendimentos de massa seca próximos a 40 toneladas por hectare, chegando a 50 t/ha nas áreas de melhor manejo. Algumas lavouras em várzeas foram ensiladas de forma antecipada devido à previsão de chuvas intensas, que poderiam dificultar o tráfego de máquinas e comprometer o ponto de corte.

Na região de Frederico Westphalen, a colheita foi encerrada nos 7 mil hectares cultivados na safrinha. Apesar do estresse hídrico no início do ciclo, a recomposição da umidade durante as fases reprodutivas permitiu à cultura alcançar o potencial produtivo estimado. Já em Santa Rosa, a colheita de milho safrinha para silagem começou, apresentando boa qualidade e rendimento entre 35 e 45 toneladas por hectare.





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Boi gordo tem preço estável em São Paulo



Escalas de abate chegam a 11 dias em SP




Foto: Divulgação

O mercado do boi gordo em São Paulo manteve-se estável nesta sexta-feira (9), segundo o informativo “Tem Boi na Linha”, divulgado pela Scot Consultoria. De acordo com o boletim, “com parte da indústria frigorífica já abastecida, fora das compras e a demanda por carne bovina tendo sido atendida pela oferta, os preços em São Paulo mantiveram-se estáveis”. A consultoria destacou, no entanto, que havia receio de queda nos preços após o Dia das Mães, o que levou os compradores a evitarem alongar suas escalas de abate, que estavam, em média, previstas para 11 dias.

No Mato Grosso, o cenário foi de pressão sobre os preços, com alta oferta de bovinos na maioria das regiões pecuárias. Na região Norte, a cotação do boi gordo recuou R$2,00 por arroba, enquanto a vaca e a novilha registraram queda de R$3,00 por arroba. No Sudoeste, a queda foi de R$2,00 para o boi gordo, R$7,00 para a vaca e R$11,00 para a novilha. Em Cuiabá, a cotação do boi gordo caiu R$2,00 por arroba; a vaca e a novilha tiveram retração de R$7,00 e R$4,00, respectivamente. A região Sudeste do estado manteve os preços estáveis para todas as categorias.

No Noroeste do Paraná, os preços também permaneceram estáveis, com escalas de abate médias para sete dias.





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colheita chega ao fim com queda na qualidade


A colheita de arroz no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (8). Na região administrativa de Bagé, na Fronteira Oeste, o município de São Borja registrou acamamento de plantas em alguns talhões, devido a ventos intensos durante o período de maturação. Em Quaraí, os 11.336 hectares cultivados já foram colhidos, com produtividade média estimada em 9.000 quilos por hectare. A qualidade industrial das cargas entregues nesta etapa final apresentou queda, com percentual de grãos inteiros entre 55% e 58%, abaixo do padrão ideal. Em Alegrete, Maçambará, Rosário do Sul e Santa Margarida do Sul, a colheita também foi finalizada.

Na região de Pelotas, 96% da área implantada já foi colhida. As lavouras remanescentes, localizadas principalmente em Turuçu, São José do Norte, Santa Vitória do Palmar, Rio Grande, Pinheiro Machado, Pelotas, Jaguarão, Canguçu e Arroio Grande, encontram-se em estágio de maturação completa e prontas para a colheita.

Em Santa Maria, a colheita também está perto do fim. Em Cachoeira do Sul, município com maior área cultivada, 98% das lavouras foram colhidas. Nos municípios de Cacequi e arredores, os trabalhos já foram concluídos. Segundo o informativo, os rendimentos têm se mantido dentro das expectativas iniciais, apesar de relatos pontuais de redução na produtividade em algumas áreas.

Na região de Soledade, o tempo estável permitiu o avanço da colheita, que chegou a 99%. Restam apenas áreas pontuais com semeadura tardia, correspondendo a 1% da área, atualmente em maturação e prontas para a colheita.

O preço médio da saca de 50 quilos de arroz no Estado registrou queda de 0,56% em relação à semana anterior, passando de R$ 76,49 para R$ 76,06, conforme levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.





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Uva Lumiar reduz 50% dos custos com mão de obra no campo



Embrapa lança uva sem semente que reduz custos




Foto: Divulgação

A Embrapa lançou no mercado a BRS 54 Lumiar, uma nova cultivar de uva branca sem semente que promete reduzir em 50% os custos com mão de obra no manejo dos cachos no Semiárido brasileiro. O manejo dos cachos representa cerca de 40% do custo total da mão de obra na produção de uvas de mesa.

A nova cultivar busca solucionar dois desafios do setor: a alta demanda de mão de obra para o manejo e a escassez de opções de uvas brancas sem sementes. A Embrapa afirma que a Lumiar “oferece potencial para impulsionar o segmento no País”.

Além da economia no campo, a Lumiar apresenta atributos sensoriais como bagas grandes e elípticas, textura crocante e macia, alto teor de açúcares, ausência de adstringência na película e acidez equilibrada ao final da maturação.

A BRS 54 Lumiar integra o portfólio de uvas de mesa sem sementes do programa de melhoramento genético “Uvas do Brasil”, coordenado pela Embrapa, para cultivo na região do Vale do Submédio São Francisco.

Segundo a Embrapa, “as cultivares estrangeiras de uvas sem sementes demandam, no mínimo, 50% a mais de mão de obra para a realização dessa prática” e geram outros custos aos produtores, como o pagamento de royalties por quilo de fruta vendida. Já as cultivares nacionais da Embrapa exigem apenas o pagamento pelas mudas, sem a cobrança dessas taxas.

João Dimas Garcia Maia, um dos pesquisadores da Embrapa responsável pelo desenvolvimento da nova cultivar, explicou que, “além de atender às exigências do mercado consumidor, que está cada vez mais exigente na escolha das frutas, uma nova cultivar de uva de mesa deve apresentar outras características determinantes”. Segundo ele, entre essas características estão “produtividade, tolerância ou resistência a doenças, presença de novos sabores e redução da necessidade de mão de obra para o manejo dos cachos”.

A Embrapa informa que, desconsiderando a pós-colheita, o custo da mão de obra na produção de uvas de mesa das cultivares tradicionais corresponde a cerca de 35% do custo total.





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