domingo, março 29, 2026

Política & Agro

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o que esperar para abril, maio e junho?


O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) apresentou na última sexta-feira (25), o prognóstico agroclimático para os meses de abril, maio e junho/2025. A análise aponta para a concentração de déficits hídricos em diversas áreas agrícolas do Brasil durante o mês de abril de 2025. O estudo, divulgado com o objetivo de fornecer informações para os cultivos anuais, simulou o balanço hídrico considerando uma Capacidade de Água Disponível no solo (CAD) de 100 mm, representativa das raízes de culturas como soja, milho e algodão, além de pastagens.

Segundo o INMET, “os maiores déficits hídricos previstos para abril/2025 concentram-se no norte do Estado de Roraima, parte central da Região Nordeste, norte de Minas Gerais, oeste do Mato Grosso do Sul e sudoeste do Mato Grosso”. O instituto adverte que “valores inferiores a 30% indicam que os cultivos em fases sensíveis, como germinação, florescimento e início do enchimento de grãos, podem ter a produtividade comprometida, especialmente se essa condição for mantida por 30 dias”.

O INMET destaca a situação em Roraima, onde “o armazenamento em Abril/2025 foi estimado abaixo de 10%, justamente em áreas onde está se consolidando o polo agrícola do estado, especialmente soja, milho e arroz“.

Para o mês de maio de 2025, a previsão do INMET é de uma “tendência de ampliação das áreas com escassez hídrica para os cultivos agrícolas”. Na região do MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), o instituto estima que “a previsão de défict hídrico e baixo armazenamento de água no solo, tornam as condições favoráveis para colheita do milho de primeira safra”.

Contudo, o INMET alerta que “a previsão de déficit hidríco para maio/2025 no MATOPIBA pode prejudicar o cultivo do milho segunda safra, que estarão em fase de floração, quando a planta apresenta maior demanda hídrica”. Sob essas condições de baixo armazenamento hídrico no solo, “especialmente abaixo de 40%”, o instituto sugere que “a alternativa de mitigação seria adotar onde aplicável estratégias de irrigação durante o mês de maio, afim de garantir a manutenção do potencial produtivo”.

Para junho de 2025, o INMET prevê que “à medida que o outono se aproxima do fim, o volume de chuva normalmente diminui na parte central do Brasil, o que contribuirá para a ampliação das áreas com deficiência hídrica no solo”. O instituto associa diretamente essa escassez de chuvas aos “baixos percentuais de armazenamento de água no solo”.

Em contraste, o INMET aponta que “no extremo norte do país, na faixa litorânea da Região Nordeste, bem como em grande parte da Região Sul, estão previstos excedentes hídricos, com níveis satisfatórios de armazenamento de água no solo”.





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o que esperar para abril, maio e junho?


O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) apresentou na última sexta-feira (25), o prognóstico agroclimático para os meses de abril, maio e junho/2025. A análise aponta para a concentração de déficits hídricos em diversas áreas agrícolas do Brasil durante o mês de abril de 2025. O estudo, divulgado com o objetivo de fornecer informações para os cultivos anuais, simulou o balanço hídrico considerando uma Capacidade de Água Disponível no solo (CAD) de 100 mm, representativa das raízes de culturas como soja, milho e algodão, além de pastagens.

Segundo o INMET, “os maiores déficits hídricos previstos para abril/2025 concentram-se no norte do Estado de Roraima, parte central da Região Nordeste, norte de Minas Gerais, oeste do Mato Grosso do Sul e sudoeste do Mato Grosso”. O instituto adverte que “valores inferiores a 30% indicam que os cultivos em fases sensíveis, como germinação, florescimento e início do enchimento de grãos, podem ter a produtividade comprometida, especialmente se essa condição for mantida por 30 dias”.

O INMET destaca a situação em Roraima, onde “o armazenamento em Abril/2025 foi estimado abaixo de 10%, justamente em áreas onde está se consolidando o polo agrícola do estado, especialmente soja, milho e arroz“.

Para o mês de maio de 2025, a previsão do INMET é de uma “tendência de ampliação das áreas com escassez hídrica para os cultivos agrícolas”. Na região do MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), o instituto estima que “a previsão de défict hídrico e baixo armazenamento de água no solo, tornam as condições favoráveis para colheita do milho de primeira safra”.

Contudo, o INMET alerta que “a previsão de déficit hidríco para maio/2025 no MATOPIBA pode prejudicar o cultivo do milho segunda safra, que estarão em fase de floração, quando a planta apresenta maior demanda hídrica”. Sob essas condições de baixo armazenamento hídrico no solo, “especialmente abaixo de 40%”, o instituto sugere que “a alternativa de mitigação seria adotar onde aplicável estratégias de irrigação durante o mês de maio, afim de garantir a manutenção do potencial produtivo”.

Para junho de 2025, o INMET prevê que “à medida que o outono se aproxima do fim, o volume de chuva normalmente diminui na parte central do Brasil, o que contribuirá para a ampliação das áreas com deficiência hídrica no solo”. O instituto associa diretamente essa escassez de chuvas aos “baixos percentuais de armazenamento de água no solo”.

Em contraste, o INMET aponta que “no extremo norte do país, na faixa litorânea da Região Nordeste, bem como em grande parte da Região Sul, estão previstos excedentes hídricos, com níveis satisfatórios de armazenamento de água no solo”.





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Cigarrinha atinge lavouras de milho em Ijuí


A colheita de milho no Rio Grande do Sul segue em ritmo mais lento e escalonado em comparação com outras culturas de verão, atingindo 89% da área cultivada. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (25) pela Emater/RS-Ascar, o maior avanço foi em lavouras de maior escala no Nordeste do estado. Nas regiões de agricultura familiar, a colheita evoluiu pouco, condicionada ao uso do cereal para consumo interno.

O levantamento da Emater/RS-Ascar destaca que “as lavouras tardias (4%) apresentam bom potencial produtivo, favorecido pela ocorrência de chuvas nos estádios críticos de desenvolvimento e por temperaturas amenas, que têm permitido maior acúmulo de fotoassimilados”.

Paralelamente à colheita, os produtores já se organizam para o plantio da Safra 2025/2026, “realizando a semeadura de cobertura vegetal, especialmente nabo forrageiro, visando à posterior dessecação”. Na aquisição de sementes, observa-se “preferência por cultivares precoces e com tolerância à cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), estratégia alinhada a condições de mercado mais favoráveis e ao manejo fitossanitário preventivo”.

Na região administrativa de Bagé, “as condições de tempo seco têm favorecido a perda gradual de umidade dos grãos nas lavouras em fase de maturação fisiológica, possibilitando o início das operações de colheita”. Em Caçapava do Sul, a colheita foi iniciada principalmente em pequenas propriedades com baixo nível tecnológico, que “sofreram severos impactos da estiagem, ocorrida nos meses de janeiro e março”, resultando em uma “produtividade média estimada nessas áreas de apenas 1.200 kg/ha, reflexo das limitações hídricas durante os estágios críticos de florescimento e enchimento de grãos”. Em Alegrete, estão sendo colhidas as lavouras de semeadura tardia.

Na região de Caxias do Sul, “a colheita está próxima da finalização nos principais polos produtores, como em Muitos Capões e Vacaria”. Nas regiões da Serra e Hortênsias, onde predominam áreas menores, “os trabalhos seguem em ritmo mais lento e escalonado, e a finalização deve ocorrer em julho, conforme o padrão histórico da região”.

Em Ijuí, “a colheita está praticamente concluída”. As lavouras remanescentes (1%) correspondem principalmente ao segundo cultivo, caracterizado por plantas menores, “porém com bom enchimento de grãos, indicando adequada translocação de fotoassimilados durante o período reprodutivo”. Em relação à sanidade, observa-se “incidência de cigarrinha-do-milho, cujos danos incluem sintomas de enfezamento, além de casos pontuais de acamamento de plantas”.

Na região de Pelotas, a colheita atinge 51%, com produtividades variando entre 3.500 e 6.000 kg/ha, com média regional de 4.200 kg/ha. Em Santa Rosa, 92% da área foi colhida. Na região de Soledade, a colheita das lavouras de semeadura tardia está em andamento.





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Fruticultores intensificam manejo do morango e monitoram citros


Os produtores de morango na região administrativa de Ijuí estão intensificando os trabalhos na cultura, conforme o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (25) pela Emater/RS-Ascar. Nos cultivos de segundo ano, realizam o manejo das plantas, com a retirada de folhas velhas e brotos, enquanto nos novos cultivos, o transplantio de mudas ocorre conforme a entrega pelos viveiristas.

Na mesma região, a Emater/RS-Ascar observa uma “rápida mudança de coloração dos frutos” na cultura da laranja Bahia, que, “contudo, não estão atingindo o grau Brix ideal para comercialização”. Pessegueiros e videiras entram em estádio de dormência, embora as cultivares precoces de pêssego tenham emitido algumas flores.

Na região de Santa Rosa, “as condições climáticas seguem favoráveis ao desenvolvimento das frutíferas e à realização dos tratos culturais”. No entanto, a Emater/RS-Ascar aponta que os citros apresentam “carga pequena de frutos em função da estiagem, além de alguns distúrbios fisiológicos, como rachadura de frutos, causando perdas”. Há também registro de “incidência de ácaros e pulgões”. O abacate está em fase de maturação, sendo destinado ao autoconsumo.

Muitas frutíferas na região de Santa Rosa estão em entressafra, como pessegueiro, ameixeira, macieira e videira, que se encontram em fase de senescência das folhas. Os produtores realizam “adubação de reposição devido à extração de nutrientes no período de produção”. As chuvas recentes, “associadas à redução de temperatura, possibilitaram a retomada dos tratamentos fitossanitários nas culturas”. Roçadas estão sendo efetuadas nos pomares. O figo está em fase final de colheita, mas com “frutos menores em razão da restrição hídrica”. Nos cultivos de banana, há pouca produção, e as plantas estão emitindo novos clones. Na cultura do melão, ainda há colheita em produtores comerciais que cultivam em sistema mulching com irrigação por gotejamento, com destaque para as variedades Pampa, Hy-mark, Rangers e Sunrise.

Na região de Soledade, a Emater/RS-Ascar informa que está sendo realizada a “semeadura de plantas de cobertura em pomares, como aveia preta, nabo forrageiro, entre outras”. Nas áreas de implantação de pomares, estão em andamento práticas como “preparo de solo, incorporação de calcário e de corretivos, sistematização do terreno e semeadura de plantas de cobertura”.





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inovação e sustentabilidade para a cana-de-açúcar


Durante a 30ª edição da Agrishow, que ocorrerá de 28 de abril a 2 de maio de 2025 em Ribeirão Preto (SP), a Mosaic, uma das principais produtoras globais de fosfatos e Potássio combinados, destacará suas soluções inovadoras e sustentáveis para a cana-de-açúcar. A adubação correta e consciente não só garante o desenvolvimento vegetativo do canavial, mas também permite que as raízes se desenvolvam em camadas mais profundas, essencial para uma cultura semiperene. “Como não podemos controlar o clima, precisamos utilizar informações técnicas adequadas e fazer o manejo correto do solo e da cultura. Portanto, o produtor precisa investir na sinergia entre os nutrientes,” afirma Gabriel Gimeno, diretor Comercial da Mosaic.

O portfólio premium de nutrição de solos da empresa possui a Linha Performa, que incorpora as mais avançadas tecnologias desenvolvidas. Esses produtos, conhecidos pela versatilidade e facilidade de aplicação, possuem formulações multinutrientes que elevam a produtividade, qualidade e rentabilidade das lavouras. O Performa Plus e o Performa Bio são fertilizantes minerais que promovem a disponibilidade de nutrientes, otimizam o desenvolvimento das plantas e contribuem para a sustentabilidade do manejo nutricional. Adicionalmente, o portfólio da Mosaic contempla a solução Aspire: fertilizante de potássio com duas formas de boro em um único grânulo, proporcionando nutrição equilibrada e aumento de produtividade.

Na cana-de-açúcar, por exemplo, o Performa Plus pode aumentar a produtividade em até 18 toneladas por hectare, quando comparado ao manejo convencional com nitrato, conforme demonstrado em estudos realizados no Estado de São Paulo. Esses produtos reforçam o compromisso da Mosaic em oferecer soluções eficientes e sustentáveis para o agronegócio.

Na Agrishow, os visitantes também poderão conhecer a linha completa da Mosaic Biosciences. “Acreditamos muito no potencial produtivo da agricultura brasileira. Estamos lado a lado dos produtores rurais e certos de que vamos proporcionar acesso a inovações tecnológicas e soluções sustentáveis, que são o caminho para o sucesso da agricultura nacional. Durante a feira, os visitantes poderão conhecer as soluções de biológicos e conversar com nossa equipe, pronta para explicar as aplicações, características e benefícios dessas soluções para cada necessidade no campo,” destaca Alexandre Alves, diretor da Mosaic Biosciences Brasil.

A Agrishow é uma das maiores feiras agrícolas do mundo e uma das principais do Brasil, reunindo soluções para todos os tipos de culturas. É reconhecida como palco de lançamentos das principais tendências e inovações para o agronegócio. O estande da Mosaic na 30ª edição da Agrishow estará localizado no Shopping Rural Coopercitrus. Além de conhecer os benefícios dos produtos da empresa, os visitantes terão a oportunidade de se cadastrar no NutriVantagens, programa de relacionamento que já conta com mais de 17 mil usuários cadastrados.





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Empresa pioneira no desenvolvimento de máquinas para o plantio direto apresenta novidades na Agrishow


Uma empresa pioneira na produção de máquinas agrícolas, sendo referência nacional na criação de soluções inovadoras para o sistema de plantio direto, a Semeato vai marcar presença em mais uma edição da Agrishow. Com a expectativa de receber aproximadamente 195 mil visitantes nacionais e internacionais, a maior Feira de Tecnologia de toda a América Latina irá acontecer entre os dias 28 de abril e 2 de maio, no município de Ribeirão Preto, interior paulista. A 30ª edição da Agrishow promete ser o palco para as últimas tendências e tecnologias que moldam o setor e a Semeato estará participando em todos os dias do evento.

A Semeato Indústria e Comércio, que completa 60 anos em 2025, apresentará aos visitantes da Agrishow suas principais tecnologias e lançamentos voltados para aumentar a produtividade e rentabilidade do produtor.

Um dos destaques será a plantadeira articulada Sol Quarantatre, com 18 linhas e caixa central de distribuição de semente pneumática, rodado de transporte e reservatórios com grande capacidade em carga, que aumenta a autonomia no plantio.

Outro lançamento da Semeato durante a Agrishow será o rodado automático de transporte com acionamento hidráulico para o modelo SSM 41. Esse sistema permite que, por meio de um controle no trator, a máquina mude rapidamente da posição de trabalho para a de transporte, com uma largura de 3,75 metros, facilitando o deslocamento do equipamento. O modelo SSM 41, já reconhecido por sua qualidade e durabilidade, ganha assim uma nova funcionalidade que agrega praticidade ao produtor rural, com um transporte que leva 1,5 minutos para se colocar de posição de trabalho para a de transporte.

Durante a Agrishow, os produtores que visitarem o estande da Semeato – no lote E15A -também poderão conhecer outras tecnologias criadas e patenteadas pela empresa gaúcha, desenvolvidas para contribuir com o plantio de altíssima qualidade e o crescimento de uma agricultura cada vez mais produtiva e rentável. Dentre elas, o Smartflow®, um sistema de roscas dosadoras de alto desempenho. Com perfil inovador da rosca, aliado ao enclausuramento do fertilizante, resulta na continuidade de fluxo, independente das condições de relevo.

Outro lançamento da Semeato durante a Agrishow é o Semedrive®, um sistema de transmissão autocompensadora, que possibilita transmissão de forma contínua e proporciona uma distância homogênea entre as sementes distribuídas, mesmo quando a linha de plantio percorre topografias com aclive e declive de solo. Dispensa lubrificações periódicas e o uso de ferramentas para o seu acoplamento e desacoplamento, realizado por engates rápidos, aumentando assim a eficiência da plantadeira, mantendo por mais tempo em condição de plantio e reduzindo assim o tempo de manutenção.

Sessenta anos de inovação  

Fundada em 1965, em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, a Semeato se consolidou ao longo das últimas seis décadas como referência na fabricação de máquinas para o plantio direto. Com forte atuação no mercado nacional e internacional, a Semeato exporta suas máquinas para 25 países.

Criada com o objetivo de suprir a falta de peças de reposição no mercado, a empresa foi responsável pelos primeiros implementos agrícolas fabricados no Brasil, na década de 70.

E, em 1982, a Semeato inovou novamente ao lançar a TD 300, a primeira semeadora destinada ao plantio direto e que, ainda hoje, é utilizada por produtores.

Referência no ingresso de soluções inovadoras e na divulgação do plantio direto – sistema ecologicamente sustentável e economicamente viável que se propagou pelo mundo – a empresa tem hoje o objetivo de produzir máquinas que promovam um plantio regenerativo, produzindo alimentos em um sistema agrícola sustentável.

Serviço:

O que: lançamentos Semeato na 30ª Agrishow

Onde: Ribeirão Preto (SP)

Quando: 28 de abril a 2 de maio





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Empresa diversifica operações e movimenta mais de 100 milhões de toneladas no agronegócio


A Armac, referência nacional em locação de equipamentos, prestação de serviços especializados e venda de seminovos, participa pela primeira vez da Agrishow, de 28 de abril a 2 de maio, em Ribeirão Preto (SP), com soluções para diversas etapas e fases do agronegócio, apoiando com eficiência e segurança operações de diferentes complexidades. A companhia movimenta mais de 100 milhões de toneladas de produtos e materiais, anualmente, relacionados ao setor.

Com a maior frota multimarcas de equipamentos do Brasil, totalizando cerca de 11,2 mil ativos, a companhia diversificou ao longo dos 30 anos os segmentos atendidos no agronegócio. Atualmente, a empresa atua nas fazendas, usinas e agroindústrias por meio de equipamentos e profissionais em operações de cana-de-açúcar, milho, algodão, citros, grãos, proteína animal e na gestão de resíduos diversos.

São mais de 13 milhões de toneladas movimentadas, por ano, de biomassa, commodities agrícolas e resíduos, em serviços de carregamento e expedição. “São 10 anos de serviços prestados ao agronegócio. Esse tempo permitiu adquirir a experiência necessária para atender nichos diferentes do setor, entendendo as dificuldades e particularidades de cada um. A Linha Amarela é versátil o suficiente para oferecer soluções para diferentes operações, independentemente da cultura agrícola do cliente”, afirma Mairon Karr, gerente sênior de Agronegócios da Armac.

Um dos mais recentes nichos que passaram a ser atendidos pela companhia é o de proteína animal para fabricação de ração. O mercado está em crescimento no Brasil e vive a projeção de, até o final do ano, produzir 90 milhões de toneladas de rações e concentrados e 4 milhões de toneladas de suplementos, segundo o Sindirações (Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal). Em fevereiro, a Armac iniciou uma nova importante operação deste setor na região Oeste do Paraná.

Ampla cadeia de atuação

A participação da Armac em projetos de apoio ao agro vai além de fazendas e usinas. Nos portos, terminais ferroviários e plantas industriais, são movimentados mais de 85 milhões de toneladas de açúcar, grãos e fertilizantes.

O apoio ao agronegócio brasileiro para exportações importantes, como açúcar e soja, e importações essenciais para o segmento, como no caso dos fertilizantes, acontece em 16 grandes modais logísticos atendidos pela companhia, nos principais portos e terminais ferroviários do País.

Maior complexo de manutenção da América Latina

Para suportar às operações de agronegócio em todas as regiões do Brasil, a companhia conta com o maior complexo de manutenção da América Latina, com 300 mil m². São mais de 30 oficinas espalhadas por todo o País, com destaque para as estruturas de Vargem Grande Paulista (SP), com mais de 500 profissionais.

A Academia Bravos, principal programa educacional e de treinamento da Armac, capacita e qualifica operadores de equipamentos, mecânicos e encarregados para trabalhar com os diferentes tipos de escopo. Entre os principais serviços realizados no agronegócio estão movimentação de biomassa, alimentação de moegas e caldeiras, movimentação, empilhamento e expedição de produtos/commodities, sistematização de solo, abertura e manutenção de vias e acessos e gestão de resíduos.

“Temos mais de 1 mil mecânicos treinados e qualificados para trabalhar com todas as marcas, tipos e modelos de máquinas e equipamentos, em diferentes cenários e plantas, seja na fazenda, na usina ou em terminais. Nossa manutenção é capacitada para atuar com diferentes produtos e materiais, garantindo o melhor desempenho do equipamento, independentemente da movimentação ser de açúcar, milho, laranja, biomassa”, afirma Luciano Rocha, COO da Armac.

Contêiner inteligente

A Armac lançou no ano passado uma tecnologia que permite às operações disponibilidade imediata de insumos para manutenção à pronta-entrega. Trata-se de contêineres inteligentes de peças e produtos.

A principal vantagem para o cliente é a agilidade nos processos de manutenção. O contêiner possibilita que a equipe da oficina tenha em mãos as peças necessárias para que os equipamentos sigam rodando o maior tempo possível, garantindo a máxima produtividade para a operação.

A empresa brasileira que mais cresce nas Américas

A Armac é a empresa brasileira com crescimento mais rápido nas Américas e a segunda na América Latina, segundo o jornal Financial Times, uma das publicações de negócios mais importantes do mundo.  A companhia foi destacada pela publicação no ranking “The Americas’ Fastest-Growing Companies 2025”. 

“Nosso crescimento contínuo é resultado de uma cultura organizacional sólida e de uma estratégia que prioriza a eficiência operacional. Estamos orgulhosos em ver nossa trajetória reconhecida por uma publicação tão prestigiada como o Financial Times”, afirma Fernando Aragão, CEO da Armac.





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Arrecadação e volume de carne de frango exportada aumentaram em março/25


Logotipo Notícias Agrícolas

De acordo com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal, divulgadas nesta sexta-feira (4), as exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas até a última semana de março (19 dias úteis), cresceram em volume e arrecadação diante dos números de março de 2024.

A receita obtida com as exportações de carne de frango até o final do mês de março, US$ 786.957,115, representam 14,42% a mais que o total arrecadado em todo o mês de março de 2024, que foi de US$ 687.733,438. No caso do volume embarcado, as 438916,725 toneladas representam 12,32% sobre o volume registrado em março de 2024, quantidade de 390.744,951 toneladas.

No comparativo com o resultado das exportações de carne de frango no mês de fevereiro de 2025, a receita obtida com as exportações de carne de frango até o final de março, US$ 786.957,115, representa 0,90% a mais que o total arrecadado em todo o mês de fevereiro, que foi de US$ 779.934,393. No caso do volume embarcado, as 438.916,725 toneladas exportadas em março representam 0,49% a mais que o volume registrado em fevereiro, quantidade de 436.742,279 toneladas.

O faturamento por média diária até este momento do mês foi de US$ 41.418,795 quantia 14,4% a mais do que o registrado em março de 2024. No comparativo com a semana anterior, houve queda de 6,54% quando comparado aos US$ 44.319,764  vistos na semana passada.

No caso das toneladas por média diária, foram 23.100,880, houve elevação de 12,3% no comparativo com o mesmo mês de 2024. Quando comparado ao resultado no quesito da semana anterior, observa-se redução de 7,25% em relação às 24.907,375 toneladas da semana anterior.

Já o preço pago por tonelada, US$ 1.792,953, é 1,9% superior ao praticado em março do ano passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa tímida alta de 0,76% no comparativo ao valor de US$ 1.779,383 visto na semana passada.

 





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Banco oferece condições diferenciadas na Agrishow 2025


O Santander participará da 30ª edição da Agrishow, que acontece entre os dias 28 de abril e 2 de maio, em Ribeirão Preto (SP). Com uma equipe especializada em agronegócio, o Banco oferecerá suporte completo aos produtores rurais, atendendo desde as necessidades do negócio até soluções para o dia a dia.

Na feira, o Santander apresentará um portfólio completo de produtos e serviços voltados aos empreendedores do campo, como a CPR (Cédula de Produto Rural), ideal para antecipar recursos e financiar atividades rurais. Já o Multiagro, principal linha de investimento do Banco, é voltado a produtores que desejam modernizar sua produção com equipamentos nacionais e importados.

Entre os destaques da participação na Agrishow, o Santander oferecerá condições especiais para quem aderir à tag Sem Parar e à Fit Energia – plataforma de abrangência nacional que conecta geradores e consumidores de energia, promovendo o consumo de energia limpa e mais barata, sem necessidade de obras ou investimentos. O ecossistema do Banco também estará presente, com atendimento especializado para produtores pessoa jurídica, clientes Corporate, Private, Santander Financiamentos, entre outros.

O Banco ainda apresentará soluções voltadas ao setor como um todo, incluindo cash management, cartões de crédito e uma ampla oferta de seguros – como seguro de vida para o produtor rural, residencial, de máquinas e equipamentos. Também estarão disponíveis opções de financiamento para energia solar e consórcios personalizados, tanto para imóveis quanto para veículos pesados. Durante a feira, será possível realizar simulações de consórcios com taxas de administração a partir de 12,90% para autos e pesados, e 15,90% para imóveis. De acordo com dados do Banco Central, o Santander lidera entre os grandes bancos no índice de contemplação de consórcios.

“A Agrishow é um dos eventos mais estratégicos do calendário do agronegócio brasileiro. É um ambiente em que o produtor vem com foco em fechar negócios e buscar soluções que impulsionem sua atividade. Estar presente com um portfólio robusto e uma equipe preparada é essencial para mostrar que o Santander é parceiro do agro em todas as etapas da produção”, afirma Carlos Aguiar, diretor de Agronegócio do Santander Brasil.





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Empresa britânica lança carregadeira na Agrishow 2025


A JCB escolheu a Agrishow 2025 – 30° Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, que acontece entre os dias 28 de abril e 2 de maio, em Ribeirão Preto/SP, para lançar no Brasil a sua mais nova aposta para o agro: a carregadeira 437ZX AGRI, equipada com motor Cummins de 173hp e caçamba de 6m³. Indicada para operações de grande volume movimentado, a máquina combina alto desempenho, economia de combustível e conforto para o operador, consolidando-se como uma das soluções mais completas da categoria.

“A 437ZX chega para atender produtores que precisam de uma máquina multifuncional, robusta e eficiente. É uma solução ideal para o agro brasileiro, que cada vez mais busca produtividade com tecnologia”, destaca Adriano Merigli, CEO da JCB América Latina. “Trata-se de uma máquina que entrega excelente desempenho e baixo custo de manutenção”, completa Etelson Hauck, diretor de Estratégia & Soluções de Produto.

Outro produto em exposição na feira para demonstração é a Telemaster, conceito exclusivo JCB de carregadeira com braço telescópico TM320. Com capacidade de levantamento de até 3.200 kg e alcance vertical de 5,2 metros, o modelo se destaca pela combinação de força, versatilidade e agilidade nas operações de carga e movimentação no campo.

Além das novidades, a empresa traz em seu stand a retroescavadeira 4CX ECO, com três modos de direção, motor turbo de 100hp e impressionante profundidade de escavação de até 5,6 metros. Para operações que exigem agilidade e força, a marca apresenta também a minicarregadeira 270, com capacidade de carga operacional de 1.235kg e cinematismo vertical sistema de elevação que mantém o alcance máximo da base até a altura máxima.

Outra atração do estande da marca na Agrishow 2025 é a escavadeira hidráulica JS130, reconhecida por sua combinação de agilidade, robustez e eficiência. Com peso operacional de 13.625kg, a máquina é equipada com motor JCB Dieselmax de 100hp, mecânico de fácil manutenção, e bomba hidráulica de alta vazão. Ideal para operações que exigem velocidade e precisão, a JS130 alcança profundidade de escavação de até 6,03 metros e entrega grande força de escavação, tornando-se uma escolha certeira para quem busca produtividade e economia no campo.

“O agro brasileiro é um dos mais exigentes do mundo. Nossa missão é garantir que os clientes tenham acesso a máquinas com alto padrão de qualidade, tecnologia e suporte de ponta”. acrescenta Carlos França, diretor de vendas e marketing da JCB na América Latina.

A linha de manipuladores telescópicos Loadall está representada pelo modelo 541-70, com capacidade de levantamento de até 4.100kg e altura de até 7 metros. O equipamento conta com motor JCB Dieselmax de 114hp, três modos de direção e baixo consumo de combustível, sendo ideal para movimentação de fardos, big bags e outros insumos em fazendas, armazéns e cooperativas.

A empresa apresenta também aos visitantes da feira uma ampla opção de acessórios originais, como garra para silagem, caçambas, içadores, entre outros, que podem ser igualmente instalados em máquinas de outras marcas.

 





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