segunda-feira, março 30, 2026

Política & Agro

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Mancha-alvo avança em lavouras de algodão



Fungicidas adequados devem ser usados



Fungicidas adequados devem ser usados
Fungicidas adequados devem ser usados – Foto: Pixabay

Nos últimos dois anos, a mancha-alvo, causada pelo fungo Corynespora cassiicola, tem ganhado espaço nas lavouras de algodão do Mato Grosso, desafiando o foco tradicional dos produtores, que historicamente priorizam o controle da ramulária. A intensificação da doença está ligada principalmente à sucessão sojaalgodão e à queda de eficácia de Fungicidas comerciais, especialmente as carboxamidas, no controle da mancha-alvo.

Segundo Marcelo Gimenes, gerente de Fungicidas da ADAMA, a falta de produtos específicos para o algodão e o uso de fungicidas voltados à ramulária permitiram que o patógeno se alastrasse com mais agressividade. Além disso, a sobrevivência do fungo nos restos culturais da soja contribui para o aumento da pressão da doença a cada safra. Diante disso, a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e a Aprosoja-MT intensificam a divulgação de boas práticas de manejo.

Uma das soluções eficazes destacadas é o fungicida Armero®, da ADAMA, que combina dois ativos com excelente performance no controle da mancha-alvo. Com formulação exclusiva, o produto vem mostrando resultados positivos em diferentes regiões do cerrado, especialmente nas primeiras aplicações, protegendo a sanidade foliar e melhorando a produtividade.

“O uso de fungicidas adequados, em momentos-chave do ciclo da cultura, é fundamental para evitar que a doença comprometa o rendimento da lavoura. Nesse sentido, a ADAMA, tem conduzido um trabalho robusto em parceria com as mais renomadas instituições de pesquisa do cerrado brasileiro, em especial com o pesquisador Dr. Rafael Galbieri (fitopatologista do IMAmt – Instituto Mato-grossense do Algodão), gerando uma recomendação assertiva de fungicidas para manejo de mancha-alvo no algodão”, ressalta Gimenes.

 





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EUA com ritmo lento para soja, milho e algodão



Já o algodão apresenta um avanço de 4% na semeadura



Para o milho, o avanço é modesto
Para o milho, o avanço é modesto – Foto: Freepik

De acordo com dados divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e compartilhados por Guilherme Silva Póvoa, sócio e diretor de operações da Soberano Corretora de Seguros, Consórcios e Financiamentos, o início do plantio da nova safra norte-americana apresenta ritmo lento, especialmente para a soja. Os números contemplam os 18 principais estados produtores de soja e milho e os 15 maiores de algodão, permitindo uma análise precisa do progresso das lavouras.

No caso da soja, o plantio ainda não começou. A taxa atual está em 0%, igual ao registrado na mesma semana do ano passado e à média histórica dos últimos cinco anos para esse período. O cenário sugere que os produtores ainda aguardam melhores condições climáticas ou outros fatores técnicos para iniciar os trabalhos.

Para o milho, o avanço é modesto, com 2% da área semeada até agora. Isso representa uma leve melhora em relação à semana passada, que registrava 0%, mas está abaixo dos 3% do mesmo período em 2023. Ainda assim, o índice se alinha à média dos últimos cinco anos, indicando que não há motivo de alarme imediato quanto a atrasos significativos.

Já o algodão apresenta um avanço de 4% na semeadura, ficando um pouco abaixo da média entre 2019 e 2023, que é de 6%, mas acima do registrado na semana anterior, que era de 0%. Em comparação com 2023, o ritmo também está mais lento, já que no mesmo período do ano passado o plantio havia atingido 5%.

Esses números iniciais são importantes para o mercado, pois o ritmo do plantio influencia diretamente nas expectativas de produtividade e no comportamento dos preços internacionais. Com o avanço das semanas, o acompanhamento contínuo dos dados será essencial para avaliar eventuais impactos no abastecimento global.

 





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Crédito mais flexível impulsiona irrigação e inovação



A irrigação desponta como tecnologia-chave para aumentar a produtividade



A irrigação desponta como tecnologia-chave para aumentar a produtividade
A irrigação desponta como tecnologia-chave para aumentar a produtividade – Foto: Pixabay

Nos últimos dez anos, o financiamento no agronegócio brasileiro evoluiu com a entrada de novas fontes privadas, como bancos, fundos e indústrias, suprindo a crescente demanda por crédito. Segundo Bruna Neri, gerente financeira da Netafim, “o recurso subsidiado não é suficiente para o mercado. “Temos um agro mais tecnológico e sólido, pronto para investir”.

A irrigação desponta como tecnologia-chave para aumentar a produtividade e garantir segurança hídrica. Contudo, ainda há desafios para o financiamento. “”O Proirriga é uma importante linha subsidiada para a irrigação, mas o mercado ainda demanda novas fontes de financiamento para atender plenamente seu potencial de crescimento. Estima-se que o valor liberado anualmente represente menos de 20% da expectativa do setor. Por isso, diversificar as opções de financiamento e atrair novos agentes pode ser um caminho estratégico para ampliar o acesso à irrigação”.

Com prazos maiores, garantias mais flexíveis e pagamento em commodities, surgem soluções inovadoras. A Netafim, por exemplo, criou linhas de crédito via BNDES e fechou parcerias com bancos privados. Essas condições favorecem investimentos em tecnologias como a irrigação por gotejamento, que aumenta a produtividade e reduz desperdícios, explica Bruna.

Essa evolução também permitiu que pequenos e médios produtores adotassem sistemas modernos. A perspectiva é de mais incentivos à sustentabilidade, combinando inovação e crédito acessível. “Durante esses eventos, há uma maior busca por soluções de crédito, já que os agricultores procuram entender melhor as opções disponíveis e como elas podem apoiar suas necessidades tecnológicas e de irrigação”, conclui Bruna.

 





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Exportações de soja batem recorde histórico em março


Por Ronaldo Fernandes

O Brasil exportou 14,68 milhões de toneladas de soja em março de 2025, o maior volume já registrado na história para março. A marca representa um crescimento de mais de 16,51% em relação a março de 2024, e reforça a força do Brasil como principal fornecedor global da oleaginosa.

A concentração desse volume no primeiro trimestre mostra o apetite chinês para repor estoques. Com o mercado asiático desabastecido nos primeiros meses do ano, o volume recorde embarcado em março deve começar a chegar nos portos da China em abril e maio, justamente quando o consumo se intensifica.

Além disso, com a recente escalada tarifária entre EUA e seus principais parceiros comerciais, o Brasil se tornou ainda mais atrativo para compradores internacionais, o que deve manter o ritmo de exportações aquecido ao longo dos próximos meses.

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Temperaturas despencam no RS; saiba quando e onde há risco de geada



RS começa a sentir, a partir deste sábado (19), os efeitos de uma massa de ar frio




Foto: Wikipedia

O Rio Grande do Sul começa a sentir, a partir deste sábado (19), os efeitos de uma massa de ar frio que ingressa pelo oceano. A previsão indica que, ao longo do dia, as máximas não devem superar 15 °C em grande parte dos municípios, enquanto as noites serão marcadas por resfriamento intenso.

As madrugadas de domingo (20), segunda (21) e terça-feira (22) serão as mais frias da sequência, com mínimas inferiores a 10 °C e pontuais abaixo de 5 °C.

Serra, Campanha e fronteira com o Uruguai: possibilidade de termômetros marcando entre 0 °C e 3 °C, sobretudo em baixadas.

Aparados da Serra: alta chance de geada moderada a forte, impactando lavouras sensíveis.

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Geada atinge áreas mais altas 

O avanço do sistema de alta pressão, associado ao ar seco, favorece a formação de geadas isoladas. Produtores rurais dessas regiões devem ficar atentos ao risco de danos a hortaliças, frutíferas e outras culturas vulneráveis às temperaturas negativas.

Porto Alegre e Região Metropolitana

Na capital gaúcha, Porto Alegre, as máximas não devem ultrapassar 13 °C no sábado, com bairros da zona Sul podendo registrar marcas ainda mais baixas. Já na Região Metropolitana, há chance de as primeiras mínimas do ano caírem abaixo de 10 °C entre domingo e terça-feira. O vento sul intensifica a sensação de frio e reforça a queda dos termômetros.





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Pequena queda esperada na safra de soja do Uruguai



A estimativa para a safra é de 3,1 milhões de toneladas



A estimativa para a safra é de 3,1 milhões de toneladas
A estimativa para a safra é de 3,1 milhões de toneladas – Foto: Nadia Borges

A produção de soja no Uruguai deve apresentar uma leve queda na safra 2025/26, após o recorde registrado no ciclo anterior, conforme relatório do Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS) do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). A redução se deve à decisão dos produtores de destinar parte da área cultivada à produção de milho, impulsionada por uma recuperação do interesse na cultura. Apesar disso, o Uruguai seguirá como importante fornecedor para os mercados da China e da Argentina.

A estimativa para a safra é de 3,1 milhões de toneladas, inferior aos 3,3 milhões de toneladas colhidos em 2024/25 — resultado que foi o maior em oito anos e um dos mais altos já alcançados. Segundo o FAS, o milho voltou a ganhar espaço após um inverno mais rigoroso controlar a praga da cigarrinha, o que levou os agricultores a aumentar a área plantada com o cereal.

A capacidade de processamento interno de soja segue limitada, com menos de 10% da produção sendo moída no país, basicamente em uma única grande instalação. A expectativa é de um leve aumento na moagem, alcançando 170 mil toneladas, o que resultará na produção de 135 mil toneladas de farelo e 30 mil toneladas de óleo de soja.

A maior parte da soja uruguaia segue sendo exportada em grão, principalmente para a China e a Argentina. Paralelamente, o país importa derivados como farelo e óleo para atender sua demanda interna nas indústrias de alimentos e rações. As exportações devem atingir 2,9 milhões de toneladas — queda de 100 mil toneladas em relação ao ciclo anterior. Em 2024, a China foi responsável por quase 80% dessas compras, mantendo sua preferência por soja em grão para processamento local, conforme destacou o FAS.

 





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Vida saudável impulsiona demanda por alimentação natural


A prática de esportes e atividades físicas ao ar livre faz parte da rotina de muitos cariocas, inspirados pelas paisagens deslumbrantes do Rio de Janeiro. Nos últimos anos, com o acesso facilitado a informações sobre saúde e bem-estar, a população tem adotado hábitos mais equilibrados, incluindo a busca por uma alimentação saudável.

Frangos e ovos, por exemplo, são fontes importantes de proteínas e essenciais para quem deseja mais energia e desempenho esportivo. A Korin Alimentos, referência nacional em produtos naturais, oferece alimentos desenvolvidos com base na Agricultura Natural, filosofia que prioriza a vitalidade do solo e elimina o uso de antibióticos, transgênicos e agrotóxicos na produção.

No Rio de Janeiro, os consumidores contam com quatro lojas de fábrica da Korin, localizadas em Botafogo, Leblon, Tijuca e Niterói. Nesses espaços, é possível encontrar mais de 2.000 itens, entre carnes, ovos, frutas, legumes e uma ampla variedade de produtos de mercearia. O hortifruti abastecido por agricultores locais é um diferencial que reforça o compromisso com a sustentabilidade.

A expansão da rede inclui a nova unidade em Botafogo, que se soma às outras dez lojas já existentes pelo Brasil. A Korin convida todos a conhecer seus espaços e descobrir como é possível se alimentar de forma mais saudável, saborosa e responsável.

“Nos últimos anos, a população passou a ter mais acesso a informações sobre os benefícios de uma rotina mais equilibrada e começou a implementar essas práticas no dia a dia. No entanto, para alcançar os resultados desejados, é essencial incluir outro elemento: a alimentação saudável”, ressalta Simone Pereira Soares, Gerente de Operações do Grupo Korin.





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Controle rápido da dor em equinos é essencial


Identificar e tratar a dor em equinos é um dos principais desafios no manejo veterinário, especialmente em casos de processos inflamatórios. Por serem animais de grande porte e com fisiologia particular, os cavalos exigem abordagens específicas para um controle eficaz da dor, essencial não apenas para aliviar o sofrimento, mas também para garantir sua recuperação e bem-estar.

Segundo a zootecnista Paula Kawakami, da Syntec, a dor pode se manifestar de forma sutil, como mudanças de comportamento, relutância em se mover, redução da atividade e até agressividade. As causas mais comuns incluem lesões, infecções e doenças articulares ou musculares. Nesses casos, a fisioterapia com massagens, alongamentos e exercícios controlados pode auxiliar na recuperação funcional do animal.

“Diversas técnicas, como massagens terapêuticas, alongamentos e exercícios controlados, ajudam a melhorar a circulação sanguínea, reduzir a rigidez muscular e recuperar as articulações, proporcionando uma recuperação mais eficaz para o cavalo”, explica.

O uso de medicamentos também é indispensável. Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), analgésicos e, em casos específicos, opioides ou corticosteroides, são utilizados sob rigorosa supervisão veterinária. Como aliado dos criadores, a Syntec oferece o Diclofenaco, AINE formulado à base de Diclofenaco Sódico, com ação analgésica, antipirética e anti-inflamatória. O produto é indicado para diversas espécies, incluindo equinos, e atua na inibição das prostaglandinas, aliviando dor, febre e inflamação.

“Os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) são comumente prescritos para reduzir a inflamação e aliviar a dor. Em situações específicas, analgésicos, como opioides e corticosteroides, podem ser utilizados. Contudo, é imprescindível que esses medicamentos sejam administrados sob supervisão veterinária para evitar efeitos adversos e complicações”, conclui

 





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Cooperativa de citrus alcança marca importante


A Credicitrus, uma das principais cooperativas de crédito do país, alcançou resultados expressivos em 2024, consolidando sua posição de liderança no Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC). A cooperativa atingiu R$ 15,8 bilhões em ativos, com um aumento de 8,64% em relação ao ano anterior. 

As captações chegaram a R$ 11,3 bilhões, representando um crescimento de 12,85%, e o patrimônio líquido superou os R$ 3 bilhões, com um aumento de 16,85%. As operações de crédito somaram R$ 8,2 bilhões, com um crescimento de 19,21%, e a cooperativa registrou sobras líquidas de R$ 460 milhões.

“Esses indicadores são o resultado do nosso comprometimento com os mais de 170 mil cooperados e com a comunidade em que atuamos e demonstram a resiliência do modelo de negócios cooperativo, mesmo diante de um ano desafiador. Ao longo do ano, realizamos investimentos em tecnologia, para manter a Credicitrus na vanguarda do mercado financeiro, garantindo eficiência e segurança operacional, por meio da automatização de processos e o uso de inteligência artificial. Neste ano, trabalharemos para cooperar, para empreender, para o agronegócio, para a vida”, afirma Walmir Segatto, CEO da Credicitrus.

Além dos bons resultados financeiros, a Credicitrus recebeu a nota AA+ (bra) da Fitch Ratings, reforçando sua solidez e segurança. Fabio Fernandes, diretor de negócios, enfatiza que a estratégia da cooperativa é fundamental para o desenvolvimento sustentável e a prosperidade dos cooperados. A cooperativa também registrou um marco no cooperativismo de crédito, com mais de 65 mil associados participando da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária Digital, por meio do aplicativo Sicoob Moob, pelo terceiro ano consecutivo.

 





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Controle biológico na tomaticultura: solução sustentável



“A presença de pragas e doenças nas lavouras de tomate reduz a produtividade”



“A presença de pragas e doenças nas lavouras de tomate reduz a produtividade"
“A presença de pragas e doenças nas lavouras de tomate reduz a produtividade” – Foto: Agrolink

A tomaticultura brasileira, com uma safra de 4,7 milhões de toneladas em 2024, enfrenta desafios com pragas como a lagarta traça-do-tomateiro, a mosca-branca e a requeima, que prejudicam a produtividade e a qualidade dos tomates. Para combater essas ameaças, o controle biológico surge como uma alternativa eficaz e sustentável.

“O avanço tecnológico possibilita que a produção de tomates atenda a diversos mercados, incluindo consumo in natura, processamento industrial e exportação. No entanto, essa cultura é altamente suscetível a pragas e doenças, o que exige controle eficaz para garantir a produtividade e a qualidade do cultivo”, comenta Renato Brandão, mestre em agronomia pela Universidade Federal de Lavras (UFLA) e gerente nacional de vendas da BRQ Brasilquímica.

Produtos como o Bacillus thuringiensis para a traça-do-tomateiro, Beauveria bassiana contra a mosca-branca e Trichoderma spp. para a requeima oferecem soluções menos agressivas ao meio ambiente, reduzindo o uso de agroquímicos e preservando os inimigos naturais das pragas.

“A presença de pragas e doenças nas lavouras de tomate reduz a produtividade, gera frutos deformados ou inviáveis para o mercado e aumenta os custos com defensivos e manejo. Por isso, é essencial adotar práticas de controle eficientes e sustentáveis”, completa.

O uso desses biológicos garante uma produção mais sustentável, com boa produtividade e alta qualidade dos tomates, beneficiando tanto os agricultores quanto o meio ambiente. “Com manejo adequado e o controle biológico, os agricultores obtêm produção mais sustentável, boa produtividade e alta qualidade dos tomates. Ao reduzir a dependência de químicos, não apenas preservam o meio ambiente, mas também favorecem a saúde dos trabalhadores rurais e dos consumidores”, conclui.

 





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